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11 Dezembro 2012

Pouco mais da metade dos venezuelanos acordou no domingo com uma sensação de orfandade, depois que Hugo Chávez admitiu pela primeira vez que não é imortal.

A orfandade não é figura de linguagem. Desde sua fracassada tentativa golpista, faz 20 anos, Hugo Chávez Frías trabalhou com afinco a messiânica ideia de que ele e a pátria são, no fundo, uma e a mesma coisa.

A reportagem é de Clóvis Rossi e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 11-12-2012.

Chegou a dizer: "Já sei que nunca me irei porque ficarei para sempre nas ruas e nos povoados da Venezuela, porque Chávez já não sou eu, Chávez é a pátria". Exatos 55% dos venezuelanos compraram esse messianismo, nas eleições de outubro, e lhe deram um quarto mandato.

Essa identificação é ressaltada por dois analistas de posições opostas: Stephen Johnson, do conservador Centro para Estudos Internacionais e Estratégicos dos Estados Unidos, aponta uma coleção de problemas na Venezuela de Chávez para terminar reconhecendo que:

"Apesar de frequentes apagões, do racionamento de comida, do desaparecimento de muitos empregos no setor privado e da inflação, muitos venezuelanos acham que estão melhor hoje do que há uma década e meia" [quando começou o reinado Chávez].

Do lado dito progressista, reforça Alberto Barrera Tyszka, coautor de uma biografia do presidente: "Ele deu voz ao povo que era excluído da sociedade".

Nessas circunstâncias, fica claro que a hipótese de que Chávez não consiga assumir seu novo mandato (a partir do dia 10) ou não possa cumpri-lo é um acontecimento absolutamente excepcional.

A pergunta para a qual ainda não há resposta é óbvia: será possível um chavismo sem Chávez?

Não conheço nenhum "ismo" que tenha sobrevivido ao desaparecimento de seu criador. Há quem diga que o peronismo sobreviveu a Perón. Não acho. São tantos os peronismos pós-Perón que a rigor não há nenhum.

Será Nicolás Maduro, o chanceler e vice-presidente que Chávez abençoou como herdeiro, capaz de romper a regra? Pode ser, mas a ênfase que Chávez pôs na palavra "unidade", no discurso de sábado, indica que não será nada fácil.

A consultora Carmen Beatriz Fernández avisa que Maduro pode até obter o apoio de caciques chavistas, "mas não conhecemos a possível reação dos invisíveis dentro do PSUV [Partido Socialista Unificado da Venezuela], que, ante uma mudança, verão ameaçados sua força, seu poder e seus negócios" (sugiro grifar negócios, leitor).

No coração do chavismo, o cientista político e blogueiro Nicmer Evans ousa propor que a designação de Maduro seja submetida a um processo de legitimação, de acordo com os estatutos do PSUV.

"Permitiria ter a garantia não só do respeito às normas, por qualquer de seus procedimentos, como permitiria demonstrar a unidade e a fortaleza ante a adversidade."

É uma maneira delicada de dizer que o país não é um reinado em que o rei aponta o sucessor e os súditos apenas dizem amém, por mais que Chávez se ache a própria Venezuela.


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