O Sínodo e a defesa dos pobres

Mais Lidos

  • Trump esvazia ordem mundial e gera “momento nefasto” para as Américas. Entrevista com Guilherme Casarões

    LER MAIS
  • O Amor de Deus é insuficiente. Artigo de Matias Soares

    LER MAIS
  • “Dizer que somos ambientalistas, sem fazer nada, é também um tipo de negacionismo climático”. Entrevista com Alberto Garzón

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Outubro 2012

Um dos discursos mais apaixonados do Sínodo até agora ocorreu no dia 12, proferido por Dom Jorge Eduardo Lozano, de Gualeguaychú, Argentina, que defendeu fortemente que os esforços evangelizadores da Igreja deve incluir a solidariedade para com os pobres.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio do jornal National Catholic Reporter, 13-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

É uma preocupação especial pela América Latina, disse Lozano, porque a Igreja lá "vive e evangeliza na região mais desigual do planeta".

"A pobreza não é apenas um problema econômico ou sociológico, mas sim um problema evangélico, religioso e moral", disse Lozano, porque "os rostos dos pobres e dos excluídos são os rostos sofredores de Cristo".

Este foi o núcleo do argumento de Lozano: "Não podemos pensar uma nova evangelização sem a proclamação da liberdade integral de tudo o que oprime o ser humano, o pecado e suas consequências".

Esse compromisso com os pobres, disse Lozano, deve incluir a determinação de "mudar as estruturas de pecado". Sem uma paixão pela justiça, sugeriu, a nova evangelização não vai vingar.

"Qualquer negligência ou zombaria dos pequenos e dos humildes faz com que a mensagem da Boa Nova se torne palavras vazias e melancólicas, sem vitalidade e esperança", afirmou.