Políticas públicas evitam quase metade do desmate na Amazônia

Mais Lidos

  • A polarização política que se observa no país dias antes das eleições pode ser explicada pelo “ressentimento social” de uma “sociedade já devastada e abandonada pela institucionalidade”, diz o economista

    Esperança de futuro promissor foi cancelada: esquerda é gestora fria e extrema-direita oferece bodes expiatórios. Entrevista especial com Daniel Negreiros Conceição

    LER MAIS
  • André Mendonça “furou a bolha” bolsonarista e se tornou “o colocado por Deus”, diz teólogo

    LER MAIS
  • A OpenAI revela novos incidentes "preocupantes" em que a IA ignorou as ordens de seus criadores

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Abril 2012

Cerca de metade do desmatamento que foi evitado na Amazônia brasileira entre 2005 e 2009 foi resultado das políticas governamentais de preservação, de acordo com análise da Iniciativa de Política Climática (CPI) do Rio.

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 01-04-2012.

A avaliação do CPI isolou os efeitos dos preços agrícolas e outros fatores potenciais para estimar a contribuição das políticas na redução do desmatamento da Amazônia Legal.

Resultados mostram que as políticas introduzidas no segundo semestre de 2000 ajudaram a impedir o desmatamento de uma área de 62 mil km2, o equivalente a evitar uma perda de cerca de 620 milhões de toneladas de CO2 armazenado.

"Nosso estudo ilustra a importância das políticas de conservação na redução do desmatamento na Amazônia", afirma Juliano Assunção, diretor do CPI Rio.

A próxima etapa do trabalho é saber quais políticas foram mais eficazes, analisando o efeito das políticas e programas específicos, incluindo a mudança no crédito rural e o fortalecimento da fiscalização.