MPF/RS fiscaliza descarte de material tóxico no Rio Caí

Revista ihu on-line

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Caetano Veloso. Arte, política e poética da diversidade

Edição: 549

Leia mais

Mais Lidos

  • A sombra tenebrosa do bolsonarismo. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • Uma contribuição para uma teologia do sacerdócio a partir da tradição afonsina

    LER MAIS
  • A metáfora empregada pelo professor Anselm Jappe, no Ciclo de Estudos Decálogo do Fim do Mundo, evidencia a sanha destruidora de uma sociedade capitalista que pode sentenciar seu próprio fim

    “Estamos num barco sem combustível e arrancando madeiras do casco para alimentar as caldeiras”

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


28 Fevereiro 2012

O Ministério Público Federal (MPF) em Canoas (RS) acompanha a situação do lançamento de material tóxico no Rio Caí, que banha o assentamento Santa Rita II, no município de Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre. A água do rio recebe descarte de resíduos tanto de uma empresa de galvanização quanto de um posto de combustível localizados em seu entorno.

A informação é da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul, 27-02-2012.

Em reunião que ocorreu na Procuradoria da República em Canoas, representantes do assentamento puderam ouvir garantias de que será feito o controle da qualidade da água do rio – utilizada pelos assentados para o plantio de arroz e para consumo próprio. Participaram da reunião com o procurador da República Pedro Antônio Roso representantes da prefeitura de Nova Santa Rita, do Incra, do Ibama, da Fepam e do “Posto Valentina”.

Análise realizada pela perita em Engenharia Sanitária do Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF/RS) comprovou a má qualidade da água e a presença de Zinco na mesma em níveis acima dos permitidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A prefeitura de Nova Santa Rita deverá informar ao MPF/RS em até 20 dias se pode realizar uma nova análise do solo e da água da região. O MPF/RS irá requisitar à galvanizadora Beretta para que esta monitore a qualidade da água e do solo de seu entorno pelos próximos seis meses, através de empresa credenciada à Fepam. Foi também pedido – pelos próprios assentados – que a UFRGS monitore a qualidade do solo e da água do assentamento.

Uma nova reunião para tratar do assunto vai se realizar na Procuradoria da República em Canoas em 23 de abril próximo, às 15h.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

MPF/RS fiscaliza descarte de material tóxico no Rio Caí - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV