Governador de Rondônia quer Força Nacional em Usina Jirau até a conclusão das obras

Mais Lidos

  • Comando Vermelho usa drones gigantes para transportar até 20 fuzis FAL ou AR-15 entre favelas no Rio

    LER MAIS
  • A encíclica do Papa Leão XIV chega em boa hora: a inteligência artificial levanta questões que só a religião pode responder

    LER MAIS
  • A preocupação aumenta com o surto de Ebola no Congo: "Está fora de controle, tememos que ultrapasse as fronteiras"

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Março 2011

O governador de Rondônia, Confúcio Moura, vai pedir ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que mantenha homens da Força Nacional no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Jirau até a conclusão do projeto.

A reportagem é de Paula Laboissière e publicada pela Agência Brasil, 29-03-2011.

“Usinas nucleares, hidrelétricas e refinarias de petróleo, compete à União oferecer a segurança que necessitam.  Não é o estado federado.  Ele participa de maneira complementar”, disse, ao avaliar que o governo federal falhou na segurança da Usina Jirau.

Segundo o governador, deverá haver uma reunião amanhã (29), no Palácio do Planalto, para tratar do assunto.  Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que vai pedir um cronograma de retomada das obras, paralisadas há quase duas semanas em razão de protestos de trabalhadores.

Apesar da previsão da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) de que a paralisação das obras não provocaria prejuízos ao cronograma, o governador avaliou que a demora na retomada deve provocar atrasos.

Moura também pretende conversar com Carvalho sobre a possibilidade de contratação preferencial de mão de obra do próprio estado, assim que os canteiros de obra voltarem a funcionar.

“Toda essa bagunça lá foi promovida não por trabalhadores do estado.  Queremos que eles sejam recrutados.  Temos mão de obra”, disse.  Ele admitiu, entretanto, que será preciso qualificar esses trabalhadores.  “Dá para preparar”, completou.

O motivo que provocou a desordem em Jirau, de acordo com o governador, está sendo investigado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e pelo próprio governo de Rondônia.  “Há, logicamente, um clima subterrâneo de insatisfação”, concluiu.