Colômbia. Arcebispo de Cali propõe abrir um corredor humanitário ante a grave situação na cidade

Protestos na Colômbia | Foto: Andrés Gómez Tarazona - Flickr

Mais Lidos

  • Bayer escolhe Brasil para estrear complemento a agrotóxico mais polêmico do mundo

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Matemático e filósofo reflete sobre a missão civilizatória das Ciências Humanas diante do desenvolvimento da Inteligência Artificial

    Universidade e o projeto de futuro das Big Techs: pensamento crítico versus inteligência como ‘utility’. Entrevista especial com Walter Carnielli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

08 Mai 2021

 

Darío Monsalve, arcebispo de Cali, delegou ao Vicariato Episcopal para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral a criação de uma comissão humanitária.

A reportagem é de Ángel Alberto Morillo, publicada por Vida Nueva Digital, 06-05-2021. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

Cali está desabastecida depois dos fechamentos das ruas que os grevistas fizeram. A capital do Valle del Cauca está militarizada e forças da ordem mantém enfrentamentos com grupos criminosos infiltrados nas legítimas manifestações. Diante desta situação de ordem pública, Darío Monsalve, arcebispo desta região, pediu para criar uma comissão humanitária.

Tudo isso em atenção às solicitações de diversos setores mobilizados nos protestos nacionais, comunidade internacional, sociedade civil e ministério público, para o qual o prelado designou o Vicariato Episcopal para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.

De momento também participam neste processo a direção da Reconciliação e Paz, o Observatório de Realidades Sociais, a Pastoral Social, a Pastoral de Trabalhadores e a Pastoral da Saúde “com a vontade de poder, em primeiro lugar, acompanhar as vítimas e suas famílias de maneira humanitária”.

 

Documentar situações

A tarefa desta comissão humanitária seria também “documentar as situações em que os direitos humanos foram afetados e poder apoiar os processos das organizações que os defendem e promovem”.

Também informaram que acompanharão “os manifestantes para gerar processos que permitam garantir emergências humanitárias e corredores de saúde e alimentação” e “buscarão chegar a acordos que permitam uma manifestação que continua reivindicando seus próprios direitos e protegendo a sociedade que pretende defender”.

 

Leia mais