O diácono Joseph Ratzinger, profeta do presente

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • O Sínodo apela a "uma mudança paradigmática na forma como a Igreja aborda as questões doutrinais, pastorais e éticas mais difíceis", como as que dizem respeito aos fiéis LGBTQIA+

    LER MAIS
  • É divulgado o relatório do Grupo de Estudos do Sínodo sobre questões LGBTQ+; novas formas de resposta do ministério

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Dezembro 2020

Pe. Pietro Messa, OFM, em comentário publicado em Il Cattolico, 27-12-2020, escreve:

Em uma das suas primeiras homilias, o diácono Joseph Ratzinger, no dia 3 de dezembro de 1950, poucos meses antes da ordenação sacerdotal, disse:

“Quem não espera nada mais do que a salvação do Ocidente deve sentir um horror desesperado diante da possibilidade da sua ruína. Para nós, não deve ser assim. Nós sabemos que a catástrofe deste mundo abre as portas para um mundo novo e mais glorioso. Nós sabemos que os temores pela queda do velho mundo são as dores de parto do novo” (P. Seewald, Benedetto XVI. Una vita, 2020, p. 284).

No atual movimento de povos, tais palavras parecem ser até uma profecia, ou seja, uma capacidade de olhar a realidade com um olhar penetrante (cf. Números 24,3).

Leia mais