Estoque de oxigênio nos oceanos caiu 2% e seguirá tendência de queda, aponta relatório

Foto: Pexels / Guillaume Falco

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

09 Dezembro 2019

O estoque mundial de oxigênio dos oceanos teve redução de 2% entre 1960 e 2010, e a previsão é de que possa cair entre 3% e 4% adicionais, devido o aquecimento global, o que representaria efeitos dramáticos sobre o habitat e economias costeiras.

As informações estão presentes no relatório da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, pela sigla em inglês), que foi apresentado neste sábado, 7, na Cúpula do Clima (COP-25), que está sendo realizada em Madri, na Espanha.

A reportagem é publicada por O Estado de S. Paulo, 07-12-2019.

Segundo o estudo, a perda de oxigênio oceânico está estreitamente relacionada com o aquecimento global e a acidificação dos oceanos, que são causados pelo aumento do dióxido de carbono (CO2), por sua vez, consequência das emissões de gases do efeito estufa e da chamada fertilização oceânica.

"A maior parte do excesso do calor retido pela Terra é absorvida pelos oceanos, o que inibe a difusão do oxigênio da superfície até águas mais profundas, e o aumento de nutrientes que chegam por meio de rios promove a proliferação das algas e o consequente aumento da demanda de oxigênio", afirma Dan Laffoley, do programa de Ciência e Conservação Marítima da IUCN.

Algumas simulações de modelos oceânicos projetam para o ano de 2100 uma diminuição no estoque de oxigênio dos oceanos para até 7%.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

Leia mais