Força de trabalho clandestina move engrenagens do Google

Mais Lidos

  • Varsóvia e Gaza: 80 anos depois, dois guetos e o mesmo nazismo... e a mídia finge não ver o Terror de Estado de Netanyahu. Artigo de Luiz Cláudio Cunha

    LER MAIS
  • A 'facisfera' católica: jovens sacerdotes ultraconservadores que rezam no YouTube pela morte do Papa Francisco

    LER MAIS
  • A fé que ressurge do secularismo e do vírus. Artigo de Tomáš Halík

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

04 Junho 2019

Desde março, a multinacional trabalhou com cerca de 121 mil temporários e prestadores de serviços em todo o mundo; denúncias de assédio também aumentaram.

A reportagem é de Daisuke Wakabayashi, publicada por The New York Times e reproduzida por O Estado de S. Paulo, 04—06-2019.

Mindy Cruz tinha uma oferta de contratação para um cargo em outra grande empresa de tecnologia quando aceitou uma vaga temporária como recrutadora no Google, em 2017. Os salários e benefícios não eram tão bons, mas foi um passo para estar mais próxima do sonho de ser uma funcionária do Google.

Cruz tornou-se parte de uma força de trabalho clandestina que agora ultrapassa o número de funcionários contratados da empresa. Mas ela nunca chegou a ser contratada: foi demitida depois que um gerente do Google, que ela afirmou tê-la assediado, disse à agência temporária que a contratou para demiti-la.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Força de trabalho clandestina move engrenagens do Google - Instituto Humanitas Unisinos - IHU