México. Grupo feminista reivindica responsabilidade por bomba detonada no lado da sede do episcopado

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28 Julho 2017

Um movimento feminista reivindicou responsabilidade por uma bomba detonada do lado de fora da sede que abriga a Conferência do Episcopado Mexicano.

O dispositivo de fabricação caseira explodiu nas primeiras horas da manhã de quarta-feira (26 de julho) causando pequenos prejuízos materiais. Ninguém ficou ferido.

A informação é de Rose Gamble, publicada por The Tablet, 27-07-2017. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

A Associated Press informou que, em um comunicado postado no sítio eletrônico internacional Contra Info, um grupo chamado Comando Feminista Informal de Ação Antiautoritária – COFIAA diz estar por trás da bomba feita de “dinamite, gás LP butano”.

Postada no final do dia 26 de julho, a nota acrescenta: “Para cada tortura e assassinato em nome de seu Deus! Para cada criança maculada por pedófilos!”

O sítio Contra Info diz ser mantido por “anarquistas, antiautoritários e libertarianos”. Ele já publicou sete histórias sobre ações do Comando Feminista no México, embora a Associated Press não tenha confirmado a existência do grupo.

No dia em que a bomba foi detonada, o subsecretário mexicano para a população, migração e assuntos religiosos, Humberto Roque Villanueva, disse que não acreditava que a bomba constituísse um ataque contra a Igreja Católica.

“Acredito que é a necessidade lamentável de os padres estarem bastante próximos às pessoas em conflito”, disse Roque em entrevista ao jornal El Universal, “mas não vejo este ato como uma ação orquestrada, nem como uma ação deliberada ou que tenha ligação com outras ações contra a Igreja”.

O bispo auxiliar Alfonso Miranda Guardiola, da Arquidiocese de Monterrey, subsecretário da conferência episcopal, disse à imprensa que o ato refletia a violência sofrida pela sociedade como um todo num país com taxas altas de homicídio e com uma repressão ao narcotráfico que já dura décadas.

“Isto nos convida enfaticamente a refletir, a reconstruir o nosso tecido social para proporcionar uma melhor segurança a todos os cidadãos”, disse.

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