Guatemala. País depende economicamente das remessas dos trabalhadores nos EUA, constata bispo

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24 Março 2017

O Bispo da Diocese de Huehuetenango, Guatemala, Monsenhor Alvaro Ramazzini Imeri, participou nos últimos dias num painel de discussão no Parlamento Europeu, em Bruxelas, que lançou um estudo sobre o Comércio e sobre os Direitos Humanos na América Latina, promovido pela CIDSE, rede de 17 agências católicas de desenvolvimento da Europa e da América do Norte. Ontem, Mons. Ramazzini Imeri viajou para Berna, Suíça, onde visitou a sede de um grupo de ONGs empenhadas em ajudar a Guatemala.

A informação é publicada por Agência Fides, 22-03-2017. A tradução é de Ramiro Mincato.

Nesta ocasião o Bispo declarou que a situação do país da América Central está cada vez mais difícil. Sobre a política do novo presidente dos EUA, Dom Ramazzini Imeri disse: "Se o Sr. Trump fizer o que ele antecipou sobre a emigração, poderá ser dramático para a Guatemala. É preciso considerar que em 2016 as remessas dos emigrantes guatemaltecos que trabalham nos Estados Unidos atingiu mais de 6.400 milhões de dólares. Se o país não entrou em colapso, em grande parte deve-se a essas receitas. Se forem reduzidas, cortadas ou tributadas, as consequências serão desastrosas. Nossa atual situação social, junto com aquela de El Salvador, Honduras e México, poderia antecipar novos incêndios de guerra civil. Talvez eu tenha uma visão muito pessimista, mas os sinais atuais não são bons e o fechamento da migração trará consequências inimagináveis".

Em sua entrevista com Swissinfo, o portal de informação suíça, o Bispo destacou também sinais de esperança: "Como Conferência Episcopal mantemos nossa atitude de denúncia e de convite ao diálogo entre todos os setores. Nos oferecemos como pontes de comunicação para incentivar encontros. Estamos sempre presentes para acompanhar o povo, tentando reorientar aqueles que falam de violência. Nos sentimos fortalecidos e em sintonia com o Papa Francisco".

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