Incêndios atingem terras indígenas na Amazônia

Mais Lidos

  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS
  • A Palantir não vende mais apenas ‘software’: vende uma teoria tecnofascista de governança global

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Agosto 2016

Fogo começou no início do mês e já atingiu 76 mil hectares de floresta

O Jornal da Amazônia 2ª edição desta segunda-feira (22) destaca que incêndios florestais atingem duas áreas protegidas na Amazônia: a Kuarup, no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, e a Awá II, na Terra Indígena Arariboia, no Maranhão. Os incêndios começaram no início do mês e juntos já queimaram 76 mil hectares de vegetação, área que corresponde a 76 mil campos de futebol.

A reportagem é publicada por EBC, 22-08-2016

O problema maior está na terra indígena Arariboia, onde o fogo atingiu mais de 41 mil hectares, aproximadamente 10% da reserva. No local vivem os Awá-Guajá, índios em total isolamento que dependem da floresta preservada para a sua sobrevivência. No ano passado, um incêndio de grandes proporções consumiu mais de 50% dessa área indígena. No Parque do Xingu, cerca de 45 mil hectares foram atingidos por seis frentes de fogo, que somam 62 quilômetros de extensão.

Segundo a Coordenadoria Nacional do Prevfogo, a maioria das frentes de fogo está controlada. Apenas uma permanece em combate e as demais, em monitoramento. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as chuvas que atingiram parte das regiões Norte e Centro-Oeste, nos últimos dias,foram insuficientes para acabar com o fogo. A tendência é que a massa de ar seco volte a se formar no centro do país, mantendo a umidade baixa até o final de setembro, piorando o cenário.

Leia mais...

Incêndio na TI Arariboia aumenta e se aproxima de região dos Awá-Guajá isolados; Ibama se reúne com os Guajajara

Situação dos Incêndios Florestais em Roraima: muito fogo e pouca água

Regiões da Amazônia têm risco de incêndios florestais até o fim do ano

Brasil está mais inflamável, dizem estudos

Incêndios florestais revelam estado de desobediência civil, diz pesquisador do Inpe

Animais silvestres "fogem" para as cidades devido as queimadas em MT

Atraso no combate ao incêndio consumiu mais de 50% da Terra Indígena Arariboia