Mulheres indígenas contarão com rede teológica global

Foto: Maria Fernanda Ribeiro/Amazônia Real

Mais Lidos

  • Índia. Medo da repressão: igrejas alertam não cristãos para que não frequentem celebrações religiosas

    LER MAIS
  • Lições de humanidade: o papa excomunga todos os partidos de extrema-direita. Artigo de Mario Giro

    LER MAIS
  • Vivemos num momento em que ou a esquerda se torna capaz de fazer as pessoas sonharem com outro mundo, ou elas vão ser engolidas, afirma o pesquisador

    Eleições 2026: a violência que atinge as periferias e a necessidade de imaginar outros mundos possíveis. Entrevista especial com Orlando Calheiros

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

01 Outubro 2026

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) lançou a Rede Teológica Ecumênica Global de Mulheres Indígenas, um espaço dedicado para que teólogas, acadêmicas e líderes emergentes indígenas se conectem e fortaleçam sua contribuição para a educação teológica e o movimento ecumênico. A reunião inaugural online, em setembro, definiu que a identidade, as prioridades e as formas de trabalho da rede devem ser definidas pelas próprias mulheres indígenas, com planos para futuras consultas a fim de ampliar a participação.

A informação é de Edelberto Behs.

As conversas iniciais já apontaram possibilidades “novas e inovadoras”, reunindo entendimentos compartilhados e experiências regionais distintas de maneiras “inéditas em contextos ecumênicos”, definiu a pastora Tamsyn Kereopa, teóloga indígena Maori e ministra ordenada da Igreja Anglicana em Aotearoa, Nova Zelândia.

Consultas iniciadas em 2022 dão origem à rede, que responde à barreiras de longa data ao ensino teológico, à memória, ao desenvolvimento de lideranças. Ela busca reconhecer o conhecimento sagrado indígena, as tradições culturais, a narrativa, a sabedoria comunitária e a erudição teológica formal. A rede conectará mulheres indígenas da África, do Pacífico, das Américas, da Europa, da Ásia e do Oriente Médio.

Leia mais