01 Outubro 2026
O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) lançou a Rede Teológica Ecumênica Global de Mulheres Indígenas, um espaço dedicado para que teólogas, acadêmicas e líderes emergentes indígenas se conectem e fortaleçam sua contribuição para a educação teológica e o movimento ecumênico. A reunião inaugural online, em setembro, definiu que a identidade, as prioridades e as formas de trabalho da rede devem ser definidas pelas próprias mulheres indígenas, com planos para futuras consultas a fim de ampliar a participação.
A informação é de Edelberto Behs.
As conversas iniciais já apontaram possibilidades “novas e inovadoras”, reunindo entendimentos compartilhados e experiências regionais distintas de maneiras “inéditas em contextos ecumênicos”, definiu a pastora Tamsyn Kereopa, teóloga indígena Maori e ministra ordenada da Igreja Anglicana em Aotearoa, Nova Zelândia.
Consultas iniciadas em 2022 dão origem à rede, que responde à barreiras de longa data ao ensino teológico, à memória, ao desenvolvimento de lideranças. Ela busca reconhecer o conhecimento sagrado indígena, as tradições culturais, a narrativa, a sabedoria comunitária e a erudição teológica formal. A rede conectará mulheres indígenas da África, do Pacífico, das Américas, da Europa, da Ásia e do Oriente Médio.
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