A Federação Católica de Mulheres (KDFB) ficou desapontada com a questão das diáconas no estudo do Vaticano sobre mulheres

Foto: AMONWAT DUMKRUT/Unsplash

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Março 2026

A Associação Católica Alemã de Mulheres (KDFB) critica a falta de novas perspectivas e ideias sobre o diaconato feminino no relatório final do grupo de estudos sobre o papel da mulher no Sínodo Mundial. "O relatório demonstra claramente o que já sabemos há muito tempo: a questão da igualdade de gênero na Igreja é urgente", declarou Regina Heyder, presidente da Comissão Teológica da KDFB, em comunicado divulgado na segunda-feira.

A informação é publicada por Katholisch, 16-03-2026.

Embora essa autocrítica seja um sinal importante e um passo necessário no processo de aprendizado sinodal, o relatório também afirma que o momento ainda não é propício para as diaconisas . "Essa constatação é particularmente decepcionante e foi completamente refutada. O Sínodo se envolveu em intensos debates sobre o diaconato feminino", enfatiza Heyder. O debate deve continuar. Isso é ainda mais reforçado pelo fato de o Papa Francisco ter elevado mulheres a posições de liderança na Cúria Romana. O Papa Leão XIV também deu continuidade a essa prática.

O Vaticano publicou na última terça-feira um relatório intitulado "A Participação das Mulheres na Vida e na Liderança da Igreja". O texto identifica causas estruturais para o afastamento das mulheres da Igreja e rejeita estereótipos de gênero. Isso inclui não definir as mulheres apenas por sua maternidade, cuidado ou ternura, mas reconhecer sua importância em posições de liderança. De modo geral, o grupo de estudo recomenda encarar a "questão feminina" como um "sinal dos tempos" e mudar a mentalidade predominante. 

Leia mais