Papa condena assassinatos de jesuítas no México e pede para não esquecer a Ucrânia

Igreja de Cerocahui, século XIX, município de Urique, Chihuahua, México, cidade na qual os jesuítas foram assassinados. (Foto: MikSed | Wikipédia)

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22 Junho 2022

 

No final da tradicional Audiência Pública, nas quartas-feiras, na Praça São Pedro, em Roma, o Papa Francisco, na manhã de hoje, disse:

 

“Exprimo a minha dor e espanto pelo assassinato, no México, de dois religiosos jesuítas, meus irmãos, e de um leigo. Quantos assassinatos no México! Estou próximo com o afeto e a oração com a comunidade católica golpeada por esta tragédia. Mais uma vez repito que a violência não resolve os problemas, mas aumenta os sofrimentos inúteis.”

 

Padres Javier Campos, SJ, (à esquerda) e Joaquín Mora, SJ (à direita). (Foto: Vatican Media)

 

E o papa concluiu:

 

“As crianças que estavam comigo no papamóvel eram crianças ucraínas: não esqueçamos a Ucrânia. Não percamos a memória do sofrimento daquele povo martirizado.”

 

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