Discernir a pastoral em tempos de crise: realidade, desafios, tarefas

03 a 06 de maio de 2021. Edição virtual

Cartaz do Congresso Brasileiro de Teologia Pastoral

03 Mai 2021

 

Inicia hoje o Congresso Brasileiro de Teologia Pastoral promovido pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE. Com uma ampla programação articulada em torno ao tema Discernir a pastoral em tempos de crise: realidade, desafios, tarefas, o Congresso tem como objetivo refletir sobre a pastoral da Igreja católica no atual contexto urbano, fragmentado e plural do Brasil em tempos de pandemia, que afetou tão profundamente a experiência religiosa, a vida eclesial e a organização das comunidades cristãs, para discernir, em meio a esses “sinais dos tempos”, os desafios e as tarefas para a ação pastoral e evangelizadora, contribuindo assim na construção de uma caminhada cada vez mais sinodal da Igreja, como a propõe o papa Francisco.

 

Eis a apresentação e programação do Congresso


Apresentação

“[...] fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento [...] nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos” (PAPA FRANCISCO, Homilia do dia 27 de março de 2020).

Desde Aparecida, a Igreja vem se dando conta de viver “uma mudança de época” (Ap 44). Essa mudança é provocada por transformações tecnológicas, culturais, econômicas, antropológicas e ecológicas. Na pastoral, ela é sentida, sobretudo, através da fragmentação do campo religioso, ocasionada pela irrupção do pluralismo, que colocou a escolha e o sentimento dos indivíduos como centro da experiência espiritual, dando origem a uma infinidade de denominações religiosas, muitas delas de viés pentecostal, afinadas com a sociedade de consumo e seu culto ao bem-estar, à prosperidade e à transformação do sagrado em magia e espetáculo. O acesso às tecnologias da informação possibilitou a disseminação de muitas propostas de busca de sentido, e transformou as redes sociais em grandes púlpitos de pregação e apelo à conversão. Essas mudanças coexistem com a aceleração do processo de urbanização, o aumento das injustiças, que, segundo o papa Francisco, dão origem a multidões de “descartados” e a um estilo de vida que não se preocupa em “cuidar da casa comum” (LS, 45), produz “retrocessos” e faz com que os sonhos sejam “desfeitos em pedaços”, tornando o outro inimigo e não próximo (FT 10, 45).

Essa “mudança de época” foi acelerada com a crise sanitária provocada pela Covid-19, que revelou os mecanismos de produção de desigualdades do sistema econômico e social dominante no mundo. No Brasil, contrariamente ao que se poderia esperar, esta crise, ao invés de unir o país ao redor de uma política comum de proteção da população, exacerbou a polarização iniciada na eleição de 2014 e radicalizada na de 2018. Inicialmente, os debates opuseram os que defendiam o “cuidado das pessoas” aos que pretendiam “salvar a economia”. Argumentos “terraplanistas” e “negacionistas”, mesclados com falsas notícias, deram origem a orientações diversas e às vezes opostas das autoridades políticas nos âmbitos nacional, estadual e municipal. Isso suscitou muita desinformação e contribuiu para o crescimento exponencial do índice de contágio e de mortes. Mais recentemente, as disputas ideológicas ao redor da vacina indicam que o acesso ao imunizante também será marcado por grandes dificuldades, sobretudo para a população mais vulnerável. A “volta ao normal”, tão desejada por tantas pessoas, não pode, porém, ser um retorno à maneira antiga de viver e de se relacionar com o mundo e as pessoas.

A pastoral da Igreja foi profundamente afetada em todo esse período de pandemia, com muitas de suas atividades suspensas, sobretudo nos primeiros meses. Após o retorno, tais atividades têm sido realizadas com restrições, tendo impactos profundos na vida e na organização eclesial. As tecnologias digitais deram origem a inúmeras iniciativas, na liturgia, na pregação, na formação, na realização de encontros de todo tipo. Em muitos lugares, quem é do grupo de risco e os que têm acesso limitado às plataformas virtuais, têm sido excluídos da assistência pastoral.

A temática do congresso atualiza a de 2020 com a seguinte formulação: Discernir a pastoral em tempos de crise: realidade, desafios, tarefas. Como não podia deixar de ser, a questão da pandemia será o grande “sinal dos tempos” a ser pensado teologicamente no congresso. De fato, de muitas maneiras a religião foi utilizada nesse período. O nome de Deus serviu a propósitos díspares, inclusive para respaldar posições ideológicas contrárias à vida. A própria compreensão de Igreja foi afetada, levando muitos a se perguntarem sob que figura ela subsistirá no pós-pandemia. João Batista Libanio, em 2012, na obra Cenários da Igreja num mundo plural e fragmentado, identificava então no Brasil cinco cenários: 1. o da Igreja instituição; 2. o da Igreja carismática; 3. o da Igreja da pregação; 4. o das Comunidades Eclesiais de Base; 5. o da Igreja fragmentada, pós-moderna. O surgimento, nos últimos anos, de grupos tradicionalistas e fundamentalistas, muito ativos na mídia social, indica a irrupção de um novo cenário, que aposta na polarização, manipula o uso da tradição, mas rompe com o Concílio Vaticano II, o magistério do papa Francisco e as orientações da CNBB. Preocupa ainda a persistência, em muitos grupos e movimentos eclesiais, do clericalismo e de estruturas eclesiásticas contrárias às mudanças empreendidas pelo atual Pontífice. Nesse contexto e nesses cenários, permanecem, contudo, as questões: o que é evangelizar? Como ser testemunha da alegria do Evangelho, sobretudo nas periferias existenciais, no cuidado da casa comum, em atitude samaritana? Como participar ativamente do processo de reforma da Igreja ao qual nos chama o papa Francisco?

 

Objetivos do Congresso

Objetivo Geral

Refletir sobre a pastoral da Igreja católica no atual contexto urbano, fragmentado e plural do Brasil em tempos de pandemia, que afetou tão profundamente a experiência religiosa, a vida eclesial e a organização das comunidades cristãs, para discernir, em meio a esses “sinais dos tempos”, os desafios e as tarefas para a ação pastoral e evangelizadora, contribuindo assim na construção de uma caminhada cada vez mais sinodal da Igreja, como a propõe o papa Francisco.
Objetivos específicos

1. Retomar as principais experiências e aprendizados da pastoral da Igreja católica nesse tempo pandêmico, avaliando seu impacto, relevância e limites na existência dos fiéis da Igreja no país;

2. Aprofundar os novos desafios levantados pela pandemia à pastoral da Igreja, buscando pistas e experiências exitosas surgidas nesse período nos vários âmbitos da evangelização e da pastoral;

3. Estudar o impacto das tecnologias digitais no anúncio e na vivência da fé, indicando as pistas que abriram para a evangelização dos vários âmbitos da sociedade e a organização eclesial;

4. Reler as novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, destacando seus desdobramentos durante a crise sanitária desencadeada pela Covid-19 e depois da pandemia;

5. Refletir sobre o significado do fenômeno pentecostal para a ação pastoral da Igreja, buscando encontrar, no anseio espiritual dos movimentos e igrejas que se inspiram nesta experiência, pistas para um agir pastoral em conformidade com a tradição espiritual e pastoral da Igreja;

6. Interrogar-se sobre os gestos, palavras e iniciativas do papa Francisco no decorrer da pandemia, de seu impacto na ação pastoral da Igreja do Brasil e seus possíveis desdobramentos.

7. Buscar alternativas pastorais aos desafios enfrentados a partir de estudos, reflexões e experiências pastorais relevantes que permitam abrir novos caminhos pastorais na atualidade.

8. Contribuir na busca de pistas para a vivência sinodal da caminhada eclesial, identificando os entraves para esta vivência na mentalidade, nas práticas e na organização pastoral da Igreja.

 

Metodologia

O Congresso contará com algumas conferências à noite, que darão luz para a reflexão continuada em painéis, seminários temáticos, comunicações de pesquisas atualmente em curso nas várias instituições acadêmicas de ensino de teologia no país e experiências pastorais relevantes. Essas atividades servirão para apontar novos caminhos para a pastoral na atualidade.
Programação

 

Programação

A programação a seguir contará com transmissão online. O ingresso nas conferência online poderá ser feito através dos links disponíveis na página eletrônica do evento - Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE

 

03 de maio - 14h às 16h - Seminários 1

Animação bíblica da Pastoral
Profa. Dra. Zuleica Silvano (FAJE)
Ementa: O que é de fato é Animação Bíblica da vida e da Pastoral? Como assegurar que a Palavra de Deus seja realmente a fonte da ação evangelizadora? Passos já dados e caminhos ou pistas para que a Animação Bíblica se concretize.

A paróquia numa Igreja em saída
Prof. Dr. Manoel Godoy (FAJE) – Prof. Dr. Matheus Bernardes (PUC Campinas)
Ementa: Há inúmeros pastoralistas que afirmam ser a estrutura paroquial uma realidade antiquada, superada, que não condiz mais com os desafios do processo de evangelização. O papa Francisco afirma que a paróquia de forma alguma é uma estrutura caduca. É preciso ver como tal estrutura se configura na eclesiologia de uma Igreja em saída, como preconiza o bispo de Roma.

Pastoral de Gestação
Prof. Dr. Francys Adão (FAJE)
Ementa: Nosso tempo não é nem melhor nem pior do que aqueles que o precederam: ele é outro! Ontem como hoje, o Espírito de Deus continua "passando" no meio de nós e suscitando o nascimento de novos filhos e filhas à imagem de Jesus Cristo. As comunidades eclesiais são vocacionadas a serem parceiras e parteiras da vinda de Deus em nosso mundo, mediando e discernindo estes encontros pascais geradores de Vida nova. Para ajudá-las nessa importante missão, este seminário propõe uma introdução a um novo modelo de ação pastoral: uma "Pastoral de gestação".

Propor a fé para os jovens à luz da Christus Vivit
MS Valéria Andrade Leal (Assessora Nacional Juventude)
Ementa: Como propor a fé aos jovens? Quais horizontes ou caminhos criativos temos para a evangelização das juventudes? A exortação pós-sinodal do Papa Francisco referente ao Sínodo da Juventude lança luz para o desencadear de um processo de diálogo com as juventudes sobre temas fundamentais de sua caminhada existencial e de fé.

 

16h30min – 18h – Comunicações

 

19h30min - 19h45min - Abertura do Congresso
P. Geraldo / Dom Walmor / Dom Mol 

19h45min - 21h – Conferência de Abertura: Discernir a pastoral em tempos de crise
Prof. Dr. Agenor Brighenti (PUC Paraná)

Ementa: O tempo que nos toca a viver está marcado por grandes crises. A pandemia provocada pelo novo coronavírus escancarou inúmeras situações limites nas quais a humanidade e a Igreja estão mergulhadas. A humanidade foi chamada a rever seus objetivos mais profundos de vida global, onde o lucro se configura como eixo dos processos econômicos excludentes, e a Igreja seus projetos de evangelização, superando o sacramentalismo e a doutrinação, para que atinja sua finalidade de ser verdadeiramente Boa Nova, sobretudo aos descartados da sociedade.

 

04 de maio - 14h às 16h – Seminários 2

A pastoral e os desafios socioambientais
MS Marina Oliveira (RENSER / ARQ. BH)
Ementa: Sem a consciência de que tudo está interligado, comprometemos a vida no planeta de maneira global. A contribuição do papa Francisco para a ecoteologia, sobretudo por meio da encíclica Laudato Si’, desafia a Igreja a impregnar sua ação pastoral com o cuidado da Casa Comum, para que os cristãos se engajem em processos sócio pastorais reveladores da interconectividade de todos os seres.

Fé, política e cidadania
Prof. Dr. Robson Sávio (PUC Minas)
Ementa: A articulação destas três grandezas – fé, política e cidadania – é de extrema necessidade frente ao uso desmedido e sem escrúpulo dos dados da fé na concreção de uma sociedade que se reveste de aparência transcendental, camuflando intenções utilitaristas e cínicas das forças da religião, sem respeitar os parâmetros de um real e sadio Estado laico.

Os novos ministérios e a mulher
Profa. Dra. Aíla Luzia Pinheiro de Andrade (UNICAP)
Ementa: Recentemente, o papa Francisco oficializou a participação da mulher nos ministérios de leitor e acólito, reservados, até então, somente aos homens. Porém, tais ministérios já vinham sendo praticados pelas mulheres, na maioria de nossas comunidades pelo mundo. Será que tal reconhecimento não pode abrir perspectivas para outros ministérios confiados às mulheres, superando o caráter extremamente machista da Instituição católica?

A iniciação à vida cristã
Prof. Dr. Abimar Oliveira de Moraes (PUC Rio)
Ementa: A Iniciação à Vida Cristã é parte integrante da ação evangelizadora, o que implica que toda a ação pastoral precisa ser também iniciática. O que significa dizer que a catequese está a serviço da Iniciação à Vida Cristã e que o catecumenato é fonte de inspiração para a catequese? Quais as características de uma catequese de Iniciação à Vida Cristã?


A pastoral, mundo do trabalho e economia de Francisco
Prof. Dr. Elio Gasda (FAJE) e Profa. Dra. Edimeia Maria Ribeiro de Mello – UNA/BH
Ementa: Um dos pontos chave da proposta do papa Francisco para um mundo mais humano e justo passa pela constituição de uma nova ordem econômica mundial, superando o neoliberalismo, onde o lucro tem se constituído como eixo na solidificação de sociedades profundamente desiguais. A convocação de jovens economistas com o intuito de elaborarem propostas de superação desta ordem econômica injusta é uma grande iniciativa do papa Francisco, que promete abrir pontes para uma nova ordem econômica mundial.

 

16h30 - 18h00: Comunicações

 

19h30 / 21h00: Conferência 2: Provocações para uma leitura do tempo presente
Profa. Dra. Tania Bacelar (UFPE / CEPLAN)
Ementa: O tempo presente tem desafiado a todos construtores da sociedade pluralista a encontrar novas janelas que permitam vislumbrar os novos vetores que formam o mosaico social, político, econômico, cultural e religioso. Algumas provocações são necessárias para evitar que os agentes religiosos se fixem em olhares ultrapassados, continuando a propor as mesmas pistas de ação de outros tempos.

 

05 de maio – 14h às 16h – Painéis

Aprendizagens pastorais na pandemia
Prof. Dr. Vanildo Paiva (FACAPA) – Prof. Dr. Cesar Kuzma (PUC Rio) – Dr. Susana Rocca (Unisinos)
Ementa: A pandemia se configurou num dos maiores desafios vividos pelos agentes pastorais nas últimas décadas. Templos fechados, presença limitada dos fiéis, restrições na vivência sacramental e outras situações novas provocaram reações diversas e, muitas vezes, confusas e antiquadas. Será que aprendemos algumas coisas novas frente a todos esses desafios?

Pentecostalidade e mística
Prof. Dr. Marcial Maçaneiro (PUC Paraná) – Profa. Dra. Luana Golin (UMESP / PUC São Paulo)
Ementa: Sempre se acusou o Ocidente de não desenvolver tão profundamente como o Oriente a dimensão pneumatológica do processo evangelizador. O grande teólogo Karl Rahner já dizia que o cristão do século XXI ou seria místico ou não seria nada. Será que há perspectivas pentecostais e místicas que podem impregnar o processo evangelizador, no sentido de resgatar o protagonismo do Espírito e práticas espirituais novas e profundas para os agentes religiosos de hoje?

Igreja, pandemia e periferias existenciais
Pe. Júlio Lanceloti (ARQ SP) e Prof. Dr. Luis Correa (PUC RIO)
Ementa: A pandemia tirou as máscaras do sistema excludente em que vive mergulhado o mundo atual. São inúmeras as faces dos descartados pelos processos sociais e econômicos predominantes. Como a Igreja pode atuar nas periferias existenciais e concretas da sociedade, transformando os descartados em protagonistas de uma nova ordem social?


19h30min às 21h – Conferência 3: Desafios e perspectivas para a pastoral no Brasil hoje
Dom Leonardo Steiner (Arcebispo de Manaus)
Ementa: A CNBB, como instrumento de colegialidade episcopal, está permanentemente desafiada frente aos inúmeros modelos de Igreja, com suas variadas perspectivas pastorais, numa sociedade polarizada, com reflexos dentro da instituição católica. Como continuar propondo ações colegiadas na ação evangelizadora, tais como as Diretrizes Gerais, visando uma convergência na ação, sem matar a pluralidade das Igrejas locais?


06 de maio – 14h às 16h – Painéis

A Igreja na Amazônia pós-Sínodo / Ecologia Integral
Dr. João Gutemberg Sampaio (REPAM) / DOM MÁRIO ANTONIO SILVA (BISPO DE RORAIMA)
Ementa: O Sínodo da Amazônia, com sua exortação final, Querida Amazonia, se constitui num marco da Igreja nos nove países que compõem a região. Os sonhos apresentados pelo papa Francisco neste documento são verdadeiras pistas de ação evangelizadora para o Continente Latino Americano. O conceito de Ecologia Integral, neste contexto, se torna um desafio a ser enfrentado, envolvendo os mais diversos agentes que atuam na pan-amazônia.


A Igreja e os desafios da comunicação
Dom Joaquim Mol (CNBB/PUC MINAS) – Luis Miguel Modino (CELAM)
Ementa: Vivemos hoje um processo altamente inflacionário de informações, provocando muito ruído na comunicação daquilo que é essencial transmitir. No meio desse barulho, a Igreja se vê desafiada a fazer-se ouvir por homens e mulheres de boa vontade, presentes nos mais diversos processos de construção de uma sociedade onde a verdade ganhe espaço e não se deixe esfumaçar pela avalanche de fake-news que circulam sem critério e sem compromisso com a transparência comunicativa.


O significado da sinodalidade para a pastoral
Prof. Dr. Antonio Manzato (PUC SP) – Profa. Dra. Rosana Manzini (PUC SP)
Ementa: Na Igreja pós Concílio Vaticano II cresceram significativamente iniciativas no campo do atuar juntos, decidir juntos, construir juntos. A sinodalidade se constata nos processos de conselhos e de assembleias pastorais, nos mais diversos âmbitos eclesiais. Todo esse processo se vê, hoje, ameaçado pela onda do clericalismo exacerbado que invade as instâncias de construção e, sobretudo, de decisão eclesial. Nesta perspectiva, se vê com muita esperança a realização do próximo Sínodo, em 2022.

16h30 – 18h00 - Narrativas de Experiências Pastorais Significativas

19h30 - 21h00: Horizontes pastorais do Congresso:
Esp. Lucimara Trevizan (Centro Loyola) – Prfo. Dr. Geraldo de Mori (FAJE) – Prof. Dr. Edward Guimarães (PUC MINAS) – Graziela Cruz (coordenação)
Ementa: O Congresso tem como objetivo abrir janelas para que se descortine os mais amplos horizontes de possíveis atuação dos agentes pastorais. Cabe agora, no final do mesmo, elencar algumas dessas janelas, projetando uma trajetória positiva do agir eclesial, frente aos mais diversos desafios que a realidade se lhes impõe.

 

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