Moçambique. Cólera e mortes

Moradores de Beira andam por região que foi alagada durante a passagem do Idai por Moçambique | Foto: UNICEF/Prinsloo

Mais Lidos

  • João Pessoa/PB em “alta”: turismo, mercado imobiliário e os problemas de viver. Artigo de Sérgio Botton Barcellos e Henry Santos

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, vivemos tempos de anomalia. A sociedade pós-moderna “esfacelou as identidades sociais” e está difícil “ter uma percepção clara e objetiva do que está acontecendo”

    O momento é de ruptura dialética da historicidade social: “um eclipse total da lua”. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Abril 2019

A situação em Moçambique, como era de se esperar, segue caótica. Os casos de cólera se multiplicam em uma velocidade impressionante e agora já passam de 1.400 (no sábado, eram 271). E foram anunciadas duas mortes pela doença. O governo brasileiro mandou agentes da Força Nacional e bombeiros que atuaram em Brumadinho.

A informação é publicada por Outra Saúde, 03-04-2019.

Ninguém devia morrer de cólera, que é uma doença tratável, basicamente pela hidratação. Mas se morre... No Iêmen, foram mais de 2,5 mil mortes desde 2016.

Leia mais