Sobre meninos e homens

Foto: PixaBay

Mais Lidos

  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS
  • Lula em reunião do G-7: "Eu nunca fui de esquerda"

    LER MAIS
  • O cardeal Camillo Ruini, teólogo anticomunista que liderou a Conferência Episcopal Italiana durante a era Berlusconi, faleceu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Janeiro 2019

A Associação Americana de Psicologia aprovou o primeiro documento com diretrizes voltado para meninos e homens.

De acordo com a entidade, a socialização nos parâmetros da “masculinidade tradicional” afeta a saúde física e mental desse grupo. Apesar de variar entre culturas e etnias, a APA afirma que há pontos em comum nesse ideário, como o anti-feminino, a aversão à aparência de fragilidade e o incentivo à aventura, ao risco e à violência.

A informação é publicada por Outra Saúde, 11-01-2018.

O documento despertou a fúria dos conservadores nos Estados Unidos que acusam a entidade de tentar minar a “essência” masculina. A APA já aprovou diretrizes para mulheres e vários grupos populacionais e afirma que o trabalho visa ajudar as pessoas a levar vidas mais felizes e saudáveis. “Homens detém as maiores taxas de suicídio, de doenças cardiovasculares e de solidão na velhice (...) queremos ajudá-los a expandir seu repertório emocional, não jogar fora sua força”, disse ao New York Times um dos autores das diretrizes, Frederic Rabinowitz.

Leia mais