Vice de Bolsonaro, general Mourão volta a criticar 13º salário

Foto: Reprodução Youtube

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • ‘Grande Sertão: Veredas’ e suas questões. Artigo de Faustino Teixeira

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Outubro 2018

O general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa do candidato Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, criticou novamente o 13º salário nesta terça-feira (2), no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, segundo o jornal Folha de S.Paulo.

A reportagem é publicada por Congresso em Foco, 02-10-2018.

Mourão justificou sua primeira crítica, em palestra no Rio Grande do Sul, na semana passada, quando chamou o benefício de "jabuticaba brasileira". Disse que sua afirmação era sobre a necessidade de planejar, de entender que se trata de um custo.

"Na realidade, se você for olhar, seu empregador te paga 1/12 a menos [por mês]. No final do ano, ele te devolve esse salário. E o governo, o que faz? Aumenta o imposto para pagar o meu. No final das contas, todos saímos prejudicados", afirmou o vice, conforme informação da Folha.

Mourão também falou sobre a reprimenda que Bolsonaro fez à sua declaração. O capitão reformado pediu que seu vice ficasse quieto, pois estava atrapalhando. O general minimizou, disse que é a maneira dele de se expressar.

Ainda sobre o 13º, Mourão negou que quisesse acabar com a gratificação. "O que eu mostrei é que tem que haver planejamento. Você vê empresa que fecha porque não tem como pagar. O governo tem que aumentar imposto, e agora já chegou no limite e não pode aumentar mais nem emitir títulos. Uma situação complicada", completou, de acordo com a reportagem.

Para o general, o 13º salário é um dos "custos" que o país precisa diminuir para ter competitividade internacionalmente. E a única possibilidade de mexer com isso, disse Mourão, seria por meio de um acordo nacional para aumentar os salários.

Leia mais