Indígenas ocupam escritório da Norte Energia durante protesto em Altamira

Imagem: Marcelo Salazar/ISA

Mais Lidos

  • “Qual é o papel da ciência nas decisões públicas ou qual deve ser esse papel?”, questiona o sociólogo

    Ciência e política em disputa no novo regime climático. Interfaces entre conhecimento e realidade. Entrevista especial com Jean Carlos Hochsprung Miguel

    LER MAIS
  • Prêmio Nobel da Paz para as Crianças de Gaza: Um prêmio para todas as crianças em guerra

    LER MAIS
  • Sociólogo do trabalho, Ruy Braga analisa a reconfiguração do trabalho precário e a opressão racial no Brasil em videoconferência ministrada hoje, às 17h30min. Evento é promovido pelo IHU

    O trabalhador precarizado no Brasil tem cor, origem e aparência

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

02 Dezembro 2016

Escritório de assuntos indígenas da empresa foi ocupado nesta terça, 29. Ações cobradas em aldeias estão dentro de cronograma, diz a Norte Energia.

A reportagem é publicada por G1rural, 30-11-2016.

Índios da etnia Juruna ocupam desde a manhã desta terça-feira (29) em Altamira, no sudoeste do Pará, o prédio do Escritório de Assuntos Indígenas da Norte Energia, empreendedora da usina hidrelétrica de Belo Monte. Os manifestantes afirmam que não têm prazo para deixar o escritório e ameaçam ocupar também o prédio da funai.

Os indígenas denunciam atrasos em obras da Norte Energia nas aldeias e cobram melhorias estruturais nas localidades afetadas pela construção da usina. Em nota, a Norte Energia afirma que as ações nas aldeias afetadas estão dentro do cronograma estabelecido no licenciamento ambiental.

Segundo as reivindicações dos índios, as melhorias estruturais cobradas no protesto desta terça deveriam ter sido executadas em 2001, mas não foram concluídas. Os juruna reclamam ainda das condições da água nas aldeias e da invasão de terras indígenas por grupos reassentados pela Norte Energia.

Leia mais