PUCP: nova linha entre Roma e Lima é aprovada

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18 Outubro 2016

Em um clima de serenidade e de diálogo construtivo, foi realizada entre os dias 10 e 14 de outubro, a Assembleia Universitária da Pontifícia Universidade Católica de Lima.

A reportagem é de Francesco Strazzari, publicada no sítio Settimana News, 16-10-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Os membros expuseram os motivos do acordo sobre o texto preparado em Roma, sob a égide da Secretaria de Estado vaticana e da Congregação para a Educação Católica, presidida pelo cardeal Versaldi, que tinha levado para Lima a "proposta" em nome do Papa Francisco, redigida em estreita relação com as autoridades da universidade.

Os membros, com uma maioria impressionante, acolheram favoravelmente a proposta de reforma do estatuto, concordada entre a Santa Sé e a universidade durante 14 meses de trabalho intenso. Os números são eloquentes: 69 votos a favor, apenas um contrário e uma abstenção. Agora, estão sendo preparando os documentos que serão assinados pelo Papa Francisco em Roma.

As autoridades da reitoria, os cinco bispos representantes da Conferência Episcopal Peruana, os representantes dos professores e dos estudantes que participaram da assembleia consideram a votação como um passo fundamental em vista da normalização das relações entre a universidade e a hierarquia eclesiástica.

A PUCP, portanto, continuará sendo "católica e pontifícia", mantendo as suas características e a sua autonomia, ressaltadas em uma excelente exposição do cardeal Versaldi.

Saem vencedores, depois de anos de confronto, o Papa Francisco com o seu discernimento, o secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, hábil diplomata com um forte senso pastoral, a aguda e serena análise da Congregação romana, a disponibilidade das autoridades universitárias para reverem algumas posições consideradas muito radicais, a coragem de alguns membros da Conferência Episcopal para pôr fim a uma polêmica desgastante.

O derrotado número um é o cardeal Cipriani, envolvido nestes dias também em outras frentes, como a do sistema de saúde, que está aquecendo os ânimos e criando dissabores, como diz o comunicado oficial da Conferência Episcopal do dia 13 de outubro, que reafirma que a Igreja não obtém nenhuma vantagem econômica com o sistema de saúde regido por um "acordo" de colaboração mútua entre o Estado e a Igreja peruana.

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