Novos tempos na relação entre o carnaval carioca e a Igreja

Mais Lidos

  • Conscientização individual dos efeitos das mudanças climáticas aumenta, mas enfrentamento dos eventos extremos depende de ação coletiva, diz pesquisador da Universidade de Santa Cruz (Unisc)

    Dois anos após as enchentes: planos de governo das prefeituras gaúchas não enfrentam as questões climáticas. Entrevista especial com João Pedro Schmidt

    LER MAIS
  • ‘Grande Sertão: Veredas’ e suas questões. Artigo de Faustino Teixeira

    LER MAIS
  • Como Belo Monte mudou para sempre o Xingu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Janeiro 2016

Da coluna de Ancelmo Gois, publicada no jornal O Globo, 21-01-2016

Foto: Eduardo Hollanda

Esta bela imagem de fé é da Tia Nilda, ontem, na missa na quadra da Mocidade, em homenagem a São Sebastião. Simboliza novos tempos nas relações entre o carnaval e a Igreja. Tia Nilda, 76 anos, que há 36 desfila na Mocidade, estava devidamente paramentada como integrante da Ala das Baianas, em traje que lembra cultos africanos. Antes da chegada de Dom Orani, a Igreja no Rio praticamente satanizava o carnaval. O nosso cardeal visitou mais de uma vez a Cidade do Samba e, na semana passada, foi à quadra da Portela. Eu apoio.