Grupo ambientalista católico agradece Francisco por ressaltar a urgência climática

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • O Sínodo apela a "uma mudança paradigmática na forma como a Igreja aborda as questões doutrinais, pastorais e éticas mais difíceis", como as que dizem respeito aos fiéis LGBTQIA+

    LER MAIS
  • “Ameaçando muitos católicos” — Trump difama o Papa Leão XIV 48 horas antes de reunião com Rubio

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Junho 2015

Uma rede climática católica global agradeceu ao Papa Francisco pela Laudato si' e pelo seu chamado a todas as pessoas para participar da responsabilidade compartilhada de cuidar de criação e "proteger a nossa casa comum".

A reportagem é de Brian Roewe, publicada no sítio National Catholic Reporter, 18-06-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

"Estamos gratos porque a liderança do Papa Francisco, na publicação dessa encíclica, destacou a urgência de agir sobre as mudanças climáticas", disse o Global Catholic Climate Movement [Movimento Climático Católico Global] em um comunicado de imprensa, antes de fazer referência a um parágrafo da encíclica que afirma que "os seres humanos, capazes de tocar o fundo da degradação, também podem se superar, voltar a escolher o bem e regenerar-se, para além de qualquer condicionalismo psicológico e social que lhes seja imposto".

O grupo foi formado em janeiro, antes da viagem do papa às Filipinas, um país insular visto como extremamente vulnerável às mudanças climáticas. Em meados de maio, o papa apoiou, através da assinatura de um assessor em seu nome, o abaixo-assinado do grupo que exige reduções drásticas das emissões de carbono em um esforço para manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5ºC e para ajudar os pobres na sua adaptação ao impactos das mudanças climáticas.

O movimento climático católico disse apoiar a descrição de Francisco sobre o clima como um bem comum, assim como o seu apelo ao diálogo e a uma nova solidariedade global. Sobre a questão das energias limpas, ele disse que a tecnologia está disponível para assegurar esse desenvolvimento em todo o mundo.

"Todos devemos refletir em espírito de oração, com a encíclica, sobre como podemos mais bem colocar as nossas mãos na tarefa de mover as nossas economias e instituições para acelerar o ritmo para um futuro de energia renovável", disse o movimento.