Romaria dos Mártires reúne 5 mil pessoas na prelazia de São Félix do Araguaia

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

18 Julho 2011

No fim de semana, dias 16 e 17, aconteceu em Ribeirão Cascalheira, prelazia de São Félix do Araguaia (MT), a Romaria dos Mártires, cujo tema foi “Testemunhas do Reino”. Realizada a cada cinco anos, o evento latino americano reuniu 5 mil pessoas do Brasil e exterior e celebrou os 40 anos da prelazia de São Félix.

A informação é do Boletim da CNBB, 18-07-2011.

O assessor da dimensão missionária da CNBB, padre José Altevir da Silva, que participou da Romaria, destacou o acontecimento como um evento “de tantas pessoas solidárias que querem celebrar e manter viva a memória daqueles e daquelas que deram suas vidas pelas causas maiores de nossas lutas e sonhos, que são as causas da vida, as causas do Reino”.

O bispo prelado de São Félix e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, presidiu a celebração de abertura e final da Romaria. Ele se dirigiu aos romeiros convocando para que “sejamos uma Igreja, geradora de esperança, e uma esperança consoladora”.  Esteve também presente o bispo emérito de São Félix, dom Pedro Casaldáliga que, no encerramento, cercado pelos romeiros e trêmulo, pelo Parkinson, deixou o seu recado: “Podem nos tirar tudo, menos a fé e a esperança”.