Testes levam futuros pais a rejeitar embriões imperfeitos

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • MST transforma um dos maiores latifúndios do sul do Brasil em território da Reforma Agrária

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

21 Setembro 2006

Nos EUA, cada vez mais se geram filhos que jamais terão certas doenças. Chad Kingsbury sabe que sua filha de 2 anos, Chloe, nunca ficará doente de câncer de intestino que já matou quatro pessoas de sua família e que ele também poderá enfrentar por causa da mutação genética que o torna suscetível à doença. Submetendo Chloe a um teste genético quando ainda era um embrião no laboratório, Kingsbury e sua mulher souberam que ela não tinha o gene defeituoso. Por isso, foi escolhida entre outros embriões que o casal havia concebido por fertilização in vitro.
Há mais de uma década que futuros pais vêm lançando mão desse procedimento, o diagnóstico genético pré-implantação, para fazer uma triagem que localize genes causadores de doenças.
Críticos temem que a posse de recursos financeiros possa converter o diagnóstico numa divisão por classe genética na qual os ricos se tornarão mais geneticamente saudáveis que os pobres.
Os pais de Chloe levaram dois meses para tomar a decisão. "Eu não conseguiria imaginar os médicos dizendo que minha filha tem câncer, quando eu poderia ter evitado isso", afirmou Kingsbury.

(cfr. notícia do dia 21-09-06, desta página).