Quatro bispos são acusados de cumplicidade no caso Karadima

Mais Lidos

  • Bayer escolhe Brasil para estrear complemento a agrotóxico mais polêmico do mundo

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Matemático e filósofo reflete sobre a missão civilizatória das Ciências Humanas diante do desenvolvimento da Inteligência Artificial

    Universidade e o projeto de futuro das Big Techs: pensamento crítico versus inteligência como ‘utility’. Entrevista especial com Walter Carnielli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

21 Março 2011

O jornalista Juan Carlos Cruz, uma das cinco vítimas de abusos sexuais pelos quais o Vaticano condenou o sacerdote Fernando Karadima, acusou quatro dos atuais cinco bispos chilenos vinculados à Paróquia Sagrado Coração de El Bosque, que atende a um setor de fiéis mais conservadores.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 21-03-2011. A tradução é do Cepat.

"Viam tudo e não faziam nada, estavam parados ao meu lado quando eu via algo impróprio... estamos falando de sacerdotes e de atuais bispos, entre outros (Andrés) Arteaga, dos bispos da (Paróquia) El Bosque", declarou à Radio Biobío.

A emissora de rádio identificou que, além de Arteaga, bispo auxiliar de Santiago e até três semanas atrás, vice-chanceler da Universidade Católica, seriam cúmplices o bispo de Talca, Horacio Valenzuela; o bispo castrense Juan Carlos Madrid e o bispo de Linares, Tomislav Koljatic.

Soledad Ruiz, da Rede Chilena Contra a Violência Doméstica e Sexual, disse à mesma rádio que "não são apenas depreciáveis os fatos que Karadima cometeu, mas também o silêncio e a ocultação que a própria Igreja Católica fez".