Bergoglio participa, como um fiel a mais, de uma ordenação episcopal

Mais Lidos

  • O sociólogo William I. Robinson, da Universidade da Califórnia, combina um trabalho militante, focado nas últimas semanas em protestos contra a força militar da fronteira dos EUA, com uma análise minuciosa do colapso do capitalismo

    “Gaza é um símbolo, um modelo, um alerta do que aguarda todo o planeta”. Entrevista com William I. Robinson

    LER MAIS
  • “Uma nova civilização está sendo construída, a civilização da onipotência”. Entrevista com Gilles Lipovetsky

    LER MAIS
  • 'Therians', o fenômeno viral sem fundamento que a extrema-direita usa para alimentar sua retórica 'anti-woke'

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 19 Setembro 2013

Na terça-feira, dia 17 de setembro, à tarde, na Basílica de São Pedro, foi ordenado bispo KonradKrajewski, esmoleiro de Sua Santidade, que escolheu como lema episcopal “Misericórdia”.

 
Fonte: http://bit.ly/16aott3  

A reportagem está publicada no sítio da Rádio Vaticano, 18-09-2013. A tradução é de André Langer.

O rito de ordenação foi presidido pelo cardeal Giuseppe Bertello, presidente do Governadorado do Estado da Cidade do Vaticano. E o Papa Francisco participou da ordenação sentado entre a assembleia.

Em sua homilia, o cardeal Bertello recordou as palavras do próprio Santo Padre Francisco durante a sua recente visita ao Centro Astalli dos jesuítas para os refugiados, destacando que servir significa “inclinar-se sobre quem tem necessidade e estender-lhe a mão”, como Jesus, “que se inclinou para lavar os pés dos Apóstolos”.

O cardeal destacou que o serviço aos últimos é “vital” para a Igreja se quiser ser fiel ao mandato do Senhor. E, por último, recordou o beato João Paulo II de quem mons. Konrad Krajewski “esteve muito próximo durante anos com um afeto filial”, assim como a união entre missão e vida. De fato, referindo-se ao Evangelho proclamado, o cardeal explicou que ilustra bem o sentido que mons. Krajewski quer dar ao seu ministério episcopal, isto é, que compete ao bispo antes servir que dominar, posto que a verdadeira grandeza está, com efeito, em ser pequeno.