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09 Julho 2013

Papa Francisco, depois de jogar uma coroa de crisântemos no mar, em Lampedusa, celebrando a memória dos imigrantes mortos na travessia do Mediterrâneo, saúda um grupo de jovens africanos que estão alojados na ilha italiana. Um jovem proveniente da Líbia narrou a epopeia da travessia e o Papa, consternado, ouviu.

Palavras do Papa na missa em Lampedusa:

"Peçamos ao Senhor a graça de chorar sobre a nossa indiferença, sobre a cruelidade que há no mundo, em nós, também naqueles que no anonimato tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada para dramas como este".

Papa Francisco, na missa campa em Lampedusa, com o báculo feito de madeira que restou de barcos que traziam imigrantes e naufragaram no Mediterrâneo. Igualmente o cálice usado na missa deste dia é feito de madeira feita com restos de barcos que naufragaram com imigrantes.

Palavras do Papa:

"Senhor, pedimos perdão pela indiferença para com tantos irmãos e irmãs, te pedimos perdão por quem se acomodou, se fechou no próprio bem-estar que leva à anestesia do coração".


Papa Francisco, presidindo a celebração eucarística, em Lampedusa, usando a cor violeta, na missa penitencial em memória dos que imigrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo, na porta de entrada da Europa.

Eis as palavras do Papa:

"Uma saudação aos caros imigrantes muçulmanos que, na noite de hoje, iniciam o jejum de Ramadã. A Igreja está próxima de vocês. A vocês, "o scià".

Nota: 'o scià' é a saudação afetuosa no dialeto de Lampedusa e que significa o meu sopro, o meu respiro. Ou seja, algo como 'um cheiro' usado em algumas regiões do Nordeste.

 
Bilhete de um imigrante, em Lampedusa, entregue ao Papa Francisco.

Mais um dos inúmeros bilhetes entregues ao Papa Francisco, por imigrantes, em Lampedusa.

O bilhete diz:

"Deus ajude os refugiados e o povo africano".