Fotos do dia. Francisco em Lampedusa

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • O que pensam os especialistas sobre o acordo Irã-EUA?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

09 Julho 2013

Papa Francisco, depois de jogar uma coroa de crisântemos no mar, em Lampedusa, celebrando a memória dos imigrantes mortos na travessia do Mediterrâneo, saúda um grupo de jovens africanos que estão alojados na ilha italiana. Um jovem proveniente da Líbia narrou a epopeia da travessia e o Papa, consternado, ouviu.

Palavras do Papa na missa em Lampedusa:

"Peçamos ao Senhor a graça de chorar sobre a nossa indiferença, sobre a cruelidade que há no mundo, em nós, também naqueles que no anonimato tomam decisões socioeconômicas que abrem a estrada para dramas como este".

Papa Francisco, na missa campa em Lampedusa, com o báculo feito de madeira que restou de barcos que traziam imigrantes e naufragaram no Mediterrâneo. Igualmente o cálice usado na missa deste dia é feito de madeira feita com restos de barcos que naufragaram com imigrantes.

Palavras do Papa:

"Senhor, pedimos perdão pela indiferença para com tantos irmãos e irmãs, te pedimos perdão por quem se acomodou, se fechou no próprio bem-estar que leva à anestesia do coração".


Papa Francisco, presidindo a celebração eucarística, em Lampedusa, usando a cor violeta, na missa penitencial em memória dos que imigrantes que morreram na travessia do Mediterrâneo, na porta de entrada da Europa.

Eis as palavras do Papa:

"Uma saudação aos caros imigrantes muçulmanos que, na noite de hoje, iniciam o jejum de Ramadã. A Igreja está próxima de vocês. A vocês, "o scià".

Nota: 'o scià' é a saudação afetuosa no dialeto de Lampedusa e que significa o meu sopro, o meu respiro. Ou seja, algo como 'um cheiro' usado em algumas regiões do Nordeste.

 
Bilhete de um imigrante, em Lampedusa, entregue ao Papa Francisco.

Mais um dos inúmeros bilhetes entregues ao Papa Francisco, por imigrantes, em Lampedusa.

O bilhete diz:

"Deus ajude os refugiados e o povo africano".