“Ratzinger não está enciumado com a popularidade de Francisco”, afirma Gänswein

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS
  • Veja o que pode mudar após Câmara aprovar fim da escala 6x1

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 28 Fevereiro 2014

O secretário pessoal do Papa emérito Bento XVI, Georg Gänswein, garantiu que Ratzinger não está “enciumado” com a popularidade do Papa Francisco e garantiu também que tem “grande estima” para com ele e uma relação cada vez mais próxima com sua comunicação “regular”.

 
Fonte: http://bit.ly/1llM4wA  

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 27-02-2014. A tradução é de André Langer.

Gänswein também afirmou que Bento XVI não procura influir nas decisões de Francisco e explica que o gesto de aparecer na cerimônia de criação de cardeais no sábado passado não deve ser interpretado como um retorno de Bento XVI à vida pública.

Pelo contrário, segundo acrescenta, Ratzinger participou da cerimônia a convite do Papa Francisco e precisa que é de se esperar que isto não se converta em hábito. “O Papa Bento ponderou muito e, finalmente, aceitou. Mas isto não significa, por assim dizer, que tenha retornado ao terreno de jogo”.

Concretamente, sobre a eleição dos novos cardeais, destaca que “se o Papa Francisco pediu conselhos” a Bento XVI sobre este tema, não o sabe. “Não sei, mas acredito que não”, precisa, para acrescentar que “o Governo é uma coisa e o contato é outra”.