Medjugorje, o momento do veredito

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25 Junho 2015

Messori adverte o Papa Francisco: “Se negar as aparições, arrisca o cisma”.

Poderia chegar no dia, precisamente no aniversário das presumidas aparições, o veredito do Vaticano sobre Medjugorje. Um veredito temido pelos devotíssimos de Medjugorje, após o duro comentário do Papa Francisco há alguns dias – “Nossa Senhora não manda emissários”. Assim, hoje há quem adverte o Pontífice sobre os riscos de uma eventual rejeição. A começar por Vittorio Messori que põe Francisco em guarda: “Se rejeitares as aparições de Nossa Senhora, arriscas o cisma”.

Intervindo no 34° aniversário da primeira aparição ao seis jovens moradores da cidadezinha da Herzegovina, o jornalista e historiador explica que “se se rejeitasse não os bispos mas as aparições, realmente teremos algo como um cisma, porque Medjugorje tem representado nestes anos o maior movimento de massas de uma catolicidade mal conduzida, após o Concílio”.

A nota é publicada por L'Huffington Post, 24-06-2015. A tradução é de Benno Dischinger.

Messori se refere a tantíssimas pessoas que “em Medjugorje ou reencontraram a fé ou reforçaram uma fé um pouco empalidecida” e, não obstante sejamos muitos os que supomos uma nítida tomada de posição do Papa na conclusão dos trabalhos da Comissão de investigação vaticana, Messori faz um prognóstico alternativo: “Creio que a decisão será interlocutória”.

A maioria dos santuários marianos junto aos quais as multidões ainda acorrem tem origens que historicamente não são documentáveis. Por isso, concluiu Messori na Rádio1 RAI: “se o culto for autorizado haverá provavelmente um reconhecimento daquela igreja como santuário, sem todavia fazer referência à origem deste santuário”.

Medjugorje se tornou um dos santuários marianos mais visitados do mundo: mais de 40 milhões de peregrinos foram até lá de 1981 até hoje.

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