Os Padres da Caminhada se solidarizam com o padre Riva, vítima de racismo em Alfenas – MG

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Os 60 bebês do Amazonas: retrato de um futuro asfixiado

    LER MAIS
  • Elementos importantes para compreender o contexto trágico que vivemos na cidade de Manaus

    LER MAIS
  • As lições de São Sebastião para a Igreja peregrina e perseguida do século 21

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


25 Novembro 2020

O racismo é uma realidade presente na sociedade brasileira, uma triste herança de três séculos de escravidão. Diante dessa realidade, “que se manifesta em práticas institucionais, culturais e interpessoais de superioridade de uns sobre outros, deixando atrás de si um rastro interminável de mortes físicas”, os Padres da Caminhada têm se posicionado com uma nota de solidariedade onde denunciam a morte de João Alberto Silveira Freitas, filho de pastor evangélico, no supermercado Carrefour em Porto Alegre, e a morte moral do Pe. Riva Rodrigues de Paula, na paróquia São José e Nossa Senhora das Dores, da cidade de Alfenas, na diocese na Guaxupé, em Minas Gerais.

A nota é enviada por Luis Miguel Modino, padre espanhol e missionário Fidei Donum.

Lembrando o Evangelho da solenidade de Cristo Rei, a nota lembra que a salvação dependerá “daquilo que tivermos feito aos seres humanos, especialmente os mais vulneráveis ou vulnerados”. Diante disso, os Padres da Caminhada consideram “escandaloso que pessoas que se têm por cristãs e católicas tratem um ser humano, no caso, o seu próprio pastor, com atitudes e palavras de ódio, de desprezo, de repulsa por causa da cor da sua pele”, o que leva a se questionar “Qual o Deus que conhecem? A que Deus adoram? O que pensam estar fazendo quando participam da missa? O que é a comunhão eucarística para eles?”.

A nota afirma que frente aqueles que não vivem a fé, “o Pe. Riva não quer seguir o caminho que lhe faculta a legislação brasileira. Acredita na força do Evangelho e na conversão das pessoas”. Respeitando sua escolha, os Padres da Caminhada querem “manifestar nossa solidariedade a este irmão presbítero, para gritar alto nossa indignação pela atitude vil, desumana e anticristã de pessoas racistas e para somarmo-nos a todos e todas que, no Brasil e no mundo, expõem suas vidas em favor de vidas sofridas, injuriadas, excluídas e destruídas mundo afora”.

Veja a nota na íntegra.

 

 

 

 

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Os Padres da Caminhada se solidarizam com o padre Riva, vítima de racismo em Alfenas – MG - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV