• Segunda, 19 de Fevereiro de 2018
  • Quinta, 7 de Janeiro de 2016

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED do Ministério do Trabalho e Previdência Social referente aos dados do mercado de trabalho formal no Vale do Sinos em novembro de 2015.

A tabela 01 apresenta a movimentação no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos por setores econômicos, definidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em novembro de 2015. É possível verificar que houve uma variação negativa de 1.706 postos de emprego.

Da redução dos postos de emprego, 1.522 ocorreram no setor da indústria de transformação. Quatro setores registraram saldo positivo no mês: Serviços industriais de utilidade pública, Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, Administração pública e, por fim, o Comércio, setor que tradicionalmente tem saldo positivo nos dois últimos meses do ano.

Com isto, o setor do Comércio apresenta redução de 2.715 postos de emprego nos últimos 12 meses e redução de 2.100 postos no acumulado do ano. A maior redução mantém-se no setor da Indústria de transformação, o qual é o mais expressivo em número de vínculos, com variação negativa de 9.699 postos de emprego nos últimos 12 meses.

A tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho formal nos municípios do Vale do Sinos em novembro de 2015. Em novembro apenas Nova Santa Rita não teve redução do número de postos de emprego.

A maior redução ocorreu em Canoas, com variação negativa de 362, seguido por Sapiranga, que obteve redução de 318 postos. Com esta redução na região, o acumulado de 2015 já soma uma redução de 11.142 postos de emprego, sendo a maior parte nos municípios de Canoas, Novo HamburgoSão Leopoldo e Sapucaia do Sul

Ressalta-se que Nova Santa Rita é o único município que mantém saldo positivo nos últimos 12 meses, gerando 1 posto de emprego. No acumulado de 2015, Ivoti e Nova Hartz também figuram com aumento de postos de emprego. 

Para obter um breve perfil destes vínculos que estão sendo reduzidos na região, buscou-se analisar a variação percentual das horas contratadas e das faixas salariais nos municípios do Vale do Sinos.

A tabela 03 apresenta a variação percentual das horas contratadas dos vínculos no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos de dezembro de 2014 a novembro de 2015. É possível observar que houve uma redução de 4% nos vínculos de emprego de 41 a 44 horas.

Os municípios de Ivoti e Nova Santa Rita foram os únicos que obtiveram aumento de postos de emprego na faixa de horas contratadas de 41 a 44. No entanto, as faixas de horas contratadas com menos de 30 horas obtiveram aumento de postos de emprego, sendo a faixa de 21 a 30 horas a que mais obteve aumento, com crescimento de 3,91%, com forte colaboração dos municípios de Nova HartzNova Santa RitaDois Irmãos e Portão.

A faixa de até 12 horas também obteve aumento, mas apenas 0,93% do total de vínculos se encontram com esta carga horária. Na faixa de 13 a 20 horas também houve aumento no número de vínculos. Uma variável que possui forte correlação com a faixa de horas contratadas é a faixa salarial, que apresentou redução na região nos últimos meses.

As tabelas 04 e 05 apresentam a variação percentual da faixa salarial dos vínculos no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos de 2014 a novembro de 2015, sendo que a primeira apresenta as mais baixas faixas salariais e a segunda as mais altas. As faixas salariais referem-se à média do ano. Destaca-se que as 3 mais baixas faixas salariais obtiveram aumento de vínculos, frente à redução de todas as outras faixas salariais na região, ou seja, houve queda no nível de salários da região.

A faixa salarial que recebe até meio salário mínimo obteve aumento de 14,59% na região, passando de um total de 1.624 a 1.861 vínculos, o que representa aproximadamente 0,5% do total de vínculos do Vale do Sinos. Em Nova Santa Rita ocorreu o maior aumento de vínculos nesta faixa salarial.

A faixa salarial de 0,51 a 1,00 salário mínimo também obteve aumento de vínculos, com a predominância em Nova Hartz e em Dois Irmãos. Neste segundo município houve aumento em 35% dos vínculos nesta faixa salarial, apesar da queda de vínculos na faixa de até meio salário mínimo no território.

Frente a isso, o número de vínculos nas faixas salariais médias e nas faixas salariais altas foi reduzido. Na faixa salarial mais alta, de mais de 20 salários mínimos, houve redução de 7,91% dos vínculos, com destaque para Nova Santa Rita e Estância Velha, os que mais reduziram postos percentualmente.

Na faixa salarial de 2 a 3 salários mínimos a redução foi a segunda maior, com 6,11%, sendo que todos os 14 municípios da região obtiveram redução. O número de vínculos neste grupo reduziu-se de 80.827 para 75.892, com a menor redução em Esteio (3,45%).

  • Quinta, 7 de Janeiro de 2016

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, reúne as sistematizações de dados e análises feitas durante o ano de 2015 para compor uma nota anual das realidades da região.

As notas publicadas semanalmente pelo ObservaSinos nas Notícias do Dia do Instituto Humanitas Unisinos - IHU têm o propósito de subsidiar a análise, o debate e a intervenção nas realidades pela população. Para esta elaboração a equipe do ObservaSinos acessa as bases públicas de dados, elabora sistematizações e propõe o debate a partir de sua descrição quanti e qualitativa. As análises são elaboradas a partir dos temas que se colocam garantidores da cidadania e da vida, tais como: ambiente, democracia, educação, mobilidade, moradia, população, proteção social, segurança, trabalho e saúde.

Importante destacar que as realidades são multifacetadas e correlacionadas e, em consequência, os grandes temas são complementares uns dos outros, apresentando perspectivas para análises mais ampliadas e complexas, conforme as exigências deste tempo.

Os municípios da região do Vale do Sinos, que, por sua vez, compõem também a Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, se constituem os territórios de análise do Observatório. Reconhecer as características próprias de cada município e região no contexto do estado do Rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo e vice-versa torna-se uma possibilidade de análise comparada. Ao tomar como dada esta orientação, percebe-se que a análise local se amplia e a global se qualifica. Eis a perspectiva glocal de análise e de intervenção. Esse termo foi criado pelo sociólogo americano Roland Robertson, em que o globo interfere no local assim como o local interfere no globo, sendo ambas partes constituintes do cenário e determinantes da conjuntura em que vivemos.

ObservaSinos retorna as notas publicadas a partir desta relação, tornando-as corpo de um texto que busca promover não somente a informação como a formação cidadã. Em consonância a isso, confira a retrospectiva dos temas mais citados pelo ObservaSinos em 2015:

http://bit.ly/ObservaSinos2015

A REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE

Região Metropolitana de Porto Alegre reúne 34 municípios, sendo que inicialmente foi formada por 14 municípios, os quais foram estabelecidos pela Lei complementar do Brasil n° 14, de 08 de junho de 1973. Conforme o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a região possuía 4.032.062 habitantes. Em 2015, segundo estimativas populacionais do IBGE, a população da região já é de 4.258.926 habitantes, ou seja, um aumento de 5,63% em relação a 5 anos atrás. A população da região representa, segundo o censo, 37,70% da população total do estado e 2,11% da do país.

O infográfico a seguir apresenta a população total e por sexo nos municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre. Na região, 52% da população são mulheres. Porto Alegre é o município com a maior proporção de mulheres: 53,61%. Charqueadas é o município com a maior proporção de homens: 55,30%.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/populacaototalRMPA

Segundo as estimativas populacionais de 2015, Porto Alegre mantém-se o município mais populoso, com 1.476.867 habitantes, e Araricá como o menos populoso, com 5.301 habitantes. O infográfico abaixo apresenta esta realidade, na qual a RMPA possui um dos municípios mais populosos do país, mas também municípios com populações pequenas. Se divididas estas populações, Araricá possui apenas 0,36% da população de Porto Alegre, ou seja, a capital do estado possui 279 vezes mais habitantes.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/populacaomunicipiosRMPA

Por fim, destaca-se que 96,93% da população da região vivem em área delimitada urbana. Quatro municípios não possuem mais habitantes em área rural conforme delimitação oficial e Glorinha é o município com a maior proporção de habitantes vivendo em área rural, sendo 70% do total.


O VALE DO RIO DOS SINOS

Vale do Rio dos Sinos é composto por 14 municípios, dos quais todos fazem parte da Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme o censo 2010, a região possuía 1.290.491 habitantes, ou seja, 32% da população da RMPA. As estimativas populacionais apontam que a região em 2015 possui 1.368.140 habitantes, um aumento de 6,02% em relação a cinco anos atrás, maior que o crescimento da RMPA.

Na região, 51,33% da população são mulheres, segundo o censo 2010. Apenas 3 municípios possuem maior proporção de homens do que de mulheres: AraricáNova Santa Rita e Portão. O infográfico abaixo apresenta estes dados.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/populacaoVS

A partir das estimativas populacionais de 2015, Canoas continua a ser o município mais populoso, com 341.343 habitantes, enquanto Araricá é o menos populoso, com 5.301 habitantes. O infográfico a seguir exibe a população de cada município em referência à população total da região.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/populacaomunicipioVS

Vale do Sinos, 97,90% da população vive em área delimitada urbana, sendo Araricá o município com a maior proporção da população na área rural: 17,85%.

Estes dados gerais da população permitem visualizar um cenário inicial do local em que vivemos e como os diversos municípios que compõem estas regiões são únicos e divergentes entre si apesar de estarem tão próximos e apresentarem algumas semelhanças. No entanto, destaca-se que estes também possuem semelhanças que podem ser apresentadas ao longo desta análise.

Para contribuir com uma análise transdisciplinar, o ObservaSinos reúne as notas publicadas durante o ano de 2015 nos temas nos quais o Observatório se faz presente: ambiente, educação, mobilidade, moradia, população, proteção social, segurança, trabalho e saúde.

 AMBIENTE

O ambiente foi o grande tema que reuniu notas sobre sustentabilidade, produção de bens alimentícios e o cuidado com os resíduos sólidos e a reciclagem.

No ano de 2015, a agricultura assim como o agronegócio se apresentaram em novas conjunturas com o avanço de produtos transgênicos e o uso desmedido de agrotóxicos não só no agronegócio mas também na agricultura familiar, tornando precário o trabalho desta população frente a um processo produtivo que não garante proteção social senão parcialmente através do processo de financeirização.

Nesta nova conjuntura, a produção agrícola no Vale do Sinos apresentou aumento tímido de 2012 a 2013; no entanto, houve aumento de exportação no Vale do Sinos e dos preços internos segundo o Índice de preços ao consumidor amplo – IPCA na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Os modos de produzir e gerenciar os bens da agricultura podem compor um cenário de desproteção para as populações a partir de nocividades à saúde e ao bem-estar geral da população. A poluição e o descarte inadequado de resíduos sólidos também contribuem nesse processo. Conforme o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RSapenas 19 dos 34 municípios da RMPA entregaram o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, importante componente da Política Nacional de Resíduos Sólidos, regida pela lei federal n° 12.305/2010. No Vale do Sinos, 6 municípios não possuíam o plano até a data estipulada.

Outra política complementar e inseparável à Política Nacional de Resíduos Sólidos é o saneamento básico. No entanto, apenas 3 municípios do Vale do Sinos possuem Plano Municipal de Saneamento Básico e Política de Saneamento Básico. Conforme o decreto n° 8.211/2014, a partir de 2016 os municípios que possuírem o Plano Municipal de Saneamento Básico irão receber recursos da União para políticas públicas nesta área.

Conforme a Agência Nacional de Águas, 25 municípios da RMPA também necessitam investimentos na ampliação dos sistemas de abastecimento de água para atenderem satisfatoriamente às demandas.

 DEMOCRACIA

O ano de 2015, depois de 27 anos da Constituição Federal Cidadã, apontou desafios para a afirmação da democracia, em meio à crise política e econômica brasileira. Entre as análises elaboradas, destacam-se os temas da transparência e das eleições dos conselhos tutelares.

Tendo em vista as eleições municipais, o ObservaSinos dedicou-se a avaliar a transparência dos municípios do Vale do Sinos. Foi identificado que a transparência do executivo e do legislativo no cenário municipal ainda é precária e insuficiente, conforme concebe o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RS. Na RMPA, apenas 4 dos 34 municípios atenderam aos critérios mínimos estabelecidos pela Lei de Acesso à Informação pelas Prefeituras e Câmaras Municipais.

Com uma nova conjuntura municipal de orçamento e um cenário em que o ajuste fiscal torna-se recorrente em todos os âmbitos governamentais, o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU perdeu participação nas receitas dos municípios da região nos últimos anos.

Os dados das eleições para os conselheiros tutelares, que ocorreram em todo o Brasil em 2015, subsidiam também a análise e o debate sobre as realidades na região do Vale do Sinos. Os direitos sociais e a proteção social são componentes da democracia, que necessitam qualificar-se para a sua afirmação. No Vale do Sinos, somente 7,5% da população participou elegendo os conselheiros tutelares nos 14 municípios da região.

 EDUCAÇÃO

Outro direito fundamental para a cidadania analisado pelo ObservaSinos foi a educação. Conforme o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico – Idese, a dimensão da educação está melhorando no Vale do Sinos, no entanto melhora menos que o indicador do estado. Ainda com a melhora, em 2014, nas eleições presidenciais e demais cargos, 17.411 analfabetos votaram nas eleições, representando 1,8% do total de eleitores na região.

O direito à educação é especialmente reconhecido como condição para o desenvolvimento das crianças. A Fundação de Economia e Estatística – FEE expôs alguns dados apresentando um panorama das crianças quanto à educação em 2013 no estado.

Outro dado analisado diz respeito especificamente à educação infantil. Em 2016, torna-se obrigatório para os municípios cumprirem o Plano Nacional de Educação – PNE, conforme a lei n° 12.796/13, que torna obrigatória a matrícula de crianças a partir de 4 anos de idade na educação básica e gratuita. Nos últimos anos, a taxa de atendimento tem aumentado na região, mas ainda há municípios em que a taxa de atendimento não é de 100%. O Vale do Sinos ainda necessita criar 26.399 vagas na educação infantil.

Sabe-se ainda que a garantia de vaga em um espaço de educação não é, muitas vezes, condição para o desenvolvimento integral e bem-estar das crianças. No Vale do Sinosmais da metade das escolas, públicas e privadas, não possui quadra de esportes.

O Observatório tematizou ainda a educação no ano de 2015, quando analisou os dados do trabalho na região. O setor privado do ensino continua a expandir sua presença no mercado de trabalho formal. Eis a constatação: o subsetor do ensino continua a ampliar vínculos. Em fevereiro de 2015 este subsetor foi o terceiro que mais ampliou postos de emprego dentre os 25 subsetores, mesmo tendo pouca representatividade quanto ao total de empregados.

 MOBILIDADE

As marcas da urbanização e da metropolitanização do Vale do Sinos exigem a aproximação com as realidades da mobilidade da população. Em 2010, no Vale do Sinos28,59% dos trabalhadores não exerciam seu trabalho no mesmo município em que residiam, assim como 16,75% dos estudantes não residiam nem estudavam no mesmo município.

Este contexto impulsiona um aumento da malha urbana e necessita políticas públicas transversais entre os municípios, em um cenário de uma região metropolitana. Os arranjos populacionais mostram os municípios integrados uns aos outros, os quais estão inseridos em contexto de proximidade geográfica e por muitas vezes são complementares entre si economicamente. A RMPA possui 6 arranjos populacionais, os quais possuem diferentes relações internamente, com a presença de cidades-dormitório. Conhecer, analisar e debater estas realidades apresenta grande desafio e, ao mesmo tempo, possibilidade para a vida nos municípios e região.

 MORADIA

A moradia se constitui como um direito de cidadania e, contraditoriamente, é um dos objetos de especulação pelo capital financeiro. A análise desta realidade deu-se a partir do Índice de Bem-estar Urbano, que é composto, entre outros dados, da informação sobre as condições habitacionais. A partir destes dados, constatou-se que 12 municípios da RMPA estão entre os 50 do país com os melhores indicadores. No entanto, a infraestrutura, que é complementar à situação de moradia, apresentou o pior resultado.

O direito à habitação, termo que se distingue de moradia, é assegurado pela Lei n° 10.406/2002 e se constitui de um espaço físico de direito à população. Na RMPA, há um déficit habitacional de, aproximadamente, 9% da população, sendo que sete municípios da região representam 78,86% do déficit da região.

 POPULAÇÃO, RELIGIÕES E RELIGIOSIDADES

O perfil da população da região já foi brevemente apresentado, mas torna-se importante reiterar que as estimativas populacionais da região apontam diminuição no crescimento populacional. Apesar disso, a população da região continua crescendo, fato que apresenta exigências às políticas públicas da região.

Além disso, outras formas de expressão como a religião e religiosidades também mudaram no novo cenário populacional da região. Conforme o censo demográfico do IBGE de 2000 a 2010, houve mudança nestas realidades. Em São Leopoldo, notou-se que religiões tradicionais como a religião católica, em suas diferentes propagações, apresentaram perda de integrantes e usuários.

 PROTEÇÃO SOCIAL

A proteção social tornou-se tema central dos debates das políticas brasileiras. Em meio aos cenários da financeirização da economia, as políticas públicas vão sendo planejadas, redimensionadas e ameaçadas. A realidade, apesar da melhoria dos índices de pobreza alcançados nos últimos anos, apresenta ainda desafios de enfrentamento à vulnerabilidade social. Retrato que se confirma no quadro de 2000 a 2010, quando o Índice de Vulnerabilidade Social apresentou queda nos municípios do Vale do Sinos. Apesar disso, os dados revelam vulnerabilidades ainda visíveis e invisíveis, que necessitam ser desveladas e enfrentadas.

As vulnerabilidades dos grupos sociais beneficiários do Programa Bolsa Família, especialmente em relação à educação e à saúde, são ameaças à vida, que necessitam ser analisadas, debatidas e encaradas com políticas públicas articuladas. Eis o quadro de vulnerabilidade que se apresenta. O Programa Bolsa Família obteve aumento no número de beneficiários em 2014 em todos os municípios da região, porém ainda se apresenta insuficiente em relação às demandas e necessidades da realidade.

 SEGURANÇA

Os cenários de violência e insegurança compuseram os retratos da realidade brasileira, Vale do Sinos e da Região Metropolitana de Porto AlegreA taxa de homicídios da região é mais alta nos municípios mais populosos. Além disso, destacam-se grupos populacionais que apresentam maior vulnerabilidade quanto à segurança, como jovens, negros e mulheres.

A análise e intervenção nestas realidades apontam exigências transdisciplinares e intersetoriais. Nesse sentido, foram dadas vistas às realidades do uso de entorpecentes, que apresentou 51% dos delitos do estado na RMPA em 2014. No trânsito da região também são reveladas vulnerabilidades quanto à segurança, marcas da vida na metrópole, que exigem mudanças para a garantia do bem viver indispensável à vida integral.

TRABALHO

O trabalho constitui-se como um importante contribuinte para a promoção e segurança dos direitos sociais e da vida da população. Esta realidade necessita ser analisada.

No cenário econômico brasileiro há disparidades quanto à movimentação no mercado de trabalho formal nas diferentes regiões. O infográfico a seguir apresenta a sistematização da movimentação das grandes regiões no país em 2015.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/mercadodetrabalhoBR

O perfil dos trabalhadores também se altera, mas ainda mantém-se desigual. Em 2014, apenas 45,41% dos trabalhadores eram do sexo feminino, apesar de a maioria da população no Vale do Sinos ser de mulheres. Além disso, o salário da mulher é 7,6% menor que o dos homens na RMPA. A desigualdade de renda não é restrita à questão do sexo, mas também a outras realidades. O Índice de Gini diminuiu nos últimos anos na RMPA, mas os municípios mais populosos continuam os mais desiguais em relação à renda. Outro dado quanto à renda do trabalhador é que, de 2002 a 2014, mais pessoas encontram-se na faixa salarial inferior menor que 1,5 salário mínimo e há menos pessoas nas faixas que recebem mais de 7 salários mínimos.

Além de analisar o perfil do trabalhador é importante tomar nota do perfil dos estabelecimentos da região. No Vale do Sinosde 2006 a 2013 o número de estabelecimentos formais aumentou em 6 dos 7 períodos, resultando em 15% de aumento geral em todo o período.

Os direitos trabalhistas seguem sendo ameaçados neste ano, junto com o crescimento da taxa de desemprego – no mercado formal durante o ano de 2015 no Brasil, no estado, na RMPA e no Vale do Sinos.

A movimentação do emprego na região tem suas especificidades. Observou-se que em 2014 apenas 4% dos trabalhadores admitidos na região possuíam ensino superior.

Esta movimentação no mercado de trabalho da região ainda é bastante dependente de alguns subsetores específicos, tal como a indústria de calçados, que manteve uma trajetória similar ao do mercado de trabalho em geral. Em agosto de 2015, 28% da redução dos postos de emprego foram no subsetor calçadista.

No mercado formal estão inseridos os trabalhadores com carteira de trabalho assinada assim como os estatutários. Os estatutários são trabalhadores vinculados ao governo e são parte do grupo de servidores públicos. Na RMPA, conforme a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS, um a cada 16 habitantes da RMPA é servidor público.

Vale do Sinosum a cada 42 habitantes é servidor público, sendo os municípios menos populosos aqueles que têm maior número de servidores proporcionalmente. Nos últimos anos alguns municípios da região ultrapassaram o limite de gastos percentuais com pessoal em seus orçamentos conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. No infográfico a seguir é possível conferir a movimentação no mercado de trabalho formal do Vale do Sinos por setor econômico em 2015, em que inclui-se a administração pública.

Acesse o infográfico: http://bit.ly/mercadodetrabalhoVS

SAÚDE

A saúde é um direito social e política pública que, apesar dos avanços do Sistema Único de Saúde – SUS, ainda apresenta limites para sua garantia. Analisar os dados e indicadores desta realidade é fundamental para traçar planos para esta implementação. 53% dos leitos do SUS na RMPA estão sob administração privada, sendo que há aproximadamente 1,8 leito SUS para cada 1.000 habitantes na região.

A saúde da população é garantida por uma série de determinantes. O ObservaSinos realizou a aproximação com as realidades dos agentes tóxicos e envenenamento, que impactam a saúde da população da região. Foram notificados 192 casos de envenenamento de 2010 a 2015. Observa-se que, apesar dos avanços em relação à aproximação com estes dados, eles ainda são muito subnotificados, segundo especialistas.

Outros determinantes da saúde são garantidos pelas questões ambientais e de infraestrutura. O Observatório constatou, a partir das bases de dados do IBGE, que em nenhum município do Vale do Sinos todos os domicílios possuem banheiro e água encanada.

  • Quarta, 6 de Janeiro de 2016

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de novembro de 2015.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de novembro de 2015 divulgados no dia 18 de dezembro de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE.

O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de novembro de 2015, com 130.629 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,32% sobre o estoque de empregos do mês anterior. O setor do Comércio foi o único que abriu postos de trabalho com 52.592 vagas. O setor da Indústria de Transformação (77.341) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 945.363 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de novembro de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 2.467 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,09% sobre o estoque de empregos do mês anterior. Os setores do Comércio (3.159) e Agropecuária (2.946) foram os que mais abriram postos de trabalho. No mês o setor da Indústria de Transformação (5.306) foi o que mais fechou postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram fechados 60.915 vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de novembro de 2015 apresentou um decréscimo de 4.750 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 0,41% sobre o estoque de empregos do mês anterior. O setor do Comércio (1.004) , Administração Pública (38) e Agropecuária (45) abriram postos de trabalho. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.932 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 35.673 vagas de trabalho com carteira assinada.

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de novembro de 2015, com a redução de 362 postos de trabalho com carteira assinada. O setor que mais contratou foi a Construção Civil (43). A Indústria de Transformação foi a que mais fechou vagas com 238 postos de trabalho. No ano o município fechou 3.616 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Segunda, 6 de Abril de 2015

A educação infantil é um direito assegurado por lei (Lei de Diretrizes e Bases – Lei nº 9.394/96) para todas as crianças até cinco anos de idade. De acordo com a Lei nº 12.796/13, passa a ser obrigatória a matrícula de crianças a partir de quatro anos de idade na educação básica e gratuita, cumprindo-se o Plano Nacional de Educação – PNE, que, segundo a Emenda Constitucional (EC) nº 59/2009, deverá ser implementado até o ano de 2016 pelos municípios brasileiros.

O Observatório das Realidades e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, apresenta a sistematização dos dados referentes à Radiografia da Educação Infantil no Rio Grande do Sul, publicada em 2013 pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RS, que apresenta a situação da educação infantil no ano de 2012 com o intuito de monitorar a oferta de vagas na educação infantil, bem como o aumento progressivo de vagas de acordo com a determinação da EC 59/2009 até 2016, para os 14 municípios da região.

A educação infantil se configura como uma importante etapa para as crianças no que se refere à construção da autonomia, autocontrole e relacionamento social desenvolvidos neste espaço. 

População infantil e matrículas na Educação Infantil

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases – LDB, a educação infantil é dividida entre creche e pré-escola: a primeira atende crianças na faixa etária de 0 a 3 anos, e a segunda, crianças de 4 a 5 anos.

A tabela 01 apresenta a população dentro dessas faixas etárias e o número de crianças matriculadas no ano de 2012 na educação infantil.

Segundo os dados do Censo Escolar 2012, nenhum município possui 100% das crianças de 0 a 5 anos matriculadas e frequentando a educação infantil.

No Vale do Rio dos Sinos, 51.649 crianças não frequentavam creche tanto da rede pública quanto da rede privada no Vale do Sinos, não atingindo a meta estabelecida pelo PNE.

Já com relação às crianças de 4 e 5 anos, correspondentes à etapa da pré-escola, a região possuía 21.730 matriculados; em contrapartida, 13.039 crianças não estavam matriculadas, não cumprindo a meta da EC 59/2009 da cobertura total de crianças na pré-escola.

Do total, apenas 38.159 crianças de 0 a 5 anos se encontravam matriculadas em estabelecimento de ensino no Vale do Sinos.

Taxa de atendimento na Educação Infantil

De acordo com o Plano Nacional de Educação, desde o ano de 2011, os municípios devem atender 50% das crianças na faixa etária de 0 a 3 anos de idade, enquanto, segundo a legislação, até o ano de 2016, 100% das crianças de 4 e 5 anos devem estar matriculadas em escolas de educação infantil, e as vagas devem ser ofertadas pelos municípios.

Na tabela 02, aborda-se a relação dos atendimentos com o número de vagas que precisam ser criadas para atender o PNE e a EC 59/2009.

Observando as taxas de atendimento de acordo com a população infantil nos 14 municípios da região, 5 municípios atendem a meta do PNE, pois possuem 50% ou mais de crianças entre 0 e 3 anos matriculadas em creches.

Os municípios de Araricá (57,10%), Campo Bom (53,30%), Dois Irmãos (53,68%), Ivoti (54,68%) e Sapiranga (50,20%) não necessitam da criação de novas vagas até o ano de 2016.

Dos 8 municípios restantes que compõem a região e não atingiram a meta, Canoas (14,73%), Novo Hamburgo (17,80%), Portão (8,83%) e Sapucaia do Sul (12,48%) foram os que possuíram menores taxas de crianças nessa faixa etária matriculadas, necessitando de criação de novas vagas. Ao total, no Vale do Sinos é preciso a criação de 17.824 vagas para atender a demanda do PNE.

Com relação às crianças de 4 e 5 anos, apenas Araricá já está de acordo com a nova legislação, atingindo mais de 100% da demanda.

Canoas (37,71%) e Nova Santa Rita (49,67%) não atingiram 50% de crianças matriculadas na pré-escola.

Dos municípios que necessitam criar vagas até 2016, Canoas (5.511), Novo Hamburgo (1.773), São Leopoldo (2.190) e Sapucaia do Sul (1.715) são os que possuem maiores demandas. Ao total, na região, necessita-se da criação de 13.139 vagas na pré-escola.

A evolução da Educação Infantil: 2009 a 2012

Monitorar a evolução das matrículas na educação infantil faz-se importante para a efetivação da universalização da educação infantil na pré-escola e da ampliação das vagas ofertadas para educação infantil em creches.

A tabela 03 apresenta o ranking dos municípios de acordo com o estado do Rio Grande do Sul e a evolução da taxa de atendimento entre os anos de 2009 e 2012.

Analisando o período de 2009 e 2012, alguns municípios da região obtiveram melhora nas posições em que se encontravam no ranking estadual, 7 municípios subiram de posição de 2009 para 2012, sendo Araricá o primeiro do estado.

Porém, os demais municípios da região acabaram perdendo posições, ou seja, não houve um aumento na relação número de vagas x alunos.

Verificando o incremento na educação infantil durante os anos de 2009 a 2012, a maioria dos municípios da região teve aumento no número de vagas; apenas Portão, com relação às vagas de creches, e Ivoti, com relação à pré-escola, tiveram decréscimos durante o período.

Com relação ao número de alunos no período apresentado, observa-se um aumento nas matrículas de crianças de 0 a 5 anos, com exceção de Araricá e Portão, que diminuíram o número de crianças matriculadas na creche em 13 e 3, respectivamente, e Dois Irmãos e Ivoti, que diminuíram, respectivamente, 19 e 78 alunos na pré-escola.

Analisando o total dos municípios do Vale do Sinos no seu incremento, todos tiveram aumento tanto no número de vagas quanto no número de alunos, porém, ainda é preciso ampliar o serviço para assegurar o direito de todas as crianças de frequentar a educação infantil até o ano de 2016.

A situação da Educação Infantil na Região Metropolitana

Em vistas de visibilizar a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, a seguir apresenta-se a conjuntura da educação infantil nos 34 municípios da região.

De acordo com o censo demográfico de 2010, a população de crianças na faixa etária de 0 a 5 anos é de 307.789. De acordo com a Radiografia da Educação Infantil do ano de 2012, apenas 111.931 crianças (tabela 04) dessa faixa etária estavam matriculadas em creche ou pré-escola, ou seja, apenas 36,4% desta população.

Dividindo nas categorias creche (0 a 3) e pré-escola (4 e 5), apenas 25% se encontram na primeira e 59,7% na segunda, ou seja, a região metropolitana está longe de alcançar as metas estipuladas de matricular 50% das crianças de 0 a 3 anos e 100% das crianças de 4 a 5 anos.

A média das taxas de atendimento (tabela 05) no ano de 2012 atingiu 29,1% de matrículas na creche e 70,1% na pré-escola, no total da educação infantil a média de atendimento ficou em 42,91%. Sendo assim, a região necessita criar ao total 94.056 vagas, sendo 52.254 em creches e 41.802 na pré-escola.

Embora os números indiquem que se necessita de um empenho maior dos municípios da RMPA para a criação de mais vagas para atingir a meta nacional, visualizando o desenvolvimento da criação de vagas e números de alunos entre os anos de 2009 e 2012, a região teve aumento de 50,8% em creches e 41,4% em pré-escolas. A educação infantil no geral cresceu 37,4% (tabela 06).

No número de alunos, em 2009 a 2012, 12.421 crianças foram matriculadas em creches e 6.978 em pré-escolas. No total 19.399 crianças frequentaram a educação infantil no período analisado.

  • Quinta, 9 de Abril de 2015

A lei Federal nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Na referida lei, o artigo 18 delibera que os municípios devem realizar o plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos – PMGIRS para receber recursos da União, para a implementação de serviços de limpeza urbana e coleta de resíduos sólidos, ou demais atividades que tenham o mesmo objetivo.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RS, realizou em 2014 o monitoramento da entrega dos PMGIRS, que referem-se ao período de 2010 a 2013 conforme a divulgação dos planos.

O Observatório da realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos- ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos-IHU, publicou alguns indicadores presentes nos planos dos municípios da região do Vale do Rio dos Sinos na publicação “Seis municípios do Vale do Sinos não possuem Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, apresenta nesta publicação a sistematização de algumas informações sobre os PMGIRS dos municípios que compõem a RMPA.

Dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, apenas 19 (gráfico 1) realizaram a entrega neste período, ou seja, 56%, são eles: Alvorada, Arroio dos Ratos, Cachoeirinha, Campo Bom, Charqueadas, Esteio, Glorinha, Guaíba, Igrejinha, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Portão, Porto Alegre, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Jerônimo, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul.

Segundo Roque Spies, que realiza trabalho de assessoria junto a cooperativas de reciclagem nos municípios, salienta que a justificativa dos municípios para a não realização do plano é a falta de pessoal qualificado para a sua elaboração, porém sabe-se que os resíduos sólidos, assim como as questões ambientais em geral, não recebem a devida atenção de muitas prefeituras, também configurando esta situação como um empecilho para a elaboração do mesmo.

Ainda de acordo com Spies, a realização e a aprovação do plano não garantem o tratamento adequado dos resíduos, sendo necessário colocá-lo em prática e atingir as metas que são estabelecidas.

Volume de lixo por dia

O gráfico 2 apresenta a quantidade de lixo produzida na RMPA de acordo com os dados disponibilizados nos PMGIRS.

Dos 19 PMGIRS, apenas 16 constavam os dados sobre volume de resíduos domésticos per capita diário, levando em consideração a informação disponibilizada, 9,9 kg são produzidos por habitante destes 16 municípios juntos (Alvorada, Arroio dos Ratos, Cachoeirinha, Campo Bom, Esteio, Glorinha, Igrejinha, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Portão, Porto Alegre, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul).

Com relação ao total por toneladas, os dados também correspondem a 16 municípios da RMPA (Alvorada, Arroio dos Ratos, Cachoeirinha, Campo Bom, Esteio, Glorinha, Guaíba, Igrejinha, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Portão, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul). A produção de resíduos domésticos produzida diariamente por estes, correspondem a 881,6 toneladas.

Cobertura da coleta dos resíduos sólidos

O gráfico 3 apresenta o percentual de cobertura da coleta municipal nas áreas urbanas e nos municípios que possuem área rural.

                                  

Dos PMGIRS analisados, 17 possuíam a informação sobre a coleta urbana, de acordo com as informações, 99% da população é coberta pela coleta realizada pelo município.

Entre os municípios que possuem zona rural, 14 disponibilizaram a informação sobre a coleta realizada, que contempla 78% da população que reside nesta área.

Coleta seletiva e reciclagem

O gráfico 4 aponta para o percentual de coleta seletiva realizada pelos municípios da RMPA.

Dos 19 municípios que entregaram o PMGIRS, 57,9% realizam a coleta seletiva municipal, enquanto 42,1%, até a entrega do PMGIRS, não haviam disponibilizado o serviço de coleta seletiva para a população.

A tabela 1 apresenta a relação da existência de cooperativas ou associações de reciclagem e a presença de galpões de triagem do material reciclável.

De acordo com os dados disponibilizados, entre 2010 e 2013 do total dos municípios da RMPA que entregaram o PMGIRS, 78,9% corresponde a presença de cooperativas e/associações de reciclagem de resíduos sólidos, enquanto 21,1% não possuíam, sendo a reciclagem feita por carrinheiros informais.

Os mesmos percentuais aparecem em relação aos galpões de reciclagem.

  • Quinta, 16 de Abril de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, reúne, sistematiza e publiciza os indicadores socioeconômicos dos municípios do Vale do Sinos - VS e da Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, com o objetivo de promover a análise sobre as realidades e as políticas públicas desses territórios.

Os indicadores são acessados em bases públicas de acesso universal e se apresentam como ponto de partida para os debates sobre as realidades. Temas relacionados aos direitos, desenvolvimento, crescimento e desigualdades são constitutivos deste debate.

Reconhecer os indicadores simples e compostos construídos para caracterizar estes conteúdos pode instrumentalizar as análises e intervenções nas realidades.

Nesta análise estão apresentados e relacionados os indicadores de renda, que são o PIB per capita – Produto Interno Bruto per capita, indicador usado desde 1948 com o intuito de medir a produção de riqueza em razão da população, e o Índice de Gini – desenvolvido em 1912 por Corrado Gini para medir a desigualdade de renda. O primeiro é analisado para os anos de 2000 e 2010, conforme o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Já o segundo refere-se aos anos de 2009 a 2012, conforme divulgação da Fundação de Economia e Estatística - FEE.

É importante ressaltar que o Índice de Gini é usado para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo populacional e varia de 0 a 1, onde 0 significa total distribuição de renda (todas as pessoas de determinada população possuem a mesma renda) e 1 significa total concentração de renda (apenas uma pessoa possui toda a renda). Entretanto, este índice apenas avalia a concentração de renda, ou seja, se um município apresentar índice de concentração baixo não significa necessariamente que este apresente um bom desenvolvimento socioeconômico.

O PIB per capita se dá pela divisão do Produto Interno Bruto de determinado território pela sua população. Segundo o IBGE, o PIB é conceituado da seguinte forma: “Produto interno bruto é o total dos bens e serviços produzidos pelas unidades produtoras residentes e destinados ao consumo final sendo, portanto, equivalente à soma dos valores adicionados pelas diversas atividades econômicas acrescida dos impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos”.

Desse modo, é possível afirmar que o Índice de Gini e o PIB per capita não possuem correlação direta, mas tornam-se complementares na análise da realidade.

Índice de Gini

O Índice de Gini da Região Metropolitana de Porto Alegre para 2010 foi de 0,5678. As tabelas 01 a 04 apresentam o Índice de Gini para os diversos municípios da RMPA. Os municípios estão divididos segundo seu porte populacional: 


As tabelas contêm o Índice de Gini para os anos de 2000 e 2010 e apresentam a variação deste de um ano para o outro. Além disso, é apresentada a média para os municípios apresentados em cada porte populacional. Neste quesito, é importante destacar que a média é formada pela soma dos índices e pela divisão da quantidade de municípios somados e não representa o valor real (o valor real seria aquele em que se somaria a população e a renda da região – dos diversos municípios – e a partir disso, formular-se-ia o Índice) para o Índice de Gini da região.

Na tabela 01 são apresentados os municípios de pequeno porte I da RMPA. Neste, a média do Índice para os municípios é o menor dentre os 4 portes populacionais, onde o Índice ficou em 0,3940 no ano de 2010. Além disso, os municípios de pequeno porte I apresentaram a maior queda no Índice, de -0,0621.

O melhor resultado nestes municípios – e também na RMPA – ocorreu em Nova Hartz e em Rolante, onde o Índice de Gini ficou em 0,3518. Já em 2000, Nova Hartz havia apresentado um valor próximo de 0,3799. Rolante obteve uma queda de -0,0754 no Índice de desigualdade de renda no período. Apenas Glorinha apresentou uma queda maior, de -0,1035. O município passou de 0,526 em 2000 para 0,4225 em 2010, mas ainda continua acima da média deste grupo de municípios.

A tabela 02 apresenta o Índice para os municípios de pequeno porte II. Dentre os portes populacionais, este passou de 3º para 2º de 2000 a 2010. Em 2000 apresentou a média de 0,5057 e em 2010 passou para 0,4500, com uma redução de 0,0557 (a 2ª maior redução).



Todos os municípios de pequeno porte II apresentaram reduções em seus Índices. O menor recuo ocorreu em Dois Irmãos, onde houve queda de 0,007. Mesmo possuindo a menor queda, o município mantém o melhor Índice. Em 2000 apresentou 0,3902 e em 2010 foi para 0,3832.

O segundo melhor índice de 2010 é o de Estância Velha (0,4308). Em 2000, o município apresentou 0,4504. Com isso, o recuo no período foi de 0,0196, sendo, portanto, o quarto menor recuo destes 12 municípios.

Um importante avanço ocorreu em São Sebastião do Caí e Triunfo. Ambos os municípios apresentaram os maiores recuos de 2000 para 2010. O primeiro obteve um Índice de 0,5546 em 2000, que recuou para 0,4431 (um recuo de 0,1115), sendo o segundo município da RMPA com o maior recuo.

O resultado de Triunfo neste período foi ainda melhor, com um recuo de 0,1192, sendo o maior recuo no período entre todos os municípios da RMPA. Com isso, o Índice em 2010 ficou em 0,4441, ficando abaixo da média dos municípios de pequeno porte II.

A tabela 03 mostra o Índice para os municípios de médio porte. Este grupo apresentou uma queda de 0,0385 de 2000 para 2010. Em 2010, o índice ficou em 0,4582.

O melhor resultado ocorreu em Parobé, no qual o Índice chegou a 0,3789 em 2010, com um recuo de 0,027. O município continua com uma larga diferença para com os demais deste porte.

Mas o maior recuo ocorreu em Montenegro. O município obteve uma variação de -0,0564 de 2000 para 2010. Porém, nos dois anos, registrou o maior Índice deste grupo de municípios. Em 2000 o município apresentou 0,5648 como índice e com isso obteve o terceiro pior resultado na RMPA. Já em 2010, o Índice de 0,5084 deixou o município com o sexto pior Índice.

Sapiranga também apresentou um recuo elevado, com redução de 0,0562. Em 2010 registrou o segundo melhor Índice para este grupo, com 0,4162.

A tabela 04 exibe o Índice para os municípios de grande porte e a metrópole (Porto Alegre). Neste grupo de municípios ocorreu o menor recuo, com variação de -0,0157. Além disso, houve a maior média dos Índices, com 0,4991 em 2010.


Os municípios de grande porte estão entre os mais desiguais ao compararmos a renda. Apenas a metrópole tem resultado pior. Dos 5 municípios com a maior desigualdade, estão 4 municípios deste grupo (3 de grande porte e a metrópole), além de um de pequeno porte II.

Porto Alegre, além de apresentar o pior resultado dentre todos os municípios, foi o único que apresentou variação positiva em seu Índice, ou seja, obteve um aumento de desigualdade de renda em seu território. Em 2000, o Índice era de 0,6056, enquanto passou para 0,6144 em 2010, representando um aumento de 0,0088.

Dos outros 8 municípios, 6 apresentaram recuo de 0,01. O maior recuo foi em Cachoeirinha, com 0,0352. O município apresentou um Índice de 0,4495 em 2010, possuindo, portanto, o segundo melhor Índice deste grupo de municípios.

O melhor Índice foi o de Alvorada, que ficou em 0,4423. O recuo de 2000 para 2010 foi de 0,0124. O município é o 14º menos desigual dentre os 34 da RMPA.

A tabela 05 apresenta a classificação dos municípios da RMPA conforme o Índice de Gini para o ano de 2010.


Nota-se que a maioria dos municípios bem posicionados é de pequeno porte I e II, enquanto a maior parte dos mal posicionados é de grande porte. Assim, considera-se que os municípios com menores populações apresentam os melhores Índices de Gini na RMPA.

Outro aspecto que se pôde abordar é que a maioria dos municípios com maior desigualdade (índices mais próximos de 1) reduziu mais – maior variação negativa – seu índice que os municípios que já apresentavam índices menores (mais próximos de 0). Entretanto, Porto Alegre seguiu na contramão deste raciocínio.

Mapa da RMPA - Índice de Gini


PIB per capita


O PIB per capita da RMPA em 2010 foi de R$ 28.282,12, enquanto em 2012 saltou para R$ 29.268,30. As tabelas 06 a 09 apresentam o PIB per capita nos diversos municípios da RMPA. As tabelas abrigam os municípios conforme seus portes populacionais. O PIB per capita a que esta análise se refere é o nominal, ou seja, com a variação da inflação incluída em seu valor final.

A tabela 06 apresenta o PIB per capita dos municípios de pequeno porte I. Neste, é possível observar que o PIB apresentou alta considerável de 2010 a 2011. Neste período, apenas Capela de Santana apresentou baixa do PIB per capita nominal.



De 2011 para 2012, apenas Nova Hartz apresentou queda em seu valor. Mas o município continuou sendo o segundo com o maior PIB per capita deste grupo. A distância percentual entre Nova Hartz (2º) e Glorinha (1º) aumentou de 2011 para 2012, passando de uma proporção de 24% para 45%.

Neste período, o maior aumento percentual foi observado nos municípios com o menor PIB per capita. Arroio dos Ratos apresentou um aumento de 2% de 2010 para 2011. Mas de 2011 para 2012 esse aumento passou para 10%, ficando apenas atrás do aumento de Glorinha.

De 2011 para 2012, Glorinha obteve um acréscimo de 11% em seu PIB per capita e distanciou-se dos demais municípios deste grupo. No período, o município obteve crescimento de 12% (apenas 1% de 2010 para 2011).

Os municípios – em geral – cresceram variavelmente mais seu PIB per capita em um ano que em outro. Araricá foi um caso à parte. O município apresentou um aumento de 9% de 2010 para 2011 e um aumento muito próximo de 8,75% de 2011 para 2012.

Outro município que apresentou uma alta considerável no período foi Rolante, com 14%. Em 2012, o PIB per capita alcançou os R$15.596,00.

A tabela 07 exibe os municípios de pequeno porte II com seu PIB per capita. Este grupo de municípios apresentou uma queda de 2010 a 2011 e obteve a perda restabelecida em 2012. Ainda assim a média do PIB per capita desse grupo de municípios é o maior dentre todos os 4 grupos, muito devido ao município de Triunfo.



Triunfo obtém o maior PIB per capita dentre todos os municípios da RMPA. Além disso, é de se considerar que qualquer variação no valor deste município afeta diretamente a média do PIB deste grupo de municípios.

O município obteve uma queda de 10% de 2010 para 2011. Este grupo de municípios apresentou queda de 9,5% no mesmo período. De 2011 a 2012, o município obteve aumento de 1%, enquanto a região apresentou acréscimo de 6%. Em 2012, o PIB per capita alcançou os R$ 230.484,00.

Após Triunfo, o segundo maior PIB é o de Nova Santa Rita, de R$ 32.590,00 em 2012. De 2012 para 2011 foi registrado um aumento de 21%, enquanto um ano antes o aumento foi de 4%. Em todo o período, o município obteve um aumento de 27%.

Assim como no grupo de municípios anterior, neste alguns apresentaram queda em seu PIB per capita. São eles: Charqueadas, Eldorado do Sul, Estância Velha, Ivoti, Portão e, já citado anteriormente, Triunfo, totalizando 6 dos 12 municípios.

Os casos mais regressivos ocorreram em Estância Velha e Portão. Os municípios vizinhos apresentaram um PIB per capita menor em 2012 do que em 2010. O primeiro destes – Estância Velha – apresentou um decréscimo ínfimo que nem atingiu 1%. Já o segundo – Portão – teve uma queda muito mais acentuada, chegando aos 9%.

Ivoti apresentou um caso interessante. De 2010 para 2011 o PIB per capita do município estagnou – com uma queda quase imperceptível. Mas de 2011 para 2012 foi observado um aumento de 32%, o maior aumento do ano entre os municípios da RMPA.

A tabela 08 apresenta o PIB per capita para os municípios de médio porte. Este grupo de municípios possui o segundo menor PIB per capita e apresentou queda de 2010 a 2011 e alta de 2011 a 2012.



Em 2012, a média do PIB per capita para esses munícipios foi de R$ 23.694,29. Observa-se que há nesses municípios uma diferença notavelmente alta em seus PIBs per capita. Enquanto Esteio apresentou R$ 33.491,00, Parobé obteve apenas R$ 13.814,00 em 2012.

O município de Parobé apresentou altas consecutivas no período, mas continua com um PIB per capita muito baixo. O aumento foi de 10% no período.

Taquara obteve um aumento menor, de 7%. O município é o segundo com o menor PIB per capita desse grupo, mas também apresentou um aumento constante.

Nesse grupo, Campo Bom, Esteio, Montenegro e Sapiranga apresentaram recuo em seus valores em pelo menos um ano. Esteio apresentou um aumento de quase 12% de 2011 para 2012, mas em todo período seu PIB per capita cresceu apenas 5%.

A tabela 09 exibe o PIB per capita para os municípios de grande porte e a metrópole. Esse grupo representa o segundo maior PIB per capita dentre os grupos, mas, assim como outros dois grupos, apresentou queda em seu PIB per capita de 2010 para 2011 e alta de 2011 para 2012.



Essa região apresentou a maior diversidade entre os aumentos e as quedas. Alguns municípios cresceram substantivamente, enquanto outros obtiveram quedas sucessivas. Além disso, com estas variações os municípios aproximaram os seus valores.

Canoas apresentou queda de 14% de 2010 para 2011, enquanto de 2011 para 2012 registrou recuo de 5%. No período, a soma da perda do PIB per capita no município alcançou 18%. Houve uma perda de mais de R$ 10.000,00 no PIB per capita do município (a queda do município foi maior que o PIB de Alvorada).

Por sua vez, Alvorada possui o pior PIB per capita dentre os 34 municípios da RMPA e também o único que alcançou 2012 com o PIB per capita inferior a 10 mil reais. Por outro lado, o município apresentou um aumento de quase 15% no período, com uma variação maior de 2011 para 2012, onde foi registrada alta de quase 10%.

Viamão alcançou R$ 10.410,00 em 2012 e possui o terceiro menor valor na RMPA. O município obteve uma leve alta no período, de 13%, onde de 2011 para 2012 houve o maior aumento, de aproximadamente também 13%.

Cachoeirinha, Canoas, Gravataí, Sapucaia do Sul e Viamão são os municípios que obtiveram queda em seu PIB per capita em pelo menos um ano. Mas, além de Canoas, apenas Gravataí apresentou recuo no período, de aproximadamente 1%.

A seguir apresenta-se o Gráfico 02. Este busca demonstrar que há uma aproximação dos PIBs per capita dos diversos municípios de grande porte e a metrópole na RMPA.


É possível verificar que, com o recuo do PIB per capita de Canoas e o avanço de municípios como Alvorada, Viamão, Sapucaia do Sul e São Leopoldo, houve uma aproximação dos valores e a variabilidade média do conjunto em relação à média do PIB per capita desse grupo de municípios caiu.


Mapa RMPA – PIB per capita


O gráfico 01 relaciona o PIB per capita com o Índice de Gini. Cada ponto no gráfico representa um município. O eixo Y (0:60.000) representa o PIB per capita e o eixo X (0:0,7) representa o Índice de Gini. Além disso, há uma linha de tendência, que busca traçar um caminho central da relação entre os valores do gráfico. O município de Triunfo foi retirado do gráfico porque este prejudicava a visibilidade da relação que se procura mostrar, sendo, portanto, um total de 33 municípios.

Observa-se que esta linha tende a decrescer (altura em relação ao eixo X) conforme o Índice de Gini se torna maior, ou seja, segundo esta tendência, os municípios com Índice de Gini mais altos tendem a ter um PIB per capita menor.



Entretanto, apenas 6 municípios dos 33 apresentam Índices de Gini abaixo de 0,4. Destes, um possui PIB per capita abaixo de R$10.000, outros dois entre R$10.000 e R$20.000. Apenas 1 fica acima de R$30.000, enquanto os últimos dois situam-se entre R$20.000 e R$30.000. Desse modo, não é possível encontrar uma correlação precisa entre PIB per capita e Índice de Gini.

Porém, é possível constatar que os municípios com Índice de Gini de 0,5 ou superior situam-se preferencialmente no centro do gráfico e ocorre uma fuga das extremidades.

O município de Alvorada, que possui o menor PIB per capita (R$ 7.500) é também o único município entre os 7 que possuem os piores PIB per capita que obtiveram Índice de Gini inferior a 0,4.

Síntese

O Índice de Gini e o PIB per capita são indicadores importantes, mas não trazem à realidade alguns aspectos importantes.

O Índice de Gini pode ser igualitário (com índices baixos que mostrem baixa desigualdade de renda), mas isso não significa que o território é dotado de um PIB considerável, aqui há a possibilidade de o pouco PIB ser bem distribuído (Índice de Gini baixo, mas PIB per capita baixo também).

Por sua vez, o PIB per capita parece caminhar em direção contrária. Este constata que mesmo que uma economia apresente um PIB consideravelmente grande não há como se certificar de que a pobreza neste território seja menor (PIB per capita alto, mas Índice de Gini alto também).


Em relação aos números, observa-se que o PIB per capita apresentou uma alta no período na maioria dos territórios, entretanto esta alta não foi muito considerável. O Índice de Gini apresentou queda em 33 dos 34 municípios da RMPA.

Outra relação que é possível de ser feita é que os municípios com menor PIB per capita são os que apresentam maior alta, enquanto os com o maior PIB – em geral – apresentam queda ou estagnação.

  • Segunda, 20 de Abril de 2015

O abastecimento de água mantém-se um dos assuntos mais debatidos nas políticas públicas. O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, publica análises sobre as realidades do Vale do Sinos - VS e da Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. Entre os temas de análise, está a água.

A Agência Nacional de Águas - ANA publicou, em março de 2015, novos dados referentes ao abastecimento de água no Brasil em suas diversas regionalizações. Os dados apresentam a situação do abastecimento de água nos 34 municípios da RMPA para o ano em curso.

A tabela 01 apresenta a situação do abastecimento de água nos municípios da RMPA segundo o relatório da ANA. Dos 34 municípios da região, 25 apresentam necessidade de ampliação do sistema, o que representa 73,53% dos municípios.

Outros 2 municípios necessitam novos mananciais, representando 5,88%. Por outro lado, apenas 7 municípios possuem abastecimento satisfatório para o ano de 2015. Mananciais são fontes de água que podem ser usadas para o abastecimento público.

Ao analisarmos a proporção populacional de cada município da RMPA em relação à água, os números variam. Segundo este método, 50,27% da população reside em municípios onde o abastecimento é satisfatório.

A população que reside em municípios que requerem novos mananciais também apresenta aumento. Agora, 10,77% se encaixam nessa opção, enquanto antes eram apenas 5,88%. A ampliação do sistema apresentou a maior variação, onde ao contar a população, quase 39% residem em municípios que requerem a ampliação de seu sistema.

A tabela 02 exibe os sistemas de abastecimento de água conforme o número de municípios atendidos. Dos 47 sistemas existentes nos 34 municípios da RMPA, 38 atendem a um único município; os outros 9 atendem a mais de um município.

A tabela 03 apresenta os mananciais segundo o tipo nos municípios da RMPA. Subterrâneo é aquele reservatório que se encontra abaixo da superfície, enquanto superficial é aquele que se encontra acima da superfície.

Dos 34 municípios da região, 26 possuíam apenas mananciais superficiais, enquanto outros 3 possuíam mananciais tanto subterrâneos quanto artificiais. Além disso, 5 municípios possuíam mananciais subterrâneos.

A tabela 04 apresenta o abastecimento de água na RMPA segundo os principais mananciais. Assim, são apresentados o tipo de sistema e as sedes urbanas atendidas por cada manancial. Os municípios de Rolante e São Sebastião do Caí não estão inseridos na tabela por terem sido adicionados recentemente à RMPA.

A tabela 05 apresenta a estimativa de custos para adequação dos sistemas conforme dados da ANA. Segundo estes dados, a RMPA apresenta estimativa de custos, de 2015 até 2025, de 215 milhões. O município de Rolante não teve dados divulgados pela ANA para a estimativa de custos.

Dos 33 municípios, a maior estimativa de custo ocorre em Porto Alegre, com mais de 51 milhões de reais. O segundo maior custo, no montante de 28 milhões de reais, é calculado para Novo Hamburgo.

A menor estimativa de custo dá-se em Glorinha com aproximadamente 2 milhões e 700 mil reais. Além deste, apenas o município de Nova Santa Rita tem estimativa inferior a 3 milhões de reais.

  • Quinta, 23 de Abril de 2015

Na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA ocorreu 51% dos delitos relacionados a entorpecentes no estado do Rio Grande do Sul registrados em 2014. A informação é da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul – SSP/RS.

A tabela 01 apresenta os dados para a RMPA, o Vale do Rio dos Sinos e o estado do Rio Grande do Sul referentes à corrupção, posse e tráfico de entorpecentes e também delitos relacionados à armas e munições. 

O Vale do Sinos apresentou 23 delitos relacionados à corrupção em 2014. Além disso, foram notificados 835 delitos relacionados à armas e munições, onde aproximadamente 30% dos delitos da RMPA foram notificados no Vale. É válido lembrar, que todos os municípios pertencentes ao Vale do Sinos também pertencem a RMPA.

A RMPA apresentou 125 delitos relacionados à corrupção no ano, representando 46% do estado. A maior participação da RMPA no estado foi quanto ao tráfico de entorpecentes, onde a RMPA registrou 5.548 notificações, sendo quase 57% do estado.

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, sistematizou os indicadores criminais de 2014 para os municípios da RMPA. Optou-se nessa análise em apresentar os dados seguindo a classificação por porte populacional dos municípios, conforme a tabela 02, estabelecido pelo Sistema Único de Assistência Social - SUAS.

A tabela 03 apresenta os dados dos Indicadores criminais para os municípios de pequeno porte I da RMPA. Este grupo de municípios não apresentou nenhum delito relacionado à corrupção em 2014. Foram contabilizados 39 delitos relacionados à armas e munições e outros 91 de posse de entorpecentes, além de 30 de tráfico de entorpecentes. 

O município que apresentou a maior incidência de posse de entorpecentes dentre estes foi Rolante, com 46 notificações, ou seja, 51% dos casos neste grupo de municípios. Foram notificados também 5 casos de tráfico de entorpecentes e 9 delitos relacionados à armas e munições.

O maior número de casos de tráfico de entorpecentes ocorreu em Arroio dos Ratos, com 10, ou seja, 33% do total. No município foram notificados 5 delitos relacionados à armas e munições e outros 9 à posse de entorpecentes. 

Glorinha apresentou apenas um caso de posse de entorpecentes e apenas 4 de tráfico. O município também registrou o menor número de delitos relacionados à armas e munições nesta região e também dentre todos os 34 municípios da RMPA ao lado de Dois Irmãos e Ivoti.

Araricá obteve a menor incidência de tráfico de entorpecentes, onde foi notificado apenas um caso. Foram notificados também 3 casos de posse de entorpecente e 8 delitos relacionados à armas e munições (o 2° maior número destes municípios ao lado de Nova Hartz). 

A tabela 04 apresenta os mesmos indicadores, mas para os municípios de pequeno porte II da RMPA. Neste grupo de municípios ocorreram 29 delitos relacionados à corrupção e 174 à armas e munições. Foram registrados também 966 notificações de posse de entorpecentes eoutros 339 de tráfico. 

Charqueadas notificou 22 delitos relacionados à corrupção em 2014, o que representa 76% do total destes municípios. São Jerônimo obteve apenas 2 notificações, enquanto que os outros municípios variaram entre nenhuma e uma.

Eldorado do Sul foi o município que apresentou o maior número de delitos relacionados à armas e munições, com 32. Apenas Dois Irmãos e Ivoti apresentaram menos de 12 notificações, com 3 notificações cada.

Em todos os municípios desta tabela, observou-se um maior número de delitos relacionados à posse do que ao tráfico de entorpecentes. São Sebastião do Caí registrou o maior número de posse de entorpecentes com 201 incidências. O município também ocupou o terceiro lugar aose tratar do tráfico, com 45 registros. 

No tráfico de entorpecentes, Charqueadas apresentou o maior resultado, com 79 incidências. Igrejinha com 60 ficou em segundo lugar. Estes dois municípios juntos apresentaram 41% dos registros de tráfico de entorpecentes neste grupo de municípios.

A tabela 05 exibe os dados para os municípios de médio porte da RMPA. Assim, como no grupo anterior, todos os municípios registraram maior incidência de posse do que de tráfico de entorpecentes. Além disso, a maioria dos municípios não apresentou delitos relacionados à corrupção.

Os 3 municípios que registraram delitos relacionados à corrupção são: Esteio, MontenegroGuaíba. Este último obteve o maior número de incidências, com 4. No total, este grupo de municípios registrou 9 delitos relacionados à corrupção.

Guaíba também obteve a maior incidência com 74 delitos relacionados à armas e munições. Este grupo de municípios apresentou 314 notificações deste tipo de delito. 

Em relação à posse de entorpecentes, Montenegro apresentou a maior incidência, com 430 registros. Aproximadamente 37% dos registros destes municípios ocorreram em Montenegro. Por outro lado, Parobé obteve apenas 5% dos registros neste grupo de municípios, com apenas 56 notificações. 

O tráfico de entorpecentes foi registrado 376 vezes nestes municípios. O município com amaior incidência foi Guaíba, com 69 registros, enquanto que Taquara com 66 e Esteio com 65 também estiveram entre os municípios com as maiores incidências. 

A tabela 06 revela os dados para os municípios de grande porte e metrópole. Neste grupo, destaca-se o município com a maior incidência de todos os indicadores criminais abordados nas tabelas: Porto Alegre.

A capital do estado apresentou 49 delitos relacionados à corrupção em 2014, representando 56% do total de delitos neste grupo de municípios. Além disso, todos os municípios deste grupo apresentaram pelo menos 1 caso (caso de Cachoeirinha) em 2014. Apesar das altas incidências destes municípios, a maioria deles apresentou no máximo 3 delitos.

Em relação aos delitos relacionados à armas e munições, este grupo de municípios registrou 2.265 registros em 2014, onde 44% foram de Porto Alegre. A capital apresentou 1.006 delitos em 2014. Canoas, com 217, e Gravataí, com 213, apresentaram as maiores incidências nos demais municípios.

Quanto a posse de entorpecentes, Canoas notificou 716 casos, enquanto que Porto Alegre obteve 823 registros. Sapucaia do Sul, com 168 notificações, foi o município com a menor incidência desse indicador criminal. 

No tráfico de entorpecentes, Cachoeirinha obteve a menor incidência, com 92 registros. Neste, Porto Alegre obteve 2.818 registros: uma participação de 59% nesta região. Além da capital, São Leopoldo também registrou maiores incidências de tráfico do que de posse, com 289 notificações de tráfico.

Cabe destacar que a capital do estado obteve uma razão de 3,42 ao se comparar o tráfico com a posse de entorpecentes. Diz-se que em Porto Alegre, a cada 2 notificações de posse de entorpecentes, ocorrem quase 7 de tráfico. Os outros municípios da RMPA – a não ser Arroio dos Ratos, Glorinha e São Leopoldo – apresentaram razões inversas, com maior incidência de posse do que de tráfico.

O esquema 01 apresenta a variação dos delitos relacionados à corrupção no decorrer de 2014 em 3 regionalizações: RS (Rio Grande do Sul), RMPA (Região Metropolitana de Porto Alegre) e Vale do Sinos. O Vale do Sinos é composto por 14 municípios: Araricá, Campo Bom, CanoasDois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo HamburgoPortão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul.

Conforme o esquema, é possível notar que de janeiro a dezembro houve diminuição nos delitos do RS e da RMPA. Entretanto, o Vale do Sinos apresentou alta de 2 para 3 delitos. O pico da região ocorreu em julho, com 5 notificações, enquanto que em setembro e em novembro não foram registrados delitos.

  • Quinta, 30 de Abril de 2015

O estado do Rio Grande do Sul - RS registra taxa de 1,9 leitos hospitalares SUS para cada mil pessoas, de acordo com os dados disponibilizados pelo DataSUS, sistema do Ministério da Saúde, tendo como referência o mês de dezembro de 2014. A taxa para a Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA é de 1,8.

Dos 22.203 leitos hospitalares do SUS no estado do Rio Grande do Sul, 75,6% estão sob administração Privada. Na Região Metropolitana de Porto Alegre o percentual é de 53,4%.

A tabela 03 apresenta os leitos hospitalares por Tipo de Prestador, podendo ser Público, Filantrópico ou Privado para a RMPA. Constata-se que 48% dos leitos SUS estão presentes em instituições filantrópicas.

Os dados aqui apresentados foram sistematizados pelo Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

Estes indicadores foram objeto de análise de Jean Jeison Führ, mestrando em Ciências Sociais pelo PPG em Ciências Sociais da Unisinos.

Eis a análise.

Antes de analisar a quantidade de leitos hospitalares que o SUS disponibiliza na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA algumas considerações importantes devem ser realizadas. A primeira consideração corresponde à quantidade de leitos categorizados como sendo “não SUS”; e a segunda consideração que cabe lembrar é que leitos não hospitalares também existem e merecem o seu destaque.

É óbvio que a categorização entre “leitos SUS” e “leitos não SUS” indica, para fins analíticos, o percentual de leitos administrados pelas instituições privadas com ou sem fins lucrativos em comparação com os leitos administrados pelas esferas públicas estatais. Entretanto, devemos pontuar que, mesmo que tal distinção seja assumida pelas autoridades sanitárias, todo leito deve ser considerado um “leito SUS” de um modo geral. Tal afirmação decorre do fato de que o Ministério da Saúde e todos os demais aparatos sanitários das esferas federais, estaduais e municipais têm responsabilidade de fiscalização sobre os leitos oferecidos pelas instituições privadas com ou sem fins lucrativos. Para além dessa fiscalização das autoridades sanitárias estatais (atribuição esta exercida por aparatos do SUS) perante as instituições privadas, não devemos esquecer que as mesmas instituições obtêm consideráveis isenções fiscais ou subvenções do dinheiro público sem necessárias estipulações no que se refere à disponibilidade de leitos e demais estruturações do atendimento em saúde. Portanto, até que ponto estes “leitos não SUS” são de fato mantidos pelo capital privado ou mantidos através das isenções fiscais que não se revertem aos cofres públicos e de subvenções do dinheiro público mal estipuladas?

Quanto à questão dos leitos não hospitalares, autores como Ivan Illich em sua clássica obra “A expropriação da saúde: nêmesis da medicina” (1975), assim como toda uma bibliografia em Saúde Coletiva, onde os conhecimentos advindos das Ciências Sociais se inserem indiscutivelmente, demonstraram que a iatrogenia hospitalar – ou seja, o estado ou efeito de delegar a preponderância de existência dos leitos hospitalares em detrimento de outros espaços onde o atendimento em saúde também ocorre – somente revela um dos aspectos do atendimento em saúde que se deve levar em conta. Portanto, temos que considerar que os números apresentados não computam os leitos ambulatoriais de repouso e observação que nos níveis de atenção do SUS estão circunscritos na atenção secundária (Unidades de Pronto Atendimento, Pronto Atendimentos, Ambulatórios e demais unidades de especialidades que não configuram espaços hospitalares de atenção terciária, mas sim secundária, e por isso não são computados como “leitos SUS” ou “leitos não SUS” nestes dados em questão).

Atendo-se à análise dos dados propriamente dita, depois de realizadas estas importantes considerações, podemos pontuar que no SUS, em comparação com sistemas de saúde que se aproximam da experiência brasileira, como é o caso dos sistemas canadense e inglês de saúde, a redução no número de leitos hospitalares é uma projeção adotada.

Apesar de os números regionais brasileiros serem inferiores (na RMPA 1,8 leito para cada 1.000 habitantes e no RS 1,9 para cada 1.000 habitantes) em relação aos números nacionais canadenses (2,7 leitos para cada 1.000 habitantes) ou ingleses (2,9 leitos para cada 1.000 habitantes), eles podem ter diminuído em relação a períodos computados anteriormente tendo em vista que esta é a decorrência do que vem ocorrendo no setor. Tanto o Canadá quanto o Reino Unido diminuíram a disponibilidade de leitos hospitalares justamente porque reestruturaram suas atenções básicas/primárias por própria orientação do Banco Mundial na década de 1990.

No Brasil a situação ainda é mais específica, porque, diferente do Canadá e do Reino Unido, nosso país conta com três níveis de atenção (primária, secundária e terciária) ao invés de apenas duas (primária e secundária) como é o caso canadense e inglês. Através de algumas políticas estatais (como a recente implantação das Unidades de Pronto Atendimento - UPAS ou processos mais antigos como a reforma psiquiátrica que instituiu os Centros de Atenção Psicossocial - CAPS), a reformulação do setor secundário, que até então era muito frágil ou vinculado de forma amalgamada junto às instituições hospitalares, liberou vários leitos hospitalares para atendimento terciário.

Com a reconfiguração da atenção secundária em saúde no Brasil, vários atendimentos em saúde que eram até então realizados na atenção terciária hospitalar passaram a ser realizados junto aos leitos não hospitalares, ou melhor dizendo, leitos extra-hospitalares (para utilizar a linguagem acadêmica) ou leitos ambulatoriais (para se utilizar da linguagem ministerial), conforme são computados nos dados divulgados pelo DataSUS.

Além da reformulação estrutural da atenção secundária que vem ocorrendo nos últimos anos, procedimentos cirúrgicos como o da vasectomia e outros que antes eram realizados somente na atenção terciária dos hospitais, atualmente ocorrem junto à atenção secundária, desafogando leitos prioritários.

Dados também indicam que as atividades de prevenção e promoção da saúde que vêm sendo desenvolvidas pelas equipes dos Agentes Comunitários de Saúde do Programa Saúde da Família (mesmo enfrentando gargalos de cobertura junto às regiões metropolitanas) diminuíram diretamente o número de internações cardiovasculares junto aos hospitais.

O processo de desinstitucionalização da Saúde Mental, que vinha ocorrendo desde a década de 1970 e que se intensificou nos últimos anos, também auxiliou na liberação de vários leitos hospitalares (aproximadamente 17% do total de leitos hospitalares disponibilizados) para o atendimento real em assistência de urgência e de emergência junto aos hospitais. Os cidadãos que hoje necessitam de acompanhamento em saúde mental são primeiro encaminhados aos CAPS de seus municípios, com um grau de resolutividade muito maior devido à proximidade dos vínculos familiares e domésticos, o que dificilmente ocorria quando eram internados em hospitais e manicômios (hospitais psiquiátricos) distantes de suas residências.

De um modo geral, percebemos que, enquanto as diferentes formas de institucionalização do atendimento hospitalar estatal sofreram alterações em sua composição em função de processos estruturais como os citados acima, a institucionalização privada do atendimento em saúde pelas entidades beneficentes sem fins lucrativos continuam sendo as maiores operadoras junto ao nível terciário de saúde, tanto no Rio Grande do Sul como um todo, como na Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA especificamente. Tal situação não estranha, tendo em vista que os recursos públicos do SUS no que concerne à Média e Alta Complexidade (conhecida pela sigla MAC) abocanham em média aproximadamente 80% dos mesmos. Os interesses “não lucrativos” das entidades filantrópicas se hegemonizaram enquanto disponibilidade de recursos para atendimento em saúde que as diversas institucionalizações estatais não conseguiram estruturar desde que o SUS surgiu através das Leis 8080/1990 e 8142/1990 até hoje. Esta é a verdadeira iatrogênese hospitalar, em que altos recursos são investidos para atender a assistência médica hospitalar fornecida por entidades beneficentes privadas em detrimento da promoção/prevenção não hospitalar fornecida em aparatos públicos da atenção básica/primária do SUS.

  • Terça, 28 de Abril de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho” elaborada pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, tendo como referência os dados do mês de março de 2015.

Eis a carta.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de março de 2015 divulgados no dia 23 de abril de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE. O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo positivo no mês de março de 2015, com 19.282 postos de trabalho com carteira assinada o que representa um aumento de 0,05% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Construção Civil (18.205) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. O setor que mais ampliou postos de trabalho foi o setor de Serviços com 53.778 novas vagas. No ano foram fechadas 50.354 postos de trabalho com carteira assinada. 

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de março de 2015 registrou saldo positivo, resultado entre as admissões e demissões, de 12.240 postos de trabalho o que representa um avanço de 0,45% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Agropecuária (2.391) foi o que mais fechou postos de trabalho. O setor da Indústria da Transformação foi o que mais abriu vagas com 5.963 postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram criados 24.082 novas vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de março de 2015 apresentou um acréscimo de 3.223 postos de trabalho com carteira assinada, um avanço de 0,27% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor de Serviços foi o que mais ampliou postos de trabalho com 1.756 vagas com carteira assinada. No ano foram abertas 3.493 novas vagas de trabalho com carteira assinada. 

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido positivo, entre admissões e demissões, no mês de março de 2015, com a ampliação de 145 postos de trabalho com carteira assinada. O setor de Serviços foi o que mais fechou vagas com 52 postos de trabalho. O setor do Comércio foi o que mais contratou com 152 novos postos de trabalho. No ano o município gerou 160 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Quarta, 6 de Maio de 2015

O mês de março de 2015 registra saldo positivo na geração de empregos no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul e na Região Metropolitana de Porto Alegre. No entanto, nestas três regionalizações o saldo é negativo nos últimos doze meses.

Estes dados foram apresentados na “Carta do mercado de trabalho” produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, tendo o mês de março de 2015 como referência.

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, segue com a análise tendo como referência a regionalização COREDE Vale do Rio dos Sinos e seus municípios.  

A tabela 01 apresenta a movimentação no mercado formal de trabalho na região do Vale do Rio dos Sinos por setores econômicos, classificação IBGE.

Verifica-se que no mês de março houve um aumento no número de vínculos empregatícios na região, saldo positivo de 1.513 vínculos no mês e 3.311 novos vínculos no acumulado do ano. Mesmo com o registro positivo no mês observa-se que no acumulado de 12 meses houve o fechamento de 10.297 postos de trabalho no Vale do Sinos. Neste período os setores classificados como do Comércio, de Serviços e Administração Pública registraram 3.241 novos postos de trabalho.

Na tabela 02 é possível observar a movimentação no mercado formal de trabalho dos catorze munícipios do Vale do Sinos.

Constata-se que os municípios de Araricá e Sapucaia do Sul registram saldo negativo em março de 2015, sendo que os mesmos registram saldo negativo no mesmo mês do ano anterior e para o acumulado do ano de 2015.

Somente os municípios de Nova Santa Rita e Sapiranga registram saldo positivo nos últimos doze meses.

  • Quinta, 14 de Maio de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, sistematizou informações referentes a homicídios de jovens na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, com mais de 50 mil habitantes no ano de 2012, a partir do estudo “Mapa da Violência: Os jovens do Brasil”. Esta sistematização dá sequência à análise publicada pelo ObservaSinos em 2014 sobre esta realidade no Vale do Sinos.

A base de dados que subsidia a pesquisa é de origem do Sistema de Informações de Mortalidade – SIM do Ministério da Saúde – MS e apresenta os registros de violência relacionados a suicídios, acidentes de trânsito, homicídios e taxa de ocorrências de homicídios por raça/cor.

Homicídios na RMPA

De acordo com a base de dados pesquisada, foram calculadas as taxas dos homicídios que ocorreram no ano de 2012 nos municípios brasileiros.

Dos 34 municípios da RMPA, 31 registraram homicídios, sendo 29 com mais de 10 mil habitantes. O gráfico 1 mostra os 10 municípios da região que apresentaram as maiores taxas de homicídios. 

Alvorada possui a maior taxa de homicídios, 70,9, seguida de São Leopoldo, com 44,2, Novo Hamburgo, com 43,9 e Canoas com 43,5.

Dos municípios com maiores taxas, 5 fazem parte da região do Vale do Sinos (São Leopoldo, Novo Hamburgo, Canoas, Esteio e Sapucaia do Sul).

Os municípios de Dois Irmãos, Ivoti e São Sebastião do Caí não tiveram registros de homicídios no ano de 2012, e Araricá e Glorinha registraram respectivamente 1 e 2 homicídios, porém não possuem 10 mil habitantes.

Homicídios de jovens

O Mapa apresenta, a partir da estimativa populacional do ano de 2012, a taxa de homicídios de jovens entre 15 e 29 anos nos municípios brasileiros.

A tabela 1 exibe a estimativa populacional de jovens (15 a 29 anos), o número de ocorrências de homicídios cadastrados no SIM e a taxa para o ano de 2012 nos municípios com mais de 50 mil habitantes e 10 mil jovens. A mesma se encontra ordenada pela taxa de homicídios.

Alvorada, embora não tenha sido o município com o maior número de ocorrências de homicídios de jovens, possui a taxa mais alta: 172,9. Porto Alegre, que possui mais registros da região, tem a segunda maior taxa de homicídio de jovens: 97,3.

Novo Hamburgo (96,1), Viamão (82,9) e Canoas (79,3) completam o quadro dos 5 municípios da RMPA com as maiores taxas de homicídio de jovens entre 15 e 29 anos.

Jovens Negros

No ano de 2012, estima-se que a população dos 34 municípios que compõem a RMPA seria de 4.069.738 pessoas, sendo que 82,8% desta população é branca e 16,7% negra. Com relação à população jovem, de 15 a 29 anos de idade, a estimativa em 2012 era de que se encontrava em torno de 1.036.579, sendo 81,5% da população branca e 18% negra.

A tabela 2 apresenta os municípios com mais de 50 mil habitantes e a taxa de homicídios de jovens de 15 a 29 anos nos municípios com mais de 10 mil jovens por raça/cor. A mesma se encontra ordenada de acordo com o número da população total.

Porto Alegre é o munícipio mais populoso da região, também é o que possui a maior taxa com relação aos homicídios de jovens negros: 192,2. Alvorada também possui taxa elevada com relação aos homicídios de jovens negros: 149,3, seguida de Sapucaia do Sul, com 114,5 e Viamão com 110,3.

Com relação à população jovem branca, os municípios com maiores taxas de homicídios são Alvorada (182,8), Novo Hamburgo (95,9) e São Leopoldo (78,0).

Estes dados evidenciam a importância de se debater a questão dos homicídios da população jovem, principalmente da população negra, visto que as taxas de assassinatos são muito elevadas neste segmento populacional, indicando a desigualdade e a vulnerabilidade em que se encontram.

  • Segunda, 25 de Maio de 2015

As metrópoles são espaços de vida, expressões de diferentes realidades sociais, econômicas e culturais, em que há a maior concentração de diversidades e intercâmbios entre as cidades. A análise dos arranjos populacionais é importante para a compreensão do fenômeno das metrópoles.

Entende-se como arranjos populacionais a forte integração entre dois ou mais municípios. Esta integração ocorre a partir dos movimentos pendulares, que é a necessidade de sair do município de residência para a realização de atividades relacionadas a trabalho e/ou estudo, ou devido à contiguidade entre as manchas urbanizadas, que são a aproximação entre os territórios urbanos.

A análise deste fenômeno é fundamental para se entender as metrópoles e torna-se um importante instrumento para o planejamento de políticas públicas. A observação destes arranjos se deu a partir da noção de integração, sendo esta o índice dos movimentos pendulares e a distância de até 3 km entre os territórios urbanos.

No Brasil foram identificados 294 arranjos populacionais com 938 municípios envolvidos, sendo que quase 107 milhões de habitantes se encontram nesses arranjos. O Rio Grande do Sul possui 28 arranjos populacionais. Estes dados são oriundos do censo realizado em 2010, que subsidiaram a análise e publicação "Arranjos populacionais e Concentrações Urbanas do Brasil", organizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. 

Observatório das Realidades e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, apresenta análises semanais e mensais sobre as realidades que englobam o Vale do Sinos e a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, sendo a primeira regionalização definida pelo Conselho Regional de Desenvolvimento da Região Sul - COREDE-Sul e a segunda pela Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional - Metroplan do Rio Grande do Sul.

Grande Porto Alegre 

RMPA possui 6 arranjos populacionais, onde estão concentrados 27 dos 34 municípios. Os outros 7 municípios não fazem parte de nenhum arranjo populacional e são considerados municípios isolados.

Vale do Sinos possui 4 arranjos populacionais, onde se encontram 13 dos 14 municípios da região. Apenas Dois Irmãos não participa de nenhum arranjo populacional. 

A tabela 01 apresenta os 6 arranjos da RMPA, conforme as nomenclaturas adotadas pelo IBGE. O arranjo Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo possui os municípios de CharqueadasTriunfo e São Jerônimo, enquanto o arranjo populacional de Ivoti é composto pelos municípios de Ivoti e Lindolfo Collor, sendo o menor arranjo populacional da RMPA. 

O arranjo de Novo Hamburgo-São Leopoldo é composto por 5 municípios, em que todos são pertencentes ao Vale do Sinos, que são: Campo BomEstância VelhaNovo HamburgoPortão e São Leopoldo. Por sua vez, o arranjo de Porto Alegre é o maior arranjo da RMPA, com 12 municípios, dos quais 4 são do Vale do Sinos. Os municípios deste arranjo são: AlvoradaCachoeirinhaCanoasEldorado do SulEsteioGlorinhaGravataíGuaíbaNova Santa RitaPorto AlegreSapucaia do Sul Viamão.

O arranjo de Sapiranga é composto pelos municípios de AraricáNova Hartz e Sapiranga, enquanto o arranjo Taquara-Parobé-Igrejinha é formado pelos municípios de IgrejinhaParobéTaquara e Três Coroas, sendo que este último município não pertence à RMPA.

Dos 6 arranjos, o mais populoso é o de Porto Alegre, enquanto o menos populoso é o de Ivoti. Por outro lado, apenas o arranjo de Porto Alegre não possui mancha urbanizada contígua em todo seu território, o que significa dizer que a distância entre as bordas das manchas urbanizadas principais de dois municípios se distanciam em pelo menos mais de 3 km. Todos os demais arranjos possuem mancha urbanizada contígua em seus territórios.

PIB

A tabela 02 contempla o produto interno bruto dos 6 arranjos da RMPA. Conforme a tabela, o arranjo de Porto Alegre possui o maior PIB, enquanto o arranjo de Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo possui o maior PIB per capita.

Destaca-se que o arranjo de Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo é também aquele em que a participação da Indústria na totalidade do PIB é a mais representativa, com 64,2%, enquanto o de Porto Alegre, com 22,9%, apresenta a menor representatividade da indústria dentre os 6 arranjos populacionais.

O arranjo de Taquara-Parobé-Igrejinha apresentou a maior participação da administração pública, com 17,2% de seu PIB, enquanto a maior participação dos serviços de forma geral ocorreu no arranjo de Porto Alegre, onde 60% do PIB se dá no setor de serviços.

Movimento pendular

As tabelas 03 a 08 apresentam a população, as pessoas que trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo e o Índice de integração dos municípios pertencentes ao arranjo com o próprio arranjo. É importante lembrar que as pessoas de determinado município que trabalham em um município que não faz parte do seu arranjo populacional não são contabilizadas na totalidade das pessoas que se deslocam do seu município para outro a trabalho ou a estudo.

Conforme a metodologia do IBGE, o índice de integração é feito da seguinte forma:

“O fluxo relativo é medido pelo índice de integração obtido a partir da divisão da soma de pessoas que se deslocam para trabalho e estudo entre os Municípios A e B pelo total de pessoas que trabalham e estudam no Município A, quando se mede o índice para o Município A; ou pelo total de pessoas que trabalham e estudam no Município B, quando se mede o índice para este município. Os valores iguais ou superiores a 0,25 são considerados muito altos, o que se entende como integração populacional entre os municípios envolvidos".1

Ainda segundo a metodologia adotada, o nome dos arranjos foi definido a partir de diferentes critérios, dos quais, dá-se o nome ao arranjo do município que possuir, no mínimo, o dobro da população do segundo maior município. Nos casos em que há dois ou três municípios com populações equivalente, não atingindo mais que o dobro da população, ou em caso de dois ou três municípios com populações equivalentes, ou seja, quando nenhum dos municípios do arranjo possui mais do dobro da população do outro, o arranjo leva os nomes dos dois ou três municípios maiores, sendo estes ordenados por tamanho da população e separados por hífen,  como o caso do arranjo populacional Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo, por exemplo.

Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo

A tabela 03 apresenta o arranjo populacional de Charqueadas-Triunfo-São Jerônimo. Este arranjo, composto por 3 municípios, possui uma população de 83.247 habitantes, dos quais 5.526 trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo, o que faz com que o município seja o segundo, dentre os 6, que possui o menor movimento pendular.

O movimento pendular é utilizado para expressar os movimentos quotidianos das populações entre seus ambientes de moradia e estudo e/ou trabalho.

Dos 3 municípios do arranjo, Triunfo possui a menor integração com o arranjo, com apenas 0,05. Dos 29 municípios integrantes dos arranjos da RMPA, este é o segundo município que possui o menor índice de integração do município com o arranjo. O município com maior integração neste arranjo é São Jerônimo, com 0,23, enquanto Charqueadas possui índice de integração de 0,13.

Ivoti

A tabela 04 apresenta o arranjo populacional de Ivoti. Esse arranjo é composto por 2 municípios que possuem população de 25.101 habitantes, dos quais 1.930 trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo. 

Em ambos os municípios do arranjo, 965 pessoas trabalham e/ou estudam no outro município. Sendo assim, visto que a população de Lindolfo Collor é menor, seu índice de integração se torna maior, com 0,36, um dos maiores índices dentre os municípios da RMPA, quando excluem-se os municípios do arranjo de Porto Alegre. Em Ivoti, o índice de integração é 0,08.

Novo Hamburgo-São Leopoldo

A tabela 05 apresenta o arranjo populacional de Novo Hamburgo-São Leopoldo. Este possui 586.595 habitantes, sendo o segundo arranjo mais populoso, em que 77% da população se concentram em dois dos 5 municípios do arranjo.

Neste arranjo, 91.556 pessoas trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo, dos quais 43% partem de Novo Hamburgo. Entretanto, o município com o maior índice de integração é Estância Velha, com 0,46, onde quase 12.000 pessoas partem para trabalhar e/ou estudar em outros municípios do arranjo.

Apesar de possuir a segunda maior quantidade de pessoas que se deslocam diariamente, 24.481, São Leopoldo possui o menor índice de integração do arranjo, com 0,21. Portão possui o segundo menor índice, com 0,30.

O maior arranjo da RMPA: Porto Alegre

A tabela 06 contempla o arranjo populacional de Porto Alegre. O maior arranjo da RMPA, o maior do estado e o quinto maior do país é composto por 12 municípios que possuem uma população de 2.913.039 habitantes, em que a capital gaúcha corresponde a quase metade da população. Neste arranjo, 694.244 pessoas trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo, o que o torna com o maior movimento pendular do estado.

O município com o maior índice de integração deste arranjo, e também da RMPA, é Eldorado do Sul, com 0,71. Da sua população de 34.343, 13.553 trabalham e/ou estudam em outro município do arranjo, o que equivale a aproximadamente 39%. Apesar de 41% da população de Cachoeirinha trabalhar e/ou estudar em outro município do arranjo, o índice de integração do município é menor que o do anterior, com 0,7.

Outro destaque deste arranjo populacional é que o município de Porto Alegre possui o menor índice de integração dentre os 12 municípios do arranjo, com 0,31. No município, quase 19% da população se desloca para outros municípios do arranjo diariamente a trabalho e/ou a estudo.

Sapiranga

A tabela 07 consiste nos dados do arranjo populacional de Sapiranga, que possui 98.195 habitantes. Este arranjo é composto por 3 municípios, em que Sapiranga possui 76% da população do arranjo.

 
Por outro lado, o índice de integração de Araricá é alto, com 0,43. No município, 20% da população trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo.

Taquara-Parobé-Igrejinha

A tabela 08 apresenta o arranjo populacional de Taquara-Parobé-Igrejinha. Este arranjo é composto por 4 municípios que possuem 161.653 habitantes. Este arranjo possui a menor disparidade entre os índices de integração dos municípios que o compõem dentre os 6 arranjos da RMPA. O município de Três Coroas, apesar de estar neste arranjo populacional, não pertence à RMPA

Igrejinha possui o maior índice de integração neste arranjo populacional, com 0,3. Neste município, quase 18% da população trabalham e/ou estudam em outros municípios do arranjo.

O índice de integração de Parobé e de Três Coroas é de 0,2, enquanto o de Taquara é de 0,25. Nesse município, 13% da população se desloca em movimento pendular diariamente.

Os municípios de Lindolfo Collor e Três Coroas fazem parte de arranjos populacionais da RMPA, mas não pertencem à RMPA. Por outro lado, os (7) municípios de Arroio dos RatosCapela de SantanaDois IrmãosMontenegroRolanteSanto Antônio da Patrulha e São Sebastião do Caí fazem parte da RMPA, mas não estão inclusos em nenhum arranjo populacional do estado.

Nota:

1 - Arranjos populacionais e Concentrações Urbanas do Brasil, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGERio de Janeiro - 2015. Disponivel em: http://www.ibge.gov.br/apps/arranjos_populacionais/2015/pdf/publicacao.pdf

 

 

 

  • Sexta, 29 de Maio de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho” elaborada pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, tendo como referência os dados do mês de abril de 2015.

Eis a carta.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de abril de 2015 divulgados no dia 22 de maio de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE.  O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de abril de 2015, com 97.828 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,24% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Indústria de Transformações (53.850) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. O único setor que ampliou postos de trabalho foi o setor da Agropecuária com 8.470 novas vagas. No ano foram fechadas 137.004 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de abril de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 7.278 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,27% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor do Comércio (3.044) foi o que mais fechou postos de trabalho. O setor da Construção Civil foi o que mais abriu vagas com 353 postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram criados 17.261 novas vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de abril de 2015 apresentou um decréscimo de 4.018 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 0,34% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.285 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 557 vagas de trabalho com carteira assinada.

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de abril de 2015, com a redução de 590 postos de trabalho com carteira assinada. O setor de Serviços foi o que mais fechou vagas com 355 postos de trabalho. No ano o município fechou 590 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Terça, 9 de Junho de 2015

Em abril deste ano foram reduzidos 1.519 postos de trabalho no Vale do Rio dos Sinos. Os dados são oriundos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, monitora mensalmente a variação dos postos de emprego em cada município e na região do Vale do Sinos.

A tabela 01 apresenta a movimentação no Vale do Sinos por setor. Diferentemente de 2014, quando no mês de abril apresentou criação de 596 postos, em 2015 houve redução de 1.519 postos de emprego.

Ao comparar os dois períodos, abril de 2014 e abril de 2015, identificou-se que, em ambos, o setor da Indústria da transformação obteve fechamento de postos, sendo que o saldo negativo mais elevado deu-se neste ano. Observou-se ainda que outros setores, que em 2014 obtiveram saldo positivo, como a Construção Civil, o Comércio e os Serviços, passaram a apresentar saldo negativo em 2015.

Com o término do mês de abril, o acumulado de 2015 apresentou criação de 1.792 postos, em que o setor da Indústria da transformação foi o maior responsável, com aumento de 1.973 postos. Outros 4 setores também mantiveram o saldo positivo para o ano, onde destaca-se o setor de Serviços, com criação de 731 postos.

Nos últimos 12 meses, o saldo negativo chegou a 12.412 postos, sendo que o setor da Construção Civil apresentou o fechamento de 5.644 postos.

A tabela 02 exibe o mesmo fluxo de informação da tabela anterior, porém nesta o enfoque dá-se nos municípios. Dos 14 municípios da região do Vale do Sinos, apenas 5 obtiveram saldo positivo no mês de abril de 2015 contra 8 no mesmo mês do ano anterior.

No acumulado do ano, apenas Araricá, Canoas e Sapucaia do Sul apresentaram saldos negativos na variação de postos. O primeiro obteve queda de 61 postos, apesar da criação de 14 postos em abril. O segundo apresentou saldo negativo de 544 postos, em que no mês de abril houve a redução de 582 postos. Aliado a isso, Canoas obtém uma baixa de 6.692 postos nos últimos 12 meses.

O melhor resultado no acumulado do ano dá-se em Sapiranga, com criação de 720 postos.

Campo Bom e Dois Irmãos, com aumento de 330 postos, foram os municípios que obtiveram os maiores saldos positivos após Sapiranga. Campo Bom, apesar de estar com saldo positivo no decorrer do ano, apresentou fechamento de 125 postos em abril.

Em linhas gerais, o mês de abril apresentou um resultado negativo para o mercado de trabalho no Vale do Sinos, apesar de o acumulado do ano continuar positivo.

Para visualizar a análise do mercado de trabalho para o mês de março de 2015, clique aqui.

  • Quinta, 11 de Junho de 2015

Os dados censitários são uma preciosa base de informação para subsidiar e promover o debate sobre as realidades, assim como apontar perspectivas para o planejamento, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas.

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou essa base, reuniu e sistematizou as informações para a Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA e Vale do Rio dos Sinos – VS sobre as questões relacionadas à realidade do movimento pendular a partir da pesquisa realizada em 2010.

Movimento pendular é o termo utilizado ao apontar os fluxos do quotidiano das populações entre o local de residência e o local de trabalho e/ou estudo. A tabela 01 apresenta o número de pessoas que frequentavam escola ou creche no período de realização do recenseamento, no município de residência ou não.

Constata-se que 11% das pessoas que frequentavam escola ou creche na RMPA deslocavam-se para outro município para acessar algum equipamento de educação, sendo que 829 pessoas estavam fora do país, estudando. No VS, do seu total de estudantes, 14% se deslocavam para outro município para realizar atividades estudantis e 98 pessoas residentes na região do Sinos estavam fora do país.

A tabela 02 apresenta o número de pessoas por local de exercício de trabalho principal.

Observa-se que 23,4% do total de trabalhadores residentes em algum município da região metropolitana tinham o local de exercício do trabalho fora do município de residência. Para o Vale do Sinos esse percentual é de 28,5%. Foram declaradas 485 pessoas noutro país no período de realização do censo de 2010.

A tabela 03 apresenta o tempo habitual de deslocamento do domicílio para o trabalho. Verifica-se que para a RMPA o maior percentual de trabalhadores tem tempo habitual de deslocamento de seis minutos até meia hora, 49,7% do seu total, seguido de 30% de trabalhadores com tempo habitual de deslocamento de mais de meia hora até uma hora.

Para o VS, os trabalhadores que, em sua maioria, têm tempo habitual de deslocamento de seis minutos até meia hora representam 57,6% do seu total.

Nesta mesma pesquisa foram identificados seis arranjos populacionais, onde estão concentrados 27 dos 34 municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre, sendo arranjo populacional a forte integração entre dois ou mais municípios. Esta integração ocorre a partir dos movimentos pendulares, que é a necessidade de sair do município de residência para a realização de atividades relacionadas a trabalho e/ou estudo, ou devido à contiguidade entre as manchas urbanizadas, que são a aproximação entre os territórios urbanos.

Observando este fenômeno a partir da regionalização COREDE Vale do Rio dos Sinos, identificam-se quatro arranjos populacionais, onde se encontram 13 dos 14 municípios da região. Apenas o município de Dois Irmãos não participa de nenhum arranjo populacional.

O geógrafo Paulo Roberto Rodrigues Soares, em entrevista concedida à IHU On-Line, destaca que "os locais de trabalho ainda estão relativamente concentrados e os serviços também, então a população ainda tem de se deslocar para as áreas onde se concentram o comércio, os serviços e os empregos".

Soares assinala a falta de conexão entre a expansão das cidades e as mudanças em mobilidade, onde, na reestruturação das metrópoles, primeiro se pensa e se executa a construção dos empreendimentos imobiliários e, depois, a mobilidade.

A mobilidade urbana foi tema da entrevista concedida à IHU On-Line, em novembro de 2013, por Carlos Henrique Carvalho, que teve como destaque as políticas que incentivam o transporte individual.

Carvalho avalia que uma política de mobilidade para o país necessita, “no mínimo, duplicar a malha metroferroviária brasileira e quadruplicar a malha de corredores exclusivos de transporte público urbano. Em termos de recursos, isso com certeza representaria, em médio prazo, um investimento de mais de 80 bilhões de reais”.

Grande Porto Alegre

O impacto das políticas de consumo de transporte individual pode ser percebido pela população gaúcha pelo número de veículos nas ruas. Em maio de 2015, foram contabilizados um pouco mais de 6 milhões de veículos no estado do Rio Grande do Sul, o que equivale a aproximadamente 1 veículo a cada 1,8 habitante. Já na região do Vale do Rio dos Sinos, até outubro de 2014 a frota havia chegado a 751.954 veículos, o que representa um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Desta forma, há 1 veículo para cada 1,75 habitante.

O número de veículos nas ruas e o planejamento da mobilidade na Grande Porto Alegre foi argumento para o planejamento do que hoje conhecemos como Trensurb.

Em 1976, tendo como uma das justificativas a redução de fluxo de veículos na BR-116, passou a ser ideado o plano da Trensurb, tendo uma demanda inicial “prevista de 300 mil passageiros por dia” .

Atualmente o trem possui 22 estações, que estão presentes em seis municípios da RMPA: Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Porto Alegre. A atual estrutura tem a capacidade máxima de atendimento de 21.600 passageiros/hora/sentido.

No ano de 2014 a média anual de usuários diários em dia útil foi de 191.251 passageiros. As estações com maior número de usuários ao dia são: (1) Mercado, (2) Canoas, (3) Mathias Velho, (4) Sapucaia e (5) Rodoviária. Os horários com a maior movimentação de passageiros são: manhã, 05h30 - 08h30; tarde/noite, 17h30 - 20h30.

Outra ação realizada a fim de qualificar a mobilidade na metrópole foi a integração com as linhas de ônibus. Atualmente, das 1.200 linhas de ônibus existentes na RMPA, 50% estão ligadas ao trem. A média de passageiros diários na região é de 485 mil. Serviços de táxi também são oferecidos em algumas estações do trem e alguns municípios.

Algumas ações e serviços têm sido realizadas a fim de qualificar a mobilidade urbana. Diante deste, breve, cenário: estas ações e serviços são suficientes para a demanda? 

Notas:

1 – Fonte: site da Trensurb. <http://www.trensurb.gov.br/paginas/paginas_detalhe.php?codigo_sitemap=48 >. Acessado em 10 de março de 2015.

2 – As informações sobre capacidade máxima de atendimento, média anual de usuários diários em dia útil e estações com maiores fluxos são oriundas da “Central de Atendimento ao Usuário”.

3 – Fonte: site da Metroplan - Perfil dos municípios da RMPA e Aglomerados Urbanos. <.">.">http://www.metroplan.rs.gov.br/conteudo/1356/?Perfil_dos_munic%C3%ADpios_da_RMPA_e_Aglomerados_Urbanos>. Acessado em 10 de março de 2015.

  • Quinta, 18 de Junho de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHUreuniu dados sobre as religiões em São Leopoldo a fim de subsidiar a discussão sobre esta realidade.

A análise destes dados foi realizada pelo professor Inácio José Spohr, coordenador do GDIREC. Spohr possui graduação em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos e mestrado em Ciências Sociais pelo Instituto Latinoamericano de Estudios Sociales, de Santiago do Chile.

Eis a análise.

Religiões e religiosidades no município de São Leopoldo, RS: Uma breve análise dos dados da amostra dos censos demográficos do IBGE relativos à década 2000-2010

Através deste texto, busco apresentar uma breve análise dos dados da amostra dos censos demográficos do IBGE relativos à década 2000-2010, enfocando o desempenho do movimento religioso no município de São Leopoldo. Seu propósito visa ainda reescrever e ampliar uma publicação de 2013, então divulgada nas páginas eletrônicas do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, que teve por título “Opções Religiosas em São Leopoldo” . Naquela oportunidade o texto veiculava dados que constam tão somente no censo de 2010. No texto atual procuro, portanto, reorganizar os dados já divulgados, confrontando-os com os do censo do ano de 2000, ampliando sua informação numérica e analítica.

São Leopoldo encontra-se situada na região do Vale do Rio dos Sinos, a aproximadamente 30 km de Porto Alegre. Faz limite com os municípios de Novo Hamburgo, Estância Velha, Portão e Sapucaia do Sul. De acordo com o Censo 2010, conta com uma população de 214.087 habitantes. Sua taxa de urbanização engloba 99,7% dos habitantes, contra 0,30% na área rural. Desde 1825 São Leopoldo é considerada berço da colonização alemã no Brasil, por ter sido aqui que aportaram os primeiros imigrantes alemães no País.

O município de São Leopoldo possui um diversificado parque industrial, além de um expressivo setor comercial e de serviços. Em sua área de atuação encontramos grandes empresas internacionais, tais como Stihl, SAP, Ensinger, H.T. Micron e Gedore. Mais do que isto, o município abriga ainda, vinculado à Universidade do Vale do Rio dos Sinos, o maior polo de informática do estado do Rio Grande do Sul, o Tecnosinos.

Em São Leopoldo, desde os primórdios da cidade, predomina a religiosidade cristã, sobretudo a vinculada à Igreja Católica Apostólica Romana e à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Hoje, embora o catolicismo romano continue sendo a opção religiosa da grande maioria dos leopoldenses, outras frentes religiosas vão encontrando cada vez mais adeptos. Particularmente vão ganhando espaço grupos ligados ao movimento evangélico de origem pentecostal, espiritismo, religiões afro-brasileiras e, de forma similar a outras regiões do Estado e País, cresce o número dos que se declaram sem religião, ateus e agnósticos, como veremos a seguir.

Religião Católica

Entre as diversas mutações religiosas por que passou o município de São Leopoldo na década 2000-2010, a que mais chama a atenção atinge particularmente a Igreja Católica Apostólica Romana (cf. tabela 01), pois durante este período o catolicismo romano cedeu 10,88% de seus adeptos a outras formas de crer. Se, de acordo com o Censo de 2000, o catolicismo detinha então 148.638 habitantes, o que corresponde a 76,8% da população, estes, em 2010, passam a somar tão somente 141.117 habitantes, número que corresponde a 65,92% do total da população.

Não obstante, apesar da avassaladora perda de adeptos, o catolicismo romano continua sendo um modo de crer altamente majoritário no município de São Leopoldo, visto que aproximadamente 2/3 da população entrevistada pelo censo de 2010 (65,92%) declaram adesão à fé católica.

Outros credos “católicos”, como bem anota o IBGE, apresentam participação ínfima no quadro religioso do município. A Igreja Católica Apostólica Brasileira conta, em 2010, com apenas 0,1% dos habitantes (perdeu 0,33% de seus adeptos na década). Já a Igreja Católica Ortodoxa, com apenas 22 declarantes (0,01%) em 2000, obteve um acréscimo considerável de 0,1% sobre a população do município. Passa a contar, portanto, com 240 declarantes (0,11%).

Igrejas Evangélicas de Missão

O grupo de Igrejas “Evangélicas de Missão” (tabela 02), de acordo com as amostras dos censos de 2000 e 2010, apresenta as alternativas Luterana, Presbiteriana, Metodista, Batista, Congregacional, Adventista e “outras” formas de pertença às “evangélicas de missão”. Mas, ao examinarmos a nominata das igrejas que constam no levantamento do IBGE em São Leopoldo, chama particular atenção o fato de que a pesquisa desta instituição deixa de mencionar explicitamente segmentos evangélicos tradicionais deste município. Cito, por exemplo, a “Igreja Episcopal Anglicana do Brasil” (IEAB), a “Igreja Evangélica Luterana do Brasil” (IELB) e a “Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil” (IECLB). Provavelmente os adeptos destas denominações se encontram sob o guarda-chuva da expressão “Luterana” ou, quiçá, sob o item “outras evangélicas de missão”. Mas o mais provável é que boa parte dos “evangélicos de missão” pode ser encontrada sob a alternativa “evangélica não determinada”, que em 2010 contempla 6,38% da população do município (cf. tabela 04, a ser examinada um pouco mais adiante).

Posto isto, vemos que o índice de evangélicos de missão (tabela 02) abrange 5,15% da população de São Leopoldo. Desses, como mostra o censo de 2010, 3,72% cabem à Igreja Evangélica Luterana, 0,95% à Igreja Evangélica Adventista, 0,36% à Igreja Evangélica Batista, 0,03% à Igreja Evangélica Metodista, 0,02% à Igreja Evangélica Presbiteriana, 0,02% à Igreja Evangélica Congregacional e 0,05% a outras igrejas evangélicas de missão.
Assim como o catolicismo romano, as evangélicas de missão tiveram uma diminuição que engloba 2,6% da população do município durante a década 2000-2010. Perderam adeptos as Igrejas Luterana (2,69%), Batista (0,32%) e outras evangélicas de missão (0,03%). Ganharam mais adeptos as Igrejas Adventista (0,4%) e Presbiteriana (0,02%), enquanto neste mesmo período a Igreja Evangélica Metodista manteve estáveis 0,03% de adeptos; a Igreja Evangélica Congregacional, sem registros em 2000, conquistou 0,02% dos habitantes em 2010.

Igrejas Evangélicas de origem pentecostal

Dentre as denominações religiosas de origem pentecostal (tabela 03) merece destaque a Igreja Assembleia de Deus. Esta Igreja reúne 6,84% dos leopoldenses (14.641 habitantes), enquanto outras igrejas, como a Universal, a Congregação Cristã do Brasil, a Evangelho Quadrangular e a Deus é Amor, entre outras, somam menos que a metade da opção evangélica de “origem pentecostal”. Também no elenco das opções religiosas dessa mesma origem, o termo “outras” chama atenção: 7.641 adeptos (3,57%) representam um grau de incerteza relativamente alto quanto à pertença religiosa pentecostal no município.

Ao contrário das tradições religiosas católica e evangélica de missão, as religiões evangélicas de origem pentecostal tiveram significativo acréscimo de adeptos na década. Se em 2000 este conjunto de igrejas detinha um total de 16.763 declarantes (8,67%), em 2010 este número se eleva para 26.133 (12,22%). O fato corresponde a um acréscimo equivalente a 3,55% da população do município. Participam desse crescimento as Igrejas: Assembleia de Deus (com mais 1,44%), Deus é Amor (0,27%), Evangélica renovada não determinada (0,02%) e “Outras Evangélicas de origem pentecostal” (2,84%).

Mas nem todas as religiões integrantes do grupo de origem pentecostal obtiveram igual desempenho durante a década. Como podemos observar na tabela 03, algumas destas igrejas se destacam pela trajetória inversa à do crescimento do grupo como um todo. Diminuíram de tamanho as igrejas: Congregação Cristã do Brasil (com menos 0,05%), O Brasil para Cristo (0,01%), Evangelho Quadrangular (0,13%) e Universal do Reino de Deus (0,82%). Esta última perdeu parte de seus adeptos, embora seja muito conhecida em toda a região por sua alta presença nos meios televisivos.

Igrejas Evangélicas sem vínculo institucional e não determinada

Em relação ao grupo de igrejas aqui denominado “evangélicas sem vínculo institucional e não determinada” (tabela 04), cabe esclarecer que o censo de 2000 pesquisou as alternativas “evangélicos sem vínculo” (0,11%), “evangélicos de origem pentecostal sem vínculo” (0,27%) e membros de “outras religiões evangélicas” (0,24%). As três alternativas somam, portanto, 1.208 aderentes, um índice igual a 0,62% da população do município.

Já no censo de 2010 as alternativas acima foram substituídas pela opção “evangélica não determinada”, ocasião em que o IBGE obteve 13.662 respostas positivas, um contingente de adeptos que corresponde a 6,38% da população. Este número, comparado ao do censo de 2000, indica que houve um incremento de 5,76% sobre os habitantes no município de São Leopoldo. Significa também que um grande contingente de entrevistados não declararam (ou não souberam definir) o nome de seu credo evangélico. Ou, ainda, não se sentiram representados pelas alternativas que constam na tabela 02, como assinalei acima.

Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias, Testemunhas de Jeová, Espiritualista e Espírita

No grupo de religiões da tabela 05 encontramos uma tendência de crescimento bastante significativa, tanto em São Leopoldo quanto em outras regiões do Vale do Rio dos Sinos. Trata-se, no caso, do importante crescimento do Kardecismo, aqui denominado Religião Espírita . Se no censo de 2000 os espíritas contavam somente com 2.282 representantes (1,18%), em 2010 passam a contar com 5.502 habitantes (2,57%). O incremento proporciona uma variação positiva superior ao dobro do número de membros espíritas obtidos no censo anterior .


De acordo com o censo de 2010, as práticas religiosas reunidas sob a denominação Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e Testemunhas de Jeová, já bastante diminutas em 2000, ficaram ainda menores. A primeira passou de 0,24% dos habitantes para tão somente 0,17%, e a segunda migrou de 0,73% para 0,65%. A religião Espiritualista, sem representantes em 2000, passa a contar em 2010 com 0,06% da população do município.

Religiosidades de Matriz Africana

É sobejamente conhecido o fato de que as Religiões Afro-Brasileiras, devido à sua herança histórica, são numericamente sub-representadas, principalmente quando se trata de dados emanados dos censos. Isso porque nem sempre os adeptos desses credos encontram condições suficientes que permitam deixar inequivocamente clara sua pertença religiosa. Com frequência marcam a opção “católica” (religião dominante e socialmente mais palatável), quando efetivamente fazem parte da Umbanda, do Batuque ou mesmo do Espiritismo.

Por conseguinte, é possível afirmar que os dados apresentados pela amostra dos censos demográficos de 2000 e 2010 (tabela 06) denotam estas mesmas ou outras inconstâncias, quando se trata das religiões Afro-Brasileiras no município de São Leopoldo? Senão vejamos.

De fato, os dados da tabela 06 informam que, de acordo com o censo de 2010, há somente 2.472 praticantes (1,15%) que declaram pertença a uma religião Afro-Brasileira no município de São Leopoldo. Destes, 2.252 (1,05%) declararam ser da Umbanda, 41 (0,02%) se identificam com a expressão religiosa “Candomblé” e outros 176 (0,08) declararam tomar parte em “Outras religiosidades Afro-Brasileiras”. Comparado ao resultado do censo de 2000, que reuniu então apenas 0,66% da população, os 1,15% da população de São Leopoldo em 2010 representam um incremento de 0,49% de adeptos no meio religioso afro-brasileiro.

Ainda assim os dados dos censos de 2000 e 2010 transmitem a sensação de estarem aquém do esperado. Em recente visita a terreiros (entre 2012 e 1013), sobretudo em datas festivas de Ogum, Iemanjá e Oxum, o movimento religioso africanista (como gostam de se apresentar) dá mostras de que podem existir, na realidade, indicadores bem mais alentados do que estes apresentados pelos censos. Segundo dados reunidos pela Associação Afro-Umbandista de São Leopoldo e pela Associação Leopoldense de Candomblé, Umbanda e Cultos Afro-brasileiros (Alcucab), estão em funcionamento no município proximamente 468 Casas de Religião Africana. Se cada uma delas tiver, em média, 10 a 20 adeptos, a soma destes ultrapassaria, distante, o número registrado pelo censo. Contudo, sem um censo específico que tenha foco na experiência religiosa africanista, torna-se difícil averiguar o que, de fato, acontece neste meio .

Por último cabe, também, um alerta quanto à nomenclatura usada no censo. No Rio Grande do Sul o nome “Candomblé”, por ser pouco conhecido, pode ter contribuído pelo exíguo número de registros afro-brasileiros. Mais conhecidas são as denominações Batuque (termo muito popular), Religião (dizem comumente: “fulano é de religião”), Nação, Religião Africana e Africanismo, entre outras.

Outro aspecto que chama atenção dos que tratam do tema religiões de matriz africana aborda questionamentos quanto à “raça” e à “cor” do contingente que frequenta as casas desse grupo de religiões. No caso, os dados do censo de 2010 informam que, de um total de 2.473 habitantes que frequentam casas de religião africana, 1.768 (71,49%) são da cor “branca”, enquanto 370 (14,99%) são da cor “preta” e outros 335 (13,55%) são da cor “parda”.

Pretos e pardos somam, portanto, 28,51% nestas casas, enquanto os “brancos africanistas” (permita que os designe dessa forma) perfazem 71,49%. Por conseguinte, os dados do Censo confirmam, por um lado, que a grande maioria dos que frequentam religiões afro-brasileiras é formada por brancos e que, nestas mesmas casas, pretos e pardos participam em número que supera sua representatividade real na região; por outro lado, confirmam que as religiões afro-brasileiras não são religiões só de negros, mas também não confirmam a ideia de que sejam (absolutamente) brancas.

A propósito, o censo de 2010 anota que, em São Leopoldo, moram 10.334 “pretos” (que representam 4,83% da população) e 18.688 “pardos” (índice equivalente a 8,73% da população). Pretos e partos representam, portanto, 13,56% dos habitantes do município.

Religiões do Próximo Oriente: Judaísmo e Islamismo

Em São Leopoldo, segundo o Censo de 2010 (tabela 07), somente 09 pessoas se identificaram com a religião Judaica e 54 com a do Islã. Não há registros de pertença religiosa judaica ou islâmica no censo de 2000.

Historicamente, o Islamismo e o Judaísmo não fazem parte da tradição religiosa do município. Estas formas religiosas, não obstante, encontram maior representatividade em Porto Alegre e em algumas cidades da fronteira sul do Rio Grande do Sul.

Religiões Orientais

De acordo com o IBGE, as religiões orientais, em São Leopoldo (tabela 08), encontram bem poucos integrantes. Tanto o Budismo quanto o Zen-Budismo e Brahma Kumaris (não lembrada pelo censo), entre outras, embora estabelecidas já há alguns anos na região, ainda são objetivamente desconhecidas enquanto efetiva opção religiosa para a grande maioria da população. “O budismo, como prática religiosa, ainda é uma flor exótica”, conclui Monja Kokai, do Zen-Budismo Vale do Sinos .

Conforme o censo de 2000 havia então, em São Leopoldo, 199 pessoas (0,1%) identificadas como membros de religiões orientais: 72 (0,04%) declararam ser budistas e outras 127 (0,06%) declararam pertença a “Outras religiões orientais”. Já no censo de 2010 os integrantes de um credo de origem oriental diminuem um pouco: de 199 aderentes (0,1%), as religiões orientais passam a contar com somente 177 (0,09%). Destes, 58 (0,03%) pertencem ao Budismo, 54 (0,03%) são da Igreja Messiânica Mundial (que não teve registros no censo de 2000) e 65 (0,03%) dos entrevistados registram ser de “Outras religiões orientais”. O Hinduísmo não registrou adeptos em ambos os censos.

Religião não determinada e múltiplo pertencimento

O tema “religiosidade não determinada”, “mal definida”, “não sabe” ou “sem declaração” recebe do IBGE um tratamento diferenciado na década 2000-2010. No censo de 2000 o Instituto pesquisa, como podemos ver na tabela 09, somente o item “não sabe”, quando obteve 178 respostas. Portanto, 0,09% dos entrevistados não souberam definir se têm ou não, digamos, uma afinidade religiosa que possa ser identificada.

Já no censo de 2010 o IBGE remodela a busca por indivíduos nesse grupo. Pergunta, então, sobre “religiosidade não determinada ou mal definida”, que rendeu 802 respostas (0,37% da população); sobre “declaração de múltipla religiosidade”, que somou outras 127 respostas (0,06%); e sobre “sem declaração”, que proporcionou mais 176 respostas (0,08%). Somados os percentuais de 2010 observamos, então, que 0,51% da população de São Leopoldo se enquadra na definição religiosa desse grupo. Portanto, um número 0,42% maior que o do censo de 2000.

Chama atenção que somente 127 pessoas (0,06%) evidenciem uma opção de “múltipla religiosidade”. Não poucas vezes deparamos com indivíduos e grupos de pessoas que, embora católicos ou evangélicos, denotam frequência a outros credos como os da Umbanda, Religião Africana e Espiritismo, entre outros.

Tradições Esotéricas e Indígenas

Os dados do IBGE mostram que grupo religioso formado por tradições esotéricas e religiosidades indígenas vem a ser bastante exíguo em São Leopoldo. Conforme a tabela 10, as tradições esotéricas somam, em 2000, apenas 32 adeptos (0,02%), mas estas, em 2010, passam a contar com 135 adeptos (0,06% da população). As tradições indígenas, com 34 registros (0,02%), aparecem somente no censo de 2010.

Efetivamente, a terra dos “capilés” consegue apresentar apenas 34 pessoas que confessam ter um credo religioso identificado com a tradição indígena... De fato, em São Leopoldo encontramos um pequeno grupo de indígenas Kaingang, alojados numa reserva do bairro Feitoria. Atuantes, circulam pela cidade com suas roupas coloridas, rostos típicos, com grandes bolsas carregadas nas costas. Vendem bugigangas, ganham a vida com dignidade. E, como não, também devem ser dignos de sua tradição religiosa “índia”.

Mas vamos a alguns números emanados do censo de 2010. Pelo sim e pelo não, este informa que, das 34 pessoas que declaram pertença à religiosidade indígena, 25 são “brancos” e 09 são da cor “parda”. Nenhum dos 34 adeptos da tradição religiosa indígena é indígena.

O mesmo censo informa ainda que, em São Leopoldo, 171 pessoas declaram ser de ascendência indígena. Destas, 75 são católicos, 19 são da Assembleia de Deus, 27 afirmam pertença à opção Evangélica não determinada, 11 são da Igreja Testemunhas de Jeová e 39 se declaram sem religião.

Sem Religião, Ateus e Agnósticos

Quando verificamos quantos moradores de São Leopoldo se enquadram na opção “sem religião”, observamos que o censo de 2000 aponta que estes somam 4.876 indivíduos, que representam 2,52% da população do município. Já no censo de 2010 esta questão recebe um tratamento bem mais amplo. O IBGE passa, então, a perguntar sobre quantos são “sem religião-sem religião”, sobre quantos se consideram “sem religião-ateus” e sobre quantos subscrevem o termo “sem religião-agnósticos”. A soma dos três itens rende um total de 9.742 habitantes, ou seja, 4,44% da população do município. Destes, 9.054 (4,55%) se identificam como “sem religião”, 609 (0,28%) se declaram “ateus” e outros 79 (0,04%) indicam que são “agnósticos”.

Além dos números, é possível pensar que em São Leopoldo, assim como em outros locais do país, não é tarefa fácil declarar-se ateu. Aqui vigoram costumes e crenças avassaladoramente cristãos (89,66% dos leopoldenses se declararam pertencentes à fé religiosa católica ou evangélica), a palavra “ateu” evoca estranhamentos, quando não resulta em condenações e exclusão. Se, nesta região, por um lado, é bastante aceitável ser católico ou evangélico não praticante, ser manifestamente ateu, ou ateísta, ainda requer força e coragem. Talvez, por isso, tenhamos tão poucos ateus e agnósticos.

Conclusões

A título de conclusão apresento, a seguir, algumas considerações quanto ao desempenho das religiões e religiosidades em São Leopoldo durante a década 2000-2010. Primeiro aspecto que reavalio aqui trata do tema “Religiões Evangélicas”. Como anotei acima, vimos que na década passada as religiões “Evangélicas de Missão” (tabela 02) diminuíram 2,6% sobre o total de habitantes de São Leopoldo, enquanto as religiões “Evangélicas de origem pentecostal” (tabela 03) e os declarantes “Evangélicos sem vínculo institucional e Evangélica não determinada” (tabela 04) tiveram um acréscimo de adeptos que equivale, respectivamente, a 3,55% e 5,76% da população do município. A soma dos dados informa, pois, que o meio evangélico teve um incremento real de 6,71% na década, como podemos observar na tabela 12. Passou de 32.999 (17,04%) para 50.834 adeptos (23,75%).

Não obstante, quanto à significativa expansão evangélica em São Leopoldo durante a década 2000-2010, cabe alertar que esta deve ser entendida à luz do termo “evangélica não determinada”, que, como já assinalei na apresentação da tabela 04, contabiliza 6,38% da população do município. Ou seja, temos aqui um índice populacional relativamente constituído por pessoas que, possivelmente, não querem ou não sabem declinar o nome de sua religião, ou que então se enquadram numa espécie de “igreja evangélica genérica” , uma opção religiosa próxima ou similar a de um “católico não praticante”.

Outro aspecto do quadro religioso de São Leopoldo avalia o desempenho do conjunto das denominações cristãs. Estas, de acordo com a tabela 13, tiveram uma redução numérica de praticantes que alcança 4,13% da população, apesar do vertiginoso crescimento pentecostal neste município. Ou seja, o cristianismo está diminuindo em São Leopoldo. Ou ainda, o crescimento pentecostal não supre as deficiências do catolicismo e de algumas das Igrejas Evangélicas de Missão. Efetivamente cresceram as Evangélicas de origem pentecostal (3,55%), os Evangélicos sem vínculo institucional e não determinada (5,75%) e um pequeno grupo intitulado “outras cristãs” (0,27%). Mas a expansão destas não supre as perdas da Igreja Católica Apostólica Romana (com menos 10,88%), da Católica Brasileira e Ortodoxa (com menos 0,23%) e das Evangélicas de Missão (com menos 2,6%).

Contudo, apesar da redução numérica do cristianismo na ordem de 4,14%, este permanece absoluto em São Leopoldo. As diferentes denominações cristãs alcançam 90,15% da população. As demais formas de crer ou descrer somam, portanto, somente 9,85% desta mesma população.

O terceiro aspecto que chama a atenção no quadro do desenvolvimento das religiões no município de São Leopoldo diz respeito à diversidade e desempenho destas durante a década 2000-2010. Como podemos observar na tabela 14, a coluna percentual do ano de 2010 elenca, por ordem decrescente, o tamanho numérico de cada um dos segmentos que fazem parte da diversidade religiosa desta cidade. Desde logo observamos que (1) a Igreja Católica Apostólica Romana, embora 10,88% menor que em 2000, se mantém altamente majoritária no quadro religioso do município, porque continua sendo a opção religiosa de 65,92% de todos os declarantes do censo de 2010.

O segundo segmento religioso em grau de importância numérica pertence ao meio religioso evangélico. A prevalência cabe às (2) Igrejas Evangélicas de origem pentecostal, que reúnem 12,22% da população do município. Segue um grupo de praticantes formado por (3) Evangélicos pentecostais sem vínculo institucional e igreja não determinada, que soma 6,38% da população. O grupo formado pelas (4) Igrejas Evangélicas de Missão, embora menor que em 2000, mantém, em 2010, a preferência de 5,15% dos declarantes. Logo, em conformidade com a tabela 12, o conjunto das igrejas evangélicas soma 23,75% da população.

O quinto grupo em grau de importância numérica na diversidade religiosa do município de São Leopoldo, ao contrário dos demais grupos, é propriamente formado por “não religiosos”, visto que dele fazem parte os declarantes (5) “sem religião”, “ateus” e “agnósticos”, que representam 4,55% dos moradores da cidade. Seguem, por ordem de importância, os grupos religiosos: (6) Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias, Testemunhas de Jeová, Espiritualista e Espírita, com 3,45%; (7) religiões Afro-Brasileiras, com 1,15%; (8) religião não determinada e múltiplo pertencimento, com 0,51%; (9) Católica Apostólica Brasileira, Católica Ortodoxa e outras cristãs, com 0,48%; (10) Religiões Orientais, com 0,09%; (11) Tradições Esotéricas e Indígenas, com 0,08%; e (12) Judaísmo e Islamismo, com 0,03% da população.

Por último cabe ainda observar que os dados aqui analisados indicam que a diversidade religiosa no município de São Leopoldo deverá se manter em alta na próxima década e, quiçá, em outras décadas mais. E, neste sentido, um dos papéis centrais na diversificação religiosa envolve o catolicismo que, possivelmente, deverá manter sua tendência de queda nos próximos anos. Historicamente provém de um período em que, por séculos, reinou absoluto como religião de Estado. Desde a proclamação da república, em 1889, Igreja e Estado seguem oficialmente separados, mas somente a partir da segunda metade do século passado, com o advento das religiões neopentecostais, que o mercado da religião inicia um período realmente competitivo. Desde então o catolicismo romano vem cedendo, paulatinamente, aderentes a outros credos, sobretudo ao segmento pentecostal. Em um contexto de democracia religiosa, o catolicismo romano perde seus privilégios e, aos poucos, com os pés no chão, se insere em um meio religioso onde será percebido como uma das muitas denominações religiosas do município.

Mas, de acordo com os censos de 2000 e 2010, o catolicismo romano não é um único grupo religioso que vem perdendo espaço numérico entre a população local, Estado e País. Em São Leopoldo, além dos católicos, portanto, perderam adeptos algumas Igrejas integrantes do grupo religioso denominado Evangélicas de Missão (tabela02) e mesmo algumas igrejas que fazem parte do grupo denominado Evangélicas de origem pentecostal (tabela 03).

Não obstante, ainda que as Evangélicas de origem pentecostal, como observamos acima (tabelas 03, 04 e 12), tenham conquistado um significativo quinhão de novos adeptos, o cristianismo como um todo cedeu aderentes a credos fora de seu paradigma religioso, um contingente que corresponde a 4,13% dos entrevistados pelo censo de 2010, comparado ao do ano de 2000 (tabela 13). E se são estes os grupos religiosos que cedem adeptos, quais recebem, então, novos aderentes no município de São Leopoldo? De acordo com a tabela 14, o grupo que obteve mais novos adeptos fora da área cristã vem a ser, justamente, o grupo formado por declarantes sem religião, ateus e agnósticos. Estes, em 2000, detinham 2,52% da população, mas em 2010 passam a contar com 4,55% desta mesma população.

Além do grupo sem religião, existem ainda outros dois grupos religiosos que se beneficiam com adeptos oriundos da área do cristianismo. Este vem a ser o caso do Espiritismo e das religiões Afro-Brasileiras. O Espiritismo, como indica a tabela 05, praticamente dobrou seu número de participantes: passou de 1,18% dos habitantes de São Leopoldo para 2,57%, um índice que proporciona um acréscimo de 1,39% da população do município. Já as religiões de matriz africana (tabelas 06 e 14) tiveram um aumento um pouco mais modesto. Mesmo assim, na prática, dobram o número de seus participantes, passando de 0,66% para 1,15% dos adeptos religiosos do município de São Leopoldo.

Notas:

1 - http://www.ihu.unisinos.br/areas/trabalho/observa-sinos/520303-opcoes-religiosas-em-sao-leopoldo

2 - https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/home/

3 - http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Leopoldo

4 - Conforme o Censo de 2010, os que declaram pertença à Igreja Católica Apostólica Romana na Região do Vale do Rio dos Sinos (14 municípios) somam 67,84% da população. No RS os católicos perfazem 68,82%, enquanto no Brasil a cifra católica romana é um pouco menor, pois alcança 64,63% de seus habitantes.

5 - O IBGE não distingue entre “evangélicas de origem pentecostal” e “evangélicas de origem neopentecostal”.

6 - A “Igreja Evangélica Renovada não determinada” não teve registros no censo de 2000.

7 - Note-se que os dados dos Censos não distinguem entre “casas confederadas” e casas espíritas independentes. Ambas as formas espíritas marcam presença em São Leopoldo.

8 - Assim como entre os adeptos das religiões africanistas, também no meio Espírita pode haver certa omissão identitária, visto que nem todos os que frequentam aquelas casas declaram-no de forma precisa. Dada a “característica cristã” da doutrina de Allan Kardec, um razoável contingente de integrantes do catolicismo e igrejas evangélicas costuma, rotineira ou esporadicamente, participar de eventos espíritas, sem que isso represente dúvidas sobre sua origem religiosa.

9 - A pesquisa “Religiões na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS)”, do GDIREC, em uma de suas publicações intitulada “O mundo das religiões em São Leopoldo” (Caderno CEDOPE, ano 13, n. 16, 2001), destaca que o município de São Leopoldo, em 2001, mantinha 364 locais de culto (Afro e Umbanda 101, Católica 64, Pentecostais e Neopentecostais 137, Espíritas 17, Evangélicas Históricas 28 e diversas 17). O mesmo caderno também aponta que as religiões então cadastradas pela pesquisa apresentavam 53.520 frequências semanais a seus templos e casas de culto, o que representa 27,6% sobre um universo de 193.403 moradores. Destas 53.520 frequências semanais, as religiões Afro e Umbanda detinham 11,7%, a Católica 26,4%, os Pentecostais e Neopentecostais 44,6%, o Espiritismo 5,5%, as evangélicas históricas (o mesmo que evangélicas de missão) 5,4% e as Diversas 6,2%. 139.883 pessoas (72,4%) marcavam presença esporádica em cultos religiosos ou sem nenhuma participação.

10 - http://www.brahmakumaris.org/brazil/sedes/Regiao_Sul/Sao_Leopoldo

11 - http://zenvaledossinos.blogspot.com.br/

12 - No Estado do Rio Grande do Sul temos: 5,35% de moradores que se identificam como “sem religião”, 0,47% como “ateus” e 0,08% como agnósticos. A soma no RS corresponde a 5,9% da população. No Brasil os dados são respectivamente: 7,65% de moradores sem religião, 0,32% de ateus e 0,07% de agnósticos. Total no Brasil: 8,04%.

  • Sexta, 26 de Junho de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de maio de 2015.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de maio de 2015 divulgados no dia 18 de junho de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE. O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de maio de 2015, com 115.599 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,28% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Agropecuária foi o único que abriu postos de trabalho com 28.362 vagas. Indústria de Transformações (291.970) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 243.948 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de maio de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 15.815 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,59% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Indústria de Transformação (5.901) foi o que mais fechou postos de trabalho. No mês nenhum setor gerou postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram criados 1.335 novas vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de maio de 2015 apresentou um decréscimo de 6.273 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 1,00% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.300 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 6.713 vagas de trabalho com carteira assinada. Ao olhar as informações da Indústria de Transformação, na RMPA, percebe-se que nenhum segmento analisado gerou postos de trabalho. No setor do Serviço o segmento de Transportes e comunicações (107), o setor de Serviços médicos, odontológicos e veterinários (130) e o setor do ensino (172) abriram postos de trabalho com carteira assinada.

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de maio de 2015, com a redução de 374 postos de trabalho com carteira assinada. O setor da Construção Civil foi o que mais fechou vagas com 176 postos de trabalho. No ano o município fechou 1.008 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Terça, 30 de Junho de 2015

A violência contra as mulheres é uma questão social que demanda um grande investimento da sociedade civil e do governo para o enfrentamento do fenômeno e de suas causas. Uma conquista no campo das legalidades para o combate a este tipo de violência foi a aprovação da Lei 11.340/06 – Lei Maria da Penha.

A Lei visa criar mecanismos para coibir casos de violência doméstica e familiar, bem como garantir os direitos humanos das mulheres.

Entre as medidas de prevenção à violência presentes na Lei, está inserida a promoção de estudos e levantamentos estatísticos e sistematização dos dados pelos órgãos do Judiciário e Segurança Pública.

Sendo assim, o Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, sistematizou os dados atualizados sobre violência contra a mulher, no contexto da Lei Maria da Penha, disponibilizados pela Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul – SSP/RS para a região do Vale do Sinos.

Os dados foram disponibilizados em 02 de janeiro de 2015, mas podem ser alterados conforme a revisão de ocorrências duplicadas, apuração de informações oriundas de investigações, diligências, perícias, correção de fato no final da investigação policial, entre outros.

As tabelas apresentam quatro tipos de crimes contra a mulher nos anos de 2012 a 2014 – ameaça, lesão corporal, estupro e femicídio consumado e tentado, sendo que os dados sobre femicídios tentados correspondem aos anos de 2013 e 2014 (tabela 05). A coluna % (vítimas/total) mostra a participação de cada município no total do estado. Os municípios que estão em negrito nas tabelas são aqueles que estão entre os 10 do estado que apresentaram o maior número de ocorrências. 

Além disso, a taxa de mulheres vítimas, que é apresentada em quatro tabelas, mostra o número de mulheres que sofreram a violência a cada 10.000 mulheres. Essa taxa possibilita a comparação entre regionalizações que possuem populações muito distintas entre si.

O CASO ARARICÁ

Como o município de Araricá não possui 10.000 mulheres, a taxa de mulheres vítimas no município é maior que a incidência real de ocorrências, entretanto este fator não afeta, no todo, a comparação da taxa do município com as demais. Porém, há de se ter cuidado com a distorção por equiparar municípios com tamanhos de população muito diferentes. 

Cotidianamente, os municípios com menores populações são excluídos da análise, ou eventualmente, estas populações são agregadas a municípios vizinhos com características semelhantes. Ainda assim, optou-se por manter o município de Araricá, apesar deste apresentar distorção devido a pequena população.

TIPOS DE CRIMES

A seguir são apresentados os quadros da realidade para diversos tipos de crimes da Lei Maria da Penha. O primeiro deles é a ameaça.

Ameaça

O crime de ameaça está categorizado na Lei Maria da Penha como violência psicológica, o que corresponde a qualquer conduta que cause dano emocional, diminuição de autoestima e degradação. 

A tabela 01 apresenta os dados de ameaça notificados. O Vale do Sinos apresentou 13,77% das vítimas do estado, no qual Canoas e Novo Hamburgo estiveram entre os 10 municípios com o maior número de ocorrências.

Em 2014, foram notificados 5.913 casos de ameaça no Vale do Sinos, o que representa uma diminuição de 6% ao levar em conta o período 2012-2014. Na região, a taxa de mulheres vítimas em 2014 foi de 89,3, sendo, portanto, maior que a do estado, que é de 79,8. 

O município com a maior taxa de mulheres vítimas de ameaça é Araricá, com 149,5. No município, foram notificados 36 casos em 2014. A taxa de Sapiranga é a segunda maior, com 137,9, no qual em 2014 foram notificados 524 casos, um recuo de 8% referente ao ano anterior. 

A menor taxa, entretanto, foi em Nova Hartz: 53,9. No município, durante o período analisado, foram notificados 181 casos, que em 2014 teve a menor frequência, com 50 ameaças. No período de 2012-2014, houve uma diminuição de 25% nas ameaças. O segundo município com a menor taxa foi Ivoti, com 55,6.

Lesão corporal

A lesão corporal está categorizada como violência física, que consiste em qualquer conduta que ofenda a integridade física e a saúde da mulher. 

A tabela 02 exibe os dados referentes à lesão corporal. No Vale do Sinos, foram registrados 9.929 casos no período, o que expressa 12,63% dos casos do estado. Além disso, no período 2012-2014 houve recuo de 11% no número de casos notificados.

No Vale do SinosCanoas e São Leopoldo ficaram entre os 10 com mais notificações no estado. Ainda assim, a maior taxa de mulheres vítimas foi registrada em Araricá, com 78,90 vítimas a cada 10.000 mulheres. No município, foram notificadas 19 lesões corporais em 2014, contra 10 em 2013. 

IvotiNova Hartz, mais uma vez, registraram as menores taxas. O primeiro registrou 19,86, em que foram lesionadas 20 vítimas em 2014. Outro destaque para este município é que, de 2012 a 2014, houve recuo de 58% no número de casos. O segundo município também apresentou recuo no período, que em 2014 teve 29 casos notificados.

Estupro

O crime de estupro localiza-se nos tipos de violência doméstica e familiar cometido contra mulheres como violência sexual, que corresponde a condutas de constrangimento, limitação ou anulação do exercício de direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

A tabela 03 contém os dados para estupro. No Vale do Sinos, durante o período, foram notificados 520 casos, com destaque para uma redução de 24% de 2012 a 2014.

O município com mais casos em 2014 foi Canoas, com frequência de 43. No entanto, a taxa de Canoas, que foi de 2,56, não foi a maior da região, que foi registrada, mais uma vez, em Araricá, com taxa de 8,31 vítimas a cada 10.000 mulheres no período. No município, em cada um dos anos analisados houve 2 ocorrências.

Por outro lado, o município de Ivoti não apresentou nenhuma notificação de estupro em 2014, apesar de ter ocorrido um caso registrado em 2013. Esteio obteve a segunda menor taxa, com 0,72. O município apresentou 15 notificações no período, sendo apenas 3 em 2014. 

Femicídio

O crime de femicídio/feminicídio corresponde ao homicídio doloso praticado contra mulheres por condição do sexo feminino. 

O termo feminicídio, segundo Segato (2006), é uma politização dos homicídios de mulheres, que são resultados de um sistema em que o poder e a masculinidade estão presentes na sociedade em forma de misoginia: o ódio e o desprezo pelo corpo feminino e pelos atributos associados ao feminino.

Em março de 2015, foi sancionada a Lei 13.104/15 , que considera o feminicídio um crime hediondo. A Lei prevê o aumento da pena para os casos em que ocorrer os crimes envolvendo violência doméstica e familiar e o menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

A tabela 04 contém as informações acerca do femicídio consumado. Percebe-se que dos 14 municípios da região, 6 não tiveram registros de tal ocorrência: AraricáCampo BomEstância VelhaIvotiNova Hartz e Nova Santa Rita.

Nos demais municípios, Canoas e São Leopoldo, além de figurarem entre os 10 municípios com as maiores frequências do estado, também tiveram as maiores frequências da região, com 9 ocorrências em cada município. Ainda assim, as maiores taxas para 2014 foram registradas em outros municípios.

A maior taxa ocorreu em Sapucaia do Sul, em que ocorreram 0,45 casos a cada 10.000 mulheres. Novo Hamburgo obteve 7 notificações no período, em que 2013 não apresentou nenhum relato. No Vale do Sinos, o ano de 2013 apresentou apenas 6 casos, o que representa apenas 16% do período de três anos.

A tabela 05 exibe os dados de 2013 e 2014 para o femicídio tentado. No período, o Vale do Sinos registrou 69 notificações, das quais 74% ocorreram em CanoasNovo Hamburgo e São Leopoldo.

Dos 14 municípios do Corede Vale do Rio dos Sinos, apenas 3 não registraram casos no período: AraricáDois Irmãos e Ivoti. Além disso, 7 municípios apresentaram pelo menos uma ocorrência em cada um dos anos analisados. 

O maior número de casos se deu em Canoas, com 18 ocorrências, das quais 10 ocorreram em 2014. O município de Novo Hamburgo registrou 17 notificações contra 16 de São Leopoldo. Em conjunto, os 3 municípios alcançaram 74% dos registros, apesar de possuírem apenas 60% da população do Vale do Sinos.

A divulgação dos dados sobre a violência contra a mulher é recente e pode se constituir em ferramenta de denúncia às violências praticadas contra mulheres, entendendo esta como uma violação aos direitos humanos.

A sistematização dos dados sobre violência contra as mulheres se faz necessária para construir o debate em torno deste fenômeno ainda muito presente na sociedade, bem como fomentar a elaboração e execução de políticas públicas de enfrentamento às violências.

  • Segunda, 6 de Julho de 2015

O mercado formal de trabalho brasileiro registrou saldo negativo de 115.599 postos de trabalho com carteira assinada no mês de maio de 2015. No mesmo período houve decréscimo de emprego formal no estado do Rio Grande do Sul e na Região Metropolitana de Porto Alegre. A sistematização e apresentação destes dados para estes territórios compõem a “Carta do mercado de trabalho” produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas.

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, monitora mensalmente a variação dos postos de emprego e desemprego em cada município e na região do Vale do Sinos a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

A tabela 01 apresenta a movimentação do mercado de trabalho no Vale do Sinos pelos setores adotados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Observa-se que o mês de maio registrou saldo negativo de 1.958 postos de trabalho.

Em maio de 2015, houve 13.519 admitidos na região, frente a 15.477 desligamentos, o que gerou um saldo negativo de 1.958 postos. Em maio de 2014, o saldo negativo foi ainda maior, atingindo 2.300 postos.

Com o resultado negativo de maio, o acumulado do ano de 2015 voltou a ser negativo, com perda de 166 postos de trabalho. Já o saldo nos últimos 12 meses passou para 12.070 desligamentos a mais que admissões.

Destaca-se ainda, que o Setor da Indústria da transformação apresentou o pior resultado em maio, com redução de 1.188 postos. Outros 4 setores também obtiveram saldos negativos no mês, frente a avanços dos Setores da Extrativa Mineral, da Administração Pública e da Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, com saldos positivos que não passaram de 12, caso do último setor citado.

Por outro lado, no acumulado de 2015, o Setor da Indústria de transformação apresenta o melhor saldo, com criação de 785 postos, frente ao saldo negativo do Setor do Comércio com perda de 1.118 postos.

A tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho no Vale do Sinos. Nota-se que, no mês de maio de 2015, o município de Novo Hamburgo alcançou o pior saldo, com perda de 424 postos.

Além de Novo Hamburgo, outros 11 municípios registraram saldos negativos no mês. Apenas Dois Irmãos e Esteio obtiveram saldos positivos, o primeiro com a criação de 39 postos e o segundo com 41.

Em Canoas, o saldo negativo foi de 374 postos. Com isso, o município acumula no ano de 2015 a perda de 918 postos, enquanto nos últimos 12 meses registra-se uma queda de 5.265 postos.

O município de Campo Bom obteve saldo negativo de 194 postos em maio, mas o acumulado de 2015 continua positivo, com criação de 136 vagas. Entretanto, os últimos 12 meses registram fechamento de 606 postos.

Observa-se que o processo de redução de postos de trabalho na região do Vale do Sinos em 12 meses contabilizou 12.070 desligamentos. Na análise por município que compõe a região, apenas dois dos 14 que a compõem registraram saldo positivo.

O atual momento da economia não é dos mais favoráveis quanto à geração de emprego e renda. A redução no número de postos de trabalho e o atual cenário político e econômico brasileiro foram temas da entrevista concedida pelo economista Rodrigo Leandro de Moura à IHU On-line. O economista pontua que “esse longo período de fraco desempenho econômico deve gerar demissões mais do que admissões e isso deve impulsionar o desemprego. O desemprego deve tirar um pouco do poder de barganha dos trabalhadores, e a renda do trabalho deve crescer menos”.

  • Quarta, 8 de Julho de 2015

Estudo mostra que, seis anos após promulgada a lei do saneamento, ainda temos grandes desafios para o planejamento e regulação dos serviços de saneamento básico no país. Segundo o Instituto Trata Brasil, 35 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água potável, somente 38% dos esgotos do país são tratados e em 2011 cerca de 400 mil internações foram contabilizadas por causa de diarreia.

Em entrevista ao IHU, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, adverte que os investimentos em saneamento básico no país ainda são muito menores do que a meta prevê. Meta esta que propõe universalizar o saneamento básico no Brasil até 2033.

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, acessou o estudo completo do Diagnóstico da Situação dos Planos Municipais de Saneamento Básico dos 100 maiores municípios do país. Os dados são advindos do Sistema de Informações sobre Saneamento - SNIS, do Ministério das Cidades.

Dentre os 100 maiores municípios do país, seis são gaúchos, dos quais três estão localizados na Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPACanoasGravataí e Porto Alegre. Esta análise aborda os três municípios e as suas características referentes ao saneamento básico.

O Diagnóstico foi elaborado em 2014, a partir do Decreto n. 8.211/2014, onde está definido que a partir de 2016 apenas os municípios que possuem o Plano Municipal de Saneamento Básico irão receber recursos da União para políticas públicas nesta área.

São componentes do saneamento básico, conforme a Lei n. 11.445/2007, o abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. Todos estes dados devem compor o Plano Municipal de Saneamento Básico.

O diagnóstico foi construído a partir da coleta de informações por questionários via e-mail e telefone, já que estes dados não são obrigatórios de divulgação quanto à Lei de Acesso à Informação - LAI. Após isso, foi feita a busca na internet, em diferentes fontes, por indicadores relativos à existência ou não de saneamento adequado.

O quadro 01 apresenta informações sobre o atendimento à Lei n. 11.445/2007, que estabeleceu as diretrizes nacionais para o saneamento básico e também definiu o planejamento como instrumento fundamental para se alcançar o acesso universal aos serviços de saneamento básico. No quadro são apresentadas as informações de 2013 para os três municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, que estão entre os 100 mais populosos do país.

Canoas atendeu a todos os requisitos e, portanto, dentre os três municípios, é o único que responde integralmente a esta lei.Brasil, apenas 12 dos 100 municípios atenderam a todos os 11 requisitos.

Os municípios de Porto Alegre e Gravataí não atenderam a todos os requisitos. Na capital do estado, conforme o quadro, seis requisitos foram atendidos, dos quais dois requisitos de componentes e três de conteúdo mínimo.

Por fim, em Gravataí, apenas um item foi atendido: a regulação. Neste município, o Plano Municipal de Saneamento Básico está em processo de formulação.

Segundo o estudo, tanto Porto Alegre como Canoas apresentam em seus endereços eletrônicos a possibilidade de consulta aos planos elaborados, possibilitando, desta forma, a transparência, que é um dos princípios desta lei. Para o município de Gravataí não há informações.

Acesse o estudo completo na página do Instituto Trata Brasil

  • Segunda, 20 de Julho de 2015

Observatório da realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados no Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento – SNIS para o ano de 2013, para afirmar a existência ou não de Políticas e Planos municipais de saneamento no Vale do Sinos.

Os recursos investidos nas diferentes políticas públicas têm sido alvo dos ajustes fiscais em implementação pelo Governo Federal. Uma das políticas afetadas é a saúde, cujos investimentos são disputados pelas diferentes esferas e têm impacto direto no acesso aos serviços e equipamentos pela população.

Importante também perceber que as políticas estão inter-relacionadas e que somente sua viabilização de forma articulada garante os direitos de cidadania à população.

É recorrente a informação de que a garantia da saúde está diretamente ligada ao saneamento. Alguns dados justificam esta ligação, tais como: cada R$ 1,00 investido em saneamento gera uma economia de R$ 4,00 na área da saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS; mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo não tem acesso ao banheiro, das quais 6 milhões são brasileiros; e 7 pessoas morrem por minuto por ingerir água insalubre.

Diante disso, torna-se urgente e necessário reunir os aportes legais que justificam e organizam cada uma das políticas. O saneamento, que se constitui em determinante social para a saúde da população, dispõe de regulação estratégica a ser materializada nos municípios e estados brasileiros. A Lei 11.445/2007, conhecida como Lei do Saneamento, foi um instrumento de avanço no setor do Saneamento Básico, a partir do momento em que instituiu como diretrizes para a prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, o planejamento, a regulação e a fiscalização, a prestação de serviços com regras e demais atividades afins. Assim, objetivou-se a universalidade e integralidade na prestação dos serviços de saneamento básico, assim como a interação desta com outras áreas como recursos hídricos, saúde, meio ambiente e desenvolvimento urbano.

Esta lei contribuiu para a formação de Políticas de Saneamento Básico e para Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB). No entanto, diversos municípios ainda não estão regulamentados conforme a lei sugere. Os PMSB são importantes instrumentos para o controle e o acompanhamento de políticas públicas que visem combater o saneamento básico precário.

O Saneamento Básico já foi tema de análise do ObservaSinos, ao tratar do Estudo do Diagnóstico da Situação dos Planos Municipais de Saneamento Básico dos 100 maiores municípios do país, que utiliza os dados do SNIS e aborda os 100 municípios mais populosos do Brasil e a respectiva conjuntura do saneamento, em que constam 3 municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA: Canoas, Gravataí e Porto Alegre. Acesse a análise completa.

No Vale do Sinos, apenas 3 municípios possuem Plano Municipal de Saneamento Básico e Política de Saneamento Básico, são eles: Campo BomCanoas e Dois Irmãos. A tabela 01 apresenta as informações acerca do saneamento básico nos municípios do Vale do Sinos com as respostas a três perguntas, dentre as quais está a existência ou inexistência do PMSB.

O município de Ivoti possui apenas Plano Municipal de Saneamento Básico e não possui Política de Saneamento Básico. Por outro lado, o município de São Leopoldo possui Política, mas não Plano. Nove municípios não possuem nem Política nem Plano.

O Consórcio Pró-Sinos engloba parte dos municípios da região do Vale do Sinos. Além disso, AraricáCampo Bom e Sapucaia do Sul estão entre os municípios em processo de elaboração quanto à entrada deles no Consórcio. Sobre o município de Canoas não há informações sobre a integração com algum Consórcio Intermunicipal.

A tabela 02 apresenta os prestadores de serviços em cada município e os serviços que são prestados por estes. Destaca-se que a Companhia Rio-Grandense de Saneamento - CORSAN atua em 9 dos 14 municípios da região.

Ao visualizar na tabela os serviços prestados, percebe-se que os serviços de água e esgoto comumente estão vinculados ao mesmo prestador. Isto ocorre em 7 municípios.

No Brasil, segundo Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil, o Plano Nacional de Saneamento confere que devem ser investidos 304 bilhões de reais em 20 anos só para o tratamento de água e esgoto, ou seja, um investimento anual na faixa de aproximadamente 15 a 16 bilhões, sendo que atualmente tem se investido apenas na faixa dos 10 bilhões.

Além de afetar positivamente o setor da saúde, investimentos em saneamento básico também impactam o ambiente, como também o turismo, o trabalho, a educação e a cidadania. Desta forma, novos investimentos podem facilitar a atividade econômica e, portanto, tendem a favorecer a sociedade em geral.

  • Quarta, 22 de Julho de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou a Carta de Conjuntura da Fundação de Economia e Estatística - FEE que apresenta o Índice de Bem-Estar Urbano da Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA.

Imagem: www.observatoriodasmetropoles.net

O Índice de Bem-Estar Urbano – IBEU reúne informações sobre mobilidade, condições ambientais e habitacionais, infraestrutura e atendimento de serviços coletivos e foi sistematizado pelo Observatório das Metrópoles. O documento na íntegra está disponível no link.

Eis a  Carta de Conjuntura da FEE.

A demanda por um bem-estar que contemple questões que vão além de uma maior qualidade da educação e da saúde se apresentou já nas manifestações de junho de 2013, com as reivindicações relativas à mobilidade urbana, e segue sendo tema de importantes discussões. Para que o Governo e a sociedade possam enfrentar os problemas urbanos, são essenciais diagnósticos mais precisos sobre a situação dos municípios.

Nesse contexto, o Observatório das Metrópoles lançou o Índice de Bem-Estar Urbano (IBEU) em 2013, o qual busca auxiliar nessa temática. Seus dados provêm do Censo Demográfico, realizado, pela última vez, em 2010. Sua concepção engloba as condições materiais, providas e utilizadas, de forma coletiva, na cidade, pois, mesmo no caso de experiências individuais, as condições de reprodução social são realizadas coletivamente. O deslocamento é um exemplo: ainda que feito em veículo próprio, a condição de mobilidade depende da infraestrutura do município.

O IBEU dimensiona a qualidade de vida urbana em 15 regiões metropolitanas (RMs) brasileiras, através de cinco dimensões: mobilidade (D1), condições ambientais e habitacionais (D2 e D3), infraestrutura (D4) e atendimento de serviços coletivos (D5).

No índice geral, a RM de Porto Alegre (RMPA) encontra-se em quinto lugar, nacionalmente. As metrópoles que estão acima da média localizam-se nas Regiões Sul, Sudeste (a exceção de Rio de Janeiro) e Centro-Oeste.

No que diz respeito à análise por municípios, nenhum membro da RMPA fica entre os últimos 40 do ranking. Além disso, a RMPA é a segunda com maior número de municípios (11) entre os 40 primeiros. A Cidade de Porto Alegre ocupa a 33ª posição e, se considerados somente os núcleos das RMs, fica em sexta colocação.

Desagregando o índice por suas dimensões, a média das 15 RMs aponta pior desempenho na mobilidade urbana (0,383) e melhor performance nos serviços coletivos, compostos pelos atendimentos de água, esgoto e energia, além da coleta de lixo (0,739). A RMPA, por outro lado, não segue esse padrão: fica mais bem colocada em relação à mobilidade e às condições habitacionais (quarto lugar) do que sua classificação geral. Quanto ao atendimento dos serviços coletivos, cai para sexta posição, ficando abaixo da média das RMs. Entretanto seu pior desempenho está na infraestrutura, na qual ocupa a décima colocação.

A infraestrutura é composta por sete variáveis. Em relação às outras RMs, a RMPA possui baixos percentuais de pavimentação, iluminação, logradouros identificados e calçadas. Porém, é a que possui mais bueiros próximos aos domicílios, e a terceira colocada em rampas de acesso.

Esse índice pode auxiliar na tomada de decisões para as políticas urbanas, seja pelas prefeituras, seja pelo Governo do Estado. De acordo com o IBEU, a RMPA deveria priorizar o atendimento a serviços coletivos e infraestrutura, para atingir um patamar melhor de bem-estar urbano. Além de informações por municípios, para facilitar ainda mais o diagnóstico de cada localidade, o IBEU fornece dados intramunicipais, que podem ser explorados pelos gestores locais e setoriais.

  • Segunda, 27 de Julho de 2015

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, realizou o acesso às “Estatísticas do cadastro central de empresas” sistematizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE para o ano de 2013, a partir do Cadastro Central de Empresas – CEMPRE. Foram reunidas pelo ObservaSinos as informações das empresas do Corede Vale do Sinos.

A tabela 01 apresenta o número de empresas e outras organizações (administração pública, entidades sem fins lucrativos, pessoas físicas e instituições extraterritoriais) de 2006 até 2013, no Brasil, estado do Rio Grande do Sul e Corede Vale do Rio dos Sinos.

O Brasil, em 2013, tinha 5.392.234 empresas, das quais aproximadamente 8% estão no Rio Grande do Sul. Destas, 57.447 estão localizadas no Vale do Sinos.

Em 2013, aproximadamente 13% das empresas do RS estavam localizadas no Vale do Sinos, frente a 12% em 2006. De 2006 a 2013, houve um aumento de 15% no número de empresas no Vale do Sinos.

A tabela 02 exibe o número de empresas e outras organizações no Vale do Sinos por seção de classificação de atividades para o ano de 2013. A classificação ocorre em 21 tipos de atividades.

No Vale do Sinos, 22.607 empresas são de comércio ou reparação de veículos automotores e motocicletas, o que representa 39% do total. A segunda atividade com o maior número de empresas é a Indústria de transformação, com 9.542, representando aproximadamente 17% do total.

A tabela 03 apresenta o número de unidades locais de 2006 até 2013 no país, estado e região do Sinos. São consideradas as unidades locais aquelas entidades com “endereço de atuação da empresa ou outra organização que ocupa, geralmente, uma área contínua na qual são desenvolvidas uma ou mais atividades econômicas, identificado pelo número de ordem (sufixo) da inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, da Secretaria da Receita Federal”.

O número de unidades locais aumentou 15% de 2006 a 2013. Apesar do avanço da participação do Vale do Sinos no Rio Grande do Sul frente ao número de unidades locais, tanto em 2006 quanto em 2012, aproximadamente 12% das unidades locais do estado estavam localizadas na região do Sinos.

A tabela 04 apresenta o número de unidades locais, pessoas ocupadas e remuneração nos municípios do Vale do Sinos em 2013.

Em 2013, havia 61.843 unidades locais no Vale do Sinos e um total de 469.737 pessoas ocupadas, das quais 388.269 assalariadas. Além disso, foram registradas 59.985 empresas.

O município que contava com o maior número de unidades e empresas foi Novo Hamburgo, seguido por Canoas. Somados, ambos os municípios totalizavam aproximadamente 48% das unidades locais do Vale do Sinos.

Canoas também foi o município que registrou o maior salário médio mensal, com 3,4 salários mínimos em 2013. São Leopoldo e Sapucaia do Sul ficam logo atrás, com 3,1 salários mínimos. O resultado mais baixo foi registrado em Nova Hartz, com média de 1,8 salários mínimos mensais.

  • Sexta, 31 de Julho de 2015

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de junho de 2015.

Eis a Carta.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de junho de 2015 divulgados no dia 16 de julho de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE. O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de junho de 2015, com 111.199 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,27% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Agropecuária foi o único que abriu postos de trabalho com 44.650 vagas. Indústria de Transformações (64.228) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 3485.417 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de junho de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 14.013 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,52% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Indústria de Transformação (7.157) foi o que mais fechou postos de trabalho. No mês os setores de Serviços Industriais de Utilidade Pública (25), Administração Pública (35) e Agropecuária (303) geraram postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram fechados 12.189 vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de junho de 2015 apresentou um decréscimo de 2.466 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 1,00% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.300 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 13.526 vagas de trabalho com carteira assinada. Ao olhar as informações da Indústria de Transformação, na RMPA, percebe-se que nenhum segmento analisado gerou postos de trabalho. No setor Serviços Industriais de Utilidade Pública (44), Instituições de crédito, seguros e capitalização (8), administração pública (80) e a agropecuária (43) abriram postos de trabalho com carteira assinada.

  • Segunda, 3 de Agosto de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou o Índice de Bem-Estar Urbano lançado em 2013 pelo Observatório das Metrópoles e reuniu os dados dos municípios da região metropolitana de Porto Alegre.

As metrópoles são espaços com grande circulação de pessoas e demandam políticas públicas para oferecer equipamentos e serviços básicos de bem-estar. No entanto, as metrópoles, frequentemente, constituem um espaço de qualidade de vida precária e de baixo bem-estar. Conforme o Observatório das Metrópoles, alguns serviços como o saneamento básico apresentaram índices altos, mas outros, como a mobilidade urbana, apresentaram índices baixos.

Visto isso, há a necessidade de se analisar e qualificar os serviços oferecidos nestes grandes centros urbanos. Desta forma, o Índice de Bem-Estar Urbano – IBEU propõe oferecer um instrumento que avalia o bem-estar da população nas regiões metropolitanas e sinaliza, através de indicadores, as precariedades existentes no cenário metropolitano.

Índice de Bem-Estar Urbano mede a qualidade do bem-estar usufruído pelos cidadãos brasileiros através dos serviços prestados pelo Estado, mercado e sociedade nas 15 principais regiões metropolitanas do país e seus municípios.

Este índice analisa dados e traça indicadores de mobilidade urbanacondições ambientais urbanascondições habitacionais urbanas, atendimento de serviços coletivos urbanos e infraestrutura urbana. Desta forma, o IBEU é a média dos resultados dos cinco índices. O IBEU, inicialmente, foi concebido em dois tipos: global e local. O primeiro refere-se às Regiões Metropolitanas, enquanto o segundo é específico para cada metrópole, ao analisar os municípios destas regiões.

Os dados usados para a criação dos índices referem-se aos Indicadores de deslocamento casa-trabalho, arborização, esgoto a céu aberto, lixo acumulado, aglomerado subnormal, densidade domiciliar, densidade morador/banheiro, material das paredes dos domicílios, espécie dos domicílios, atendimento de água, atendimento de esgoto, coleta de lixo, atendimento de energia, iluminação pública, pavimentação, calçada, meio-fio/guia, bueiro ou boca de lobo, rampa para cadeirantes e identificação de logradouro.

IBEU varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o índice, e quanto mais próximo de 0, pior é o resultado que o índice expressa.

Estes dados foram extraídos do Censo Demográfico 2010, que é realizado a cada dez anos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE – RMPA

Índice de Bem-Estar Urbano da Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, conforme a tabela 01, para o ano de 2010 foi de 0,719, sendo o quinto índice mais alto dentre as 15 regiões metropolitanas estudadas.

O melhor resultado da RMPA ocorreu no índice de mobilidade, com 0,789. Tanto o Índice de mobilidade quanto o de condições habitacionais ocupam a 4ª posição no ranking das regiões metropolitanas.

O Índice mais baixo da RMPA foi o de Infraestrutura com 0,559. Neste Índice, a região ocupa a 10ª colocação no ranking.

MUNICÍPIOS DA RMPA

Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA reúne 34 municípios, sendo que o IBEU informado diz respeito a 32 deles. Apenas os municípios de Igrejinha e São Sebastião do Caí não tiveram seus Índices informados.

A tabela 02 apresenta o Índice de bem-estar urbano nos municípios da RMPA. Dentre os 32 municípios, 12 possuem IBEU igual ou superior a 0,800.

Na Região, o melhor índice foi o de Campo Bom, com resultado de 0,884. O município ocupa a 11ª colocação dentre os municípios das regiões metropolitanas do país. O índice do município foi bastante elevado devido aos dados de mobilidade urbana e condições ambientais urbanas. O menor índice se deu na dimensão da infraestrutura urbana, fato recorrente nos municípios da RMPA.

Dentre os 32 municípios, Viamão obteve o pior resultado, com IBEU de 0,638. As dimensões de mobilidade e infraestrutura urbanas apresentaram os piores índices. Por outro lado, o índice de condições habitacionais urbanas foi o melhor do município, apesar de se colocar em 29º lugar entre os municípios da região.

O infográfico abaixo apresenta o Índice de Bem-Estar urbano na RMPA, com dados destacados para alguns municípios da região.

12 municípios da RMPA (Campo BomDois IrmãosSapirangaParobéNovo HamburgoMontenegroSão LeopoldoIvotiPorto AlegreEsteioEstância Velha e Canoas) ficaram entre os 50 mais bem colocados no ranking do IBEU, em um total de 289 municípios. Destes, 9 são do Corede Vale do Rio dos Sinos.

Confira os dados completos para os 32 municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre.

  • Segunda, 10 de Agosto de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE no mês de junho de 2015 e constatou a redução de postos de empregos na região do Vale dos Sinos.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, que reúne 34 municípios, incluindo os municípios do Vale do Sinos, o saldo do mês de junho também foi negativo, conforme apresenta a Carta do Mercado de Trabalho, produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas.

O mundo do trabalho no Brasil tem sido marcado, ao longo dos últimos meses, pelo desemprego, perda de postos de trabalho, retrocessos nos direitos trabalhistas. Esta realidade revela a crescente negação dos direitos de cidadania conquistados por meio de um conjunto de políticas e, em especial, pelo trabalho formal.

Conforme João Sicsú, “no Brasil da última década, o mais importante instrumento de inclusão social foi o acesso ao trabalho, e, especialmente, o trabalho com carteira assinada. O emprego com carteira assinada concede direitos, como férias, 13º salário, seguro-desemprego, etc. Além disso, oferece a possibilidade da compra a crédito. Por exemplo, permite a compra de forma parcelada de uma máquina de lavar, que é essencial em uma casa, porque possibilita mais horas para o descanso, o lazer e para a família.”

No Vale dos Sinos este quadro pode ser ainda melhor ilustrado pela diminuição de 1.952 postos na região em junho de 2015.

A tabela que segue apresentada mostra a movimentação do mercado de trabalho no Vale dos Sinos.

A tabela 01 está dividida por setores que foram definidos segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. O saldo negativo de junho de 2015, de 1.952 postos, foi superior ao de junho de 2014, de 1.686, com um aumento de 15% em relação ao mesmo mês do ano de 2014. Com isso, o acumulado de 2015 registra queda de 2.118 postos de emprego na região, sendo que até abril, o resultado era positivo na criação de empregos para a região.

Em junho, a indústria da transformação teve redução de 1.190 postos de emprego, resultando, desta forma, na maior queda dentre os setores no mês. Apesar de o acumulado de 2015 no setor da indústria da transformação estar negativo em apenas 405 postos, o acúmulo deste setor nos últimos 12 meses chega a redução de 8.919 postos. Isso significa, em média, uma diminuição de 743 postos por mês.

Entre os 8 setores do IBGE, o único que apresentou aumento de postos foi o da Administração Pública, com um saldo de 20 novos postos. Assim, o acumulado para 2015 desse setor chega a 148 postos.

Além do setor da Administração Pública, somente o setor da Construção Civil apresentou um saldo melhor em junho de 2015 do que em junho de 2014. Em 2014, nesse mês, houve redução de 954 postos frente à redução de 277 em 2015.

tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho no Vale do Sinos por municípios. Em junho de 2015, apenas dois municípios obtiveram saldo positivo na movimentação do mercado de trabalho: Araricá e Ivoti.

O município de Ivoti obteve aumento de 27 postos em junho de 2015. Com isso, o acumulado de 2015 é positivo, com aumento de 78 postos. Apesar disso, o saldo nos últimos 12 meses é negativo no valor de 309.

Nos últimos 12 meses, apenas o município de Nova Santa Rita manteve o saldo positivo, com 281 postos. O saldo de junho de 2015 foi negativo, com redução de 67 postos.

Admissões por primeiro emprego de pessoas com até 29 anos

A tabela 03 apresenta as admissões, de pessoas com até 29 anos, ou seja, jovens e adolescentes, por primeiro emprego nos meses de janeiro a junho dos anos de 2012 a 2015 no Vale do Sinos. Este segmento populacional tem um reconhecimento importante pelo Estatuto da Juventude, conforme explica Roseane Linhares, em que para ela há uma realidade em que é difícil de se incorporar o público adolescente jovem ao sistema.

Roseane compara o período de infância ao da adolescência e juventude: "Assim como a infância foi e ainda é historicamente negada ou negligenciada – principalmente pelo entendimento de que as crianças seriam “pequenos adultos”, sem muitas especificidades, sem autonomia e sem voz de contestação – a adolescência e a juventude também passaram e passam por esse processo de afirmação. Ao mesmo tempo, jovens e adolescentes buscam reconhecimento e legitimidade de suas identidades como sujeitos de direitos."

Lei n° 12.852 de 05 de agosto de 2013 institui o Estatuto da Juventude e dispõe sobre os direitos dos jovens. A seção III do Capítulo II afirma o direito à profissionalização, ao trabalho e à renda aos jovens, com exercício em condições de liberdade, equidade e segurança, adequadamente remunerado e com proteção social.

Conforme a tabela, na região, a admissão do contingente populacional de jovens tem diminuído nos últimos anos.

Em 2012, foram admitidos 8.818 empregados jovens, enquanto em 2015, foram admitidos apenas 5.484. Assim, houve uma diminuição de 37% no número de admissões no período.

A redução de admissões foi comum à maioria dos municípios, principalmente nos anos de 2014 e 2015. Em Portão, o número de admitidos caiu de 177 para 123 nos primeiros semestres de 2012 a 2015, apesar do aumento que houve entre 2013 e 2014.

As maiores reduções percentuais, em que o número de admissões em 2015 caiu pela metade em comparação a 2012, ocorreu nos municípios de Araricá e Campo Bom.

Em Araricá, até junho de 2015, foram admitidos por primeiro emprego na faixa etária indicada, no ano, apenas 18 pessoas, frente a 60 em 2012.

  • Terça, 18 de Agosto de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados do Relatório Anual de Informações Sociais - RAIS de 2013 para analisar o perfil e a situação de trabalho dos servidores públicos nos municípios do Vale do Sinos.

Em um contexto de ajustes fiscais, recessão econômica e retrocessos no campo dos direitos e políticas públicas, que afetam a população e, em especial, os trabalhadores dos diferentes setores, torna-se importante a aproximação com as realidades, em vista de suas análises e apontamento de perspectivas. 

     Imagem: www.canalabertobrasil.com.br

Os servidores públicos, trabalhadores e agentes do Estado, são responsáveis pela gestão e prestação de serviços públicos à população nas mais diversas áreas. Com as realidades de crise, passaram a experimentar limites nos salários, assim como deterioração nas condições dos serviços. Neste contexto, estes trabalhadores têm realizado importantes atos para a visibilidade destas realidades, assim como propostas para o seu enfrentamento por meio de paralisações e greves. No Vale do Sinos esta realidade está muito presente e necessita ser analisada em diferentes ângulos.

Conforme o economista Rodrigo Castelo, “os impactos dos cortes já são visíveis. O primeiro é o aumento do desemprego. Se o governo vai gastar menos, significa que haverá menos investimentos em setores importantes da economia. Significa, também, que o governo vai abrir menos concursos públicos”.

A Relação Anual de Informações Sociais – RAIS reúne dados do mercado de trabalho por estabelecimento de emprego e vínculos de emprego e está vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. Os últimos dados apresentados pela RAIS datam de 2013 e são tema desta análise.

A tabela 01 apresenta o número de servidores públicos no Vale do Sinos de 2010 a 2013. Os dados apresentados referem-se ao número de servidores no último dia de cada ano. Durante o período, ao fazer-se um comparativo entre 2010 e 2013, percebe-se um aumento de 11% em relação ao número de servidores na região.

Em 2013, o número total de servidores públicos na região do Vale do Sinos foi de 31.734, ou seja, 2,4% do número total da população presente no território dos 14 municípios que compõem o Vale do Sinos. Dentre os 14 municípios, observa-se que apenas Araricá e Canoas tiveram redução no número de funcionários públicos neste período.

No período analisado, o município de Araricá teve uma redução de 308 para 305 no número de servidores, com uma alta redução nos anos de 2011 a 2012, onde houve recuo de 27% no número de funcionários, como nota-se na tabela 01, em que no ano de 2011 houve uma perda de 316 para 230 servidores em 2012.

Em 2010, Canoas possuía 7.671 servidores frente a 7.623 em 2013. Ainda que tenha havido perda durante os anos, o município é o que mais tem servidores públicos na região, possuindo 24% do total de funcionários públicos do Vale do Sinos. Conforme os dados de 2013, apresentados na tabela 02, em Canoas há um servidor para cada 43 habitantes.

A tabela 02 mostra a proporção de servidores públicos por habitante no Vale do Sinos em 2013. A proporção dá-se pela divisão da população pelo número de servidores públicos no território. Na região, há aproximadamente um servidor público para cada 42 habitantes.

Araricá tem o menor número de servidores da região, no entanto também é o município que apresenta o menor número de servidores públicos por habitante: há aproximadamente um servidor público para 17 habitantes. Canoas, por sua vez, dispõe do maior número de servidores, 7.623, no Vale do Sinos, com uma população de 331.158. Em um comparativo com os dois municípios, chega-se à dimensão populacional, tendo em vista que Araricá possui 5.152 habitantes.

Canoas é responsável por 24,02% dos servidores Vale do Sinos, seguido por Novo Hamburgo com 14,40% e São Leopoldo com 13,45%. O somatório total destes municípios chega a 51,87%, ou seja, respondem por mais da metade dos servidores públicos da região.

Servidores públicos por tipo de vínculo: maioria dos servidores no Vale do Sinos é vinculada ao regime estatutário

As contratações nos setores públicos podem acontecer em dois tipos de regimes:

Regime Estatutário que acontece por escolha da administração pública direta e obedece a uma legislação específica prevista em lei municipal, estadual ou federal. Os benefícios garantidos são férias, aposentadoria com valor integral do salário, gratificações, licenças e demais adicionais conforme o Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União.

Através da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT, que garante aos trabalhadores públicos direitos e deveres que estão previstos na Consolidação das Leis de Trabalho, como Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS, aviso prévio, multa rescisória, férias, décimo terceiro, vale-transporte e aposentadoria pelo Instituto Nacional de Seguro Social - INSS.

A tabela 03 apresenta o número de servidores públicos por tipo de vínculo no Vale do Sinos em 2013. O número de empregadores vinculados à CLT é menor do que os vinculados de maneira estatutária, sendo 2.973 o número de funcionários públicos com carteira de trabalho assinada no Vale do Sinos, enquanto o total de servidores é de 31.734; ou seja, quase 91% dos funcionários públicos da região são estatutários.

No município de Novo Hamburgo, o total de funcionários públicos é de 4.571, e 1.035 são de vínculos pela CLT. Assim, do total de 2.973 servidores vinculados à CLT no Vale do Sinos, aproximadamente 35% estão no município de Novo Hamburgo.

Em contraponto a Novo Hamburgo, destaca-se o município de Dois Irmãos, que não possui servidores públicos contratados através da CLT. A cidade conta com 745 servidores, sendo todos contratados pelo regime estatutário.

Em 10 municípios do Vale do Sinos, a diferença do número de estatutários para CLT é de pelo menos 90% dos servidores. Somente os municípios de AraricáEsteioNovo Hamburgo e Sapucaia do Sul possuem mais de 10% dos funcionários públicos sob regime da CLT.

Servidores públicos e a disparidade salarial por diferença de sexo

A tabela 04 apresenta o número de servidores públicos no Vale do Sinos por diferença de sexo. Todos os municípios da região possuem maior número de mulheres do que de homens como funcionários públicos, destacando-se assim o alto grau da participação feminina na administração pública, no que se refere às esferas municipais, estadual e federal. Os dados divulgados pela RAIS mostram que do total de 31.734 mil funcionários, 21.583 eram mulheres no ano de 2013 no Vale do Sinos.

O contingente feminino representa aproximadamente 68% da folha de pagamento dos servidores públicos alocados na região. O município com a maior participação deste contingente é Estância Velha, onde 78% são servidoras. Já Canoas é onde há a maior participação do contingente masculino, com aproximadamente 47% dos servidores.

As tabelas 05 e 06 apresentam os salários, em salários mínimos a preços correntes de 2013, dos servidores públicos do Vale do Sinos por diferença de sexo. A primeira apresenta os salários dos servidores públicos do sexo masculino, enquanto a segunda apresenta as informações sobre as servidoras públicas. É importante lembrar que as horas de trabalho contratadas para cada funcionário variam.

Em 2013 no Vale dos Sinos apenas 0,6% dos servidores públicos do sexo masculino recebiam mais de 20 salários mínimos. O número de funcionários que recebeu de 0,5 a 1,5 salários mínimos também é pequeno, totalizando 5% dos servidores. Apesar de Canoas ter alocado 220 homens nessa faixa de renda, Ivoti e Portão não alocaram servidores no ano de 2013 na faixa de 0,5 a 1,5 salários mínimos.

Já 84% dos servidores públicos da região do Vale do Sinos recebem entre 1,51 e 10 salários mínimos. Ao se tratar dos salários acima de 20 salários mínimos, 8 municípios não possuíam nenhum funcionário com essa faixa de renda mensal, enquanto em São Leopoldo 13 homens recebiam mais de 20 salários mínimos.

A tabela 06 mostra que o município de Novo Hamburgo tem 503 servidoras públicas concentradas na faixa de 0,50 a 1,50 salários mínimos, enquanto a tabela 05 mostra que apenas 45 homens estão alocados nessa faixa de renda. O município possui uma das proporções mais baixas de mulheres com salários compatíveis aos dos homens; mesmo que as mulheres representem 69% dos servidores públicos no município, elas fazem parte de 92% dos que recebem entre 0,50 e 1,50 salários mínimos, atendo-se que nenhuma servidora recebe mais de 20 salários mínimos, enquanto 7 homens estão nessa faixa salarial.

Na tabela 05, destacou-se que os municípios de Ivoti e Portão não possuíam homens na faixa de renda de 0,5 a 1,5 salários mínimos; porém, ao observar a tabela 06 com os dados femininos, encontramos 6 e 14 mulheres nos respectivos locais.

Ao comparar as duas tabelas efetivamente, nota-se que, apesar de os homens representarem apenas 32% dos servidores públicos, eles representam 66% dos funcionários que recebem mais de 20 salários mínimos e apenas 22% dos que recebem de 0,50 a 1,50 salários mínimos.

Nos salários acima de 20 salários mínimos há 31 mulheres. Apenas os municípios de CanoasEsteioSão Leopoldo e Sapucaia do Sul detinham servidores com rendas nessa faixa. Novamente, quando fizemos comparações, encontramos o dobro de funcionários públicos homens nesse segmento, contabilizando 62 homens.

A menor categoria, faixa salarial de 0,5 a 1,5 salários mínimos, apresenta uma nítida desvantagem das mulheres, em que somam-se 1.829 servidoras frente a 516 homens.

Assim, observa-se que, apesar da forte participação feminina na administração pública, as mulheres estão em maior volume na primeira faixa de renda e os homens nos rendimentos acima de 20 salários mínimos.

  • Quarta, 26 de Agosto de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS de 2013 para analisar a situação de trabalho dos servidores públicos na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, contextualizando estes dados nos cenários do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Em 2013, o número de servidores públicos no Brasil ultrapassou 9 milhões, o que representa, aproximadamente, 4% da população do país e 19% da população brasileira que trabalhava formalmente em 2013, segundo o RAIS.

Fonte: www.portalsg.ne.10.uol.com.br

O Rio Grande do Sul possuía 466 mil servidores públicos em 2013, sendo, portanto, 4,30% da população do estado e 15,12% da população que trabalhava formalmente.

Região Metropolitana de Porto Alegre, que reúne 260.028 servidores, tem elevado o número de funcionários públicos nos últimos anos; 6,3% da população da região são servidores públicos, sendo que na população formal do mercado de trabalho a participação eleva-se para 18,29%.

No Corede Vale do Rio dos Sinos, o número de servidores públicos também tem aumentado. De 2010 a 2013, houve aumento de 3.247 funcionários, ou seja, um aumento percentual de aproximadamente 11%.

Todas estas informações são oriundas da Relação Anual de Informações Sociais, que apresenta anualmente os dados referentes ao mercado de trabalho em nível nacional, estadual e municipal. Os dados podem ser consultados em diferentes caracterizações, com a possibilidade de analisar as condições dos vínculos dos trabalhadores formais em diferentes perspectivas, como idade, sexo, escolaridade, faixa de remuneração, entre outros, nos mais diferentes setores e subsetores econômicos, assim como em diferentes tipos de ocupações.

A coleta de dados sobre os servidores públicos deu-se a partir da seleção de trabalhadores do setor da Administração Pública, conforme classificação de setores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Desta forma, o número total de servidores, em análise, se refere às esferas nacional, estadual e municipal do escopo governamental presentes em cada território. Além disso, os dados disponibilizados pelo RAIS referem-se ao dia 31 de dezembro de cada ano, visto que esta é a data usada como base para a melhor qualificação dos indicadores.

A tabela 01 apresenta a variação de servidores públicos na Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA, no Rio Grande do Sul e no Brasil de 2010 a 2013. Nos três territórios, houve aumento no número de servidores no período.

A RMPA possuía 260.028 servidores em 2013, ou seja, uma participação de 55,78% no total de servidores públicos do estado, que em 2013 era de 466.165.

Em relação ao histórico temporal, a RMPA obteve aumento no número de trabalhadores de 2011 a 2012 e de 2012 a 2013. No entanto, de 2010 a 2011, houve recuo no número de trabalhadores, com menos 333.

Por outro lado, o Rio Grande do Sul obteve aumento de servidores públicos em todos os anos, com um aumento menos acentuado de 2011 a 2012, com acréscimo de apenas 387 funcionários.

A tabela 02 mostra a proporção de servidores públicos na população. Na RMPA, há um servidor para cada 16 habitantes, aproximadamente. Esta proporção é a menor dentre as três regionalizações abordadas. O Corede Vale do Rio dos Sinos possui, por outro lado, um servidor para cada 42 habitantes, aproximadamente.

No Rio Grande do Sul há 1 servidor para cada 23 habitantes, proporção maior que a RMPA. É importante ressaltar que Porto Alegre possuía, em 2013, 198.307 servidores, ou seja, 76% do total da RMPA e 43% do estado.

A tabela 03 apresenta o número de servidores públicos por tipo de vínculo na RMPA em 2013. Percebe-se que, nas três regionalizações, o número de estatutários é consideravelmente superior aos funcionários regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

As contratações no setor público podem se dar através da CLT ou pelo regime estatutário. O primeiro garante Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS, aviso prévio, multa rescisória, férias, décimo terceiro, vale-transporte e aposentadoria pelo Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, enquanto o segundo acontece por escolha da administração pública direta e obedece a uma legislação específica prevista em lei municipal, estadual ou federal. Os benefícios dos estatutários garantidos são férias, aposentadoria com valor integral do salário, gratificações, licenças e demais adicionais conforme o Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União.

Nas três regionalizações, a participação de estatutários frente a trabalhadores com CLT é bem maior, ficando acima de 90% em todos os territórios analisados. A maior participação de estatutários se dá justamente na RMPA, com 92,24%.

Com o ajuste fiscal há a possibilidade de o número de servidores públicos parar de crescer. João Sicsú pontua que o fechamento de 250 mil postos no mercado formal, saldo líquido, em 2015 no Brasil é crítico, já que, segundo ele, a carteira assinada representa “os empregos com mais qualidade que podemos ter, porque são aqueles que dão aos trabalhadores direitos trabalhistas e sociais – 13º Salário, descanso semanal remunerado, os direitos sociais e previdenciários, como aposentadoria e auxílio-doença, etc.”

A tabela 04 apresenta os servidores públicos por sexo na RMPA em 2013. Em todas as regionalizações, a participação do sexo feminino é maior que a do masculino, com proporções que variam de 58% a 65% de participação feminina.

Na RMPA, a participação feminina na administração pública é de 63,86% com um total de 166.045 servidoras em 2013. Há 77% mais mulheres que homens na região como servidores públicos.

No Rio Grande do Sul, a participação feminina é um pouco maior que na região metropolitana, que conta com 64,25% de participação desse sexo. Apenas em nível nacional, há uma equivalência maior entre o número de servidores e servidoras.

A tabela 05 apresenta o salário dos servidores públicos do sexo masculino na RMPA e demais regionalizações em 2013. A maior parte dos trabalhadores da RMPA situa-se na faixa de 1,51 a 10 salários mínimos.

O Brasil possui 3.834.340 servidores públicos nas três esferas governamentais; 27% dos homens ganham entre 1,51 e 3,00 salários mínimos. O segundo maior contingente concentrava-se entre 3,01 e 10,00. A maior faixa de renda representa apenas 3,32% da folha de pagamento dos servidores brasileiros. Entretanto, a menor faixa de remuneração atinge 20,41%.

Em 2013, o Rio Grande do Sul detinha 166.647 servidores públicos homens. Esses trabalhadores representam 4,35% em relação ao total do Brasil. A situação nacional acabou sendo repetida quando averiguamos as faixas salariais.

A partir da averiguação dos dados sobre a situação dos servidores públicos na RMPA, pode-se fazer algumas análises. Apenas o município de Porto Alegre contabilizou 3.982 servidores públicos homens na faixa de 0,50 a 1,51 salários mínimos, em 2013. Depois da capital gaúcha, Charqueadas abrigou o maior número de servidores homens nesse intervalo de renda. Entretanto, os municípios de São Jerônimo e Glorinha alocam apenas 1 e 2 servidores públicos nesse intervalo de renda, respectivamente.

A faixa salarial de maior número de trabalhadores homens estava entre 5,01 e 10,00 salários mínimos. Os 23.624 servidores representavam 27,89% do total.

A tabela 06 apresenta o salário dos servidores públicos do sexo feminino na RMPA e demais regionalizações em 2013. A maior parte das servidoras públicas na região metropolitana recebe de 1,51 a 5,00 salários mínimos.

No Rio Grande do Sul, a maior parte das mulheres servidoras tem remuneração entre 1,51 e 3,00 salários mínimos. Entretanto, somente 1,3% do total teve seus rendimentos orçados acima de 20,00, e 45.254 receberam 0,50 a 1,50 salários mínimos.

A presença feminina na administração pública também foi acentuada quando comparamos aos homens. Em 2013, 5.506.069 estavam distribuídas pelo Brasil. A maior parte delas tinha seus rendimentos nas faixas de 1,51 a 3,00 salários mínimos; 75.659 receberam os maiores salários entre as servidoras mulheres.

O número de servidoras públicas no município de Porto Alegre foi de 123.233. Essa presença acentuada representa, somente na capital, 83,96% das funcionárias da RMPA.

A análise dos municípios do Vale do Sinos destacou a participação maior das mulheres na faixa salarial entre 0,51 e 1,51. Na RMPA, essa presença apresenta-se de novo. Em 2013, 4.561 homens estavam alocados nesse intervalo de rendimentos, enquanto as mulheres atingiram 14.057.

A maioria dos servidores públicos ganhava entre 5,01 e 10,00 salários mínimos. Os números mostram que a maioria das mulheres está entre 1,51 e 3,00 salários mínimos; 66.041 das 146.780 mulheres estão nessa faixa, representando 45% do total.

Quanto aos salários acima de 20,00 mínimos, totalizam-se 5.828 homens que tinham essa remuneração; diferente das mulheres, que contavam com 3.861 servidoras. A situação do Vale do Sinos se repete na RMPA. O município de Porto Alegre concentra 3.844 das mulheres ganhando acima de 20,00 salários mínimos; percentualmente, isto representa 99,56% do total nessa faixa de rendimento.

Apenas Eldorado do SulGravataíGuaíbaPorto AlegreTaquara e Triunfo obtiveram servidoras públicas ganhando os maiores rendimentos da RMPA.

  • Quinta, 3 de Setembro de 2015

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de julho de 2015.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de julho de 2015 divulgados no dia 21 de agosto de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE.  O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de julho de 2015, com 157.905 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,39% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Agropecuária foi o único que abriu postos de trabalho com 24.465 vagas. Indústria de Transformações (64.312) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 494.386 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de julho de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 17.818 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,67% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês o setor da Indústria de Transformação (6.933) foi o que mais fechou postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram fechados 29.662 vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de julho de 2015 apresentou um decréscimo de 6.273 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 1,00% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.300 vagas com carteira assinada. Ao olhar as informações da Indústria de Transformação, na RMPA, percebe-se que nenhum segmento analisado gerou postos de trabalho. Os segmentos do Transporte e comunicações (107), Serviços médicos, odontológicos e veterinários (130), Ensino (172) e o Setor da Agropecuária (66) abriram postos de trabalho com carteira assinada. No ano foram fechadas 6.713 vagas de trabalho com carteira assinada.

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de julho de 2015, com a redução de 558 postos de trabalho com carteira assinada. O setor dos Serviços foi o que mais fechou vagas com 231 postos de trabalho. No ano o município fechou 1.876 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Terça, 8 de Setembro de 2015

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou a publicação da Fundação João Pinheiro para analisar as realidades habitacionais contidas nos dados do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, contextualizando estes dados no cenário do Vale do Sinos.

Imagem: haber-intanbul.com

A habitação se constitui em um espaço físico de direito à população, afirmada pela Lei n° 10.406/2002. No entanto, para, além disso, há o direito à moradia, que se expande para além do direito à habitação, visto que agrega outras potencialidades que uma moradia deve propiciar.
Os dados revelam um déficit habitacional relativo na RMPA e, também, nos municípios do Vale do Sinos. A maior parte dos municípios da RMPA acumula um déficit habitacional próximo a 9% de sua população.

A partir dos dados apresentados na tabela 01, conseguimos apontar os cinco municípios que obtiveram os maiores déficits relativos da Região Metropolitana de Porto Alegre. O município com o maior déficit é Alvorada, equivalente a 11% dos domicílios; Canoas ocupa a segunda posição, com 10,7%; São Leopoldo apresenta um déficit de 10,1%; e Guaíba e Sapucaia do Sul possuem um déficit correspondente a 9,7%.

Em melhor situação, com menores valores em termos relativos estão Glorinha (4,4%), Dois Irmãos (6,1%), Rolante e São Jerônimo (empatados com 6,3%), Santo Antônio da Patrulha (6,9%) e Triunfo (7,0%).

A situação muda quando se visualiza a realidade pela perspectiva do déficit habitacional total. Assim, o município de Porto Alegre lidera com 48.466 unidades, devido, também ao elevado número populacional. Em seguida, destacam-se os três primeiros munícipios do Vale do Sinos – Canoas (11.135), São Leopoldo (7.712) e Novo Hamburgo (7.083) – e, por fim, Viamão (7.043).

Os municípios que obtiveram os menores números absolutos de vulnerabilidade habitacional total são: Glorinha (104), Capela de Santana (171) e Rolante (423), e os demais estão alocados na região do Vale do SinosAraricá (162) e Ivoti (513).

No mês de agosto, o ObservaSinos acessou o Índice de Bem-Estar Urbano – IBEU lançado em 2013 pelo Observatório das Metrópoles, que reuniu os dados dos municípios da RMPA acerca das condições habitacionais urbanas que interferem diretamente no IBEU. Dentre os 32 municípios, Rolante foi o quarto município com as melhores condições habitacionais urbanas.

Em 2010, 78,86% do déficit habitacional total da RMPA estava centrado em apenas sete municípios, entre estes, três do Vale do SinosCanoas (8,72%), São Leopoldo (5,65%) e Novo Hamburgo (5,55%); os demais estavam concentrados em Porto Alegre (37,96%), Gravataí (6,27%), Viamão (5,52%) e Alvorada (5,20%).

Já no Rio Grande do Sul, o déficit habitacional bruto no referido ano correspondia a 303.521 unidades habitacionais, correspondendo a 8,4% dos domicílios gaúchos. A RMPA apresentou um percentual de 42% do total do Estado, representando 127.673 unidades.

O mapa 01 auxilia na análise dos dados, explicitando territorialmente onde se encontram os maiores déficits habitacionais.

A partir da tabela 02 são apresentados os dados do déficit habitacional total por faixa de renda na RMPA.

Os municípios de Arroio dos Ratos e São Sebastião do Caí foram os únicos que não apresentaram ninguém na categoria de domicílios sem rendimentos. Observa-se também que Porto Alegre concentrava 28.900 pessoas atingidas pelo déficit habitacional total que ganhavam entre 0 e 3 salários no ano de 2010. Contudo, Glorinha apresenta apenas 46 indivíduos nessa faixa de renda. No Vale do Sinos, destacam-se Canoas e Novo Hamburgo. As demais faixas que concentram o maior contingente de déficit habitacional estavam entre 3 e 10 salários. 

O município de Araricá não deteve no referido ano pessoas incluídas nos rendimentos de 10 ou mais salários. Já Nova Hartz possui 5 pessoas localizadas nesse segmento de renda. Os demais municípios da RMPA que abrigam os maiores rendimentos de déficit habitacional são: Porto AlegreCanoasNovo Hamburgo e Viamão, respectivamente.

Nota-se que o maior déficit habitacional total entre os domicílios de 0 a 3 salários mínimos está próximo do ou no município de Porto Alegre. O mapa 02 apresenta geograficamente os dados apresentados na tabela 02.

O Observatório das Metrópoles divulgou o Índice de Bem-Estar Urbano – IBEU que reúne informações sobre mobilidade, condições ambientais e habitacionais, infraestrutura e atendimento de serviços coletivos. Em 2010, no que tange à habitação, a RMPA ficou em quarto lugar entre as 15 regiões metropolitanas brasileiras, perdendo para FlorianópolisCuritiba e Campinas, respectivamente.

  • Terça, 15 de Setembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, acessou os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE referentes à estimativa populacional de 2013 a 2015 para os territórios do país, estado e municípios.

As estimativas populacionais são, sobretudo, referenciais para o controle e planejamento das políticas públicas. Para esta sistematização, o IBGE adota a relação entre a população atual, o número de nascimentos e óbitos ocorridos no território em determinado período e o número de imigrantes e emigrantes.

A tabela 01 apresenta as estimativas populacionais para diversos territórios de 2013 a 2015. Há, também, a relação de aumento populacional de um ano para o outro. Todas as estimativas populacionais apresentadas se referem ao dia 1° de julho de cada ano.

Nota-se que nos quatro territórios, o aumento de 2014-2015 foi menor em relação ao de 2013-2014. Isto afirma que neste período, apesar de haver aumento populacional, há decréscimo do crescimento.

O Brasil obteve o maior aumento percentual em ambos os períodos analisados, com 0,83% de 2014 a 2015.

O Rio Grande do Sul, por sua vez, obteve o menor aumento em ambos os períodos. De 2014 a 2015, o crescimento populacional foi de apenas 0,36%. Segundo o último censo demográfico (2010) do IBGE, a população gaúcha é a que menos cresce dentre todas as unidades da federação. Deste modo, espera-se que o crescimento gaúcho continue baixo nas próximas décadas.

A Região Metropolitana de Porto Alegre obteve crescimento populacional de 0,44% de 2014 a 2015. Com isso, surge, também, o debate acerca do envelhecimento da população, que gera a necessidade de se abordarem novas políticas públicas que possam garantir os direitos básicos de vida à população e que geram a alocação máxima dos recursos dos quais o estado disponibiliza.

Por fim, o Vale do Sinos, composto por 14 municípios, registrou aumento de 0,50% em sua população de 2014 a 2015, ou seja, aumento superior ao da região metropolitana e também ao do estado.

A tabela 02 mostra as estimativas populacionais nos 34 municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre de 2013 a 2015 e o aumento percentual dentre os períodos de 2013 a 2014 e de 2014 a 2015. A maior parte dos municípios teve variação positiva próxima a 1% em ambos os períodos analisados.

Nota-se que os únicos municípios que possuem variações mais significantes são os municípios vizinhos de Capela de Santana e São Sebastião do Caí. O primeiro apresentou um decréscimo populacional de 9,13% de 2013 a 2014, enquanto o segundo apresentou aumento de 6,01% no mesmo período. Além disso, Capela de Santana foi o único município que obteve aumento no crescimento populacional do primeiro ao segundo períodos analisados. Esta variação ocorreu, segundo o IBGE, porque o município de Capela de Santana cedeu uma parte de seu território para São Sebastião do Caí por força de alteração de limites territoriais em 2014.

O município de Nova Santa Rita apresentou o segundo maior aumento percentual no período, de 1,61% de 2014 a 2015. Além disso, o município também se destacou em outros períodos como o município com o maior aumento percentual quanto ao crescimento populacional.

  • Sexta, 18 de Setembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, monitora mensalmente a variação dos postos de emprego e desemprego em cada município e na região do Vale do Sinos a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. No mês de julho de 2015 se constatou a redução de postos de empregos na região do Vale do Sinos.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, que reúne 34 municípios, incluindo os municípios do Vale do Sinos, o saldo do mês de julho também foi negativo, conforme apresenta a Carta do Mercado de Trabalho, produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas.

A tabela 01 apresenta a movimentação do mercado de trabalho no Vale do Sinos conforme os setores adotados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Em julho do ano passado, o saldo foi de 1.538 desligamentos frente às admissões. Em julho de 2015, houve 12.355 admitidos na região frente a 14.302 desligamentos. Isto gerou um saldo negativo de 1.947 postos de trabalho, o que representou um acréscimo de 26% do aumento de demissões na região de junho de 2014 para junho de 2015.

O setor de serviços teve redução de 836 postos de trabalho. Assim, conforme o explicitado na tabela acima, foi o segmento que apresentou o maior número de desligados entre os setores no mês. Na comparação com o ano anterior, no setor de serviços, o saldo de julho de 2015 registrou um acréscimo de cinco novos postos de trabalho.

Já no saldo dos últimos 12 meses atenta-se para a indústria de transformação, que gerou 8.805 demissões. Esse contingente representou aproximadamente 70% do desemprego dos setores.

Entre os oito setores do IBGE, o único que apresentou aumento de postos foi o da agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, com um saldo de 15 novos postos. Entretanto, no mês passado, foi constatado que o mesmo setor teve um saldo negativo de 13 postos de trabalho. Além desse setor, somente a administração pública obteve resultado positivo no último mês do ano. Já no saldo dos últimos 12 meses, percebe-se que a indústria de transformação é o segmento que mais reduziu postos de trabalho.

A tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho no Vale do Sinos por municípios. Em julho de 2015, apenas três dos 14 municípios obtiveram saldo positivo na movimentação do mercado de trabalho: Araricá (42), Nova Hartz (130) e Sapiranga (85).

No saldo de julho de 2014 encontramos o dobro de municípios com saldo positivo. Destacam-se: Araricá (13), Campo Bom (67), Dois Irmãos (2), Ivoti (51), Nova Hartz (39) e Sapiranga (30).

Percebe-se que na região do Vale do Sinos, apenas Nova Hartz e Sapiranga vêm apresentando números positivos de julho de 2014 e do acumulado de 2015. Apesar de terem esses saldos positivos, Nova Hartz e Sapiranga obtiveram o saldo, nos últimos 12 meses, de 553 e 35 postos de trabalho reduzidos, respectivamente.

Observa-se que o processo de redução de postos de trabalho na região do Vale do Sinos em 12 meses contabilizou 12.745 desligamentos. Na análise por município que formam a região, apenas Nova Santa Rita registrou saldo positivo, com 230.

O gráfico abaixo mostra a situação do desemprego desde o início de 2015. Em janeiro, o número de desempregados foi de 662. No mês seguinte, esse número passou para 1.716, ou seja, um aumento de 1.094. O mês de maio atingiu o maior número de redução de postos de trabalho, com 1.958 e a partir de junho a situação vem se estabilizando.

  • Terça, 22 de Setembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS pelo Atlas da Vulnerabilidade Social, plataforma criada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA e que contém sistematização de dados referente aos Censos Demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

A vulnerabilidade social é, sobretudo, uma noção política que introduz novos meios de interpretação dos processos de desenvolvimento social, para além da dimensão monetária. Assim, o IVS, conforme definição do IPEA, é constituído para averiguar a ausência ou insuficiência de serviços que deveriam estar a serviço da população a partir da promoção do estado. A avaliação destes serviços possibilita, em parte, a análise do bem-estar do qual a população usufrui.

O Índice de Vulnerabilidade Social foi ideado com a pretensão de poder atingir a territorialidade dos municípios e, portanto, a melhor forma de quantificar e qualificar o processo de análise da ausência ou insuficiência dos serviços é através dos dados do censo demográfico do IBGE. A partir disso, o IVS foi constituído a partir de três subíndices, que são: infraestrutura urbanacapital humanorenda e trabalho. Estes subíndices referem-se a um conjunto de serviços que afetam diretamente o bem-estar da população e são constituídos como direitos sociais.

plataforma do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é outro meio que possibilita o acesso e a sistematização de dados referentes à vulnerabilidade social no nível territorial dos municípios. Este site dá especial ênfase ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal - IDHM, mas possui, para além disso, mais de 200 indicadores. Os indicadores são de população, educação, habitação, saúde, trabalho, renda e vulnerabilidade, com dados extraídos dos censos demográficos de 1991, 2000 e 2010. Sendo assim, nesta plataforma há dados referentes aos mesmos contidos no Índice de Vulnerabilidade Social.

A metodologia do índice é dada pela média aritmética dos três subíndices e cada um dos indicadores possui uma escala que varia entre 0 a 1, sendo que ao atingir 0 define-se que a situação corresponde à ideal ou desejável e ao se atingir 1, atinge-se a pior situação. Desta forma, a condição de absoluta ausência de vulnerabilidade social ocorre quando o índice de vulnerabilidade social é 0 e, portanto, todas as variáveis consideradas no cálculo foram afirmadas como favoráveis ao bem-estar da população.

O mapa 01 apresenta o Índice de Vulnerabilidade Social em 2000 e 2010 para os quatorze municípios do Vale do Sinos e, também, para o Rio Grande do Sul e para o Brasil. No período analisado, todos estes territórios apresentaram diminuição no IVS, sendo que o Rio Grande do Sul passou de um índice de 0,32 em 2000 para 0,23 em 2010.

Dos municípios do Vale do Sinos, o menor IVS foi registrado em Dois Irmãos, com índice de 0,13. O município havia registrado índice de 0,18 dez anos antes, sendo já nesta época o município com o resultado mais próximo de zero junto a Campo Bom, que também obteve IVS de 0,18.

Por outro lado, Nova Santa Rita apresentou o pior resultado em 2010, com índice de 0,31. Dez anos antes, o IVS registrado foi de 0,38, sendo, também, o índice mais elevado da região para este ano. No entanto, o resultado ainda foi menor do que o registrado no Brasil.

Dos quatorze municípios da região, em 2010, dez obtiveram resultados menores que o do Rio Grande do Sul. Já em 2000, eram apenas 9, sendo que Portão e São Leopoldo obtiveram índices iguais ao do estado: 0,32.

Os mapas 02 a 04 apresentam os subíndices do Índice de Vulnerabilidade Social. Estes subíndices, que correspondem a dimensões de desenvolvimento socioeconômico são indicadores das realidades em que a população se encontra, ao observar ou não a existência, de modo qualitativo, dos serviços oferecidos à população.

O mapa 02 apresenta o Subíndice de infraestrutura urbana no Índice de Vulnerabilidade Social em 2000 e 2010 no Vale do SinosBrasil e Rio Grande do Sul. A infraestrutura urbana também já foi tema de análise de outros índices que tematizaram o Vale do Sinos e a Região Metropolitana de Porto Alegre, tais como o Índice de Bem-Estar Urbano, ideado pelo Observatório das Metrópoles. Destaca-se que dentre as cinco dimensões analisadas por este índice, a infraestrutura urbana apresentou o pior índice.

Alguns dados analisados pelo Subíndice de infraestrutura urbana são indicadores sobre a presença de redes de abastecimento de água, de serviços de esgotamento sanitário e coleta de lixo no território, bem como o indicador do tempo gasto no deslocamento entre a moradia e o local de trabalho pela população ocupada de baixa renda.

Em referência ao Subíndice de Infraestrutura urbana do IVS, todos os municípios, e inclusive o Rio Grande do Sul e o Brasil, apresentaram diminuição ou manutenção deste subíndice. O Rio Grande do Sul, em 2010, possuía Índice de 0,17 frente a 0,19 em 2000.

Dos municípios da região, destaca-se Nova Hartz, com índice de 0 em 2000 e em 2010. Sendo assim, o município registrou ausência de vulnerabilidade social quanto ao Subíndice de Infraestrutura Urbana. Muitos municípios da região mantiveram seus índices estáveis no período de 2000 a 2010. Este caso ocorreu, por exemplo, em Esteio, onde em ambos os anos o IVS foi de 0,21.

O município de Sapucaia do Sul manteve-se com o segundo índice mais elevado e obteve diminuição de 0,01 em seu índice de 2000 a 2010. Neste último ano, o índice do município chegou a 0,31, sendo superior, inclusive, ao Brasil.

O mapa 3 apresenta o Subíndice de Renda e Trabalho no Índice de Vulnerabilidade social em 2000 e 2010 nos municípios do Vale do Sinos, no Rio Grande do Sul e no Brasil. Neste subíndice, a evolução foi mais acentuada que no anterior, no estado o Índice passou de 0,38 em 2000 para 0,23 em 2010.

Como o IPEA pontua, este índice agrupa não só indicadores relativos à insuficiência de renda presente (percentual de domicílios com renda domiciliar per capita igual ou inferior a meio salário mínimo de 2010), mas incorpora outros fatores que, associados ao fluxo de renda, configuram um estado de insegurança de renda: a desocupação de adultos; a ocupação informal de adultos pouco escolarizados; a dependência com relação à renda de pessoas idosas; assim como a presença de trabalho infantil.

Doze municípios apresentaram índices mais próximos de zero do que o estado, sendo que Araricá e Nova Santa Rita apresentaram índices de 0,23 em 2010, igualando-se ao estado. O Brasil obteve índice de 0,32 em 2010, sendo que em 2000 apresentava 0,48.

Destaca-se, também, Canoas. Em 2000, o município obteve Índice de 0,36. Dez anos depois, o resultado foi de 0,19, tendo, portanto, o sexto subíndice mais elevado da região junto a Sapiranga.

O mapa 04 apresenta o Subíndice de capital humano no Índice de Vulnerabilidade Social em 2000 e 2010 nos municípios do Vale do Sinos, no estado do Rio Grande do Sul e no Brasil. Ao comparar este subíndice aos demais, nota-se que na maior parte dos municípios este índice apresenta o número mais elevado dentre os três subíndices analisados.

Os dados referentes ao capital humano têm duas dimensões: saúde e educação. Neste sentido, conforme o IPEA, foram selecionados para compô-lo indicadores que retratam não só a presença atual destas dimensões e recursos nas populações, mas também o potencial que suas gerações mais novas apresentam de ampliá-lo. Adotou-se, para isso, indicadores de mortalidade infantil; da presença, nos domicílios, de crianças e jovens que não frequentam a escola; da presença, nos domicílios, de mães precoces, e de mães chefes de família, com baixa escolaridade e filhos menores; da ocorrência de baixa escolaridade entre os adultos do domicílio; e da presença de jovens que não trabalham e não estudam.

O Brasil apresenta subíndice de 0,36 em 2010, enquanto que o estado obteve 0,3. Assim, como no país e no estado, todos os municípios do Vale do Sinos também registraram diminuição do Subíndice de Capital Humano de 2000 a 2010.

Destaca-se Araricá, que em 2000 obteve o índice mais elevado, de 0,51, sendo superior, inclusive, ao índice do Brasil. Em 2010, no entanto, o município melhorou o seu resultado e passou para um índice de 0,32, sendo inferior ao do Brasil e também ao de outros dois municípios da região.

O Índice de Vulnerabilidade Social é, assim, um indicador que auxilia no debate e na promoção de políticas públicas, visto que possibilita a análise e a identificação das realidades que devem ser problematizadas e, portanto, a consequente existência de meios de afirmação de políticas que promovam a cidadania e afirmem a garantia dos direitos sociais.

  • Quarta, 30 de Setembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados do Censo Escolar 2014, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, através da plataforma de acesso gratuito QEdu.

Imagem: www.mercadopopular.org

O Censo Escolar oportuniza o levantamento de dados estatísticos educacionais nos municípios e, consequentemente, em nível nacional, e é realizado todos os anos pelo INEP. Através do contato com as escolas públicas e privadas do país sobre as suas realidades, traça-se um panorama do cenário da educação no país. Este censo é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e sobre estabelecimentos de ensino, turmas, alunos, profissionais escolares em sala de aula, movimento e rendimento escolar no Brasil.

A educação básica, como referência do INEP, refere-se ao ensino regular (educação infantil e ensinos fundamental e médio), à educação especial, à educação de jovens e adultos – EJA e à educação profissional (cursos técnicos e cursos de formação inicial continuada ou qualificação profissional). O direito à educação básica é garantia da população através da Lei N° 9.394 a partir do artigo 5º: “O acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo”.

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB é outro instrumento que avalia a qualidade de ensino no país e estabelece metas para a melhoria da educação. Este indicador reúne dados, dentre os quais os do Censo Escolar, de aprovação escolar e as médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb para as unidades da federação e para o país e a Prova Brasil para os municípios.

Essas informações são importantes, segundo o INEP, pois são utilizadas como referências para a formulação de políticas públicas e para a execução de programas na área da educação, em que se incluem os de transferência de recursos públicos como alimentação e transporte escolar, distribuição de livros, implantação de bibliotecas, instalação de energia elétrica, dinheiro direto na Escola e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - Fundeb.

O olhar sobre as realidades das escolas torna-se essencial e necessita de um acompanhamento especial no atual momento de ajuste fiscal no estado e no país. Desta forma, busca-se analisar as consequências deste ajuste no cenário da educação básica nos municípios do Vale do Sinos através de alguns dados do Censo Escolar.

Os dados abordados nas tabelas a seguir são referentes ao Censo Escolar e foram selecionados para esta análise a fim de contribuir com o debate acerca dos serviços oferecidos pelas escolas. Estes serviços são considerados essenciais para garantir o bem-estar da população e auxiliar no desmantelamento da vulnerabilidade social.

A tabela 01 e a tabela 02 apresentam os serviços oferecidos pelas escolas públicas e privadas nos municípios no Vale do Sinos em 2014. Entende-se, no entanto, que a existência dos serviços não comprova o nível de qualidade dos mesmos. Na região, 80,41% das 924 escolas fornecem alimentação, enquanto 95,78% possuem cozinha.

No Vale do Sinos, 72,62% possuem biblioteca, 59,85% possuem laboratório de informática e 49,78% possuem quadra de esportes.

Em Ivoti, em Nova Hartz e em Araricá apenas uma escola não fornece alimentação, sendo que, portanto, o município com o maior percentual de escolas que fornecem alimentação é Ivoti, já que dentre os três é o que possui o maior número de escolas.

Esteio e Sapucaia do Sul, municípios vizinhos, são os que apresentam os menores percentuais de escolas que fornecem alimentação, com 57 e 61% respectivamente. Estes municípios estão também dentre aqueles que possuem a maior participação de escolas privadas no total de escolas da região, com 53 e 42%, respectivamente.

No entanto, ao se observar a existência de cozinhas, em seis municípios todas as escolas possuem cozinha, sendo que todos os municípios possuem percentuais de existência de cozinha maior que 90%.

Quanto à existência de biblioteca e quadra de esportes, destaca-se a baixa taxa de existência no município de Nova Hartz, com 12,50% e 31,25%, respectivamente. Em relação à existência de laboratório de informática, o destaque é de Nova Santa Rita, com taxa de 50%.

A tabela 03 mostra a situação das escolas públicas do Vale do Sinos. A região concentrava 597 escolas públicas, representando 64,61% do total das escolas da região.

Das escolas públicas, 113 estão alocadas em Novo Hamburgo, logo atrás vem Canoas, totalizando mais 112. Estes dois municípios correspondem a 37,69% das escolas públicas entre os 14 municípios analisados.

Na região, 100% das escolas fornecem alimentação. Entretanto, na tabela acima constatamos que este percentual estava em 80,41%. O fato das escolas públicas terem esse número significativo de fornecimento de alimentação tem inerência na Lei nº 11.947. Esse preceito aponta a alimentação escolar como um direito dos alunos da rede básica de educação pública e, além do mais, um dever do Estado de promovê-la e incentivá-la.

Apenas Dois Irmãos e Estância Velha possuem 100% das escolas públicas com bibliotecas instaladas. O menor número percentual de bibliotecas encontra-se no município de Nova Hartz, onde 13,33% das escolas públicas têm bibliotecas. Isto indica que das 15 escolas do município, apenas duas possuem esse espaço disponível. Porém, esse quadro pode ser amenizado a partir de 2020, quando entra em vigor a Lei que torna obrigatória a existência de um acervo de pelo menos um livro por aluno em cada escola do país, tanto para escolas públicas quanto para privadas.

A existência no Vale do Sinos de laboratórios de informática nas escolas públicas foi de 72,36%. O município de Esteio teve o melhor desempenho entre os demais da região, atingindo 94,29% das escolas públicas. Já em Nova Santa Rita, esse percentual ficou em 52,63%.

Nenhum município possui todas as escolas públicas com quadra de esportes. Em Nova Hartz, apenas 33,33% das escolas públicas possuem quadra de esportes. Ou seja, das 15 escolas, cinco oferecem locais para prática de esportes. No mesmo sentido, Portão (42,31%) e Araricá (50,00%) também apresentaram os piores índices para o ano de 2014. Já em Sapucaia do Sul, esse percentual atinge 87,76% das escolas, enquanto o percentual para o Vale do Sinos foi de 61,14%. O percentual atinge patamares piores quando incluímos escolas privadas também: a média indiciou 49,78%, conforme explicitado na tabela 01.

A coleta do próximo Censo Escolar, que é o de 2015, teve início no dia 8 de junho de 2015 e terminou no dia 28 de agosto. Essas informações são fundamentais para a realização do diagnóstico da educação brasileira e, ao mesmo tempo, serve de instrumento para elaboração de políticas públicas através dos indicadores educacionais. A universalização da educação básica é, também, uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, propostos pela Organização das Nações Unidas em uma iniciativa de 2000 a 2015.

  • Quarta, 14 de Outubro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS pelo Atlas da Vulnerabilidade Social, plataforma criada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA.

Este Índice de Vulnerabilidade Social é constituído a partir de dados do censo demográfico, que ocorre decenalmente e tematiza as mais diferentes realidades.

A análise a seguir apresenta quatro dados que compõem o Índice de Vulnerabilidade Social, os quais são: taxa de mortalidade infantil, percentual de mulheres de 10 a 17 anos que tiveram filhos, percentual de mães chefes de família sem ensino fundamental e com filho menor e percentual de crianças de 0 a 17 anos fora da escola. Todos estes dados representam aspectos de vulnerabilidade da realidade dos territórios do Vale do Sinos e são permeados por diferentes áreas das políticas públicas, tais como: educação, saneamento e saúde.

O primeiro dado diz respeito às taxas de mortalidade infantil para os 14 municípios da região do Vale do Rio do Sinos nos anos 2000 e 2010. Este indicador expressa o número de crianças que não sobrevivem a um ano de vida a cada mil crianças nascidas vivas.

No ano 2000, a média da região foi de 16,39, sendo os municípios que atingiram as taxas mais elevadas: Nova Santa Rita (21,2), Araricá (20,2) e Sapiranga (19,5).

Já em 2010, a média do Vale do Sinos foi de 11,63. Neste caso, houve uma redução de 4,76. É interessante observar que no referido ano, Araricá ficou na primeira colocação entre os municípios acima da média da região (13,6). Em 2000, o respectivo município ficou na segunda colocação (20,2). O menor indicador apresentado entre os 14 municípios foi Estância Velha (9,5), seguido de São Leopoldo (10,09) e Canoas (10,62).

Outro ponto a se destacar é o município de Nova Santa Rita. Em 2000 apresentava a maior taxa da região como já comentado anteriormente e em 2010 chegou a um indicador de 11,2, sendo, portanto, o quinto município com o menor índice de mortalidade infantil da região.

A redução da mortalidade infantil é uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODM, propostos pela Organização das Nações Unidas em uma iniciativa de 2000 e que se encerra em 2015.

Segundo o Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de 2013, o Brasil já atingiu a meta de redução da metade da mortalidade infantil entre crianças menores de 5 anos. De acordo com a metodologia da pesquisa, a taxa passou de
53,7 em 1990 para 17,7 óbitos por mil nascidos vivos em 2011. Além disso, os dados apontam que até o final de 2015 o país terá atingido um resultado superior à média estipulada pela ODM. Já para crianças com menos de 1 ano de idade também se atingiu a meta de redução. A meta era de 15,7 óbitos estimada para 2015, e o Brasil já chegou em 15,3 óbitos por mil nascidos vivos.

A tabela 02 apresenta o percentual de mulheres de 10 a 17 anos que tiveram filhos entre 2000 e 2010. Esse percentual se refere ao número de mulheres a cada 100 que tiveram filhos com a referida idade.

Em 2000, o Vale do Sinos teve uma média de 3,61%. O município de Ivoti apresentou o menor percentual (1,75%). Novamente, Araricá, noutra categoria de análise, apresentando 8,85% das mulheres que tiveram filhos entre 10 e 17 anos. Atingindo 5,24 pontos percentuais acima da média para região.

O município de Dois Irmãos apresentou o menor percentual para o ano de 2010 (1,09%). Em 2000, esse percentual era de 3,44%. Já Araricá apresentou o maior percentual novamente (2,87%). É importante ressaltar que o município, neste caso, conseguiu diminuir o percentual de mulheres de 10 a 17 anos que tiveram filhos entre 2000 e 2010. Isto é constatado pela redução de 5,98%.

A média de mães sem ensino fundamental e com filho menor no ano de 2000 para o Vale do Sinos era de 13,37%, conforme explicitado na tabela 03. O município que apresentou o menor percentual foi Ivoti (7,17%), seguido de Araricá (10,09%), Portão (10,44%) e Dois Irmãos (11,04%). Apesar de os dois primeiros municípios apresentarem alguns dados acima da média para a região, neste caso, destacam-se pelo menor percentual entre os demais.

A tabela 03, a seguir, mostra o percentual de mães chefes de família sem ensino fundamental e com filho menor para os anos 2000 e 2010. A média para o ano de 2000 atingiu 13,37%. Como podemos observar, Ivoti destacou-se com o menor percentual (7,17%) entre os municípios selecionados. Já Estância Velha apresentou o maior percentual, atingindo 18,38%. Na sequência, vem Sapiranga (16,31%) e Sapucaia do Sul (15,86%).

No ano de 2010, o aumento foi generalizado para todos os 14 municípios do Vale do Sinos. O percentual saiu de 13,37% para 19,62%, conforme a tabela 03.

Em termos comparativos, Sapiranga ficou na primeira colocação, visto que em 2000 ficou na segunda. O município ficou 9,74 pontos percentuais acima da média. Na mesma linha, está Nova Santa Rita (29,19%) que no ano 2000 atingiu 12,68%, estando abaixo da média da região. E, por fim, Portão (27,49%). É interessante fazer um adendo no caso de Araricá, que foi o município que teve o maior crescimento percentual (10,29), mesmo assim, não ficou entre os três maiores dos 14 da região.

A tabela 04 aborda o percentual de crianças de 0 a 5 anos fora da escola e o percentual de crianças entre 6 e 14 anos fora da escola. Ambas as situações foram dentro do intervalo de período de 2000 e 2010.

Em Sapucaia do Sul, 93,21% das crianças entre 0 e 5 anos estavam fora da escola, em Portão 89,78% e em Araricá 88,88% no ano de 2000. Já para o ano 2010, Ivoti apresentou o menor percentual. A média do Vale do Sinos foi de 58%, enquanto Ivoti destacou-se por estar com 37% de crianças dessa faixa de idade fora da escola, seguido de Araricá e Sapiranga (45%). Neste caso, o segundo local apresentou a maior redução de pontos percentuais, tendo uma diminuição de 43,88. Enquanto isso, no Vale do Sinos o percentual caiu de 81,92% para 58%.

Dois Irmãos teve apenas 0,56% das crianças de 6 a 14 anos fora da escola no ano de 2000. Já SapirangaCanoas e São Leopoldo apresentaram os piores resultados, respectivamente.

O segundo Objetivo de Desenvolvimento do Milênio é o acesso universal do ensino básico. No Brasil, para atingir tais objetivos, a ampliação tem sido através do acesso obrigatório. Segundo a Organização das Nações Unidas - ONU, as sucessivas políticas de universalização do ensino foram responsáveis pela redução da desigualdade de acesso à escola pelas crianças de 6 a 14 anos, ou seja, reduzindo as restrições de acesso aos serviços educacionais.

  • Quarta, 14 de Outubro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE para verificar o número de admissões e desligamentos no mercado de trabalho do Vale do Sinos em agosto de 2015.

A partir da atual conjuntura brasileira e gaúcha, em que o ajuste fiscal coloca em risco políticas públicas essenciais, tais como o acesso ao emprego, busca-se analisar as realidades do mercado de trabalho na região do Vale do Sinos e suas consequências para a garantia dos direitos sociais da população.

Em consonância com o ajuste fiscal, nota-se outra realidade que se destaca na atual conjuntura: a terceirização. Este processo reafirma a instabilidade do mercado de trabalho formal brasileiro e questiona os direitos sociais que devem ser assegurados pelo estado, como o direito ao trabalho. O direito ao trabalho é garantido pela Constituição Federal em seu Art. 6° no capítulo II referente aos direitos sociais, do artigo 7° ao 11°. Porém, não há um instrumento formal que assegure o trabalho aos brasileiros, apenas leis que visam combater o trabalho insalubre ou prejudicial, para que o trabalhador possua uma vida saudável e digna.

A tabela 01 apresenta a movimentação do mercado de trabalho formal no Vale do Sinos por setor em agosto de 2015. A partir desta análise, identifica-se que houve redução de 2.170 postos de emprego formais na região no mês de agosto.

Os setores analisados na tabela 01 referem-se à classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE quanto aos setores econômicos. É importante destacar que o IBGE também classifica os setores econômicos em 5 grandes setores e em 25 subsetores.

O setor da indústria de transformação apresentou o maior saldo negativo, com redução de 1.559 postos em agosto. No entanto, a maior parte dos setores contribuiu para esta redução de postos de emprego formais. O setor da construção civil apresentou queda de 235 postos contra redução de 244 do setor de serviços. Em relação ao mês de julho de 2015, destaca-se, também, que o número de admitidos foi reduzido, enquanto o número de desligados aumentou de um mês para o outro.

Ao comparar o saldo de agosto de 2015 ao de agosto de 2014, verifica-se que ambos apresentaram redução de postos de emprego, sendo que em 2015 a queda foi mais acentuada. Porém, percebe-se que os dois setores que tiveram mudanças mais significativas de um ano para o outro foram os setores de comércio e, principalmente, serviços.

O acumulado de 2015 e o saldo para os últimos 12 meses também apresentam diminuição do número de empregos formais na região. Destaca-se, no entanto, que se no acumulado do ano três setores em especial (Indústria da transformação, Comércio e Construção Civil) apresentaram as maiores quedas, nos últimos 12 meses, o destaque é, de fato, a Indústria da transformação, que obteve redução de 8.757 postos de emprego. Esta redução é maior que a população do município de Araricá.

Com o ajuste fiscal, entende-se que o setor da administração pública, apesar de ser pouco representativo em comparação com os demais, deve ser analisado a fim de compreender as realidades em que este setor se encontra. Em agosto, a redução foi de 12 postos, no entanto, o acumulado de 2015 registra um crescimento de 140 postos e nos últimos 12 meses, o aumento é de 187.

A tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos por município. A região apresentou redução de postos de emprego em agosto de 2015, sendo que 12 dos 14 municípios obtiveram saldo negativo.

Os municípios de Nova Santa Rita e Ivoti foram os únicos que apresentaram aumento no número de postos de emprego em agosto de 2015. No primeiro município, o aumento foi de 14 postos em comparação a uma redução de 28 postos no mês de agosto de 2014. No acumulado de 2015, Nova Santa Rita é um dos poucos municípios que apresenta saldo positivo.

Destaca-se, também, Sapiranga, onde o acumulado de 2015 e o saldo nos últimos 12 meses verificado é positivo. Nos últimos 12 meses, o saldo foi de 70 postos de emprego, sendo, portanto, ao lado de Nova Santa Rita, os dois únicos municípios que obtiveram saldo positivo neste período.
Em agosto de 2015, Canoas e São Leopoldo apresentam os maiores saldos negativos, representando, juntos, 41% das reduções de postos de emprego neste mês. Destacam-se, também, os municípios de Novo HamburgoSapirangaEsteioNova HartzEstância Velha e Portão, que obtiveram reduções de postos de emprego superiores a 100.

Em 2015, três municípios da região já obtiveram recuos maiores que 1.000 postos de emprego e outros seis também apresentaram recuo.

A tabela 03 apresenta a movimentação no setor formal na indústria de calçados e na indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos no Vale do Sinos em agosto de 2015. Entende-se que estes dois subsetores são complementares, com destaque para a indústria de calçados que se tornou representativa, em termos de números de estabelecimentos e empregados na região.

Em agosto, ambos os setores obtiveram redução de postos de emprego, com destaque para o recuo de 614 postos de emprego da Indústria de calçados, sendo a maior parte destes em Nova Hartz (157) e Sapiranga (156). Além disso, observa-se que em três municípios da região não houve movimentação neste subsetor: CanoasNova Santa Rita e Sapucaia do Sul.

Apenas o município de Esteio obteve aumento no número de postos de emprego na Indústria de calçados, sendo um saldo positivo de um posto. Os outros 10 municípios tiveram variação negativa neste subsetor.

Quanto ao subsetor da indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos, destaca-se que 11 municípios obtiveram recuo de postos de emprego e Nova Santa Rita não apresentou variação no período. Novamente Esteio obteve aumento de postos, com um saldo positivo de 6 postos. Além desse, Sapiranga também obteve aumento, com saldo de 2.

A maior redução de postos de emprego neste setor ocorreu em Sapucaia do Sul, com um saldo negativo de 46 postos. Em Novo Hamburgo, a redução foi de 26 postos e em Campo Bom, 23.

  • Sexta, 16 de Outubro de 2015

No dia 30 de setembro, quarta-feira, aconteceu a Oficina Realidade de Saúde e Ambiente, ministrada pela Profa. Ms Rosana Kirsch, da Cooperativa Educação, Informação e Tecnologia para Autogestão – EITA.

Rosana é formada em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS e tem mestrado pela Universidade de Brasília – UnB, na área de Sociologia. Além disso, tem vínculo com o Observatório da Política de Saúde Integral das Populações do Campo, Floresta e Águas – OBTEIA.

A atividade foi realizada na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros e em um primeiro momento foi feita uma apresentação breve sobre o Instituto Humanitas Unisinos, seguida de uma apresentação do programa ObservaSinos – Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos, vinculado ao IHU, que promoveram a atividade.

Foto: Carolina Teixeira

A apresentação do Instituto foi feita através do sítio do IHU onde se teve uma breve discussão sobre a aba Notícias do Dia e o que lá estava relacionado à Saúde e ao ambiente. Em uma pesquisa com a palavra saúde, foram encontrados temas permeados pela problemática dos agrotóxicos, presente hoje na realidade da alimentação de muitos brasileiros e brasileiras.

A partir disso, foi ressaltada a importância do Instituto como uma fonte de pesquisa e articulação entre diferentes organizações, pesquisadores e lideranças com atuação em temas de fronteira. Foram também apresentados os objetivos do ObservaSinos, que se propõe a subsidiar o planejamento, monitoramento, avaliação e controle social das políticas públicas do Vale dos Sinos.

Depois da apresentação do programa e do Instituto, era hora de conhecer os participantes presentes, que foram identificados pelo nome, formação e município de referência. Entre eles estavam acadêmicos do curso de Jornalismo, Educação Física, Ciências Econômicas, Gestão de Recursos Humanos, Fisioterapia e outros. Também compunham o grupo cidadãos de municípios diversos, como São LeopoldoSapirangaNova Santa RitaSapucaia do Sul, Porto AlegreBom Princípio e Novo Hamburgo.

Rosana começou a oficina incentivando a reflexão, dizendo que pensar saúde e ambiente está relacionado com o território em que estamos inseridos, tanto no espaço onde moramos, quanto no espaço onde passamos o nosso tempo de trabalho. “Saber onde estamos é muito importante para sabermos olhar para isso (saúde e ambiente)”, explicou ela.

A professora então convidou todos e todas para pensarmos e dialogarmos sobre o que, no nosso ambiente de convívio, PROMOVE e/ou AMEAÇA a vida. Assim os participantes foram divididos por municípios e regiões próximas para que juntos pensassem e debatessem sobre as questões solicitadas.

Durante a socialização sobre o que ameaçava e o que promovia a vida, foram levantados muitos temas em comum, desde a preocupação com a segurança e
natureza, como também o cuidado com a saúde, educação e lazer. Falando sobre São Leopoldo, foram destacados temas como a questão das enchentes que se fizeram presentes no município nos últimos meses em decorrência das chuvas. Preocupação também trazida por outros municípios que viveram situações parecidas, como o caso de Novo Hamburgo.

Grupo Hiperdia Asa Delta

Em relação ao que promove a vida, surgiram temas e iniciativas interessantes, como foi o caso do casal presente na oficina, Zuleide Pastorini e Valdoir Oliveira, ambos do município de Sapiranga, onde existe um projeto de ação comunitária de Saúde da Família João Goulart, em que se promove ginástica com a terceira idade. O nome do grupo se chama Hiperdia Asa Delta (veja no vídeo ao lado) , por conta de duas doenças (Hipertensão e Diabetes) a que essa faixa etária está mais vulnerável. Nesse sentido, é feita a medição de pressão e diabetes antes das atividades.

A partir dos apontamentos, Rosana destacou algumas reflexões sobre o que foi apontado pelo grupo. Questionando sobre o que poderia causar essas ameaças e quais soluções podem ser aplicadas, ela ressaltou a necessidade de um espaço de diálogo com a comunidade onde os temas pudessem ser aprofundados. “Que outras informações podemos trazer para além desse debate sobre saúde?”, questionou.

As realidades da região do Vale do Sinos foram em seguida confrontadas com outras realidades dos municípios do norte, nordeste e sudeste brasileiros onde a oficina foi realizada. Destaca-se a comunidade do Vale das Cancelas, situado no município de Grão Mogol, que fica no estado de Minas Gerais, onde os indicadores que ameaçavam a vida na comunidade foram questões relacionadas à vida no campo, no caso, desmatamento, falta de água tratada, monocultura de eucaliptopoluição dos rios, pulverização de agrotóxicos.

Foi possível notar que existem relações entre a ameaça e a promoção da vida. Ao mesmo tempo foram realizados apontamentos específicos das comunidades. Temos que ampliar nossas análises: “Temos que sair da caixinha de pensar saúde só como a questão da doença. Ter acesso à água, ao trabalho, ao lazer e à cultura, tudo isso faz parte da perspectiva de saúde que estamos falando”, enfatizou Rosana.

Foram também apresentadas plataformas de dados públicos, como o DATASUS, com dados mais voltados às questões de saúde. Alguns números foram expostos como o total de mortos por intoxicação de agrotóxicos no ano de 2009, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN, que alcançou 2.659 mortes. Além dos dados, faz-se necessário conhecer e analisar as vivências destas realidades pela população a ela implicada. Nesta perspectiva foi indicado o vídeo “Agrotóxico é um problema mesmo?”, sobre a pesquisa feita pela Dra. Raquel Rigotto, da Universidade Federal do Ceará, que pode subsidiar esta análise. Outros vídeos sugeridos foram “O veneno está na mesa” e “O veneno está na mesa II”, ambos dirigidos por Silvio Tendler e lançados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

"Percebe-se que em sociedades desiguais as injustiças ambientais vão recair sobre as populações mais pobres"

Este quadro revela um conjunto de injustiças ambientais que estão presentes nas nossas realidades hoje. O agrotóxico é um componente que reforça o modelo de desenvolvimento atual e que reforça as relações de desigualdade e injustiças vividas no nosso país. “Percebe-se que em sociedades desiguais as injustiças ambientais vão recair sobre as populações mais pobres”, afirmou Rosana. A plataforma Mapa de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil dá vistas a esta realidade, apresentando as denúncias ambientais vividas pelas comunidades envolvidas nos conflitos ambientais.

Na oficina também foram destacados alguns princípios da Rede Brasileira de Justiça Ambiental - RBJA que concebe justiça ambiental como "Princípios e práticas que asseguram que nenhum grupo social suporte uma parcela desproporcional sobre os impactos das injustiças ambientais”.

Por fim, Rosana ressaltou que existem três processos importantes em relação ao enfrentamento dos conflitos relacionados às questões da saúde e ambiente. É urgente e necessário que sejam construídas ações para denunciar, resistir e anunciar que existem outras formas de viver, como, por exemplo, a agroecologia. Foi o momento de uma breve avaliação sobre a atividade, onde o grupo ressaltou a importância de continuarmos em diálogo, compartilhando experiências e ações conjuntas para debater e fortalecer a mobilização sobre Saúde e Ambiente, que se apresentam como condições para a vida e a dignidade.

  • Segunda, 19 de Outubro de 2015

Em homenagem ao Dia das Crianças, a Fundação de Economia e Estatística (FEE) reuniu dados que mostram as realidades da população infantil do Rio Grande do Sul, com foco na situação da educação no estado e também sobre as características e distribuição da população infantil no RS.

A publicação mais recente busca responder: “Como está a educação de nossas crianças?”, e foi elaborada pelos pesquisadores Marcos WinkRafael Bernardini e Thomas Kang. Os dados são de 2013 e uma das tentativas é buscar traçar as características dos alunos com melhor desempenho escolar, como pode ser observado no gráfico abaixo. Nota-se que o nível de aproveitamento da matéria de Português foi maior onde o percentual mais elevado esteve nas seguintes características: não trabalham fora de casa, com 96%; fazem o dever de casa, com 86%; e têm seus trabalhos corrigidos pelo professor, com 86%.


Veja o estudo completo no link.

Outra análise publicada pela FEE foi a que reuniu dados de 2001 a 2014, elaborada pelo Centro de Informações Estatísticas/Núcleo de Demografia e Previdência da FEE, que sintetizou algumas características de crianças de 0 a 11 anos no Rio Grande do Sul. Neste estudo, foram mostrados traços da composição das famílias do RS, onde 93% da população infantil residem com a mãe e 75% moram com a mãe e o pai ou padrasto, como pode ser observado no infográfico abaixo:


Veja o estudo completo no link.

A síntese é da FEE e foi postada no sítio da Fundação de Economia e Estatística, 08-10-2015 e 09-10-2015.

  • Segunda, 26 de Outubro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou o Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN do Ministério da Saúde para verificar os indicadores do envenenamento por agentes tóxicos nos municípios do Vale do Sinos.

Os dados pesquisados estão disponíveis na ferramenta TabNet do SinanWeb do Ministério da Saúde. Para a formulação das tabelas, foram utilizados os dados de agentes tóxicos, municípios de exposição e circunstância do envenenamento para o período de 2010 a 2015. Para o ano de 2015 os dados foram atualizados até o dia 2 de outubro. No entanto, conforme o SinanWeb, os dados de 2013 a 2015 estão sujeitos a correções a partir de novas atualizações de informações que podem vir a ser feitas.

Torna-se relevante apontar que os dados apresentados resultam somente das notificações e, portanto, representam apenas parte da realidade das exposições da população a agentes tóxicos, visto que muitos dos casos de envenenamentos não são notificados. A subnotificação das informações é comum e prejudica os processos de planejamento, monitoramento, avaliação e controle social das políticas públicas e suas ações.

A tabela 01 apresenta as notificações totais de envenenamento por agentes tóxicos no Vale do Sinos, no Rio Grande do Sul e no Brasil no período de 2010 a 2015. No período, foram notificados 192 casos de envenenamento. No Rio Grande do Sul foram notificados 8.316 casos, e no Brasil foram 448.499 notificações de envenenamento.

A realidade de envenenamento se dá pela indicação de 10 motivos. Destacam-se as notificações de envenenamento por medicamento, que correspondem a aproximadamente 48% dos casos da região. Na sequência, está indicado o “Ign/Branco” que refere-se aos produtos ignorados ou não classificados adequadamente no processo de notificações. Tal indicação reafirma os limites da informação, que é fundamental para o trato e enfrentamento das realidades de intoxicação.

uso de agrotóxicos é um dos principais causadores de envenenamentos por agentes tóxicos no país. De acordo com os dados do Sinan, de 2007 a 2011, houve um crescimento de 67,4% de novos casos de acidentes de trabalho não fatais devido aos agrotóxicos e, além disso, as intoxicações aumentaram 126,8%. Entre as mulheres, o crescimento foi ainda maior, com 178%. Estes dados retratam não somente os trabalhadores expostos a esta realidade como também as populações que vivem próximas ao uso de agrotóxicos assim como os consumidores.

dossiê ABRASCO: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde dá vistas a esta realidade e articula informações relacionadas à segurança alimentar e nutricional, saúde, ambiente e sustentabilidade. O estudo valoriza os conhecimentos científicos e populares no enfrentamento às realidades impostas pelos agrotóxicos, analisa a crise do paradigma do agronegócio e afirma as lutas pela agroecologia como possibilidade a esta realidade.

A tabela 02 explicita as notificações de envenenamento por tipo de produto tóxico nos 14 municípios do Vale do Sinos por município de exposição. Nesta tabela, os itens “Ign/Branco”, “Cosmético” e “Produto de uso domiciliar” apresentados na tabela anterior foram agregados ao item “Outros”.

No Brasil, ocorreram 448.499 notificações no período, sendo 39% casos de medicamento e 10% de alimentação e bebida. Destaca-se, também, que houve 51.269 notificações de drogas de abuso que se encontra na categoria outros, o que representa aproximadamente 12% dos casos.

No Rio Grande do Sul foram notificadas 8.316 ocorrências, o que representa apenas 1,9% do país. Nestas notificações 36% são de medicamentos e 10% de agrotóxicos. A região do Vale do Sinos representa 2,3% das notificações do estado no período.

No Vale do Sinos, destaca-se que 63 notificações tiveram como município de exposição Campo Bom, o que representa aproximadamente 33% do total. Assim, a cada três notificações de envenenamento por agente tóxico uma ocorreu neste município.

Este quadro de informações não se apresenta com o propósito de comparar realidades, mas de oferecer informações para cada município analisar suas realidades, desde os fatores geradores das intoxicações, assim como dos sistemas de acesso aos serviços de notificação e tratamento de tais situações.

Seis municípios da região apresentaram de 12 a 20 notificações, sendo estes em ordem conforme o número de ocorrências: Sapucaia do SulEstância VelhaEsteioCanoasNovo Hamburgo e Nova Hartz.

O município de Sapiranga apresentou apenas uma notificação, sendo esta de abuso de drogas, classificada no item ‘outros’. Nos demais municípios, o maior número de notificações deu-se em relação ao uso de medicamentos. Isto ocorreu em 8 dos 14 municípios da região.

Em Campo Bom, foram 31 notificações de envenenamento por medicamento, representando quase a metade das notificações de exposição a agentes tóxicos no município. Além disso, o município obteve 12 notificações de envenenamento por produto químico.

Quanto ao item “Agrotóxicos agrícola e doméstico”, quatro municípios registraram notificações: Campo Bom, Nova Hartz, Portão e Novo Hamburgo, totalizando 12 notificações na região.

Destacam-se, também, as notificações de envenenamento por raticida e produtos veterinários que totalizaram 13 no período. Das 13 notificações, 5 ocorreram em Estância Velha.

A tabela 03 apresenta as notificações de envenenamento por circunstância do envenenamento no Vale do Sinos de 2010 a 2015. Na região, 89 notificações tiveram como circunstância do envenenamento a tentativa de suicídio, o que representa aproximadamente 46% dos casos.

A segunda circunstância mais notificada foi a de envenenamento acidental, com 41 ocorrências notificadas. Além disso, em 19 notificações a circunstância do envenenamento foi ignorada ou não houve clareza quanto à coleta dos dados.

Por sua vez, a ingestão de alimentos envenenados apresentou 13 notificações no período.

A tabela 04 apresenta as notificações de envenenamento por circunstância do envenenamento nos municípios do Vale do Sinos de 2010 a 2015, assim como as notificações do estado e do país. A realidade regional se confirma na grande maioria dos municípios.

No Brasil, 34% dos casos tiveram como circunstância a tentativa de suicídio, 20% foram casos acidentais e 16% foram abusos, automedicação ou erro de administração no uso de medicação.

No Rio Grande do Sul, das 8.316 notificações, dois terços dos casos foram por tentativa de suicídio ou circunstâncias acidentais. Por ingestão de alimento, foram notificados 322 casos.

Em Campo Bom, o envenenamento acidental ou para se suicidar foi responsável por 70% dos casos notificados. Na maioria dos outros municípios, essas percentagens foram semelhantes.Esteio, a tentativa de suicídio representou 81% dos casos, enquanto em Novo Hamburgo representou 69%.

Apenas três municípios não registraram notificações nas quais a circunstância do envenenamento foi a tentativa de suicídio: Dois IrmãosNova Santa Rita e Sapiranga. Em Nova Santa Rita, 4 dos 7 casos notificados no município tiveram o envenenamento por circunstâncias ambientais.

A tabela 05 apresenta as notificações de envenenamento por agentes tóxicos no Vale do Sinos, Rio Grande do Sul e Brasil no período analisado ano a ano. Esta tabela apresenta as notificações do período de 2010 a 2015; no entanto, há casos que foram notificados apenas nestes anos mas ocorreram antes, por isso, há a coluna "outros anos" que representa esta realidade.

Destaca-se que o Rio Grande do Sul obteve redução das notificações de 2013 a 2014, enquanto o Brasil teve aumento. O Vale do Sinos se manteve estável.

Nos anos de 2010 a 2013, o país e o estado apresentaram aumento de notificações ano a ano. No Rio Grande do Sul, 2013 foi o ano que apresentou o maior número de notificações, enquanto no Brasil foi o ano de 2014, com 100.354 notificações.

No Vale do Sinos, nota-se um aumento, principalmente dos anos de 2010 e 2011 para 2012 e 2013. Os anos de 2013 e 2014 apresentaram o maior número de notificações em um ano: 54.

Nesta tabela é possível destacar Estância Velha, que obteve 11 ocorrências só em 2015, tendo mais neste ano que em qualquer outro dos analisados.

  • Terça, 3 de Novembro de 2015

O Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, teve acesso, através do sítio do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE-RS, ao estudo sobre a transparência dos municípios do Rio Grande do Sul.

No dia 20 de outubro, o TCE-RS publicizou o resultado do ranking da transparência por meio dos sítios dos órgãos do Executivo e Legislativo dos municípios do Estado Rio Grande do Sul. As informações foram coletadas entre os dias 1º de julho e 14 de agosto de 2015.

 

Para atingir tais objetivos, o estudo contemplou 88 itens de controle e 22 critérios, que explicitam as condições determinadas na Lei de Acesso à Informação e na Lei de Responsabilidade Fiscal. Tais regulações dão base para a sociedade dispor de informações de interesse geral e pessoal, especialmente sobre os dados da administração de recursos públicos.

Os Executivos e Legislativos que se destacaram no levantamento das informações foram agraciados pelo ‘’Prêmio de Boas Práticas na Internet’’. Neste ano, o Prêmio exigiu outros quesitos e passou a adotar medidas mais rigorosas do que as edições anteriores. Dentre os novos quesitos estão a divulgação de diárias e prestações de contas, relatórios da execução orçamentária e de gestão fiscal dos municípios. Já entre os itens que tiveram avaliação mais rígida estão os dados sobre repasses ou transferências, informações sobre programas, projetos e obras e acesso transparente das licitações e dos contratos.

Considera-se que a apresentação e análise deste estudo se constitui como um importante instrumento de avaliação dos governos e legislativos municipais, contribuindo para que a população identifique critérios para as eleições municipais que acontecerão em 2016.

Apenas dois municípios do órgão Executivo do Vale do Sinos (Canoas e Novo Hamburgo) foram agraciados pelo prêmio. O Legislativo da mesma região teve três ganhadores (CanoasDois Irmãos e Novo Hamburgo). Esse número pequeno de municípios pode ser atribuído ao fato de que as atualizações das informações tiveram uma valorização maior.

Acesse a lista completa dos contemplados pelo prêmio para os demais municípios do Estado aqui.

A tabela 1 apresenta o ranking por pontuação total da transparência apenas para os 14 municípios da região do Vale do Sinos. A média para o Executivo e Legislativo foi de 62,35 pontos e 58,45 pontos, respectivamente.

O município de Novo Hamburgo aparece como líder em transparência no Executivo (93,85 pontos) e no Legislativo (94,30 pontos). Já na segunda e terceira colocação seguem Canoas e Esteio, respectivamente. Chama-se atenção para o fato de que os dois últimos municípios também mantêm a mesma colocação nas duas categorias de análise.

Já Araricá apareceu na última colocação dentre os municípios da região no Executivo com 40,65 pontos. No entanto, Ivoti ficou muito abaixo da média para a região, ocupando o 14º lugar no que tange à transparência do Legislativo.

A partir da inclusão de todos os munícipios da Região Metropolitana de Porto Alegre, a configuração muda de panorama. Neste caso, a média ficou 61,95 pontos para o Executivo e 61,58 pontos para o Legislativo.

O município de Porto Alegre assume a primeira colocação na transparência no Executivo (94,80 pontos) e Legislativo (99,60 pontos) na RMPA, conforme a tabela 2.

O órgão Legislativo da RMPA que ficou em última colocação, assim como na regionalização do Vale do Sinos, foi Ivoti, atingindo apenas 11,00 pontos. O município de Capela de Santana teve 39,67 pontos e ficou em 34º lugar entre os municípios da RMPA para o Executivo.

É interessante observar que temos quatro municípios do Vale do Sinos entre os dez melhores colocados da RMPA (Novo HamburgoCanoasEsteio e Dois Irmãos) para o Executivo. Já no Legislativo mantiveram-se os três primeiros municípios, saindo Dois Irmãos e trazendo Portão para lista dos melhores.

Os dez Legislativos do Vale do Sinos que tiveram os menores pontos na transparência foram os de Ivoti (11,00), Araricá (27,32), Sapucaia do Sul (43,69) e Nova Santa Rita (44,67). Os piores na divulgação de informações dentre os Executivos foram Araricá (40,65), Nova Hartz (45,92), Estância Velha (50,57) e Sapiranga (52,75).

Acesse o ranking completo e o número de municípios que atenderam o "Prêmio Boas Práticas na Internet" para o Executivo e o Legislativo do Rio Grande do Sul.

"O objetivo desta iniciativa é estimular os gestores a cumprir as exigências ligadas à transparência e a aperfeiçoar os seus processos de comunicação com a sociedade, além de assegurar ao cidadão a possibilidade de participação ativa no controle da administração pública", destacou o presidente do TCE-RS, Cezar Miola, na cerimônia de entrega do prêmio.

  • Terça, 10 de Novembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, comprometido com a análise dos processos que compõem a democracia brasileira, acessou dados sobre os candidatos eleitos ao Conselho Tutelar nos municípios do Vale do Sinos, que foram votados em outubro de 2015.

Nos processos recentes de democratização do Estado e da sociedade brasileira foram obtidos avanços na garantia dos direitos civis, sociais e políticos. As crianças e os adolescentes passaram a ser reconhecidos como cidadãos e, ao mesmo tempo, sujeitos de direitos. Dadas as suas condições de desenvolvimento, necessitam de proteção da família, do Estado e da sociedade. A vigilância da garantia destas proteções é de responsabilidade dos conselhos tutelares, que têm atuação na esfera municipal.

Os conselheiros tutelares atuam a partir da garantia dos direitos de crianças e adolescentes, monitorando e agindo a partir da ocorrência ou da ameaça de direitos ou da sua violação. A maior parte das ações dos conselheiros tutelares se dá por meio de denúncias, que podem ser anônimas. A partir da veracidade quanto à violação ou ameaça de direitos o conselheiro deve encaminhar e acompanhar o caso.

Esta instância garantidora dos direitos se constituiu no Brasil em 1990, com o Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069. No capítulo I do título V da Lei, que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, define-se que cada município deve possuir um conselho tutelar como órgão integrante da administração pública local e este deve ser composto por pelo menos cinco membros da população local. Desde lá, cada município instituiu suas legislações reguladoras do trabalho dos conselhos, assim como da sua eleição.

Neste ano, em 04 de outubro, ocorreu a primeira eleição unificada em território brasileiro para eleger os conselheiros tutelares nos municípios e nas regiões administrativas do Distrito Federal, conforme a Lei N° 12.696/2012. A partir desta lei, ficou definido que as eleições para o conselho tutelar seriam realizadas a cada quatro anos, no ano subsequente ao da eleição presidencial e que, assim, o mandato seria de quatro anos, permitida reeleição a partir de novo processo de escolha.

Além disso, com esta lei ficou assegurado que na lei municipal ou distrital fica indicada a remuneração dos conselheiros tutelares, que têm direito à cobertura previdenciária, licença maternidade, licença paternidade, gratificação natalina, assim como gozo de férias anuais remuneradas, acrescidas de um terço do valor da remuneração mensal. Os candidatos devem residir no município e ter idade superior a 21 anos.

As eleições foram organizadas pelos Conselhos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente. Os Conselhos Municipais são instâncias de controle social das políticas públicas garantidoras dos direitos, que reúnem representantes do governo e da sociedade civil.

A carga horária semanal de trabalho dos conselheiros tutelares varia de acordo com o município conforme disposto na lei municipal. Em alguns municípios, como em Canoas e São Leopoldo, além do processo eleitoral, houve, anteriormente, um processo seletivo com realização de provas a fim de avaliar o conhecimento dos candidatos. Além disso, alguns municípios também disponibilizaram capacitação, tanto pré quanto pós-processo eleitoral, assim como avaliação psicológica. Estes dados devem ser apresentados no edital de chamamento para as vagas de conselheiros tutelares em cada município, mas muitos ainda não foram disponibilizados de modo on-line.

Com o objetivo de conhecer melhor a realidade das eleições ocorridas, o ObservaSinos acessou as páginas das Prefeituras Municipais do Vale do Sinos. Estas informações compõem as exigências postas pela Lei de Acesso à Informação (LAI) – Lei 12.527/11.

A tabela 01 apresenta os números de candidatos, de eleitos e suplentes a conselheiros tutelares e a sua remuneração nos municípios do Vale do Rio dos Sinos. Na região, 285 pessoas candidataram-se para o cargo, dos quais 95 se elegeram e 92 ficaram como suplentes.

A indicação do número de conselheiros a compor o Conselho, assim como número de candidatos a serem indicados na votação por cada eleitor, apresenta diversidade entre os municípios.

Dos 14 municípios da região, 11 abriram 5 vagas para conselheiros, enquanto Novo Hamburgo e São Leopoldo indicaram 10 vagas; apenas Canoas indicou 20 vagas. Assim, foram eleitos 95 conselheiros tutelares na região.

Além disso, foram eleitos 92 suplentes na região, dos quais 20 foram eleitos no município de Canoas; 4 municípios não atingiram o número de suplentes igual ao número de eleitos devido ao pouco número de candidatos. Estes municípios foram: Campo BomDois IrmãosIvoti, Sapucaia do Sul.

A remuneração que é apresentada é apenas aquela referida no edital, ou seja, a remuneração em folha de pagamento, sem constar os demais auxílios pagos em dinheiro, tais como auxílio alimentação e auxílio transporte. Destaca-se que estes benefícios também variam de acordo com o município.

A tabela 02 apresenta a votação para conselheiros tutelares no Vale do Sinos quanto ao número de eleitores registrados no Tribunal Superior Eleitoral e o número de eleitores que compareceram à votação. A partir desta relação, observou-se a limitada participação da população no processo de escolha dos conselheiros tutelares nos 14 municípios da região.

Destaca-se que as informações do número de votantes para os municípios de Araricá, Estância Velha e Nova Hartz não foram encontradas. Para tanto, foram feitos contatos telefônicos e/ou pedidos via internet conforme a Lei de Acesso à Informação. Até o momento da postagem desta análise não foi recebido retorno.

No Vale do Sinos, 984.499 eleitores estavam aptos a votar para a eleição de conselheiros tutelares. Nos 11 municípios que divulgaram os dados dos votantes, 933.072 pessoas estavam aptas para a votação. Deste contingente, 70.488 compareceram à votação, tendo uma participação de 7,55%.

Em Dois Irmãos, compareceram 1.186 eleitores, sendo o município com o menor número de votos dentre os 11 que disponibilizaram os dados. A participação da população no município foi de 5,34%.

No entanto, a menor participação da população ocorreu em Sapucaia do Sul, em que apenas 5,12% dos eleitores aptos votaram, o que totaliza 5.246 habitantes.

Por outro lado, três municípios destacam-se com participação da população acima de 10%, que são: Ivoti, Nova Santa Rita e Portão. No primeiro município, 1.607 pessoas compareceram à votação, o que representa 10,39% dos habitantes.

Em Nova Santa Rita, a participação popular foi de 15,16%, com 2.206 votos. Esta foi a segunda maior participação dentre os 11 municípios da região.
A maior participação popular aconteceu em Portão, com 19,69% dos eleitores comparecendo, o que representa 4.547 votos.

A tabela 03 apresenta o perfil dos conselheiros tutelares eleitos quanto ao sexo nos 14 municípios do Vale do Sinos. A partir desta análise, verifica-se que 77,89% dos eleitos na região são do sexo feminino, enquanto apenas 22,11% são do sexo masculino, ou seja, 21 pessoas.

Dos 14 municípios da região, todos tiveram conselheiras tutelares eleitas, mas 5 municípios não tiveram nenhum representante do sexo masculino eleito: Campo BomDois Irmãos, EsteioPortão e Sapucaia do Sul.

Pelo maior número de vagas, o município de Canoas foi o que teve o maior número de candidatos do sexo feminino e, também, do sexo masculino eleitos, tendo uma participação de 30% deste último no total dos eleitos.

Nova Santa Rita foi o município que elegeu o menor número de conselheiras, com apenas uma eleita. Além disso, foi o único município em que a participação masculina dentre os eleitos foi maior que a metade, atingindo 80% dos eleitos.

  • Terça, 10 de Novembro de 2015

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de agosto de 2015.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de agosto de 2015 divulgados no dia 24 de setembro de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE.  O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04. 

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de agosto de 2015, com 86.543 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,21% sobre o estoque de empregos do mês anterior. No mês os setores de Serviços (4.965) e da Administração Pública (730) abriram postos de trabalho. Indústria de Transformações (47.944) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 572.792 postos de trabalho com carteira assinada.  

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de agosto de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 12.737 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,48% sobre o estoque de empregos do mês anterior. Os setores de Serviços (96), Administração Pública (6) e Agropecuária (420) abriram postos de trabalho. No mês o setor da Indústria de Transformação (10.054) foi o que mais fechou postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram fechados 42.642 vagas com carteira assinada. 

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de agosto de 2015 apresentou um decréscimo de 4.926 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 0,42% sobre o estoque de empregos do mês anterior. O setor da Agropecuária (8) foi o único que abriu postos de trabalho. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.823 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 24.557 vagas de trabalho com carteira assinada. 

 

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de agosto de 2015, com a redução de 539 postos de trabalho com carteira assinada. A Indústria de Transformação foi a que mais fechou vagas com 273 postos de trabalho. No ano o município fechou 2.373 postos de trabalho com carteira assinada.  

  • Segunda, 16 de Novembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED para analisar a movimentação no mercado de trabalho no mês de setembro do Vale do Sinos a partir da relação entre admissões e desligamentos.

A movimentação do mercado de trabalho é um importante indicador das realidades, pois apresenta a travessia vivida pela população e pelo desenvolvimento contemporâneo. Para tanto, os dados coletados expressam não apenas a movimentação do mercado de trabalho como um todo, mas também abordam esta movimentação em cada setor e subsetor econômico conforme classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

A tabela 01 apresenta a movimentação do mercado de trabalho formal no Vale do Sinos por setor econômico. No mês de setembro de 2015, foram desligados 1.671 empregados a mais do que os admitidos. Assim, a movimentação negativa do mercado de trabalho da região se intensificou para o acumulado de 2015 e, também, para os últimos 12 meses.

Em setembro deste ano, o setor da Indústria da transformação manteve-se como o que mais desligou trabalhadores com 4.589 desligamentos, tendo uma movimentação negativa de 1.325 empregados. O setor de serviços teve um número de desligados próximo com 4.125, mas apresentou um total de admitidos de 3.867, resultando em um saldo negativo de 258 postos.

Em 2014, conforme dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS, 34,36% dos empregados do mercado de trabalho formal estavam vinculados ao setor da Indústria de transformação e 30,75% ao setor de serviços. Estes dois setores representam aproximadamente dois terços dos vínculos do Vale do Sinos em 2014.

A tabela 02 apresenta a movimentação no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos em setembro de 2015. Neste mês, o saldo foi negativo, com redução de 1.671 postos de emprego.

A maior redução ocorreu em São Leopoldo, com perda de 393 postos de emprego. Outro município que apresentou alta redução de postos de trabalho foi Canoas, com diminuição de 328 postos. Estes dois municípios representam, respectivamente, 15,99% e 23,25% dos vínculos do Vale do Sinos em 2014 conforme a RAIS.

Outro município que tem um grande número de vínculos, Novo Hamburgo, teve redução de 142 postos de emprego, semelhante à Estância Velha, que obteve redução de 149 postos no mês.

Nos últimos 12 meses, o acumulado negativo é de 15.433 postos de emprego, sendo 4.764 destes em Canoas, o que representa 31% da redução no estado. Em Novo Hamburgo, a redução é de 3.383 postos de emprego frente a 2.309 em São Leopoldo.

O único município que registrou aumento de postos de emprego foi Nova Santa Rita, que obteve aumento de 157 postos nos últimos 12 meses. No acumulado de 2015, o município também registra aumento no número de postos, com 43.

A tabela 03 apresenta a movimentação no mercado de trabalho formal no Vale do Sinos no subsetor de ensino em setembro de 2015. Este subsetor apresentou aumento no número de postos de emprego, tanto em setembro de 2015 como em setembro de 2014, assim como no acumulado de 2015 e nos últimos 12 meses.

Dos 14 municípios da região, apenas 2 tiveram redução de postos de emprego na região em setembro de 2015, sendo que outros dois não tiveram movimentação no mercado de trabalho: Araricá e Nova Hartz.

Os outros 10 municípios apresentaram aumento no número de postos de emprego, sendo que em Novo Hamburgo as 68 admissões superaram os 57 desligamentos, gerando um saldo de 11 postos de emprego.

Na maior parte dos outros municípios o aumento foi tímido, visto que em 4 municípios houve aumento de 1 posto de emprego e em outros 2 houve aumento em 2 postos de emprego: Sapiranga e Sapucaia do Sul.

Este subsetor tem se destacado por ser um dentre os 25 subsetores definidos pelo IBGE que apresenta aumento no número de postos de emprego no mercado formal de trabalho nos últimos meses.

  • Segunda, 23 de Novembro de 2015

Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, tem o trabalho como uma das áreas de interesse e, por isso, de estudo e análise. As transformações do mundo do trabalho e de suas implicações na vida do/a trabalhador/a têm sido analisadas no contexto da região do Vale do Sinos. Recentemente este compromisso do ObservaSinos foi ampliado pela demanda dos trabalhadores do setor metalúrgico, para a realização de um processo de formação destinado aos cipeiros com atuação no Vale do Sinos sobre a saúde e da segurança no trabalho, no contexto da região do Sinos. O processo de ideação desta proposta projeta a realização do Ciclo de Estudos sobre saúde e segurança no trabalho na região do Vale do Sinos.

Esta realização indicou a necessidade da sistematização de dados sobre as realidades dos estabelecimentos de trabalho, assim como dos/as trabalhadores/as do Vale do Sinos.

O Trabalho

O trabalho é realizado no mercado de trabalho formal, em que se encontram os trabalhadores com carteira de trabalho assinada, os militares e funcionários públicos estatutários, e no mercado de trabalho informal, onde os trabalhadores não têm vínculo empregatício e, consequentemente, não têm garantias trabalhistas.

No Brasil, há alguns levantamentos de dados quanto ao mercado de trabalho formal. No entanto, a abrangência de dados sobre o mercado de trabalho informal ainda é tímida e, por vezes, não se sabe como melhor sistematizar estes dados. Os únicos dados disponíveis são a partir de amostras da população e, em geral, é uma síntese do perfil do trabalhador, como, por exemplo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, região em que estão incluídos os 14 municípios do Vale do Sinos, 17% dos trabalhadores encontravam-se em 2014 no mercado informal de trabalho, conforme a PNAD, o que representa cerca de 269 mil empregados. Este número corresponde a aproximadamente 6,3% da população da região.

Sabe-se que o mercado de trabalho informal é o espaço em que há o maior número de vulnerabilidades, visto que os processos de trabalho se tornam mais frágeis e passíveis ao ciclo econômico com menor estabilidade e menor segurança. A saúde e a segurança nestes espaços são pouco garantidas e fiscalizadas.

Dados do trabalho formal

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED e a Relação Anual de Informações Sociais - RAIS são as principais fontes temporais de dados populacionais em relação ao mercado de trabalho formal no país. Enquanto o CAGED aborda os dados da movimentação no mercado formal de trabalho, a partir da relação entre admitidos e desligados junto a algumas outras variáveis destes trabalhadores, a RAIS possui uma base de dados referente ao perfil dos estabelecimentos e dos trabalhadores no mercado de trabalho formal. Ambas as bases possuem diversas regionalizações em sua abordagem, que partem do Brasil e alcançam a diversidade dos municípios.

O CAGED apresenta os dados mensalmente, enquanto a RAIS comporta dados anuais que se referem ao dia 31 de dezembro de cada ano. Essa sistematização começou em 1985 em ambos os casos, sendo que em 2002 houve uma reformulação dos dados levantados, principalmente em referência à RAIS.

Os dados do trabalho, sua leitura e análise tornam-se instrumentos potencializadores da avaliação e do planejamento desta realidade, tanto no ambiente empresarial como para a vida dos trabalhadores e suas organizações. 

Estabelecimentos de trabalho formal no Vale do Sinos

A tabela 01 apresenta o número de estabelecimentos nos municípios do Vale do Sinos nos anos de 2002, 2006, 2010 e 2014. Em todos os períodos analisados, houve aumento no número de estabelecimentos formais no Vale do Sinos, sendo que em 2010 estes ultrapassaram os 30.941 estabelecimentos.

Em 31 dezembro de 2014, o Vale do Sinos possuía 33.876 estabelecimentos formais, dos quais 26,66% estavam localizados em Novo Hamburgo. Em 2002, o município contava com 6.673 estabelecimentos frente a 9.031 estabelecimentos em 2014. No primeiro ano, 29,26% dos estabelecimentos localizavam-se no município frente a 26,66% em 2014.

A maior parte dos municípios com baixas participações apresentaram aumento na participação em quase todos os períodos analisados ou exatamente em todos os períodos. É o caso dos 7 municípios de AraricáDois IrmãosEstância VelhaNova HartzNova Santa RitaPortão e Sapucaia do Sul.

Araricá sempre se manteve com o menor número de estabelecimentos, visto que também possui a menor população residente da região. Em 2002, 0,25% dos estabelecimentos estavam no município, ou seja, a cada 400 estabelecimentos do Vale do Sinos, um localizava-se no município. Já em 2014, 0,48% dos estabelecimentos estavam no município, ou seja, a cada 208 estabelecimentos, um localizava-se em Araricá.

No Vale do Sinos, o setor com o maior número de estabelecimentos é o de comércio, com 13.489, ou seja, 39,82% do total. Dos 14 municípios, em 12 o setor de serviços de comércio também apresentou o maior número de estabelecimentos. Em Araricá, a Indústria da Transformação teve o maior número de estabelecimentos, com 44% do total. Em Nova Santa Rita, a maior parte dos estabelecimentos é de serviços, 33% do total, com total de 156 estabelecimentos, enquanto o setor de comércio possuía 155 estabelecimentos no município.

Quanto aos subsetores, o comércio varejista possuía 34,18% do total na região. Em todos os municípios, a maior parte dos estabelecimentos era do comércio varejista. Em cinco municípios, o subsetor da Indústria de calçados possuía o segundo maior número de estabelecimentos: Araricá, Campo Bom, Dois Irmãos, Nova Hartz e Sapiranga.

Número de trabalhadores nas empresas do Vale e a CIPA

A tabela 02 apresenta o tamanho dos estabelecimentos nos municípios do Vale do Sinos em 2014. Destaca-se que aproximadamente 65,71% dos estabelecimentos têm até 4 empregados e 25,64% têm de 5 a 19 empregados, sendo considerados estabelecimentos de microempresa e empresas de pequeno porte, conforme definição do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos – Dieese.

No Vale do Sinos, 91,35% dos estabelecimentos de trabalho possuem 19 empregados ou menos. Quando isso ocorre, a empresa não é obrigada a ter uma equipe de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. Tal definição está apontada na Norma Regulamentadora 5 do Ministério do Trabalho e Previdência. A CIPA é a representação dos trabalhadores a qual tem o compromisso na prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Além disso, são responsáveis pela elaboração do Mapa de Risco do ambiente de trabalho. São apontados os riscos químicos, de acidente, biológicos, físicos e ergonômicos.

No Vale do Sinos, apenas 8,65% dos estabelecimentos possuem 20 ou mais empregados, ou seja, no máximo 8,65% dos estabelecimentos da região são obrigados, pela lei, a constituir CIPA.

Em Nova Santa Rita, há a maior ocorrência de estabelecimentos, com 20 ou mais empregados em termos percentuais, totalizando 11,04% do total. O município também possui a maior participação de estabelecimentos com 100 ou mais empregados dentre os 14 da região.

Araricá possui a segunda maior ocorrência, em termos percentuais, de estabelecimentos com 20 ou mais empregados, sendo 10,37% do total. No entanto, como o município de Araricá possui um número de estabelecimentos muito pequeno, caso parecido com o de Nova Santa Rita, qualquer estabelecimento com mais de 100 empregados pode influenciar muito a participação geral destes estabelecimentos.

A obrigatoriedade da CIPA, conforme a Norma Regulamentadora 5, inicia a partir dos 20 empregados, mas em alguns setores inicia-se apenas com um número ainda maior de empregados; isto varia de acordo com alguns critérios utilizados, como a periculosidade do local de trabalho. No setor de serviços, por exemplo, o estabelecimento deve ter no mínimo 301 empregados para tornar obrigatória a existência de uma CIPA. A comissão é formada por presidente (que é indicado pelo empregador) e vice-presidente (eleito entre os funcionários), além de contar com secretário e suplente (que são escolhidos entre consenso de funcionários e empregador). Além disso, a CIPA é importante para manter a organização dos trabalhadores e mediar o diálogo com os sindicatos, assegurando mais direitos e dignidade no ambiente de trabalho.

Segundo a análise dos trabalhadores que estiveram presentes no Ciclo de Estudos, o papel da CIPA é de orientar para os riscos. O enfermeiro Cleber da Silva Brandão, que representou o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST de Canoas e doVale dos Sinos durante o evento, colocou como desafio aos cipeiros: tentar perceber o que não é visível. "O desafio é alçar mais alto, olhar as visibilidades e invisibilidades no trabalho e, a partir disso, propor mudanças" – enfatizou, durante o Ciclo de Estudos. 

Uma das atividades realizadas no primeiro encontro presencial do Ciclo de Saúde e Segurança no Trabalho foio debate sobre a efetividade do Mapa de Risco como ferramenta para prevenção de acidentes. A partir do entendimento que o Mapa de Risco não correspondia a todas as necessidades, foi sugerido então que os trabalhadores elaborassem o Mapa de Saúde e Segurança, que consiste em mapear as políticas, equipamentos e serviços garantidores da saúde e da segurança no trabalho. Foram divididos grupos por empresas para debaterem e elaborarem o Mapa de Saúde e Segurança, onde foram apontados postos de saúde, hospitais, entidades fiscalizadoras, entre outros. 

A tabela 03 apresenta os vínculos formais no mercado de trabalho no Vale do Sinos em 2014. Destaca-se que uma pessoa pode ter mais de um vínculo, portanto vínculo e indivíduo não são sinônimos. No Vale do Sinos, em 2014, havia 378.528 vínculos, 31% a mais do que em 2002. Esta elevação pode ser explicada por diversos motivos, desde o aumento populacional que houve em 2014, até as mudanças políticas e econômicas que marcaram a realidade brasileira no período. 

Em Canoas, há o maior número de vínculos, com 88.016, o que representa 23,25% do total dos vínculos do Vale do Sinos. Após, estão Novo Hamburgo e São Leopoldo, com 21,24% e 15,99% dos vínculos, respectivamente.

Perfil do/a trabalhador/a no Vale do Sinos

A tabela 04 apresenta os salários médios mensais dos trabalhadores formais no Vale do Sinos no período de 2002 a 2014 a partir de faixas salariais conforme os salários mínimos de cada ano. Em dezembro de 2014, 24,96% dos vínculos recebiam de 1,01 a 1,5 salários mínimos, número maior que em 2002 e menor que em 2010.

Se compararmos 2002 a 2010, percebe-se que o número de vínculos que recebiam até 0,50 salários mínimos cresceu (de 0,23% a 0,43%), assim como o daqueles que recebiam de 0,51 a 1,00 (de 1,40% a 3,22%) e de 1,01 a 1,50 (9,38% a 24,96%).

Por outro lado, a participação daqueles que recebiam nas mais altas faixas salariais diminuiu no período. Em 2002, 1,55% recebiam mais de 20 salários mínimos, o que representa 4.484 vínculos, frente a 0,56% em 2014, que representa apenas 2.136 vínculos.

Destaca-se, também, que esta diminuição de vínculos que recebiam mais de 1,51 salários mínimos, em termos percentuais, também ocorreu devido à expressiva inserção de indivíduos no mercado de trabalho formal, neste período, que recebiam até 1,50 salários mínimos.

Por outro lado, é possível apontar que neste período também houve uma valorização do salário mínimo, o que reverteu o quadro de vínculos que começaram a ganhar menos em salários mínimos. 

A tabela 05 apresenta o salário dos trabalhadores formais do mercado de trabalho no Vale do Sinos em 2014 de acordo com as faixas salariais em salários mínimos. Destaca-se que na metade dos municípios, mais da metade da população recebia de 1,01 a 2,00 salários mínimos. 

Em Nova Hartz, 70,00% dos vínculos recebiam de 1,01 a 2,00 salários mínimos, o que quer dizer que a cada 3 vínculos, pelo menos 2 recebiam nesta faixa salarial. O município também possui 3,16% de seus vínculos com salários mínimos mensais abaixo de 1,00. Apenas 9,22% dos vínculos do município recebiam mais de 4 salários mínimos, o que em 2014 representava R$2.896,00, sendo que o salário mínimo era de R$724,00.

Em Ivoti, 3,33% dos vínculos recebiam até 1 salário mínimo e 48,76% deles recebiam de 1,01 a 2,00 salários mínimos, ou seja, mais da metade dos vínculos recebiam menos que 2 salários mínimos.

Sapucaia do Sul foi o município em que o número de vínculos, percentual, entre a faixa salarial 1,01 a 2,00 salários mínimos foi a menor, com 39,94% do total. O município também registrou a maior porcentagem de vínculos de 4,01 a 7,00 salários mínimos, representando 11,90% no município. 

A tabela 06 apresenta os trabalhadores formais no mercado de trabalho no Vale do Sinos conforme a faixa etária para 31 dezembro de 2014. Destaca-se que 49,74% dos trabalhadores possuíam de 30 a 49 anos. 

Em 2014, 15,87% dos trabalhadores já possuíam 50 anos ou mais, sendo que apenas 0,82% possuíam 65 anos ou mais. A faixa de jovens, de 15 a 29 anos, representa 34,32% dos vínculos, totalizando um total de 129.866 trabalhadores formais nesta faixa etária.

No município de Estância Velha, 17,52% dos trabalhadores possuíam 50 anos ou mais, o que representa a maior participação desse grupo etário no mercado de trabalho formal do Vale do Sinos. O município também possui a segunda menor participação de jovens, de 15 a 29 anos, no mercado de trabalho formal, sendo que este grupo representa 31,98% dos trabalhadores formais.

A representatividade dos jovens só é menor em Nova Santa Rita, em que apenas 31,46% dos trabalhadores estão na faixa etária de 15 a 29 anos. O município também apresenta uma representatividade dos trabalhadores de 50 anos ou mais acima da do Vale do Sinos, visto que 16,86% dos trabalhadores do município já chegaram aos 50 anos.

  ·         Confira no infográfico a evolução histórica dos trabalhadores formais quanto à faixa etária: Faixa etária dos trabalhadores formais no Vale do Sinos

Outro ponto que se destaca quanto ao perfil do trabalhador é de que no Vale do Sinos 78,37% dos vínculos possuem carga horária de trabalho semanal de 41 a 44 horas, o que representa 298.013 trabalhadores do mercado formal de trabalho no ano de 2014. A tabela 07, a seguir, apresenta esta sistematização.

No Vale do Sinos, em 2014, 0,93% dos vínculos eram de empregados até 12 horas semanais, totalizando 3.529 empregados. No entanto, a maior parte dos empregados estava reunida na faixa de 41 a 44 horas contratadas, sendo 78,73% do total, participação que chega a 90,16% em Dois Irmãos, o município com a maior participação de vínculos neste total de horas contratadas.

Em Canoas, apenas 74,17% dos trabalhadores situavam-se na faixa de 41 a 44 horas semanais de emprego, ficando abaixo da média da região para este tempo de emprego. Em São Leopoldo, terceiro município com o maior número de vínculos, também houve uma participação menor por parte daqueles que compunham o grupo de empregados com 41 a 44 horas semanais.

Outro importante aspecto quanto à realidade do mercado formal de trabalho na região dá-se quanto à escolaridade dos empregados do mercado de trabalho formal no Vale do Sinos em 2014. Destaca-se que no período analisado houve aumento do número de empregados com ensino superior completo, porém alguns municípios continuam com participação baixa quanto a este contingente populacional.

No Vale do Sinos, 0,11% dos trabalhadores formais eram analfabetos, sendo que em Araricá não houve nenhum trabalhador analfabeto registrado. No entanto, sabe-se que a maior parte dos trabalhadores analfabetos encontra-se no mercado informal de trabalho.

Em 31 de dezembro de 2014, 12,24% dos trabalhadores da região possuíam ensino superior completo, o que representa 46.330 trabalhadores. Destes, a maior parte – ou seja, 69% – é dos municípios de CanoasNovo Hamburgo e São Leopoldo. O município de São Leopoldo é o que possui a maior participação de trabalhadores com superior completo, sendo 15,65% do total.

Sapiranga é o único município, dentre os 14, no qual metade da população ou mais não tem nem ensino médio incompleto, sendo que 50% da população encontra-se neste estado de escolaridade. No município, 23,67% dos empregados possuem apenas ensino fundamental completo, sendo que 26,24% possuem ensino fundamental incompleto, ou seja, a cada 4 empregados ao menos 1 não finalizou o ensino fundamental.

Outro município que se destaca é Nova Hartz, no qual há a maior proporção de analfabetos, 0,29% do total dos empregados e a menor proporção de empregados com superior completo, apenas 5,38%. É, também, o município com a menor participação de empregados com superior incompleto, sendo apenas 3,14% do total.

Além disso, outro importante aspecto da realidade é a baixa participação feminina no mercado formal de trabalho da região, apesar do crescimento desta participação nos últimos anos. A tabela 09 apresenta a composição dos indivíduos no mercado de trabalho formal, por sexo, no Vale do Sinos em 2014.

Apesar do aumento de participação feminina no mercado de trabalho formal do Vale do Sinos, há territórios nos quais a participação continua caindo. Este caso é representado em Nova Santa Rita, em que apenas 29,67% dos empregados são do sexo feminino, ou seja, a cada 10 empregados apenas 3 são do sexo feminino. Em 2010, a participação feminina no município era de 29,73%, ou seja, houve uma redução no período, apesar da participação feminina no município já ser a menor dentre os 15 territórios.

Em 2014, apenas três municípios apresentaram maior participação feminina do que masculina: Dois IrmãosSapiranga Nova Hartz. A maior participação ocorreu em Dois Irmãos, em que 51,67% dos empregados são do sexo feminino. Em 2010, o município já possuía a maior participação feminina dentre os municípios da região, com 49,77%.

Além de Nova Santa Rita, outros dois municípios apresentaram redução na participação feminina de 2010 a 2014: Ivoti e São Leopoldo, sendo que neste último município até o número nominal de empregados do sexo feminino foi reduzido, de 28.920 em 2010 para 27.670 em 2014. Não se identificou, no entanto, por que aconteceu esta redução nominal.

   ·         Confira no infográfico a evolução histórica da participação das mulheres no mercado formal dos municípios do Vale do Sinos: Salários médios mensais em salários mínimos correntes dos trabalhadores formais do Vale do Sinos

Acidentes de trabalho no Vale do Sinos

A tabela 10 apresenta os acidentes de trabalho conforme a causa nos municípios do Vale do Sinos em 2015. Os dados são do Sistema de Informação da Saúde do Trabalhador – SISTE, vinculado à Secretaria Estadual de Saúde – SES. Estes dados são sistematizados desde 2000, mas Cleber da Silva Brandão, do CEREST, destaca que a não notificação ou a subnotificação ainda são maiores.

No Vale do Sinos, até setembro de 2015 foram notificados 1.660 casos, dos quais 1.224 foram categorizados como ‘outros acidentes de trabalho’. Assim, Cleber da Silva Brandão aponta para mais um limite deste trabalho: “o desafio de aprimorar o sistema criando categorias específicas que possam refletir a realidade de saúde e segurança”.

Se contarmos os acidentes especificados, observa-se que 177 ocorreram a partir de Lesões por Esforços Repetitivos – LER, que em 1998 passaram a ser denominadas de Doenças Osteoarticulares relacionadas ao trabalho – DORT. Estas denominações partem da sistematização e classificação do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS.

Além disso, 126 casos decorreram da exposição a material biológico, sendo que 89 destes foram notificados em Canoas e 34 em Novo Hamburgo. Ambos os municípios foram os que registraram o maior número de notificações, sendo 693 e 391, respectivamente.

Os cenários vividos pelos trabalhadores, empresas e municípios em relação ao trabalho, saúde e segurança podem se constituir em dimensão estratégica para a análise e intervenção nas realidades, apontando, inclusive, padrões e perspectivas para o desenvolvimento empresarial, local e regional.

Assim, estes dados e análises compõem um importante panorama da realidade do trabalho na região do Vale do Sinos que apresenta a indissociabilidade entre os temas do trabalho, da saúde e da segurança, assim como entre as políticas de trabalho e saúde. Vale dizer que desde 2012 no Brasil foi instituída a Política Nacional de Saúde do/Trabalhador/a, que atribuiu ao Sistema Único de Saúde a execução das ações de saúde do trabalhador, conforme a Constituição Federal. Assim, esta política tem como finalidade definir os princípios, as diretrizes e as estratégias a serem observados pelas três esferas de gestão do SUS, para o desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador, com ênfase na vigilância, visando à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores e à redução da morbimortalidade decorrentes dos modelos de desenvolvimento e dos processos produtivos.

O Ciclo de estudos Saúde e Segurança no Trabalho foi concebido neste contexto. 

O CICLO DE ESTUDOS: Saúde e Segurança no Trabalho no Vale do Rio dos Sinos

O Ciclo de Estudos: Saúde e segurança no trabalho na região do Vale do Rio dos Sinos tem o propósito de ser um espaço de formação em saúde e segurança no trabalho, em vista da melhoria da vida dos(as) trabalhadores(as), no ambiente das empresas e no contexto da região do Vale do Rio dos Sinos.

Este Ciclo é uma atividade do Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, em parceria com a Confederação Nacional dos Metalúrgicos – CNM, o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de São Leopoldo e o Centro de Referência da Saúde do Trabalhador da Região do Vale do Rio dos Sinos e Canoas – CEREST. Conta também com o apoio do Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas - OBTEIA  e do Ministério do Trabalho e Previdência Social - MTPS

No Ciclo de Estudos estiveram representados cidadãos dos municípios do Vale do Sinos, de municípios como: São LeopoldoSapucaia do Sul e Novo Hamburgo com trabalhadores/as das empresas Stihl, Gerdau, Controil, Gedore, entre outras.

O Ciclo foi concebido como uma atividade de extensão da Universidade, com atividades presenciais e a distância, durante 20 horas.

O primeiro encontro presencial foi realizado no dia 9 de novembro. As temáticas foram as Realidades do trabalho e dos trabalhadores do Vale do Sinos, desenvolvidas por Marilene Maia e João Conceição, do ObservaSinos. Seguiu-se a contribuição do Ministério do Trabalho e Previdência, enfocando as legislações e a fiscalização, por Roque Puiatti, auditor fiscal do Trabalho. 

No Ciclo de Estudos estiveram representados cidadãos dos municípios do Vale do Sinos, de municípios como: São LeopoldoSapucaia do Sul e Novo Hamburgo com trabalhadores/as das empresas Stihl, Gerdau, Controil, Gedore, entre outras.

O Ciclo foi concebido como uma atividade de extensão da Universidade, com atividades presenciais e a distância, durante 20 horas.

O primeiro encontro presencial foi realizado no dia 9 de novembro. As temáticas foram as Realidades do trabalho e dos trabalhadores do Vale do Sinos, desenvolvidas por Marilene Maia e João Conceição, do ObservaSinos. Seguiu-se a contribuição do Ministério do Trabalho e Previdência, enfocando as legislações e a fiscalização, por Roque Puiatti, auditor fiscal do Trabalho.

O enfermeiro Cleber da Silva Brandão, representando o CEREST Vale do Sinos, contextualizou o trabalho, a saúde e a segurança, a partir da concepção ampliada de saúde, conforme o Sistema Único de Saúde. As regulamentações da saúde e da segurança, com destaque à Norma Regulamentadora 5 – NR 5, foram apresentadas e problematizadas por Sandra Schmidt, da Confederação Nacional dos Metalúrgicos – CNM

Durante o encontro, a participação dos Cipeiros mostrou-se indispensável nos processos de reconhecimento das situações de saúde e de segurança, assim como de suas ameaças. A partir da orientação realizada por Rosana Kirsch, da OBTEIA, foram identificadas situações vividas nas empresas, os limites de informação e de formação neste campo pelos trabalhadores e empresários, assim como da rede de serviços responsáveis por esta atuação. No Mapa de Saúde e de Segurança iniciado pelos participantes no encontro presencial foram relacionados alguns pontos de proteção e de garantia da saúde e de segurança nos municípios: Corpo de bombeiros, Ministério do Trabalho e Previdência, Secretarias de Saúde, hospitais, Secretarias do Meio Ambiente, Conselhos Municipais de Saúde, Postos de Saúde, Guarda Municipal, Vigilância Sanitária, Conselho Tutelar, Centros de Referência de Assistência Social – CRAS, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, Ministério Público e Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM.

Além disso, foram citadas organizações não governamentais: centro de dependentes químicos, clínicas privadas, Núcleo de qualidade de vida, Unimed, Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos e asilos. 

MAPAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO MUNICÍPIO E DA EMPRESA

Com a promoção deste primeiro encontro do Ciclo de Estudos enfatizou-se a importância de construir os Mapas de Saúde e Segurança de cada um dos municípios do Vale do Rio dos Sinos, assim como de cada empresa. Estas são as duas demandas a serem realizadas pelos cipeiros participantes do Ciclo nas duas semanas de atividades a distância, na plataforma Moodle.
Mapa de Saúde e de Segurança da empresa deverá ser construído em diálogo com o Mapa de Risco, que deve ser analisado em vista de potencializá-lo como um instrumento da garantia da saúde e de segurança dos trabalhadores.
O segundo encontro presencial do Ciclo acontecerá no dia 26 de novembro das 18 às 20 horas na Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros para o aprofundamento da temática “Capitalismo Biocognitivo e Trabalho: desafios à saúde e segurança”, pela Profa. Dra. Elsa Cristine Bevian, da Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB. O encerramento do Ciclo será no dia 10 de dezembro de 2015, em cerimônia também na Unisinos, que será aberta à participação de outros trabalhadores e familiares. 
  • Quarta, 25 de Novembro de 2015

Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, publica a “Carta do Mercado de Trabalho”, tendo como referência os dados do mês de setembro de 2015.

A carta do mercado de trabalho produzida pelo Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas, apresenta os dados do mês de setembro de 2015 divulgados no dia 23 de outubro de 2015, do mercado de trabalho formal no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre e no município de Canoas, e tem como fonte os registros administrativos do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED) disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os setores econômicos são aqueles definidos pelo IBGE. O conceito de admitidos engloba o início de vínculo empregatício por motivo de primeiro emprego, reemprego início de contrato por prazo determinado, reintegração ou transferência. A noção de desligados indica o fim do vínculo empregatício por motivo de dispensa com justa causa, dispensa sem justa causa, dispensa espontânea, fim de contrato por prazo determinado, término de contrato, aposentadoria, morte, ou transferência. A diferença entre os admitidos e desligados é o saldo, que sendo positivo indica a criação de novos postos de trabalho e quando negativo indica a extinção de postos de trabalho. Estas definições e conceitos são definidos pelo MTE e são aplicadas as tabelas 01, 02, 03 e 04.

Verifica-se na tabela 01 que o mercado de trabalho formal brasileiro registrou, entre admissões e demissões, saldo negativo no mês de setembro de 2015, com 95.602 postos de trabalho com carteira assinada o que representa uma queda de 0,24% sobre o estoque de empregos do mês anterior. O setor de Serviços (33.535) foi o setor que mais fechou postos de trabalho. No ano foram fechadas 657.761 postos de trabalho com carteira assinada.

Observa-se na tabela 02 que o mercado de trabalho formal rio-grandense no mês de setembro de 2015 registrou saldo negativo, resultado entre as admissões e demissões, de 8.191 postos de trabalho o que representa uma queda de 0,31% sobre o estoque de empregos do mês anterior. Os setores dos Serviços Industriais de Utilidade Pública (204), Comércio (244), Administração Pública (61) e Agropecuária (184) abriram postos de trabalho. No mês o setor da Indústria de Transformação (6.319) foi o que mais fechou postos de trabalho. No estado do Rio Grande do Sul no ano foram fechados 50.845 vagas com carteira assinada.

Percebe-se na tabela 03 que o mercado de trabalho formal na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) no mês de setembro de 2015 apresentou um decréscimo de 3.241 postos de trabalho com carteira assinada, uma queda de 0,28% sobre o estoque de empregos do mês anterior. Os setor dos Serviços Industrial de Utilidade Pública (57), Administração Pública (33) e da Agropecuária (59) abriram postos de trabalho. No mês a Indústria de Transformação foi o que fechou postos de trabalho com 2.382 vagas com carteira assinada. No ano foram fechadas 27.859 vagas de trabalho com carteira assinada.

Nota-se na tabela 04 que o mercado de trabalho formal no município de Canoas registrou saldo líquido negativo, entre admissões e demissões, no mês de setembro de 2015, com a redução de 328 postos de trabalho com carteira assinada. Os setores dos Serviços Industriais de Utilidade Pública (11), Comércio (92), Administração Pública (29) abriram postos de trabalho. A Indústria de Transformação foi a que mais fechou vagas com 230 postos de trabalho. No ano o município fechou 2.690 postos de trabalho com carteira assinada.

  • Segunda, 14 de Dezembro de 2015

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, acessou os dados referentes aos Recursos aplicados em ações e serviços públicos de saúde – ASPS nos municípios do Vale do Sinos a partir do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul – TCE/RS.

A análise de dados abrange os 14 municípios da região do Vale do Rio dos Sinos, sendo que o piso de aplicação em ASPS, ou seja, em recursos vinculados, estabelecido pela lei complementar n° 141, de 13 de janeiro de 2012 a partir do Art. 7° da Seção I do Capítulo III, é de ao menos 15% da arrecadação dos impostos e dos recursos.

A tabela 01 apresenta as despesas em saúde em percentual das receitas totais nos municípios do Vale do Sinos de 2010 a 2014. Destaca-se que 8 dos 14 municípios obtiveram aumento percentual de despesas no período.

Em 2014, 11,95% dos gastos municipais no estado em saúde ocorreram nos municípios do Vale do Sinos. Conforme estimativa populacional do Núcleo de Demografia e Previdência da Fundação de Economia e Estatística - FEE 12,21% da população do estado está concentrada nesta região. Além disso, sabe-se que o deslocamento de pessoas de municípios menos populosos para mais populosos ocorre frequentemente devido às estruturas de atendimento.

Tabela 01

Confira também o infográfico interativo.

Em todos os 14 municípios, a aplicação em ações e serviços públicos de saúde atingiu os 15% estipulados pela lei, assim como nos anos de 2010 a 2013. Esta análise já foi apresentada pelo ObservaSinos intitulada Recursos aplicados em Ações e Serviços Públicos de Saúde no Vale do Sinos.

Destaca-se, no entanto, que Sapucaia do Sul continua com a aplicação no limite dos 15%. Destaca-se que, contraditoriamente, este mesmo município teve o maior investimento em 2010.

São Leopoldo, há o maior investimento percentual em ASPS, tanto no Vale do Sinos quanto em nível estadual, sendo 38,80% das receitas investidas nessa área. O município também obteve o maior investimento percentual nos anos de 2011 a 2013.

O município de Campo Bom obteve aumento percentual de recursos aplicados nesta área em todos os anos analisados. Em 2010, 16,50% dos recursos eram aplicados em ASPS, enquanto em 2011 já alcançara o percentual de 18,38 e em 2014 chegara a 30,51%.

É importante observar que os dados sobre os gastos na função e subfunções da saúde são diversos entre os municípios. Esta condição limita a categorização ou classificação de informações, dificultando a sua análise e comparabilidade.

Em referência à efetividade das ações e serviços públicos de saúde, foram acessados dois indicadores, que estão relacionados diretamente com a saúde: a presença de banheiro e água encanada e a mortalidade infantil. Já em 2004, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD apontava uma forte correlação entre saneamento e mortalidade infantil, em que a falta de saneamento básico adequado acarreta aumento na taxa de mortalidade infantil.

Ministério da Saúde, em suas pesquisas, apontou três princípios básicos da saúde da gestante e dos bebês, no qual aponta que toda a gestante tem o direito ao acesso a atendimento digno e de qualidade no decorrer da gestação, parto e puerpério¹ . Aponta-se, também, que toda gestante tem direito de conhecer e ter assegurado o acesso à maternidade, em que será atendida no momento do parto, a assistência ao parto e ao puerpério, e que este seja realizado de forma humanizada e segura, assim como o direito de todo recém-nascido à assistência neonatal de forma humanizada e segura. Estes direitos são apresentados na Lei N° 11.634 de 27 de dezembro de 2007.

Para a redução da mortalidade infantil, os cuidados pré-conceptivos, pré e pós-natal na Atenção Primária à Saúde – APS também tornam-se fundamentais com o desenvolvimento pela Estratégia Saúde da Família – ESF. Assim, algumas ações que tendem a reduzir a mortalidade infantil são aquelas relacionadas com a qualidade da assistência pré-conceptiva: planejamento familiar com acesso a pelo menos três métodos contraceptivos, aconselhamento visando diminuir a incidência de gravidez na adolescência e gravidez de alto-risco, tratamento anti-helmíntico, suplementação de ferro e ácido fólico e o aumento do período intergestacional entre 2 e 6 anos; e aquelas com o acompanhamento pré-natal: número de consultas de pré-natal realizadas, exames do protocolo de acompanhamento pré-natal previsto na Política de Humanização do Pré-Natal e Nascimento - PHPN, instituída pela Portaria/GM nº569/2000.

A tabela 02 apresenta a taxa de mortalidade infantil nos municípios do Vale do Sinos, conforme dados do Sistema de Informações sobre mortalidades. Neste sistema, a taxa de mortalidade infantil indica o número de crianças nascidas vivas de até 01 ano a cada 1.000 crianças que não sobrevivem a este primeiro ano de vida. Os números de nascimentos referem-se aos dados disponibilizados pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde – DATASUS.

Os óbitos referem-se a três períodos após o nascimento, tendo as categorias de referência de óbito neonatal precoce, óbito neonatal tardio e óbito pós-neonatal. Estas três categorias abordam os óbitos no período imediatamente pós-parto até 01 ano de vida.

Para o ano de 2014, os dados disponíveis são apenas os de óbitos, sendo que os de nascimentos ainda não são apresentados. Destaca-se que a mortalidade infantil foi reduzida na região de 2010 a 2011 e de 2012 a 2013.

TABELA 02

Em alguns municípios, a taxa de mortalidade infantil varia muito, visto que qualquer óbito a mais pode representar um aumento relativamente alto na taxa de mortalidade. Isto ocorre porque o número de nascimentos em alguns municípios é muito pequeno, como é caso de Araricá. No município ocorreram 82 nascimentos em 2013, sendo 1 óbito, o que leva a uma taxa de mortalidade infantil de 12,2, ao relacionar estes dois dados.

Dos 14 municípios da região, em 2010, a taxa de mortalidade infantil mais alta foi constatada em Nova Hartz, em que a cada 1.000 nascidos vivos menores de 01 ano, aproximadamente 21,1 vêm a óbito no período de 0 a 1 ano de idade.

Em 2013, a maior taxa de mortalidade foi constatada em Ivoti, com 14,4. Por outro lado, a menor foi apresentada em Dois Irmãos, onde não houve nenhum óbito registrado no período. Em 2012, este município já possuía a menor taxa de mortalidade da região.

A tabela 03 apresenta a porcentagem dos domicílios que possuem banheiro e água encanada nos municípios do Vale do Sinos. Em 2010, nenhum município havia atingido 100% dos domicílios com estes recursos na região.

O acesso à água encanada está condicionado ao processo de financeirização, o qual exclui grupos de pessoas de um direito básico, que é o acesso à água e ao saneamento básico, conforme a Lei n° 11.445 de 05 de janeiro de 2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e a universalização ao acesso.

No Brasil, em 2010, 87,16% dos domicílios possuíam água encanada e banheiro frente a 96,46% no Rio Grande do Sul.

Tabela 03

Apesar da presença de água encanada nos domicílios, apenas este indicador não é suficiente para suprir o bem-estar que o acesso à água propicia, visto que a água pode não ser adequadamente potável, tanto aquela encanada quanto a vendida em garrafa plástica.

Além disso, para Pedro Mancusoesperar que 100% tenham água e esgoto é o mínimo a ser providenciado pelo estado, visto que para ele a não existência do serviço acarreta perda de dignidade para a população desprovida.

Em 1991, em 5 municípios a porcentagem dos domicílios com estes recursos ainda não havia alcançado 80%. No entanto, em 2000 todos os municípios alcançaram esta porcentagem, sendo que apenas 2 continuavam com menos de 90% dos domicílios atendidos.

Destaca-se, também, que de 2000 a 2010 alguns municípios apresentaram queda na porcentagem de domicílios com banheiro e água encanada, casos de Estância VelhaNova Hartz e Portão. Em Estância Velha, se 93,85% dos domicílios possuíam banheiro e água encanada em 2000, em 2010 houve queda para 89,52% dos domicílios, sendo, portanto, o segundo município com o menor acesso a banheiro e água encanada nos domicílios.

Em 2010, nenhum município ainda havia alcançado a totalidade dos domicílios com acesso à água encanada e banheiro, porém em Dois Irmãos e Ivoti houve a maior aproximação dos 100%. Em Dois Irmãos, 99,86% dos domicílios possuíam estas características frente a 97,99% em 2000.

Os dados dos domicílios com estas características são de pesquisas, em nível nacional a municipal, periódicas como o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE de 10 em 10 anos, assim como pela Pesquisa Nacional de Saneamento Básico – PNSB, a qual ocorreu pela última vez em 2008.

A porcentagem de domicílios com acesso a banheiro e água encanada continua a aumentar; no entanto, neste processo de aumento, ainda há domicílios que não possuem tais características e estão desprovidos destes direitos, como pontua Pedro Mancuso. A taxa de mortalidade da região segue a mesma tendência, com redução do número de óbitos frente ao de nascimentos, mas ainda segue alta se comparada a países como China e Chile.

Notas

¹: Nome dado à fase pós-parto, período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação, tanto física quanto psicologicamente.

  • Quinta, 17 de Dezembro de 2015

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos - ObservaSinos, programa do Instituto Humanitas Unisinos - IHU, acessou os dados disponibilizados pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul - TCE/RS para sistematizar informações referentes à aplicação em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE e à Radiografia da Educação Infantil no Rio Grande do Sul.

O ObservaSinos realiza desde 2010 um conjunto de ações de pesquisa, análise, publicização e oficinas, tendo o objetivo de referir a importância destas ações para subsidiar o planejamento, monitoramento, avaliação e controle social da política pública da educação, que é de responsabilidade do Estado e da sociedade civil. Tendo em vista que no ano de 2016 ocorrerão novas eleições para prefeitos e vereadores, os dados sistematizados na análise constituem-se num importante instrumento de controle e avalição dos órgãos executivos e legislativos.

A aplicação em MDE engloba um conjunto de ações dos entes públicos para garantir que as instituições educacionais públicas consigam realizar plenamente os seus objetivos. Neste caso, inserem-se despesas e/ou investimentos relacionados à manutenção e funcionamento das estruturas e instalações de equipamentos necessários ao ensino, remuneração e capacitação dos profissionais ligados à educação, bem como aquisição de materiais didáticos, transporte escolar, entre outros.

O artigo 212 da Constituição Federal de 1988 determina que a União deverá aplicar, anualmente, em educação, nunca menos de 18% do conjunto de impostos arrecadados. Os Estados da federação, o Distrito Federal e os municípios devem aplicar no mínimo 25% da receita tributária total.

A Tabela 1 sintetiza a arrecadação líquida de impostos e transferências e sua respectiva aplicação em MDE para os 14 municípios do Vale do Sinos. Os dados reunidos compreendem os anos de 2010 a 2014.

Tabela 01

Os dados apresentados na Tabela 1 revelam que no ano de 2014 Ivoti foi o município do Vale que mais investiu nesta área. Aplicou 36,41% dos impostos arrecadados em educação. Observa-se ainda que o município de Estância Velha aplicou 25,02% da receita tributária, garantindo com isso a conformidade com a determinação constitucional.

O caso de Nova Santa Rita é semelhante ao do município de Estância Velha. Já Araricá aplicou em 2013 abaixo do que determina a Constituição, perfazendo 23,55% dos recursos arrecadados destinados para educação. Ademais, é importante ressaltar que sete municípios: CanoasEsteioEstância VelhaNova Santa RitaNovo HamburgoSapiranga e Sapucaia do Sul apresentaram taxas na casa dos 25%. O Gráfico abaixo apresenta melhor esses resultados.

Gráfico 1

Através da Emenda Constitucional 59/2009, o Plano Nacional de Educação - PNE passou por reformulações. Isto significou uma mudança da Lei de Diretrizes e Bases da Educação para uma exigência constitucional com periodicidade decenal. Assim, devem ser feitos planos plurianuais para servir de base de referências. O PNE passou a ser considerado o articulador do Sistema Nacional de Educação - SNE, que tem a missão de aumentar a autonomia e as responsabilidades de estados e municípios com a educação. Além disso, a União garantirá financiamentos e recursos para cumprir tais obrigações. Neste caso, o financiamento do SNE será pelo percentual do Produto Interno Bruto - PIB. Já o PNE deve ser a base para elaboração dos planos estaduais, distrital e municipais, que, por sua vez, necessitam prever recursos financeiros para sua execução.

Radiografia da Educação Infantil no estado e no Vale do Sinos

No dia 20 de outubro, o TCE-RS divulgou o resultado da Radiografia da Educação Infantil dos 497 municípios do Estado. O estudo conclui que é necessária a criação de 172.075 vagas na educação infantil, sendo 98.287 em creches e 73.788 na pré-escola. Esse número de vagas ofertadas garantirá que o Estado cumpra as exigências da Emenda Constitucional de 2009 e do PNE.

O Plano determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional. O prazo de cumprimento de tais objetivos é de dez anos. É possível expor quatro condições que possam dar conta do que prescreve o texto. A primeira condição aponta para ampliação e universalização do ensino obrigatório, aprofundamento de oportunidades educacionais para o direito à educação básica de qualidade. Outra condição importante é a valorização dos profissionais ligados à educação, que o PNE considera de suma importância para que as 20 metas sejam consagradas. A terceira condição requer a ampliação do ensino superior brasileiro, aumentando quantitativa e qualitativamente os seus números. E, por fim, a última condição diz respeito à redução das desigualdades e à valorização da diversidade na educação.

A Educação Infantil passa a ser reconhecida como direito das crianças e, ao mesmo tempo, dever do Estado. Para esta garantia, muitas têm sido as determinações legais. Com o objetivo de oferecer parâmetros para a manutenção e a criação de novas instituições de Educação Infantil, o MEC publicou, em 1998, o documento Subsídios para credenciamento e o funcionamento das instituições de Educação Infantil. No mesmo ano, visando à elaboração de currículos de Educação Infantil, cuja responsabilidade foi delegada pela LDB a cada instituição e seus professores, o ministério editou o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, como parte dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Um ano depois, em 1999, o Conselho Nacional de Educação - CNE publicou as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Esses documentos são, hoje, os principais instrumentos para elaboração e avaliação das propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil do país.

Em meio a este conjunto de determinações estão afirmadas três metas relacionadas à educação infantil e pré-escola: 1) Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos e ampliar a oferta de educação infantil em creches, atendendo 50% da população de até 3 anos; 2) alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental; 3) oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da educação básica. As demais metas do PNE podem ser acessadas aqui.

O Rio Grande do Sul apresentou em 2014 uma população de 571.864 pessoas entre 0 e 3 anos de idade, e de 265.913 pessoas entre 4 e 5 anos de idade. Desse modo, na primeira faixa de idade, 168.456 são alunos. Já na segunda faixa de idade, 192.867 foram alunos da educação infantil. A região do Vale do Sinos atingiu em 2014 uma população de 68.079 entre 0 e 3 anos de idade, dentre os quais 20.755 foram alunos. A população de 4 a 5 anos atingiu 34.769 pessoas, sendo que 20.755 foram alunos da educação infantil. A tabela 2 sintetiza principalmente essas informações.

Tabela 2

No ano de 2014, a taxa média de atendimento dos alunos de 0 a 3 anos foi de 32,53% para o Estado e de 43,25% para o Vale do Sinos. Analisando os 14 municípios que compõem a região, conforme apresentado na Tabela 2, percebemos que Dois Irmãos e Araricá apresentaram as melhores taxas de atendimento de alunos entre 0 e 3 anos, respectivamente 74,74% e 71,99%. No entanto, Canoas, que possuía em 2014 uma população de 17.541 pessoas, conseguiu atender apenas 3.157 (18,00%).

Os que estão na faixa de idade entre 4 e 5 anos tiveram o maior atendimento no município de Araricá (140,44%). Esse percentual pode ser explicado pela quantidade de pais que residem em um determinado município, porém optam por deixar os seus filhos na cidade que trabalham. Canoas apresentou a pior taxa de atendimento para alunos de 4 a 5 anos (41,70%), estando abaixo da média do Vale do Sinos.

A Tabela 3 apresenta o número de vagas a serem criadas nos 14 municípios do Vale do Sinos. Como já foi apontado na análise, o Rio Grande do Sul apresenta um déficit de 172.075 vagas na educação infantil. O Vale do Sinos é responsável por 26.399 dessas vagas, ou seja, representando 15,34% do total. Isto representa um déficit de 14.576 vagas em creches e 11.823 na pré-escola.

Tabela 3

Canoas necessita criar 10.722 vagas na creche (5.614) e pré-escola (5.158), totalizando 10.722 vagas. O referido município sozinho é responsável por 40,62% do déficitVale do Sinos e 6,23% do Rio Grande do SulSão LeopoldoNovo Hamburgo e Sapucaia do Sul também necessitam criar quantidades significativas de vagas na educação infantil. Já Araricá não necessita criar novas vagas na educação infantil no momento. No entanto, Campo BomIvoti e Sapiranga também não apresentam déficit, só que neste caso, é apenas para creches. Na pré-escola, os três últimos municípios necessitam de 499 novas vagas.

Em linha semelhante, o ObservaSinos também apresentou os dados acerca dos recursos investidos em saúde no Vale do Sinos. A análise pode ser acessada aqui.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Viamão é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 32 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 93,97% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Viamão acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Viamão: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Viamão: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Triunfo é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 75 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 65,35% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Triunfo acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Triunfo: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Triunfo: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Taquara é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 72 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 82,84% do município é de área urbana. 

Para saber mais informações do município de Taquara acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Taquara: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Taquara: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Sapucaia do Sul é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 19 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 99,63% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Sapucaia do Sul acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Sapiranga: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Sapiranga: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Sapiranga é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 60 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 96,40% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Sapiranga acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Sapiranga: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Sapiranga: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

São Sebastião do Caí é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 60 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 80,28% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de São Sebastião do Caí acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de São Sebastião do Caí: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de São Sebastião do Caí: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

São Leopoldo é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 28 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 99,60% do município é de área urbana.

Acesse dados sistematizados a partir dos dados dos bairros de São Leopoldo.

Para saber mais informações do município de São Leopoldo acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Diagnóstico Socioterritorial de São Leopoldo: Reúne dados específicos do município com o intuito de planejar as ações sociais no território. O Diagnóstico é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e busca ser um subsídio para justificar o planejamento de ações no município. 

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de São Leopoldo: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de São Leopoldo: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

São Jerônimo é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 70 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 77,05% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de São Jerônimo acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de São Jerônimo: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de São Jerônimo: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Santo Antônio da Patrulha é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 73 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 82,84% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de São Antônio da Patrulha acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Santo Antônio da Patrulha: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Santo Antônio da Patrulha: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Rolante é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 90 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 78,57% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Rolante acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Rolante: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Rolante: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Porto Alegre é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. Sendo a capital do Estado do Rio Grande do Sul, composta por 100% de área urbana.

Para saber mais informações do município de Porto Alegre acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Secretaria do Trabalho/ Ministério da Economia: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

QEdu - Base de dados sobre educação construída a partir de dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Porto Alegre: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Porto Alegre: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Portão é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 37 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 81,75% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Portão acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Portão: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Portão: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Parobé é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 75 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 94,43% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Parobé acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Parobé: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Parobé: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Novo Hamburgo é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 42 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 98,27% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Novo Hamburgo acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Nova Santa Rita é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 21 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 85,73% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Nova Santa Rita acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Nova Santa Rita: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Nova Hartz é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 62 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 83,23% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Nova Hartz acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:   

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Nova Hartz: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Nova Hartz: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Montenegro é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 55 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 90,26% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Montenegro acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Montenegro: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Montenegro: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Ivoti é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 55 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 90,88% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Ivoti acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Ivoti: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Ivoti: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Igrejinha é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 82 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 95,36% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Igrejinha acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Igrejinha: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Igrejinha: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Guaíba é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 32 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 97,75% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Guaíba acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Guaíba: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Guaíba: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Gravataí é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 23 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 95,24% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Gravataí acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Gravataí: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Gravataí: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Glorinha é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 44 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 30% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Glorinha acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Glorinha: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Glorinha: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Esteio é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 20 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 99,86% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Esteio acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Esteio: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Esteio: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Estância Velha é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 45 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 97,44% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Estância Velha acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Estância Velha: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Estância Velha: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Eldorado do Sul é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 10 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 89,68% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Eldorado do Sul acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Eldorado do Sul: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Eldorado do Sul: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Dois Irmãos é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 52 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 98,93% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Dois Irmãos acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município. 

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Dois Irmãos: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Dois Irmãos: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Charqueadas é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 57 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 97,65% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Charqueadas acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Charqueadas: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Charqueadas: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Capela de Santana é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 54 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 59,55% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Capela de Santana acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Capela de Santana: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Capela de Santana: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Canoas é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 14 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 100% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Canoas acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Diagnóstico Socioterritorial de Canoas: Reúne dados específicos do município com o intuito de planejar as ações sociais no território. O Diagnóstico é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e busca ser um subsídio para justificar o planejamento de ações no município.

Versão Sintética - Diagnóstico Socioterritorial.

Versão Popular - Diagnóstico Socioterritorial.

Erratas - Diagnóstico Socioterritorial.
_____________________________________________________________________________________________________________

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.
_____________________________________________________________________________________________________________

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

_____________________________________________________________________________________________________________

Publicação  Estado da Cidade - Um Retrato de Canoas 2016

O livro Estado da Cidade - Um Retrato de Canoas 2016 tem como objetivo demonstrar, através de números e análises, o processo evolutivo do município de Canoas, nos aspectos socioeconômicos e territoriais. O projeto tem como princípio viabilizar as conquistas e os obstáculos em torno do desenvolvimento da cidade de Canoas

Elaborado pela equipe da Diretoria de Estudos e Pesquisas do Instituto Canoas XXI, a obra se encontra em sua sexta edição e apresenta indicadores e referências nos âmbitos nacional e mundial, além dos índices relevantes propostos pelas Secretarias Municipais, para a análise do desempenho municipal.

Além disso, a publicação busca contribuir para a qualificação da gestão e a sua relação através do fornecimento da realidade social para a administração púbica e, ao mesmo tempo, proporciona as informações para a melhor compreensão dos problemas e decisões da cidade.

Clique aqui para visualizar a edição completa.

_____________________________________________________________________________________________________________ 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Canoas: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Canoas: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Campo Bom é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 57 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 95,45% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Campo Bom acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Campo Bom: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Campo Bom: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Cachoeirinha é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 1 quilômetro da capital Porto Alegre, sendo que 100% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Cachoeirinha acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Cachoeirinha: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Cachoeirinha: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas.

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Arroio dos Ratos é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 55 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 95,22% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Arroio dos Ratos acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país. 

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Arroio dos Ratos: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Arroio dos Ratos: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

 

  • Segunda, 21 de Dezembro de 2015

Araricá é um dos 14 municípios que compõe o Vale do Sinos e um dos 34 que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 69 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 82,15% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Araricá acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

 

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.   

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Araricá: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Araricá: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Sexta, 18 de Dezembro de 2015

Alvorada é um dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA. O município fica a 21 quilômetros da capital Porto Alegre, sendo que 100% do município é de área urbana.

Para saber mais informações do município de Alvorada acesse as Bases de dados, as Plataformas e os Sites Institucionais abaixo:

Bases de dados – é possível extrair os dados pesquisados sobre os municípios.

IBGE Cidades@: Apresenta dados constantemente atualizados do município das mais diversas temáticas a partir das pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com destaque para o Censo Demográfico de 2010, com temáticas como economia, educação, população e vulnerabilidades.

FEE Dados: Apresenta diversos dados de diferentes fontes possibilitando a criação de mapas temáticos do estado a partir de diferentes regionalizações.

FEE Dados Abertos: A Fundação de Estatística e Economia do Rio Grande do Sul reúne dados de diferentes temáticas advindos de diversas fontes.

Data Social – Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação - SAGI: Reúne e apresenta dados das mais diversas temáticas como educação, renda, saúde, vulnerabilidade, entre outras, a nível de município e outras regionalizações.

Departamento de Informática do SUS – DATASUS: Reúne e sistematiza dados relacionados à saúde de diferentes fontes a partir de diversas regionalizações como os municípios.

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda: Ministério do Trabalho e Emprego: Divulga dados do mercado de trabalho formal por município a partir de setores econômicos e diversas variáveis da população. Utiliza bases de dados como a Relação Anual de Informações Sociais – RAIS e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Previdência – CAGED, assim como de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mapa da Violência: Apresenta indicadores relacionados à violência a partir de diferentes grupos populacionais, como adolescentes, jovens e mulheres, a nível de municípios.

Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN: Apresenta dados relacionados ao trânsito por municípios gaúchos frota de veículos, perfil de condutores e número de acidentes.

DataEscolaBrasil - Divulgação dos dados do Censo Escolar para cada escola em nível de município a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

Mapa Social - Ferramenta de busca do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que permite o acesso a diferentes dados pelo nível territorial de município.

Plataformas – é possível acessar dados sobre os municípios.

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil: O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é um site que traz o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM e outros 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade para os municípios brasileiros.

Atlas da Vulnerabilidade Social: Reúne mais de 85 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e desenvolvimento humano, com destaque para o Índice de Vulnerabilidade Social – IVS. Os dados advém do Censo Demográfico e de outras pesquisas do IBGE.

Mapa de Oportunidade e Serviços Públicos: Reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidade de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no país.

Objetivo de Desenvolvimento do Milênio - Relatórios Dinâmicos: Exibe o perfil municipal dos relatórios do município em referência aos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com temas como alimentação, educação e saúde.

 

Sites institucionais – é possível acessar informações dos órgãos governamentais sobre os municípios.

• Federal

Tribunal Superior Eleitoral: Reúne dados e resultados das eleições municipais quanto ao perfil do eleitorado e dos candidatos. 

• Estadual

Tribunal de Contas do Estado: Apresenta dados financeiros dos municípios através da prestação de contas dos mesmos em diversas áreas, como educação, obras e saúde.

Tribunal Regional Eleitoral – Eleitores aptos no RS por municípios: Apresenta o número de eleitores aptos a votarem nas eleições em uma série de anos por divisão de gênero, faixa etária e escolaridade.

• Municipal

Prefeitura Municipal de Alvorada: Site oficial do Executivo do município que apresenta as últimas informações como dados e eventos.

Câmara de Vereadores de Alvorada: Site oficial do Legislativo do município que apresenta informações legislativas como sessões, projetos e audiências públicas. 

  • Quarta, 2 de Dezembro de 2015
  • Segunda, 27 de Julho de 2015
  • Segunda, 27 de Julho de 2015

Acesse os posts da categoria ObservaSinos no blog do IHU

  • Sábado, 25 de Julho de 2015

Quem somos

O Observatório da realidade e das políticas públicas do Vale do Rio dos Sinos – ObservaSinos é um programa do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, vinculado ao Centro de Cidadania e Ação Social – CCIAS. O ObservaSinos tem o compromisso com a democratização da informação crítica sobre as realidades do Vale do Sinos e Região Metropolitana de Porto Alegre.

O programa tem como propósito contribuir nos processos de planejamento, monitoramento, avaliação e controle social das políticas públicas, com destaque ao trabalho.

Para quem fazemos

O Observatório direciona suas ações às lideranças locais, trabalhadores, pesquisadores, gestores e comunidade em geral.

O que fazemos

Dados

Sistematização e análise de dados dos municípios e região.

Publicações

Produção de notas, artigos e documentos.

Atividades de formação

Realização de oficinas, seminários, rodas de conversa, palestras e exposições.

Assessoria

Apoio no acesso, sistematização e análise de dados.

Redes

Articulação e participação de redes comprometidas com a democratização da informação.

  • Sexta, 24 de Julho de 2015

O Infogram é uma ferramenta online que permite ao usuário a criação de infográficos interativos, que podem ser incorporados em seus próprios sites.

  • Domingo, 21 de Junho de 2015

Verifique campos adicionais para alterar o contúdo (conhecimento de HTML necessário)

  • Domingo, 21 de Junho de 2015

Verifique campos adicionais para alterar o contúdo (conhecimento de HTML necessário)

  • Terça, 26 de Agosto de 2014

A brutal execução da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, ocorrida na noite de 14 de março, expôs a violência contínua e sistêmica sob a epiderme da sociedade brasileira. Se de um lado o episódio provocou levantes em defesa dos direitos humanos em diversos quadrantes do país, de outro exibiu o teatro do horror de quem, na maioria dos casos por meio de notícias falsas, tentou justificar o duplo assassinato.

Todo esse contexto ilustra a complexidade do xadrez da violência e suas múltiplas dimensões para além da caricatura policialesca que divide mocinhos, frequentemente as forças militares, e bandidos, normalmente o crime organizado. Para debater o tema, a IHU On-Line reúne uma série de professores e pesquisadores que abordam a temática.

Afinal, de que ordem são os signos da violência e como eles operam?

Clique na imagem para acessar

  • Segunda, 25 de Agosto de 2014

Quando o governo brasileiro acelera a votação de uma nova versão da Base Nacional Comum Curricular – BNCC sem novo debate, a revista IHU On-Line discute o tema com um pesquisadores e pesquisadoras de diversas áreas do conhecimento que pensam e analisam os desafios da escola brasileira do século XXI.

Clique na imagem para acessar

 

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

A Revolução 4.0, a internet das coisas, a inteligência artificial e a impressão 3D já impactam e cada vez mais abalarão os fundamentos da organização do mundo do trabalho na contemporaneidade. Esta grande mutação significará um avanço civilizatório ou radicalizará a barbárie?

A revista IHU On-Line, por ocasião do 1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, debate o tema no contexto das discussões que o Instituto Humanitas Unisinos – IHU tem promovido constantemente na sua página eletrônica, nas suas publicações, nos seus eventos, no curso EAD que iniciará proximamente e no ObservaSinos. O debate assume maior urgência e densidade no momento em que o Brasil vive um momento de regressão civilizatória claramente delineada na proposta governamental da reforma previdenciária e da reforma trabalhista, tendo como palavras de ordem flexibilização, precarização e terceirização, que objetivam devastar o campo dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Clique na imagem para acessar

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

A Revista IHU On-Line, de modo mais específico, e o Intituto Humanitas Unisinos - IHU apresentam um Guia de Leitura que recupera a produção realizada em 2014. Além de propor um fio condutor às questões debatidas - as Sociedades Tecnocientíficas.


Leia no Medium »

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

Rede de Observatórios Sociais

 

A Rede de Observatórios reúne, desde 2013, os diferentes Observatórios com atuação no campo social. Comprometidos com a democratização da informação, assim como com a afirmação de políticas públicas no contexto da sociedade contemporânea.

Os Observatórios Sociais realizam seus trabalhos de pesquisa, informação e formação com o propósito de colaborar com a análise das organizações, das políticas e das práticas implicadas ao desenvolvimento de distintas realidades sociais. 

 

Informação

Produção, sistematização e publicização de dados

Formação

Seminário de Observatórios, cursos e palestras

Publicações

E-book, livros e artigos

Articulação

Participação em redes comprometidas com a democratização do conhecimento

 

Compõem a Rede de Observatórios Sociais:

 

Observatório das Realidades e das Políticas Públicas do Vale do Sinos – ObservaSinos

Observatório da Educação  

Observatório Juvenil do Vale dos Sinos – OJV

Observatório da Cidade de Porto Alegre – ObservaPOA

Observatório Unilasalle: Trabalho, Gestão e Políticas Públicas 

Observatório Socioambiental em Segurança Alimentar e Nutricional – OBSSAN

Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida – OLMA

Sindicato dos Sociólogos do Rio Grande do Sul – SinSociólogos-RS

Observatório Social de São Leopoldo – OSB

Observatório de Segurança de São Leopoldo

Observatório das Metrópoles – Núcleo Porto Alegre

Observatório de Políticas e Ambiente – ObservaCampos

Observatório Estadual da Segurança do Estado do Rio Grande do Sul

Observatório da Agenda Social da ONU do Rio Grande do Sul

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

A Mostra virtual do ObservaSinos: De Olho no Vale constitui-se numa atividade do  Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos desenvolvida na Unisinos e junto aos 14 municípios da região do Vale. Os 16 banners disponibilizados abaixo apresentam diferentes indicadores socioeconômicos dos municípios e da região, sistematizados pelo Observatório a partir de bases de dados oficiais.

A partir da Mostra, pretende-se apresentar o ObservaSinos enquanto ferramenta de informação e formação propulsora do protagonismo cidadão indispensável à transformação social, tornar públicos os indicadores do Vale em diferentes espaços da região junto a diferentes grupos e organizações e promover a análise e o debate sobre a realidade apresentada.

A Mostra ocupou diversos espaços públicos da região ao longo do ano de 2013, a sistematização das atividades realizadas a partir da exposição dos banners resultou na análise “Mostra do ObservaSinos De Olho no Vale - Ações e reações”.

A exposição dos banners na Unisinos foi objeto de análise da turma da atividade acadêmica “Seminário Temático de Gênero, Classe e Etnia”, do curso de Serviço Social da Unisinos, ministrada pela Profa. Clair Ribeiro Ziebell no primeiro semestre de 2013. A análise dos acadêmicos e da professora resultou num documento sobre a Mostra, consulte o ducumento na integra. 

 

Confira a participação da coordenadora do Observatório, a Profa. Dra. Marilene Maia, no Conexão TV Unisinos.

    
 
   
 
 
 
   renda 2
 
 
saude   saude 2
 
 
seguranca   seguranca 2
 
 
trabalho   trabalho 2
 
transporte   transporte 2
 
   
 
Confira mais informações sobre o ObservaSinos em uma apresentação em Prezi.
  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

Consulte os indicadores divididos por temática

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

O e-book do V Seminário, assim como dos anteriores, estão disponíveis para download.

Clique nas imagens para acessar o conteúdo.

                         

                                      

 

I Seminário Observatórios, Metodologias e Impactos nas Políticas públicas

Setembro de 2011      

 

  • Domingo, 24 de Agosto de 2014

A Profa. Dra. Marilene Maia apresenta a experiência do ObservaSinos (Observatório da Realidade e das Políticas Públicas do Vale do Rio dos Sinos), programa do Instituto Humanitas Unisinos -- IHU vinculado ao Centro de Cidadania e Ação Social da Unisinos -- CCIAS/Unisinos durante o II Seminário Observatórios, Metodologias e Impactos nas Políticas Públicas.

  • Sábado, 23 de Agosto de 2014

Bacon ipsum dolor sit amet pig drumstick capicola strip steak pork meatball hamburger chuck tenderloin corned beef cow meatloaf. Pork tenderloin landjaeger, ribeye biltong turducken ground round ball tip. Ribeye capicola pork belly brisket ham hock pancetta, landjaeger frankfurter

Página 1 de 2