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Sábado, 23 de Agosto de 2014

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O IV Seminário Observatórios, Metodologias e Impactos: territórios e políticas públicas, ocorreu nos dias 29 e 30 de setembro de 2014, dando sequência à tematização de interesse de um coletivo de Observatórios comprometidos com a organização e democratização das informações, assim como com a afirmação de políticas públicas no contexto da sociedade e Estado contemporâneos.

O evento deu continuidade aos três Seminários anteriores, que objetivaram promover o estudo e o debate sobre o papel os observatórios, suas metodologias e impactos junto às políticas públicas.

Participaram do IV Seminário 98 pessoas, entre acadêmicos, pesquisadores e agentes que trabalham com esta tecnologia social. O Seminário contou com a presença de 13 Observatórios e a apresentação de 30 trabalhos. O evento também consolidou a participação da Rede de Observatórios Sociais, organizada a partir do III Seminário, realizado em 2013.

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Esta publicação reúne alguns dos conteúdos que foram pautados pelos Observatórios na realização dos Seminários anuais realizados desde o ano de 2011 na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos. Estes eventos foram ideados com o objetivo de reunir e articular os agentes com atuação nestes espaços de observação, em vista de conhecer as metodologias e impactos de sua atuação nas realidades sociais.

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O V Seminário Observatórios, Metodologias e Impactos: dados e participação ocorreu nos dias 28 e 29 de setembro de 2015, dando sequência às sistematizações de interesse de um coletivo de Observatórios, que estão comprometidos com a organização e democratização das informações, assim como com a afirmação de políticas públicas no contexto da sociedade e Estado contemporâneos. 

O evento deu continuidade aos quatro Seminários anteriores, que objetivaram promover o estudo e o debate sobre o papel dos observatórios, suas metodologias e seus impactos junto às políticas públicas. Participaram do V Seminário 90 pessoas, entre acadêmicos, pesquisadores e agentes que trabalham com esta tecnologia social. O Seminário contou com a presença de 12 Observatórios e a apresentação de 27 trabalhos. O evento também consolidou a participação da Rede de Observatórios Sociais, organizada a partir do III Seminário, realizado em 2013.

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Jogos

Sexta, 11 de Julho de 2014

Vídeos

Sexta, 11 de Julho de 2014

O capitalismo biocognitivo que estamos vivenciando afeta de forma significativa o mundo do trabalho, a saúde e a segurança dos trabalhadores. Relações de resistência são urgentes, pois os trabalhadores vivenciam situações contraditórias diante da pressão e do assédio moral que sofrem. O adoecimento físico e mental dos trabalhadores, vítimas das constantes reestruturações, precarização dos processos e relações nos ambientes de trabalho, geram preocupação, especialmente com o sofrimento causado.

Este adoecimento é consequência da competição e concorrência mundial exacerbadas – todas as empresas querem produzir mais, lucrar mais, em menor tempo e com menor custo, exercendo pressão sobre os trabalhadores e as trabalhadoras para que produzam em ritmo alucinado, além dos seus limites físicos e mentais. É a mais-valia a qualquer custo, sem se importar com a dignidade dos trabalhadores. Esta condição humana de falta de liberdade afetou a construção da identidade social dos trabalhadores e, em termos históricos, alcança a potencialização da alienação no estágio atual do capitalismo.

O fenômeno social do adoecimento dos trabalhadores aponta contradições e conflitos sociais, e, no caso das ciências humanas, que estão atentas a como os fatos se apresentam, por que e para que tornam-se questões interessantes para compreensão e explicação de fenômenos que se relacionam com os destinos dos trabalhadores na vida em coletividade.

 

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Giorgio Agamben em O Reino e a Glória faz uma genealogia teológica do poder. Para ele, o poder assumiu a forma de uma “economia”. Em sua análise, Agamben discute a oikonomia com pais da Igreja, como Tertuliano, Irineu, Santo Agostinho e Tomás de Aquino. Nos primeiros séculos, o cristianismo procurou conciliar o monoteísmo com a doutrina da Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo) e, a partir daí, discutiu-se a oikonomia, a qual está relacionada com o governo dos homens e das coisas. Para Agamben, esse paradigma teológico-econômico se fundiu com a doutrina da providência divina.

Esses imaginários teológicos teriam sido assumidos pela máquina de governo do Ocidente, configurando, assim, a concepção de um Estado-providência. Todavia, esse governo não é apenas poder, mas ele é também glória. Desse modo, há marcas teológicas no Estado moderno. Acreditamos que, ao incorporar conceitos teológicos secularizados, a máquina governamental perverteu a política e o resultado desse processo foi a efetivação do estado de exceção e da biopolítica. 

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É difícil, neste momento histórico que o Brasil e o mundo estão vivendo, de aceleração dos acontecimentos de forma tão rápida, arrasadora e brutal, dizer algo que não seja só um grito de indignação e de lamentação. A nossa capacidade de reação e de análise está comprometida, pelo menos a minha. Por isso, vou tentar socializar as angústias e as preocupações e intentar algum tipo de análise que possa nos ajudar a entender o que está acontecendo. Uma questão que considero central neste momento é o tema da democracia.

Há um debate e um conflito interpretativo sobre a “qualidade” da democracia brasileira (e da democracia em geral). Segundo alguns analistas, as falhas e limitações do processo de transição da ditadura para a democracia são tão graves que o Brasil não pode ser considerado um Estado democrático de direito, mas um Estado de exceção permanente; outros, apesar de compartilhar com os primeiros várias preocupações, não concordam com esta tese. Para debater essas posições, precisamos primeiramente definir o que é “justiça de transição” ou uma “política de transição”, que inclui vários aspectos.

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