Nos carros autônomos, seremos passageiros

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • O que deve ser cancelado? Eis a questão

    LER MAIS
  • CNBB emite nota sobre o desrespeito à fé cristã

    LER MAIS
  • Indígena assassinado no Maranhão é o 4º Guajajara morto de forma violenta em menos de dois meses

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

29 Fevereiro 2016

Quem utilizar os carros autônomos do Google num futuro próximo não será mais considerado o motorista, mas um simples passageiro. Essa foi a decisão tomada pelo governo americano em 9 de fevereiro. Isso é uma mudança importante no significado de um automóvel para as autoridades do país. Assim, se o software de controle do carro pode ser considerado o seu motorista, o veículo poderia sair da fábrica sem volante nem pedais de acelerador ou de freio.

A reportagem é de Felipe Marra Mendonça, publicada por CartaCapital, 28-02-2016.

Uma carta da Administração de Segurança de Tráfego das Estradas Nacionais endereçada ao programa de carros autônomos da empresa diz que o governo “concorda com o Google que seu veículo autônomo não terá um motorista no sentido tradicional e aceito nos mais de cem anos até aqui”.

Explica também que, “se nenhum ocupante humano pode de fato dirigir o veículo, é mais razoável identificar o motorista como o que (e não quem) estiver de fato dirigindo”.

O Google enviara em novembro àquele departamento governamental um pedido de esclarecimentos sobre o que os regulamentos definiam como “motorista” e o que a lei exigiria caso o responsável por guiar o veículo não fosse um humano e sim uma inteligência artificial, permitindo eliminar componentes corriqueiros em automóveis, incluídos os espelhos retrovisores e o pisca-alerta.

Na Índia, o governo local decidiu na segunda-feira 8 proibir um aplicativo distribuído pelo Facebook, chamado Free Basics, por não respeitar a neutralidade da internet. O aplicativo oferecia acesso gratuito a uma série de sites, inclusive portais de notícias domésticos e o Wikipédia, sem débito para o usuário na sua franquia de dados. O acesso era oferecido pelo Facebook em parceria com as operadoras locais.

A Autoridade Reguladora de Telecomunicações da Índia decidiu que o aplicativo efetivamente prioriza certos conteúdos em detrimento de outros, o que é proibido. O serviço foi anunciado por Mark Zuckerberg em maio do ano passado, com o argumento de que a neutralidade não poderia impedir o acesso à internet. “Não é sustentável oferecer a internet inteira de graça. Nenhuma operadora conseguiria bancar isso”, disse o fundador do Facebook.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Nos carros autônomos, seremos passageiros - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV