Batina de Camilo Torres será exibida na Universidade Nacional da Colômbia

Revista ihu on-line

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

Mais Lidos

  • Governo autoriza 42 novos agrotóxicos e somando 239 registros no ano

    LER MAIS
  • A Igreja é contra a Reforma da Previdência

    LER MAIS
  • A justiça social é mais importante para evitar doenças mentais do que medicamentos, afirma relator de saúde da ONU

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

Por: Jonas | 02 Fevereiro 2016

Em 2009, a Universidade Nacional da Colômbia recebeu as batinas do padre guerrilheiro Camilo Torres. Tudo isto como parte de uma doação documental do legado de Leonor Muñoz, uma das amigas mais próximas ao sacerdote.

A reportagem é publicada por Semana, 29-01-2016. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/iGYWWs  

Agora, a partir do dia 17 de fevereiro, no marco da semana dedicada à comemoração dos 50 anos da morte do líder social, no centro de estudos superiores exibirá a emblemática batina, que foi um dos símbolos mais recordados de Torres, segundo a agência de notícias dessa instituição.

A batina foi entregue por Alejandro Burgos, diretor da Divisão de Museus da Universidade Nacional - Sede Bogotá, a Ramón Fayad, diretor do Centro de Pensamento Camilo Torres, segundo informou Unimedios.

Em razão da deterioração têxtil da batina, a oficina de restauração do Claustro de Santo Agostinho da Universidade desenvolveu um trabalho de conservação preventiva, respeitando o desgaste natural, assim como os vestígios de manchas e oxidações do tempo, informou a agência UN.

Torres Restrepo foi morto em um combate com a força pública, em fevereiro de 1966, no nordeste colombiano. O padre pertenceu a uma família rica e, em inícios dos anos 1960, tornou-se uma figura pública no país, sobretudo em Bogotá, por seu ativismo social e também pela fundação, em 1959, da primeira faculdade de Sociologia na América Latina, exatamente na Universidade Nacional.

Mais tarde, em 1965, o padre ingressou no Exército de Libertação Nacional (ELN).

Justamente essa guerrilha, em inícios de janeiro deste ano, solicitou ao Governo a revelação do local onde o sacerdote foi sepultado. Após 17 dias, Medicina Legal exumou, em Bucaramanga, os restos que seriam de Torres.

O diretor do Centro de Pensamento Camilo Torres, Ramón Fayad, manifestou que, após 50 anos, a vigência das ideias do sacerdote se mantém como uma chama de reconciliação e transformação, convertendo Torres no desejo pela busca da paz.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Batina de Camilo Torres será exibida na Universidade Nacional da Colômbia - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV