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26 Junho 2015

O documento de trabalho do Sínodo confirma que o único matrimônio concebível para a Igreja é entre homem e mulher, "aberto à procriação". Mas também reconhece que "há casos em que o apoio mútuo até o sacrifício constitui um apoio precioso para a vida dos parceiros". Basta isso para entender que a Igreja do Papa Francisco não deseja encabeçar batalhas religiosas sobre essa matéria.

A opinião é de historiador italiano Adriano Prosperi, professor da Universidade de Pisa e membro da Accademia Nazionale dei Lincei, a principal academia científica da Itália. O artigo foi publicado no jornal La Repubblica, 24-06-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

"Quem sou eu para julgar?" Assim dissera o Papa Francisco; a segunda frase que docemente nuançou a doutrina da infalibilidade papal.

A primeira foi aquela, inesquecível, do Papa Wojtyla: "Se eu estiver errado, me corrijam". A frase de Bergoglio foi pronunciada durante uma célebre entrevista, no avião de retorno do Rio de Janeiro. As perguntas dos jornalistas diziam respeito, então, à pastoral para os divorciados e a chamada lobby gay no Vaticano.

No dia seguinte ao Family Day, sobre esses temas, entretanto, lemos documentos que dizem uma coisa: alguém, contudo, deve julgar. Portanto, o Papa Francisco pretende dar respostas. Ele as preparou sentindo o pulso da Igreja: depois de oito meses de debate nas dioceses, eis que está pronto um documento de trabalho elaborado pelo Sínodo extraordinário em outubro de 2014 e destinado à mesa do Sínodo ordinário previsto para o Vaticano no dia 4 a 25 de outubro.

Hoje, esse documento está diante dos olhos de todos. E é evidente que essa circulação ampliada foi concebida como o segundo tempo da consulta: um modo para avaliar as reações e as opiniões do mundo. Uma Igreja que escuta o mundo, portanto. E que, ao mesmo tempo, sugere-lhe uma hipótese de trabalho própria sobre campos difíceis e controversos.

Vem à mente um conselho de Santo Inácio aos seus seguidores: ele dizia que era preciso "entrar com a deles e sair com a nossa". Uma sugestão fundamental: adequar-se a culturas e contextos até mesmo muito remotos do cristianismo europeu para enraizar-se neles.

Mas vejamos esse documento. Sobre os sacramentos para os divorciados, parece que se abre um caminho não impenetrável, de tipo penitencial, capaz de levar à "integração" dessas pessoas na Igreja: e não se ignore a oferta para facilitar os procedimentos dos tribunais eclesiásticos para os casos de nulidade matrimonial.

A longa história da Igreja está aí para ensinar como, uma vez que o matrimônio entrou nos sacramentos, encontraram-se soluções para os problemas levantados pela natureza instável dos vínculos conjugais: da poligamia das culturas não europeias aos problemas de alianças matrimoniais dos reinantes europeus.

Mas será possível que os casais do segundo ou do terceiro matrimônio aceitem viver em castidade para poderem se sentir "na" Igreja? Veremos, ou, melhor, eles verão.

Uma coisa é certa: o método da "via penitencial" à reconciliação varre os pronunciamentos doutrinais tipo "pegue ou largue" e abre o caminho para o encontro privado e submisso de pessoas portadores de problemas concretos com um confessor paciente – um método que representou a proposta fundamental dos jesuítas na Europa dilacerada pelas guerras religiosas da primeira idade moderna.

A verdadeira dificuldade, contudo, parece residir na questão dos casais homossexuais. Aqui, o leitor italiano é obrigado a perscrutar com particular inquietação aquilo que se prepara no grande caldeirão de ideias e de normas onde foi elaborado esse documento. Nós, aqui na Itália, não estamos nos EUA, nem mesmo na Irlanda. E entendemos, sem a necessidade da barulhenta manifestação romana recente, quanta confusão e quanta tensão se abriga em grande parte do país, impulsionada pelo medo do desconhecido a se tapar os olhos e as orelhas diante da realidade do nosso tempo, para se fechar nas mais arcaicas certezas.

O documento que lemos, entre muitas frases fraternas e misericordiosas sobre os problemas das famílias, confirma que o único matrimônio concebível para a Igreja é entre homem e mulher, "aberto à procriação", como comentou o teólogo Bruno Forte. Mas também reconhece que "há casos em que o apoio mútuo até o sacrifício constitui um apoio precioso para a vida dos parceiros".

Basta isso para entender que a Igreja do Papa Francisco não deseja encabeçar batalhas religiosas sobre essa matéria. E é natural se perguntar: esse apoio mútuo não poderia ser reconhecido pela lei de um Estado que pense em todos os cidadãos, sem antolhos confessionais, e lhe confira o reconhecimento legal de um vínculo conjugal para todos os efeitos? E um Estado cavourianamente livre não poderia fazer a sua parte na tarefa que uma Igreja Livre propõe a si mesma, a de garantir formalmente o princípio do respeito devido a cada pessoa?

Um princípio fundamental, que abre um horizonte respirável: "Cada pessoa, independentemente da própria tendência sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com sensibilidade, seja na Igreja, seja na sociedade". Palavras santas, se poderia dizer. Até mesmo palavras laicas.

A Constituição italiana não diz, talvez, no artigo 3 que "todos os cidadãos têm igual dignidade social, sem distinção de sexo etc.", e que a tarefa da República é a de remover os obstáculos que "impedem o pleno desenvolvimento da pessoa humana"?

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