Depois da Irlanda. Governo italiano acelera o encaminhamento das uniões civis de homossexuais

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28 Maio 2015

O tom é assertivo, talvez como jamais o fosse sido antes. O presidente do Conselho de Ministros, Matteo Renzi, responde a uma pergunta sobre as uniões civis para os homossexuais e não hesita: “A Itália tem uma proposta de lei apresentada pela senadora Cirinná, que será votada entre julho e setembro”. O projeto de lei apresentado pela senadora Monica Cirinnà (Pd) é aquele que se inspira no modelo alemão, diverso do modelo irlandês. “Creio que possa funcionar e ser aprovado no Parlamento”. É sabido: a irlandesa católica votou num referendum popular com o seu sim ao matrimônio entre homossexuais. O nosso texto sobre as uniões civis não fala de matrimônio gay e exclui a possibilidade de adoções (exceção feita para a assim chamada stepchild adoption [adoção de enteado]).

Está em discussão na Comissão de Justiça do Senado o projeto de lei Cirinnà e o mesmo foi recoberto por uma avalanche de emendas, mais de quatro mil, quase todas voluntariamente obstrucionistas. Por isso, também na comissão do Palácio Madama se está pensando em recorrer na escamotagem do “canguru”, a mesma usada para as reformas constitucionais, aquela que serve para reduzir ao máximo o número das emendas obstrucionistas e acelerar assim o tempo para fazer chegar o texto em aula.

A reportagem é de Alessandra Arlachi, publicada por Corriere della Sera, 26-05-2015. A tradução é de Benno Dischinger.

Nesta semana os trabalhos dos dois ramos do Parlamento estão suspensos por causa das eleições de domingo próximo. Na comissão de Justiça o debate em torno do texto sobre as uniões civis será retomado dia três de junho e a senadora Cirinnà tem a intenção de solicitar naquela sede a calendarização, vendo a possibilidade de adotar o “canguru”. É muito clara a senadora Monica Cirinnà: “O novo instituto das uniões civis não é equiparável ao matrimônio que continua reservado aos casais de sexo diverso. Além disso, não se introduz a possibilidade de poder fazer adoções, mas somente a de poder adotar o filho natural do parceiro. Com este texto, ademais, não se legaliza o acesso à fecundação assistida. Estou convicta que em comissão o enquadramento será encontrado”.

Também na Igreja se abrem espirais. Comentando o voto irlandês, o L’Osservatore Romano escreveu: “Nenhum anátema, antes um desafio, a ser assumido por toda a Igreja”. No palácio da Gregoriana precisamente ontem à noite se encontraram bispos e teólogos da Alemanha, França e Suíça: se aprofundaram, entre outros, os temas da “sexualidade na vida de um indivíduo para evitar que se caia nas generalizações”. Encerrou a sessão o cardeal Reinhard Marx, que no dia de Pentecostes havia falado de uma “cultura acolhedora nas paróquias também para homossexuais e divorciados”. Tudo em vista do Sínodo de outubro e um dos relatores observava: “Que as coisas se movam, pois não se pode chegar ao final repetindo o que a Igreja sempre tem dito”.

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