Estudo inédito mapeia violência praticada contra crianças no país

Revista ihu on-line

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

Mais Lidos

  • Livro analisa os teólogos, a virada ecumênica e o compromisso bíblico do Vaticano II

    LER MAIS
  • Adaptando-se a uma ''Igreja global'': um novo comentário internacional sobre o Vaticano II. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Desigualdade bate recorde no Brasil, mostra estudo da FGV

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

22 Janeiro 2015

Foto: Jack Mallon / Flickr

Uma pesquisa inédita, realizada pelo Centro de Análises Econômicas e Sociais da PUCRS (Caes), mapeou as experiências de violência no cotidiano de crianças que vivem em favelas do Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. Os resultados apontam que elas sofrem violência física e psicológica a partir do primeiro ano de vida, ficando mais intensa entre os 2 e 4 anos de idade. As mães são as pessoas que mais praticam atos violentos contra os filhos, incluindo grito, castigo e violência física, constatou a pesquisa.

A reportagem foi publicada pelo portal EcoDebate, 21-01-2015.

Para falar sobre o assunto, o programa Revista Brasil entrevistou o advogado Ariel de Castro Alves, também consultor jurídico da ONG Internacional Aldeias Infantis SOS e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo (Condeca-SP), que falou aos ouvintes da Rádio Nacional de Brasília sobre o estudo e quais as consequências que a violência praticada contra crianças deverá trazer para a sociedade futuramente.

Ariel de Castro Alves classificou a pesquisa da PUCRS como interessante, uma vez que trouxe ao conhecimento do público os impactos da violência urbana, causadas pela sociedade, e também da violência interna, praticada no âmbito familiar. Segundo ele, os dados levantados pelo estudo são estarrecedores e devem se tornar motivo de preocupação para o governo.

O advogado destacou que as crianças, principalmente aquelas que vivem em comunidades com certa vulnerabilidade social, têm uma rotina de violência interna, ocorrida dentro do ambiente familiar e praticada, muitas vezes, pelas próprias mães, e também uma rotina violenta fora de casa, dentro da comunidade em que vivem.

Segundo a pesquisa, os reflexos de violência física e psicológica já aparecem no primeiro ano de vida da criança e se intensificam na faixa de 2 a 4 anos de idade. O advogado Ariel de Castro ressaltou que os danos dessa violência são considerados graves, uma vez que é nessa faixa etária que a criança está desenvolvendo uma personalidade. Para ele, os reflexos podem vir alguns anos depois, quando a criança já adulta passa a reproduzir a violência que sofreu dentro e fora de casa.

Confira a íntegra da entrevista nesta edição do programa Revista Brasil.

(Clique na imagem do player para fazer o download do áudio)

O programa vai ao ar de segunda a sábado, às 8h, na Rádio Nacional de Brasília, uma emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A apresentação é do jornalista Valter Lima.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Estudo inédito mapeia violência praticada contra crianças no país - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV