"Não existe ninguém mais ortodoxo no Brasil do que Joaquim Levy", diz diretor da Casa das Garças

Revista ihu on-line

Biomas brasileiros e a teia da vida

Edição: 500

Leia mais

Hospitalidade - Desafio e Paradoxo. Por uma cidadania ativa e universal

Edição: 499

Leia mais

“Raízes do Brasil” – 80 anos. Perguntas sobre a nossa sanidade e saúde democráticas

Edição: 498

Leia mais

Mais Lidos

  • Câmara aprova terceirização para todas as atividades. Entenda o que muda

    LER MAIS
  • Estudo da Fundação Abrinq mostra que 40% das crianças de 0 a 14 anos no Brasil vivem na pobreza

    LER MAIS
  • “Carne Fraca”: dona de frigorífico investigado tem fazenda em área indígena

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

14 Janeiro 2015

"Dilma teve uma primeira decisão e deve ter sido difícil para ela porque está sendo altamente criticada tanto no PT quanto entre os economistas de Campinas por colocar o Joaquim Levy (no Ministério da Fazenda). Não existe ninguém mais ortodoxo no Brasil. Fora o Meirelles (Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central), é difícil encontrar alguém mais ortodoxo do que o Joaquim no Brasil. Ela colocou lá um símbolo", afirma Edmar Bacha, economista, diretor da Casa das Garças, um instituto de estudos de política econômica que reúne economistas liberais, em longa entrevista publicada pelo jornal Valor, 14-01-2015.

Ele integrou o governo Fernando Henrique Cardoso durante a elaboração do Plano Real e se mostra animado com os discursos mais "modernizantes" neste início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, "a direção é essa, a do ajuste. Obviamente há um problema muito sério, porque essas coisas você precisa fazer primeiro com convicção e segundo, com credibilidade. E, infelizmente, dada a experiência da Dilma no primeiro mandato, não parece que ela tenha convicção. E credibilidade ela não tem. O fato de ter que ganhar esse espaço torna o ajuste mais custoso e, portanto, mais problemático. É um problema que nós não teríamos".

O jornalista interrompe: "Nós?"

"A equipe do candidato (Aécio) para o qual declarei meu voto", responde Bacha.

A integra da  entrevista está aqui.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Instituto Humanitas Unisinos - IHU - "Não existe ninguém mais ortodoxo no Brasil do que Joaquim Levy", diz diretor da Casa das Garças