"Não existe ninguém mais ortodoxo no Brasil do que Joaquim Levy", diz diretor da Casa das Garças

Revista ihu on-line

Gauchismo - A tradição inventada e as disputas pela memória

Edição: 493

Leia mais

Financeirização, Crise Sistêmica e Políticas Públicas

Edição: 492

Leia mais

SUS por um fio. De sistema público e universal de saúde a simples negócio

Edição: 491

Leia mais

Mais Lidos

  • Comemoração conjunta católico-luterana: um sinal de esperança a um mundo dividido

    LER MAIS
  • Após 11 anos, FMI ronda o Brasil a convite de Meirelles

    LER MAIS
  • TSE considera hipótese de poupar Michel Temer

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

14 Janeiro 2015

"Dilma teve uma primeira decisão e deve ter sido difícil para ela porque está sendo altamente criticada tanto no PT quanto entre os economistas de Campinas por colocar o Joaquim Levy (no Ministério da Fazenda). Não existe ninguém mais ortodoxo no Brasil. Fora o Meirelles (Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central), é difícil encontrar alguém mais ortodoxo do que o Joaquim no Brasil. Ela colocou lá um símbolo", afirma Edmar Bacha, economista, diretor da Casa das Garças, um instituto de estudos de política econômica que reúne economistas liberais, em longa entrevista publicada pelo jornal Valor, 14-01-2015.

Ele integrou o governo Fernando Henrique Cardoso durante a elaboração do Plano Real e se mostra animado com os discursos mais "modernizantes" neste início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, "a direção é essa, a do ajuste. Obviamente há um problema muito sério, porque essas coisas você precisa fazer primeiro com convicção e segundo, com credibilidade. E, infelizmente, dada a experiência da Dilma no primeiro mandato, não parece que ela tenha convicção. E credibilidade ela não tem. O fato de ter que ganhar esse espaço torna o ajuste mais custoso e, portanto, mais problemático. É um problema que nós não teríamos".

O jornalista interrompe: "Nós?"

"A equipe do candidato (Aécio) para o qual declarei meu voto", responde Bacha.

A integra da  entrevista está aqui.