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14 Julho 2014

Bobo de “MacBeth”

“Acho que tem muito papo furado nessa história de "as novas gerações têm uma outra cabeça" (a frase é ridícula por si só). Mudou o cenário, o enredo continua sendo escrito pelo bobo de "Macbeth" – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 14-07-2014.

Amarelões

“É comum hoje as pessoas acharem que todo mundo (e a mídia também) deve se preocupar antes de tudo com a autoestima das pessoas. Discordo. É este mundo da autoestima que forma os amarelões" – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 14-07-2014.

Sem projeto nacional

"Desde Getúlio Vargas, que pretendeu desenvolver o Brasil via industrialização e urbanização, o país está sem um projeto nacional. Nem Lula, nem Dilma Rousseff, nem Fernando Henrique defenderam um. E também não percebo nenhuma mudança de postura nos atuais presidenciáveis" - Carlos Lessa, economista - O Globo, 13-07-2014.

1950 e o 7 a 1

"Para atenuar o vergonhoso 7 a 1, há quem compare tudo a 1950, no Maracanã. Nada é mais errôneo. Há 64 anos, um erro gerou a tragédia. Agora, o fanatismo nos cegou, e a sucessão de fantasias (ou mentiras) levou à aberração do fiasco dos novos deuses. No ar ou em terra, tudo hoje é diferente. Lembro-me bem do trágico julho de 1950. Primeiro, o imenso Constellation da Panair explodiu ao bater no Morro do Chapéu, em São Leopoldo. Logo, o avião de Salgado Filho, candidato trabalhista a governador, cego pela bruma, caiu à saída da fazenda de Getúlio Vargas, na fronteira. Ninguém sobreviveu. No Maracanã, o 2 a 1 do Uruguai sobre o Brasil completou o drama. Mas a Seleção caiu com dignidade. Foi até superior, só derrotada pelo titubeio do goleiro Barbosa no segundo gol. Agora, onze anjinhos esvoaçavam sem rumo, sem asas e humilhados" - Flávio Tavares, jornalista e escritor - Zero Hora, 13-07-2014.

Câmbio negro

"E em 1950, a Fifa não se envolveu no escândalo milionário da venda de entradas no câmbio negro..." - Flávio Tavares, jornalista e escritor - Zero Hora, 13-07-2014.

Lamentos e choros

"Em Montevidéu, em 1975, Obdúlio Varela, o “capitão” que guiou o Uruguai ao triunfo, contou-me que, após o jogo, tomou um bonde e foi conhecer Copacabana. Sozinho, de terno e gravata, sem ser reconhecido, viu “lamentos e choro” nas ruas, bares e cafés. "A tristeza era tanta, que me arrependi da vitória. Tive vontade de ir ao hotel, buscar a Copa e entregá-la aos brasileiros", me contou em lágrimas, emocionado" - Flávio Tavares, jornalista e escritor - Zero Hora, 13-07-2014.

Humilhação

"Mas, para que queríamos a nova taça, agora? Em 1970, no México, vi Pelé e Tostão erguerem a Copa Jules Rimet, que passou definitivamente ao Brasil-tricampeão. Pouco depois, a taça de ouro maciço foi roubada da sede da Confederação Brasileira de Desportos, no Rio. Os ladrões nunca foram identificados. Para isto queríamos a nova copa de ouro? Para aguçar a cobiça dos ladrões de sempre? Sem lamentos, agradeço aos alemães por nos livrarem da repetição de um crime impune. Em vez de algozes, eles são os justiceiros a nos livrar da sanha dos ladrões de sempre! Só não precisava tanta humilhação!"- Flávio Tavares, jornalista e escritor - Zero Hora, 13-07-2014.

Nota máxima

"Acredito [que o país] se superou. Eu acho que nós tiramos a nota máxima" – Dilma Rousseff, presidente da República – Folha de S. Paulo, 12-07-2014.

Elite branca

“O ministro Gilberto (Carvalho) disse que essa questão da chamada elite branca, que não fomos nós que inventamos o nome, ela tinha vazado para alguns segmentos. É opinião dele. Não há porque falar que não, é um absurdo, mas quem compareceu aos estádios, não podemos deixar de considerar, foi predominantemente quem tinha poder aquisitivo para pagar o preço dos ingressos da Fifa, e aí predominantemente uma elite branca. Em alguns casos devia ter 90 (%), em outros 80 (%), 75 (%), mas era dominantemente elite branca” – Dilma Rousseff, presidente da República – O Globo, 12-07-2014.

Aécio ama a CBF
 

“Aécio Neves é amigo de José Maria Marin e o homenageou, escondido, no Mineirão. Deu-se mal porque o que escondeu em sua página na internet, Marin mandou publicar na da CBF” – Juca Kfouri, jornalista, no seu blog – 11-07-2014.

Aécio e futebol a pó

“Uma agência reguladora do Esporte seria bem-vinda e é uma das questões que devem surgir neste momento em que se impõe um amplo debate sobre o futuro de nosso humilhado, depauperado e corrompido futebol. Mas Aécio é amigo de quem o mantém do jeito que está. Não está nem aí para os que reduziram nosso futebol a pó” – Juca Kfouri, jornalista, no seu blog – 11-07-2014.

Aí, você fica aí!

“E aí? Vai me pedir desculpas, não? Com a Clara, você nunca me ajudou, rapaz. É tudo uma mentira. Esse braço aberto teu é mentira também. Essa cidade aí é uma mentira. Já foi lá embaixo? Lá embaixo, você não vai, né? Lá embaixo, não tem amor, né? Aí, você fica aí. A polícia matando as pessoas. Quando chove, alaga a porra toda, todo mundo morre. As crianças sem escola. Mas, aqui em cima, é melhor, né, de ver. Quer saber de uma coisa, eu vou embora. Cidade maravilhosa é o caralho. Boa Olimpíada” — diz o personagem interpretado por Wagner Moura,  mandando uma “banana”, no filme “Inútil Paisagem” de José Padilha, que iria compor o longa-metragem “Rio, eu te amo”, e vetado pela Arquidiocese do Rio – O Globo, 12-07-2014.

Liberdade de expressão

“O que um personagem diz está necessariamente associado ao seu estado mental. Ele está claramente perturbado, como a própria ideia de ir ao Cristo para espinafrar a estátua já revela. Será que um personagem louco não pode falar agressivamente com a estátua do Cristo em um filme, sem ofender a Cúria? Será que a Igreja Católica ainda não perdeu o hábito de tentar impor seus dogmas a terceiros? Seja como for, o que pensa a Cúria não me concerne. A questão aqui é a liberdade de expressão e o direito sobre a imagem do Cristo” – José Padilha, diretor do filme “Inútil Paisagem”, que iria compor o longa-metragem “Rio, eu te amo”, vetado pela Arquidiocese do Rio – O Globo, 12-07-2014.

Moralista

“Considera-se crime de vilipêndio quando se usa um objeto de culto religioso de forma jocosa. Seria como no caso do pastor que chutou a santa. Em nenhum momento, Padilha teve a ideia de ofender a imagem do Cristo, e sim de fazer uma crítica social e política. A questão me parece bastante moralista. Entendo que não houve afronta” - Fábio Cesnik, presidente da Comissão de Direitos Autorais da OAB-RJ – O Globo, 12-07-2014.

Desrespeito

 “Quando se diz que Ele (Cristo) não está nem aí para cidade, é um desrespeito” – Maria Clara Bingemer, teóloga, apoiando o veto da Arquidiocese do Rio ao filme “Inútil Paisagem” de José Padilha, que iria compor o longa-metragem “Rio, eu te amo” – O Globo, 12-07-2014.

Censura

“Todo mundo tem o direito de gostar ou não gostar de uma coisa que está no filme, mas ninguém tem o direito de censurar. Você pode mandar os fiéis não assistirem ao filme. Mas proibir e censurar, acho isso muito triste, pois estamos voltando ao método que era adotado pela ditadura militar” — Cacá Diegues, que dirigiu “Deus é Brasileiro” (2003), também alvo de polêmica, criticando o veto da Arquidiocese do Rio ao filme “Inútil paisagem”, de José Padilha, que iria compor o longa-metragem “Rio, eu te amo” – O Globo, 12-07-2014.

Pela liberação

“Não concordo com a agressão do personagem de Wagner Moura, mas respeito a liberdade de expressão. Por isso, defendo que o filme seja liberado” – Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro – O Globo, 12-07-2014.

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