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07 Julho 2014

Os usuários do Facebook entraram em estado alerta depois da notícia de que programadores realizaram um teste invasivo com cerca de 600 mil pessoas, sem que fossem notificados, em 2012. A meta dos funcionários era, por meio do controle do newsfeed, saber se os usuários se contagiavam com os posts alheios.

Foto: Flickr / Creative Commons

A reportagem é de Rennan A. Julio, publicada pela revista Galileu, 03-07-2014.

Após a denúncia, feita após a publicação do estudo em junho, a justificativa da empresa de Mark Zuckerberg não ajudou em nada a reputação da rede social. Segundo resposta oficial às acusações, a partir do momento em que se aceita o termo de uso do Facebook, a pessoa se encontra “disposta” a fazer parte de tais pesquisas. O problema é que isso não é completamente verdade, já que os termos de uso que alertam sobre essa possibilidade foram adicionadosalguns meses após a coleta dos dados usados no estudo - ou seja, depois que os usuários da rede já teriam sido afetados.

E a história não acaba por aí - o Wall Street Journal divulgou que outras centenas de pesquisas costumavam ser realizadas antes dessa data. Um grupo de 30 programadores e cientistas tomavam conta dessa área na empresa, e segundo a reportagem, as pesquisas aconteciam com grande frequência, desrespeitando completamente as leis do próprio termo de uso.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o programador Andrew Ledvina, que trabalhou no Facebook de 2012 à 2013, contou: “todos na equipe poderiam realizar testes. Deveríamos tomar cuidado para que um usuário não fizesse parte de duas pesquisas ao mesmo tempo, pois isso poderia alterar os resultados”.

Muitos desses resultados já estão em estudos publicados sobre comunicação entre famílias, causas do sentimento da solidão e até mesmo pesquisas de campanhas políticas. Tudo fruto da coleta de dados do Facebook da qual usuários não estariam informados. "Eles sempre estão tentando manipular o comportamento das pessoas”, acrescentou Ledvna.

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