Espionagem na Petrobras não vai adiar leilão de Libra, diz Graça Foster

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Por: Cesar Sanson | 12 Setembro 2013

As recentes denúncias de espionagem contra a companhia de petróleo Petrobras não vão provocar o adiamento do leilão do Campo de Libra, do pré-sal da Bacia de Santos, marcado para o dia 21 de outubro. A avaliação é da presidenta da estatal, Graça Foster. Ela falou aos jornalistas após evento que teve a participação da presidenta Dilma Rousseff, no Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro.

A reportagem é de Vladimir Platonow e publicada pela Agência Brasil, 11-09-2013.

Reportagem exibida pelo programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (8), revelou que documentos da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) apontam que a Petrobras foi espionada.

“Do que eu vejo, do que tenho de informação, definitivamente, do que está sobre a mesa, não há a menor possibilidade de mudança de data de leilão por conta dessa informação, que não é material, não está identificada”, disse Graça. A presidenta da estatal disse que estará na próxima quarta-feira (18) em Brasília, para falar sobre o assunto em comissão do Senado: “Vou estar lá, me preparar o máximo que puder, para responder a todas as perguntas”.

Graça disse que a estatal sempre teve uma preocupação muito grande na manutenção das informações sigilosas. “A Petrobras tem um sistema de proteção bastante adequado, em que nós fazemos permanentemente alterações neste sistema tecnológico que faz a proteção do nosso sistema. Nós temos uma política de segurança empresarial. Menos de três semanas atrás, aprovamos uma revisão nessa política. Estamos atentos.”

A empresa que vencer o leilão de Libra terá que pagar um bônus de assinatura à União de R$ 15 bilhões. A assinatura do contrato de partilha de produção está prevista para novembro. A área a ser licitada tem cerca de 1,5 mil quilômetros quadrados. Segundo o edital, os ganhadores da licitação deverão desenvolver as atividades de exploração por quatro anos, prazo que poderá ser estendido, como prevê o contrato de partilha de produção.

Veja também:

Pré-sal e a política entreguista do Estado brasileiro. Entrevista especial com Paulo Metri

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