Arcebispo de Canterbury adverte sobre as “consequências imprevisíveis” de uma intervenção militar na Síria

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Por: Jonas | 29 Agosto 2013

O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, advertiu de que uma possível intervenção militar na Síria poderia ter “consequências imprevisíveis” por todo o mundo árabe e muçulmano, em um artigo publicado hoje pelo jornal britânico “The Daily Telegraph”.

 
Fonte: http://goo.gl/KwiY0f  

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 28-08-2013. A tradução é do Cepat.

O religioso disse que os deputados devem se perguntar se estão “seguros” acerca de todos os fatos sobre a questão, antes de optar por uma possível ação militar nesse país, por considerá-la uma “situação realmente delicada e perigosa”.

Welby, que durante vários anos promoveu a reconciliação em regiões de guerra na África e Oriente Médio, admitiu que não há “uma boa resposta” diante do conflito sírio e que uma solução fácil “simplesmente não existe”.

O Arcebispo recorda que recentemente viajou pelo Oriente Médio para se reunir com líderes cristãos e muçulmanos e que percebeu uma sensação de medo “acima de toda descrição”, além de notar uma sensação “tangível” de que a região atravessava uma “época terrivelmente perigosa”.

Welby solicitou que os políticos levem em conta que “tudo o que ocorre” no Oriente Médio tem “consequências” em outros lugares. “O que os deputados terão que considerar naquilo que será um debate muito, muito difícil é, primeiro: estamos seguros dos fatos sobre a questão?”, disse.

“E segundo: É possível ter uma resposta cuidadosamente equilibrada que inclua as forças armadas, caso estejam seguros sobre os fatos desta questão, que não leve a ramificações imprevisíveis por todo o mundo árabe e muçulmano?”, refletiu o arcebispo.

As declarações de Welby chegam depois que o primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou ontem que o Parlamento se reunirá amanhã, após interromper suas férias de verão, para debater a postura do Reino Unido diante das recentes denúncias de ataques químicos contra civis na Síria por parte do regime de Bashar al-Assad, no último dia 21.

Cameron presidirá hoje uma reunião do Conselho Nacional de Segurança da qual participarão ministros, responsáveis militares e de inteligência para tratar a crise.

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