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08 Julho 2013

Crise sistêmica

“Estamos num momento de crise sistêmica mundial. O Brasil está melhor que outros países, mas também está desacelerando. Nesses momentos, podem emergir forças progressistas ou reacionárias. É preciso ver se a esquerda vai saber interpretar o espírito do tempo ou se vai adotar uma postura defensiva” – Paolo Gerbaudo, professor da universidade britânica King's College, autor do livro “Tweets and the secrets” – Folha de S. Paulo, 08-07-2013.

Pós-industrial

“Há um problema fundamental na democracia representativa como ela existe hoje. Ou os partidos encontram um caminho para reconquistar legitimidade, ou vão ser superados por novos partidos sintonizados com as demandas da sociedade pós-industrial de hoje” – Paolo Gerbaudo, professor da universidade britânica King's College, autor do livro “Tweets and the secrets” – Folha de S. Paulo, 08-07-2013.

Pouco a dizer

“Os partidos têm pouco a fazer diante das novas formas de comunicação mediadas pelas redes sociais. A não ser que mudem completamente as suas práticas, baseadas no velho sistema de quadros e caciques locais, e se abram para novas formas de participação popular” – Paolo Gerbaudo, professor da universidade britânica King's College, autor do livro “Tweets and the secrets” – Folha de S. Paulo, 08-07-2013.

Outono brasileiro

“É de se apostar que o outono brasileiro' vai ressurgir em novas ondas e novas formas. Estamos vivendo tempos revolucionários, em que as pessoas voltaram a sentir que podem mudar o mundo. Veja o que está acontecendo agora no Egito” – Paolo Gerbaudo, professor da universidade britânica King's College, autor do livro “Tweets and the secrets” – Folha de S. Paulo, 08-07-2013.

Enxerto

“Se o PT insistir em ‘enxertar’ essa história de plebiscito na manifestação de quinta-feira, a Força Sindical levantará a bandeira do ‘Fora Dilma’ ” – Paulo Pereira da Silva, deputado federal – PDT-SP, presidente da Força Sindical – O Estado de S. Paulo, 08-07-2013.

Volta?

“Lula não quer voltar, mas, se precisar, volta” - Devanir Ribeiro, deputado federal - PT-SP – O Estado de S. Paulo, 08-07-2013.

Frases do domingo

Hiato e retirada

"Na verdade, os últimos 20 anos representaram um hiato na nossa História, e, como resultado, tivemos a retirada da política institucionalizada" – Vladimir Safatle, professor de Filosofia – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Novo eixo

"Estamos vendo um novo eixo da política. Antes, eram dois consórcios, PSDB e PT, que se organizavam com outros grupos partidários. Enquanto o PT acreditava ter a hegemonia das ruas, o PSDB reunia-se em torno da burguesia” – Vladimir Safatle, professor de Filosofia – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Mal gasto

“Quem foi para a rua não foi a classe C e D. Os protestos são mais articulados. Não é a nova classe média. Temos gastos enormes e desperdício em saúde e educação. Não se viu as pessoas pedirem mais recursos. Não falta dinheiro. Ele é mal gasto” – Sônia Rocha, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Recurso

“Alguns fenômenos vão ocorrendo aos poucos e, de repente, a acumulação provoca uma mudança qualitativa. São Paulo é um inferno, mas aos poucos as pessoas se convenceram de que a solução é impossível, porque não tem recursos. De repente, aparece recurso para fazer estádio” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Sabedoria

“O povo é muito sábio. Recurso não é dinheiro, mas cimento e ferro. O povo concluiu o seguinte: o cimento e o ferro que construíram o estádio são o cimento e o ferro que não construíram o metrô” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Racionalidade

“O Congresso aprova projetos parados há dez anos em quatro horas. Mas aprovou sonhos, ideias. Ou seja, nada será cumprido. Teremos de devolver racionalidade ao sistema” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Voz de Deus, não da lógica

“A voz da rua não é a voz de Deus. Também não é a voz da lógica. É um sinal amarelo para que façamos as coisas corretamente” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Urna e mercado

“Como queremos uma sociedade com liberdade individual, relativa igualdade e eficiência produtiva, é preciso escolher um mecanismo para atingir esses objetivos, que não são inteiramente conciliáveis. Esse mecanismo é o mercado e a urna. Se a urna exagera, o mercado vem corrigir. Se o mercado exagera, a urna corrige” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Igreja do futebol

"Não é o culto ao futebol que está sendo contestado, mas a igreja do futebol, onde catedrais cada vez maiores vem sendo construídas. O avanço da tecnologia, a sociedade do espetáculo e a onipresença da produção de imagens comprovam que o que importa politicamente é persuadir. E isso remete aos anos 1960, quando o poder da imagem era sinal da impotência de certas formas de vida” - T. J. Clark, historiador da arte britânico – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Catarse

“Esta pesquisa tem o valor de uma vaia em estádio: não passa de catarse temporária. Redobra a aposta: Dilma ganha no primeiro turno” – João Santana, marqueteiro de Dilma Rousseff, sobre a pesquisa Datafolha que mostra uma queda de 27 pontos da presidente e aponta para um 2º turno – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Nas asas da FAB

“Uma fonte graduada da Aeronáutica concluiu que um voo no avião da FAB entre Natal-Rio-Natal não sai por menos de R$ 70 mil. Henrique Eduardo Alves saiu no lucro. Vai devolver aos cofres públicos apenas R$ 9,7 mil” – Ancelmo Gois, jornalista – O Globo, 07-07-2013.

Erro

“Meu erro foi ter permitido pegarem carona nesse vôo para o Rio” – Henrique Alves, presidente da Câmara – PMDB-RN, que deu carona a noiva, familiares e amigos num avião da FAB para ver o jogo no Maracanã, no fim de semana passada. Depois disse que reembolsaria a União do valor das passagens do RN para o RJ – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Direita e esquerda

“À direita, quem vai pagar em dinheiro. E, à esquerda, em cartão” – Pastor Alexsander, da Igreja Universal do Reino de Deus, na Rua São Clemente, Botafogo, que agora aceita doações em cartão de débito e crédito – O Estado de S. Paulo, 07-07-2013.

Cidadão Face

“Para ficar apenas no Facebook, o "terceiro país do mundo", com seu 1,1 bilhão de usuários, não fica nada a dever a seu "vizinho" China na falta de transparência de suas práticas (vide caso NSA), no controle da vida de seus "cidadãos" (por algoritmos e política de privacidade obscuros) e na remuneração aviltante de sua mão de obra (nós e nossos posts, pelos quais ganhamos zero e em cima dos quais faturam bilhões)” – Sérgio Dávila, jornalista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Disneylândia

“Se a geração MPL quer fazer a revolução anticapitalista, fazê-la no Facebook é como se rebelar contra o imperialismo ianque morando na Disneylândia. Curtiu?” – Sérgio Dávila, jornalista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Vandalismo

"O pior tipo de vandalismo é o político, de partidos que não querem mudar nada, mas vendem a ideia de que ouvem a voz das ruas" – Zezéu Ribeiro, deputado federal - PT-BA, sobre o impasse formado no Congresso em torno da votação da reforma política a partir de uma consulta popular – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Mal gasto

“Quem foi para a rua não foi a classe C e D. Os protestos são mais articulados. Não é a nova classe média. Temos gastos enormes e desperdício em saúde e educação. Não se viu as pessoas pedirem mais recursos. Não falta dinheiro. Ele é mal gasto” – Sônia Rocha, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Recurso

“Alguns fenômenos vão ocorrendo aos poucos e, de repente, a acumulação provoca uma mudança qualitativa. São Paulo é um inferno, mas aos poucos as pessoas se convenceram de que a solução é impossível, porque não tem recursos. De repente, aparece recurso para fazer estádio” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Sabedoria

“O povo é muito sábio. Recurso não é dinheiro, mas cimento e ferro. O povo concluiu o seguinte: o cimento e o ferro que construíram o estádio são o cimento e o ferro que não construíram o metrô” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Racionalidade

“O Congresso aprova projetos parados há dez anos em quatro horas. Mas aprovou sonhos, ideias. Ou seja, nada será cumprido. Teremos de devolver racionalidade ao sistema” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Voz de Deus, não da lógica

“A voz da rua não é a voz de Deus. Também não é a voz da lógica. É um sinal amarelo para que façamos as as coisas corretamente” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Urna e mercado

“Como queremos uma sociedade com liberdade individual, relativa igualdade e eficiência produtiva, é preciso escolher um mecanismo para atingir esses objetivos, que não são inteiramente conciliáveis. Esse mecanismo é o mercado e a urna. Se a urna exagera, o mercado vem corrigir. Se o mercado exagera, a urna corrige” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 07-07-2013.

Vaidade

“Deus, vaidoso como qualquer artista, pensa em publicar um catálogo da sua obra. De Genesis até anteontem. Só ainda não sabe o que botar na capa: as catarata do Iguaçu, uma noite de luar. Ou a Patrícia Pillar” – Luís Fernando Verissimo, escritor – Zero Hora, 07-07-2013.

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