Protestos no Chile deixam saldo de um morto, 10 feridos e mais de 70 presos

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Por: André | 14 Setembro 2012

O diretor dos Carabineiros, general Gustavo González, disse passado da meia-noite de terça-feira, que devido aos protestos por ocasião do 39º aniversário do golpe de Estado, “tenho que informar a trágica morte de um dos nossos homens, baleado no peito”.

A reportagem é da agência Efe, 12-09-2012. A tradução é do Cepat.

O chefe da zona metropolitana de Carabineiros, Luis Valdés, disse aos jornalistas que a vítima foi identificada como o cabo Cristián Martínez Padilla, motorista da Comissária de Quilicura e que na hora de levar o tiro tentava impedir o saque a um supermercado.

À entrada do hospital institucional, o general González assinalou que havia outros dez carabineiros feridos, dois deles a bala e mais de 70 presos nas diversas manifestações registradas na periferia da capital chilena.

As prisões são decorrentes dos incidentes registrados nas comunas de San Bernardo, Peñalolén, La Pincoya, Puente Alto, Maipú, Pudahuel, San Ramón e La Florida e na combativa Villa Francia, entre outras.

Enquanto isso, houve vários setores da cidade permaneciam às escuras em consequência de correntes que manifestantes lançaram sobre a rede elétrica produzindo curtos-circuitos.

Segundo Chilectra, mais de 25.000 pessoas continuam sem energia elétrica e a empresa disse que assim que acabarem os focos de protestos os seus funcionários sairão para fazer os reparos.

Valdés assinalou que nos tumultos era possível ouvir muitos tiros e explosões e precisou que a polícia teve que usar em alguns lugares, como Villa Francia, situada a cerca de 25 quadras do centro da capital, veículos blindados “devido à grande quantidade de tiros”, que deixaram um carabineiro e um civil feridos.

Explicou que em diversas zonas da periferia da capital chilena, encapuzados destruíram semáforos e atearam fogo em micro-ônibus e enfrentaram a polícia a tiros.

Nesta linha, dezenas de pessoas tiveram que ir a pé para suas casas devido ao fato de que os ônibus não puderam entrar nas vilas onde eram apedrejados.

Também em outras cidades os familiares das vítimas da ditadura celebraram atos para comemorar este aniversário.

Em Valparaíso, cidade sede do poder legislativo, situada a 120 quilômetros ao norte de Santiago, cerca de 30 pessoas ocuparam a Avenida Argentina, onde levantaram barricadas e montaram fogueiras, produzindo graves enfrentamentos com a polícia.

O mesmo ocorreu na cidade de Valdívia, no sul do Chile, onde os encapuzados queimaram pneus, enfrentaram a polícia e assaltaram um supermercado.

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