Lei florestal corre risco de 'buraco negro', diz ruralista

Revista ihu on-line

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Caetano Veloso. Arte, política e poética da diversidade

Edição: 549

Leia mais

Mulheres na pandemia. A complexa teia de desigualdades e o desafio de sobreviver ao caos

Edição: 548

Leia mais

Mais Lidos

  • Metaverso? Uma solução em busca de um problema. Entrevista com Luciano Floridi

    LER MAIS
  • Comunidades Eclesiais de Base, sim. Artigo de Pedro Ribeiro de Oliveira

    LER MAIS
  • A implementação do Concílio no governo do Papa Bergoglio. Artigo de Daniele Menozzi

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


05 Setembro 2012

Em meio a um clima de confronto entre o governo federal e a bancada ruralista, deputados se reúnem hoje no plenário da Câmara numa tentativa derradeira de votar a medida provisória (MP) do Código Florestal.

Até a véspera da votação, o único consenso é que, se a proposta não for votada hoje, não haverá tempo para que ela seja aprovada até 8 de outubro. Nessa data, a MP, um complemento aos vetos feitos pela presidente Dilma Rousseff à norma ambiental, perde a validade.

A reportagem é de Erich Decat e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 05-09-2012.

Se a proposta "caducar", perderá efeito também o polêmico artigo que trata da recomposição vegetal de APPs (áreas de proteção permanentes) na beira dos rios.

Na análise dos deputados, se a MP não for votada, ocorrerá um "caos jurídico", uma vez que não haverá uma regra específica sobre a recomposição das APPs.

"Fica sem nada. Caímos num buraco negro", afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Homero Pereira (PSD-MT).

Mesmo diante de um cenário de insegurança jurídica, integrantes da bancada ruralista afirmam que, se Dilma mantiver a disposição de vetar as mudanças feitas no texto aprovado na semana passada, vão obstruir a votação da MP para que a proposta perca validade.

A Comissão mista do Congresso que analisou a MP aprovou na quarta passada um artigo que altera o sistema de recomposição das APPs em beira de rio previsto na medida provisória. As mudanças reduziram o tamanho da área a ser replantada. As mudanças desagradaram ao Palácio do Planalto.

"Se não votar nesta semana, caduca. É responsabilidade deles", disse a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais).

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Lei florestal corre risco de 'buraco negro', diz ruralista - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV