Tarso Genro anuncia integrantes da Comissão da Verdade do RS

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • ‘Cultura do descarte e do ódio’ de governantes atuais lembra Hitler, confessa papa Francisco

    LER MAIS
  • O que suponho que Lula deveria dizer. Artigo de Tarso Genro

    LER MAIS
  • Bolívia. Breve reflexão a partir do golpe de Estado de 10 de novembro de 2019

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

07 Agosto 2012

Incumbidos da tarefa de elucidar casos de violação dos direitos humanos no Rio Grande do Sul no período da ditadura, os cinco integrantes da Comissão Estadual da Verdade foram empossados ontem pelo governador Tarso Genro. Os escolhidos são Aramis Nassif, Carlos Frederico Guazzelli, Céli Jardim Pinto, Jacques Távora Alfonsin e Oneide Bobsin.

Nenhum deles chegou a ser preso ou torturado. A seleção considerou critérios como a reconhecida idoneidade, o notório saber e a trajetória na área dos direitos humanos. A função não será remunerada.

A reportagem é de Carlos Rollsing e publicada pelo jornal Zero Hora, 07-08-2012.

Em alusão aos debates ocorridos à época do lançamento da Comissão Nacional da Verdade – setores da sociedade cobravam também a investigação de delitos dos militantes de esquerda –, Tarso afirmou que o grupo estadual terá a tarefa de averiguar apenas os crimes dos governos militares.

– Não se trata de esclarecer os dois lados. Quem foi da resistência já foi punido, preso e julgado. E todos sabem quem eles são – declarou Tarso, que preferiu não avançar no debate de uma possível revisão da Lei da Anistia, responsável por perdoar os crimes cometidos nos anos de chumbo.

– Essa é uma questão que só pode ser reinterpretada nos tribunais – ponderou o governador.

Grupo terá 20 meses para concluir trabalho

Embora o secretário da Assessoria Superior do Governador, João Victor Domingues, tenha manifestado, dias atrás, a expectativa de que as comissões ensejassem o debate sobre a revisão da lei, o governo afirmou ontem que o objetivo é “esclarecer”, sem margem para punições ou julgamentos.

A comissão estadual terá prazo de 20 meses para reunir e organizar documentos. Ao final, um relatório será produzido e entregue ao gabinete do governador e à comissão nacional. A premissa do grupo é auxiliar os trabalhos promovidos na esfera federal, mas a divisão gaúcha terá autonomia para deliberar buscas por documentos e por depoimentos de vítimas da ditadura no Estado.

Nos próximos dias, uma reunião deverá definir o cronograma de atuação da equipe.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Tarso Genro anuncia integrantes da Comissão da Verdade do RS - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV