Os bispos chilenos e os pinguins. "É preciso ouvi-los"

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24 Junho 2011

Os bispos chilenos emitiram o documento "Humanizar a educação, tarefa de todos", no qual afirmam que os estudantes, em protesto por melhorias na educação do país, precisam ser escutados, o que é bom para a sociedade.

A reportagem é de Héctor Carrillo e publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 25-06-2011.

Embora reconheçam avanços no sistema educacional chileno ocorridos nos últimos anos, os bispos afirmam que o questionamento dos estudantes é sinal de que existe um "mal-estar" que deve ser encarado pela sociedade.

"Fica um longo caminho por percorrer na tarefa de consolidar um modelo educativo com aprendizagens de qualidade, justo e equitativo, em que cada estudante, afora sua condição pessoal e social, tenha assegurada a formação necessária para desenvolver-se integralmente", diz o documento da Conferência Episcopal.

Na quinta-feira, 23, mais de 90 mil estudantes secundaristas participaram de passeata, nesta capital, questionando o caráter lucrativo de empreendimentos educacionais. A marcha ganhou a adesão de professores, estudantes e servidores de universidades particulares, e reitores.

O presidente da Fundação Educação 2020, Mario Waissbluth, disse que é preciso esclarecer se universidades privadas fizeram da educação um comércio nos últimos 22 anos, o que seria ilegal, uma vez que elas se definem "sem fins lucrativos".

Estudantes indagam como o fundador da Universidade do Desenvolvimento, Joaquín Lavín, foi convidado pelo governo anterior a assumir a pasta da Educação quando integrava o Conselho Diretor da instituição particular, que recebeu recursos do Estado.

O presidente da Federação de Estudantes da Universidade Católica, Giorgio Jackson, disse que a discussão sobre ganhos das instituições de ensino superior de caráter privado é um tema de fundo. No Chile, lembrou, essas casas de ensino estão impedidas, legalmente, de trabalhar pelo lucro.

A agenda dos estudantes secundaristas é um pouco diferente: eles pedem passe gratuito de transporte, que os colégios voltem a ser federais e não municipais e a oferta de bolsas de estudo para alunos carentes.

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