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02 Agosto 2021

 

Recaída na fome

“Fome virou assunto no Brasil, o segundo maior exportador de comida, capaz de abastecer toda a sua população, alimentar centenas de milhões em todo o mundo e ainda armazenar muita sobra. A insegurança alimentar voltou a ser tema de pesquisadores nacionais e estrangeiros, embora o País tenha saído há vários anos do mapa da fome da Organização das Nações Unidas (ONU). A pobreza nunca foi extinta, mas a desnutrição como problema econômico parecia convertida, de forma definitiva, em passado histórico. Mas a fome voltou, e até poderia constar da pauta do governo central, se os arranjos políticos do presidente Jair Bolsonaro deixassem algum espaço” – editorial “A recaída na fome” – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

15 milhões de desempregados, 6 milhões de desalentados e 34 milhões de informais

“Não houve crescimento salarial desde o ano passado, mas nem isso faz muita diferença para os quase 15 milhões de desempregados, 6 milhões de desalentados e cerca de 34 milhões de informais. Dinheiro curto seria problema sério mesmo com preços estáveis, mas no Brasil o pesadelo se completa com inflação acelerada e uma pandemia ainda muito perigosa” – editorial “A recaída na fome” – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

O Brasil no cercadinho do Alvorada

“Boa definição do senador Randolfe Rodrigues, vice-presidente da CPI da Covid: “Quando tem CPI, o presidente fica restrito ao cercadinho do Alvorada. Quando não tem, ele põe o Brasil no cercadinho”. Em sendo assim, o presidente Jair Bolsonaro vai parar de ocupar tanto espaço na mídia e voltar a falar só com um punhado de apoiadores a partir desta segunda-feira, 2. É quando recomeçam os trabalhos do Legislativo e, de quebra, do Judiciário” – Eliane Cantanhêde, jornalista – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Tiro no pé

“A “ocupação de espaço” nem foi tão boa assim. Bolsonaro sai do recesso da CPI e do Supremo com o Centrão engolindo “a alma do governo”, o liberalismo de Paulo Guedes enterrado pela reeleição e o fiasco do circo sobre “as provas” de fraudes nas urnas eletrônicas, uma farsa, um patético tiro no pé” – Eliane Cantanhêde, jornalista – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Homicídio comissivo por omissão

“Miguel Reale Júnior atribui a Bolsonaro a prática de homicídio comissivo por omissão: “Observo no comportamento do presidente a prática de homicídios comissivos em série, por omissão, descumprindo o dever de agir quando deveria”. É uma pista de como será a orientação dos juristas para o relatório final da CPI, que vem quente” – Eliane Cantanhêde, jornalista – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Saindo do cercadinho para o campo de batalha

“Senhores e senhoras, o segundo semestre está começando, com o presidente Bolsonaro saindo do cercadinho para enfrentar seus maiores campos de batalha, a CPI e o Supremo, onde há toneladas de documentos, mensagens, vídeos e áudios, muitos comprovando: o maior inimigo de Bolsonaro não são eles, é o próprio Bolsonaro” – Eliane Cantanhêde, jornalista – O Estado de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Desordem, ferramenta ideal para o projeto Bolsonaro

“Se realmente acreditasse que a eleição será roubada, Bolsonaro não deveria se importar com o eventual beneficiário da trapaça –seja Lula, João Doria ou o Cabo Daciolo. Fica claro que seu objetivo não é denunciar nenhuma irregularidade, mas provocar reações nas ruas, nas polícias e nos quartéis contra o rival petista” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Fabricar barulho e alguma violência

“A desordem é a ferramenta ideal para o projeto de Bolsonaro em 2022 porque não depende de uma maioria que concorde com seus ataques ao resultado das eleições. Se for derrotado, ele só precisa fabricar barulho e alguns episódios de violência, com um punhado de homens armados na retaguarda. Pode não ser suficiente para conseguir o golpe, mas deve ajudar a manter o bolsonarismo vivo como força política” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Economia. A principal trincheira e última linha de defesa de Bolsonaro

“A economia é hoje a principal trincheira e última linha de defesa do presidente Jair Bolsonaro para tentar garantir sua reeleição em 2022. Com apoio do Centrão, o presidente vem montando um cardápio de medidas econômicas para evitar maior perda de popularidade, na esteira das revelações feitas pela CPI da covid-19, e chegar competitivo ao pleito do próximo ano. Especialistas ouvidos pelo Estadão apontam que a incógnita é saber se o presidente e os políticos aliados do Centrão conseguirão arremeter a tempo o “avião da economia” para que os efeitos da retomada atual, até agora muito desiguais, cheguem até a maior parte da população” – Adriana Fernandes, jornalista – O Estado de S. Paulo, 02-08-2021.

 

Cardápio de ‘bondades’

“No cardápio de “bondades”, estão a elevação para R$ 300 (ou mesmo um valor acima) do benefício médio do Bolsa Família (que hoje é de R$ 190); o pacotão do emprego com um bônus de R$ 550 para a qualificação de jovens e informais; aumento da faixa de isenção e correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e desoneração forte do imposto pago pelas empresas; novas medidas de desoneração do diesel; reajuste dos salários dos servidores; e ainda um novo programa de refinanciamento de dívidas tributárias” – Adriana Fernandes, jornalista – O Estado de S. Paulo, 02-08-2021.

 

Chave do cofre e o comando do Centrão

“Se a chave do cofre e o comando da agenda do Congresso pelo Centrão favorecem a estratégia econômica pró-eleição, a aceleração da inflação, o desemprego e o risco de racionamento de energia em 2022 jogam contra ela. Não por acaso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, está tentando implementar um programa de emprego robusto, com recursos de fora do Orçamento, vindos do Sistema S, e vem abandonado os pilares da sua política liberal para atender os pedidos de Bolsonaro e do Centrão” – Adriana Fernandes, jornalista – O Estado de S. Paulo, 02-08-2021.

 

Castração do golpismo bolsonarista

“Se o centrão não castrar definitivamente o golpismo bolsonarista, será o caso de nos perguntarmos se essa rapaziada estava mesmo moderando Bolsonaro ou se só utilizou a ameaça golpista do presidente para roubar nosso dinheiro” – Celso Rocha de Barros, doutor em sociologia – Folha de S. Paulo, 02-08-2021.

 

Imenso hospital

“O Brasil é ainda um imenso hospital.” Essas palavras, ditas pelo médico Miguel Pereira em 1916, descreviam a situação insalubre das áreas rurais do Brasil, assoladas por doenças infecciosas, com precárias condições de moradia e carentes de assistência governamental. (...) Cem anos depois, o Brasil está doente. A pandemia de Covid-19 interrompe vidas, destrói sonhos e famílias e deixa sequelas entre os sobreviventes. Nas últimas sete décadas, a expectativa de vida ao nascer aumentou, em média, 5 meses por ano, porém perdeu 1,3 ano de 2019 a 2020. A rede hospitalar foi ao colapso e ficou sem oxigênio” – Marcia Castro, professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

‘Micróbios da bandidagem’

“Uma charge publicada na revista ilustrada O Malho, em 1910, retrata Oswaldo Cruz na cruzada contra os micróbios e, ao ser questionado se poderia destruir outras mazelas, tais como o banditismo, responde ser impossível, pois “são micróbios da politicagem”, que só podem ser eliminados através de protestos” – Marcia Castro, professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Muita dose de coragem

“Além de protestos, cada cidadão pode (e deve) contribuir para a cura com o mais poderoso “remédio” que existe: o voto! Este, entretanto, tem data marcada para uso. Até que a data chegue, o tratamento paliativo inclui muita dose de coragem, porque é isso que a vida quer da gente, como disse Guimarães Rosa” – Marcia Castro, professora de demografia e chefe do Departamento de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Política da farsa e da tragédia

Bolsonaro é o maior nome, o representante real, encarnado, da política da farsa e da tragédia, com que a “nova direita” do Brasil chegou ao poder a qualquer custo. Este movimento histórico traumático acrescentou às mazelas corruptas tradicionais da política brasileira reorganizadas a voz autoritária e inimiga da democracia, que pede instrumentos de exceção para si própria, AI-5 ad hoc, para poder melhor censurar, torturar e matar —como seus aliados e eleitores dos quartéis fizeram no passado” – Tales Ab'Sáber, ensaísta e psicanalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Governo dissociado

“Para se acreditar neste governo dissociado, como dizem os psicanalistas, é necessário que não se acredite em mais nada. Niilismo do poder, como vemos, nada é valor verdadeiro para Bolsonaro. Nem democracia, nem justiça social, certamente, nem mesmo a vida no país, tratada como temos visto” – Tales Ab'Sáber, ensaísta e psicanalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Modalidade política nova de barbárie

“O que temos de fato é a famosa volubilidade malévola da direita brasileira em si mesma: verdade do dia, com direito autoconcedido a falácias, mentiras e calúnias, pelo poder do dia. Para muitos, no Brasil e no mundo, sob vários aspectos e critérios, modalidade política nova de barbárie. Cloroquina da política, o Brasil paga muito caro pela irresponsabilidade dos que, aos milhões, riram excitados ao aceitarem estas novas modalidades, sem nenhum caráter, de fascismo” – Tales Ab'Sáber, ensaísta e psicanalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Opção preferencial pelo negacionismo

“A cloroquina, a "gripezinha" e a "nova política" ganharam uma companheira. É a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética, criada em junho. Atrás dessa salada escondem-se o risco de um apagão devido à falta de chuvas e a opção preferencial pelo negacionismo que alimenta as marquetagens do governo” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Governo erra porque quer

“No caso da falta de chuvas, o governo erra porque quer. Tem à mão a literatura do desempenho do governo de Fernando Henrique Cardoso na crise de 2001. Os demônios de então eram os mesmos de hoje: burocratas negacionistas protegiam-se com a dispersão da autoridade – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Terreno na lua com vista para Saturno

“O senador Ciro Nogueira é habilidoso e experiente, mas se acha que Bolsonaro lhe deu autonomia para fechar acordos políticos na Casa Civil, comprou um terreno na Lua com vista para Saturno. Sergio Moro comprou um lote nesse condomínio. Ficava ao lado do "posto Ipiranga" de Paulo Guedes” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Cenário da catástrofe

“O comitê eleitoral instalado no Palácio do Planalto trabalha para reeleger Bolsonaro no ano que vem. Os profissionais sabem que isso é possível, mas temem o cenário de uma catástrofe: o capitão não chegaria ao segundo turno. O ex-ministro Gilberto Kassab, respeitado por suas previsões eleitorais, admitiu essa hipótese há poucas semanas. De lá para cá, de forma sibilina, Bolsonaro disse em duas ocasiões que poderá não se candidatar. Isso não é verdade, mas, por via das dúvidas é uma rota de fuga, fabricando algum tipo de crise” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Um país que traga todos juntos

“Eu quero um país que seja brasileiro de verdade, que traga todos juntos. Não é modelo europeu ou americano, é o nosso modelo que precisa ser construído, um país diverso de verdade. Para esse país eu tenho atuado em várias frentes e sonho que tenha junto as questões raciais e de diversidade. Meu lugar de fala é de uma pessoa branca, privilegiada, mas que quer junto, ao meu lado, um país mestiço, diverso. Minha história foi construída assim. É ambíguo do lugar que estou, da história familiar que eu tenho, mas acho que sou respeitada por minhas ações ao longo da vida e posso falar dessa forma. Há os querem manter o rumo de fazer só um pouquinho e manter seus privilégios, mas há o rumo que eu sigo que é o de trazer todos juntos” – Maria Alice Setubal, também conhecida como Neca Setubal, herdeira do conglomerado Itaú – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Não vamos desistir do Brasil

“Muitos amigos falam que se Bolsonaro ganhar novamente já estão com tudo em vista para sair do Brasil. Eu digo que não, que nós temos de ficar e lutar tudo o que podemos para ele não ganhar. Qual a nossa responsabilidade de criar um país diferente? Em um curtíssimo prazo, daqui a 2022, é preciso fazer todo o possível para construir um espaço político de defesa da democracia. Neste momento é disso que se trata, união de forças que vão defender as instituições democráticas formais, mais justo e sustentável. Não dá para pensar para onde a gente vai, temos que pensar no que cada um pode fazer nesse prazo, mesmo que seja a atuação no grupo de WhatsApp da família. Tem dias difíceis, tem dias que você não acredita em quem se declara bolsonarista, mas, como dizia Eduardo Campos [morto em 2014, durante campanha eleitoral à presidência] não vamos desistir do Brasil” – Maria Alice Setubal, também conhecida como Neca Setubal, herdeira do conglomerado Itaú – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

2022 vai ser pior, mais violento

“Infelizmente, 2022 vai ser pior, mais violento, o que é minha maior preocupação. A polarização tem um lado extremado, que é o da extrema direita, que é muito violento. Não sou eu quem digo, o próprio presidente Bolsonaro que se autoexplica na questão das armas, por exemplo, que acha que pode xingar todo o mundo. O respeito à dignidade, aos direitos humanos não é a questão colocada. (...) Um mito que caiu na pandemia é o de que somos um país pacífico, alegre e hospitaleiro. Somos, mas também somos muito violentos. Nossa história é de violência extrema. Estou assustada com o que estamos vivendo e com o que poderemos viver no futuro” – Maria Alice Setubal, também conhecida como Neca Setubal, herdeira do conglomerado Itaú – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

‘Como eleitora, votaria Lula’

“Como cidadã e como figura pública, vejo que Lula tem um compromisso com a defesa da democracia e com todas as suas instituições. Ele também se compromete com o projeto de um país mais justo, menos desigual, no qual as diferentes vozes, brancas, negras e indígenas, poderão ser ouvidas e apresentarem suas demandas e visões de mundo. Finalmente, acredito que Lula irá se comprometer com os acordos internacionais das metas referentes às mudanças climáticas, que são muito importantes para o Brasil. É muito importante que as lideranças do país se posicionem publicamente na defesa das instituições democráticas, comprometendo-se com uma visão civilizatória dos direitos humanos” – Maria Alice Setubal, também conhecida como Neca Setubal, herdeira do conglomerado Itaú – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Tragédia – a inexistência total de uma política de educação

“Chorei, literalmente, em vários momentos ao acompanhar esse drama (os efeitos da pandemia na área da educaão). É uma tragédia. Vamos sentir o preço da defasagem escolar muito rapidamente. Sentiremos nos atendimentos, nas empresas, no nível de mão de obra, nos serviços e será dramático. Tudo piorou e as desigualdades vão aumentar ainda mais. Acompanhamos uma inexistência total de uma política de educação. O MEC foi totalmente omisso, tem responsabilidade enorme nesse resultado, não buscou parcerias, não reuniu governadores, organizações, nada. É uma responsabilidade enorme que temos de botar no ministério” – Maria Alice Setubal, também conhecida como Neca Setubal, herdeira do conglomerado Itaú – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

A gente não é pobre à toa

“Abusamos do voluntarismo para criar soluções antes de nos dedicarmos ao que mais importa: diagnósticos baseados em evidências. O rumo dessa reforma da tributação da renda é icônico desse fenômeno. Começamos querendo mais justiça social e competitividade para as nossas empresas, e estamos terminando com o exato oposto. Como diz um grande economista a quem devo meus acertos nesse tema: a gente não é pobre à toa” – Vanessa Rahal Canado, coordenadora dos cursos de pós-graduação em direito do Insper, é consultora em política tributária e foi assessora especial do ministro da Economia entre 2019 e 2021 – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Não mais como inimigo, mas adversário

“Clausewitz [estrategista militar prussiano da virada do século 18 para o 19] dizia que a guerra é a continuidade da política. Eu diria que a política é a contenção da guerra, é o momento em que você vê o seu outro não mais como inimigo, mas como adversário” – José Arthur Giannotti, filósofo – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Ambiente de generosidade

“A única coisa que podemos fazer é começar a democracia em casa, com nossos amigos, no nosso trabalho e daí por diante. Criando um ambiente de generosidade que não permita a violência como forma de governar” – José Arthur Giannotti, filósofo – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Indeterminações

“Em Platão, Aristóteles, a filosofia foi coroada pela lógica formal. A maneira de pensar é o silogismo. Heidegger e Wittgenstein, os dois maiores filósofos do século passado, tiraram a filosofia do domínio da lógica. A coordenadora da filosofia passa a ser a linguagem. Esse é um passo extraordinário, que diferencia a filosofia antiga da contemporânea. A palavra não é apenas um lugar de determinação, ela é coroada de indeterminações” – José Arthur Giannotti, filósofo – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

 

Altamente revolucionária

“Temos uma situação em que a liberdade de pensamento pode ser tomada como uma atividade altamente revolucionária” – José Arthur Giannotti, filósofo – Folha de S. Paulo, 01-08-2021.

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