A missão? É opor-se aos impérios do mundo. Artigo de Alex Zanotelli

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03 Julho 2014

Hoje estamos em uma virada epocal. Se a humanidade continuar no caminho imperial dos últimos 8.000 anos, o que a espera é a morte por fome, por guerra e por sobreaquecimento do planeta. Será que o homem, hoje, é capaz de escolher a segunda opção, a utopia?  

A reflexão é do padre comboniano Alex Zanotelli, que foi missionário em Nairóbi e hoje vive no bairro Sanità, em Nápoles, um dos símbolos da degradação social da Itália. O artigo foi publicado no jornal Avvenire, 27-06-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

A paixão missionária de Paulo é simplesmente extraordinária. Ele ficou fascinado por Cristo ressuscitado e ardia de desejo para que todos O experimentassem. É por isso que Paulo é tão duro com as suas comunidades: porque elas devem refletir Jesus com um estilo de vida alternativo ao imperial-romano. É por isso que Paulo adverte os Filipenses assim: "Ser inocentes e íntegros, como perfeitos filhos de Deus que vivem no meio de gente pecadora e corrompida, onde vocês brilham como astros no mundo, apegando-se firmemente à Palavra da vida" (2, 15). É a essa paixão missionária de Paulo que o Papa Francisco quer levar novamente a Igreja na sua exortação Evangelii gaudium.

O Papa Francisco repete, sem se cansar, o convite à "saída", à "escolha missionária", ao "impulso missionário", a uma "pastoral em chave missionária" e "constituir-se em 'estado permanente de missão' em todas as regiões da terra!" (n. 25).

E repropõe, em termos modernos, a mesma paixão de Paulo pelo anúncio missionário. "Se alguma coisa deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta, e Jesus repete-nos sem cessar: 'Dai-lhes vós mesmos de comer'".

E com ainda mais calor escreve: "A missão no coração do povo não é uma parte da minha vida, ou um ornamento que posso pôr de lado; não é um apêndice ou um momento entre tantos outros da minha vida. É algo que não posso arrancar do meu ser, se não quero me destruir. Eu sou uma missão nesta terra e para isso estou neste mundo" (n. 273). (...)

Tudo isso levanta perguntas enormes ao mundo missionário, que se moveu, em grande medida, a partir de 1500, à sombra dos grandes impérios ocidentais (espanhol, português, holandês, britânico e norte-americano), para desembocar no atual império das finanças. Paulo, como bom apocalíptico que era, sabia que os antigos impérios (Babilônia, Pérsia e Grécia) eram "bestas" (Dn 7), e Roma, a mais horrível de todas (Ap 13).

Paulo entendera que o império era o oposto do que Jesus chama de "reino de Deus" e que Paulo chama de "justificação pela fé". Albert Schweitzer tem razão quando afirma que "a maior tragédia do cristianismo foi não entender que o reino de Deus, pregado por Jesus, é a mesma realidade que Paulo chamava de justificação pela fé".

É claro que o que Paulo anuncia e tenta realizar nas suas comunidades é o sonho de Deus, expressado tão bem por Jesus: o sonho de um mundo "outro" em relação ao que temos. Basta ler os primeiros capítulos da Carta aos Romanos para nos darmos conta de que, para Paulo, há algo de profundamente equivocado, se não na natureza humana, ao menos na civilização.

Escreve Crossan: "Roma não era o império do mal da antiguidade. Roma não era a pior realidade ocorrida antes da era industrial. Roma era simplesmente a normalidade da civilização, dentro das opções do primeiro século d.C. O que os romanos eram à época, nós, norte-americanos, somos hoje. Nós somos, no início do terceiro milênio, aquilo que Roma era no início do primeiro século".

Na história humana (ao menos desses últimos 2.000 anos), existem duas falhas tectônicas que colidem: a imperial e a utópica. A falha imperial, que representa a normalidade da civilização, tem um único slogan: "Primeiro a vitória e depois a paz".

A falha utópica, ao contrário, tem como lema: "Primeiro a justiça e depois a paz" ou "A paz mediante a justiça".

Hoje estamos em uma virada epocal. Se a humanidade continuar no caminho imperial dos últimos 8.000 anos, o que a espera é a morte por fome, por guerra e por sobreaquecimento do planeta. Será que o homem, hoje, é capaz de escolher a segunda opção, a utopia? (...)

Esse foi o grande desafio missionário que Paulo teve que enfrentar diante do maior império da antiguidade: Roma. E o fez fundando pequenas comunidades alternativas ao império. Hoje, o grande desafio da missão é vivido dentro do maior império da história, o império do dinheiro.

Esse desafio será vencido se a missão aprender o caminho do Jesus "kenótico", das pequenas comunidades alternativas ao Império e do compromisso com a justiça, a paz e a integridade da criação.

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